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Tera-feira, 21 de Novembro de 2017






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Comércio entre Brasil e Argentina ganha agilidade com uso dos Certificados de Origem Digital

O comércio bilateral entre Brasil e Argentina poderá utilizar os Certificados de Origem Digital (CODs), com potencial de beneficiar um fluxo comercial de US$ 22 bilhões. As regras para a emissão de CODs estão disponíveis na Portaria Secex nº 18, de 11 de Maio de 2017, publicada no Diário Oficial da última sexta-feira (12).
A portaria estabelece as condições para entidades certificadoras de origem brasileiras emitirem o COD no comércio preferencial com a Argentina, no âmbito dos Acordos de Complementação Econômica nº 14 e nº 18. Com isso, concluem-se todos os trâmites para a efetiva utilização da certificação digital por parte dos operadores econômicos brasileiros nas operações com a Argentina.
A estimativa é que, com a utilização do COD, haverá uma redução em até 30% dos custos de tramitação e diminuição do prazo para emissão de certificados de origem para cerca de 30 minutos. Em papel, essa operação leva em média 24 horas, mas pode chegar até três dias.
O rol de entidades autorizadas até o momento a emitir CODs nas exportações preferenciais à Argentina consta na Portaria Secex nº 17, de 9 de maio de 2017. No ano de 2016, elas emitiram aproximadamente 300.000 Certificados de Origem em exportações preferenciais ao país vizinho.
A adoção do COD no comércio bilateral não exclui a possibilidade de os importadores brasileiros continuarem optando pela versão em papel do Certificado de Origem.
Certificados de Origem Digital
O projeto COD foi concebido no âmbito da Associação Latino-Americana de Integração (Aladi), em que se propõe a substituição gradual do certificado de origem preferencial atualmente emitido em papel por um documento eletrônico em formato XML (COD), trazendo vantagens em termos de celeridade, redução de custos, autenticidade e segurança da informação para os processos de certificação e validação da origem de mercadorias comercializadas entre os países membros.
Mais informações sobre o processo de habilitação e acesso dos importadores ao Módulo Aduaneiro de Recepção de COD, bem como observações relacionadas à conferência aduaneira dos despachos de importação acobertados por COD, encontram-se publicadas na Notícia Siscomex-Importação nº 36, de 18/04/2017.

Fonte: Abimaq / Comex

 

 

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Economia da China perde força conforme autoridades combatem riscos da dívida

O crescimento da China deu um passo para trás em abril após um início forte de ano, uma vez que a produção industrial, o investimento e as vendas no varejo desaceleram conforme as autoridades combatem os riscos da dívida em um esforço para conter um golpe à economia.
Dados divulgados nesta segunda-feira destacaram o impacto econômico dos controle regulatórios, com a produção industrial em abril e o investimento em ativo fixo nos quatro primeiros meses do ano abaixo do esperado reforçando as evidências do enfraquecimento do setor industrial e a força menor da segunda maior economia do mundo.
“(A desaceleração) é ainda mais forte do que esperávamos”, disse Julian Evans-Pritchard, da Capital Economics, em entrevista antes de o dados serem divulgados.
Entretanto, “ainda estamos um pouco distantes do enfraquecimento da economia ao ponto em que testará a tolerância das autoridades…uma vez que a urgência para lidar com algumas dessas questões de riscos financeiros (é ainda maior)”, disse ele.
A produção industrial subiu 6,5 por cento em abril sobre o ano anterior, contra 7,6 por cento em março, enquanto o investimento em ativo fixo avançou 8,9 por cento nos quatro primeiros meses do ano, sobre um ritmo de 9,2 por cento entre janeiro e março.
Analistas consultados pela Reuters esperavam expansão de 7,1 por cento da produção industrial em abril, e aumento de 9,1 por cento do investimento em ativo fixo entre janeiro e abril.
O crescimento da produção desacelerou com a queda dos preços do aço e do minério de ferro em meio a preocupações sobre o aumento dos estoques depois que as usinas da China buscaram o maior volume possível do metal para elevar a produção ao nível mais alto desde dezembro de 2014.
Já as vendas no varejo avançaram 10,7 por cento em abril sobre o ano anterior, contra alta de 10,9 por cento em março uma vez que a comercialização de eletrodomésticos e automóveis diminuiu em relação a março.

Fonte: Reuters

 

 

 

PIB português cresce 1% no 1º trimestre

O Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal cresceu 1% no primeiro trimestre do ano ante o quarto trimestre de 2016, segundo dados preliminares divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Na comparação anual, o PIB português teve expansão de 2,8% entre janeiro e março, informou o INE. Com informações da Dow Jones Newswires.

Fonte: O Estado de São Paulo

 

 

 

Ao tomar posse na França, Macron reforça laços com a União Europeia

O centrista Emmanuel Macron, 39, tomou posse como presidente da França neste domingo (14) e afirmou que pretende devolver a confiança ao país e relançar a União Europeia. “A Europa de que necessitamos será reformada e relançada, já que nos protege”, disse em seu discurso.

Segundo Macron, “a divisão e as fraturas em nossa sociedade devem ser superadas”. “O mundo e a Europa precisam mais do que nunca de uma França forte, que fala em voz alta pela liberdade e pela solidariedade.”

A vitória do candidato de centro foi vista como um freio à ascensão do populismo de direita anti-União Europeia, representado na França pela rival de Macron no segundo turno, Marine Le Pen, da Frente Nacional.

Ele disse que, sob seu governo, o mercado de trabalho será mais flexível, as condições de negócios serão criadas para ajudar as empresas a funcionar, e a “inovação” estará no centro de sua ação.

Macron foi acompanhado na cerimônia de posse por sua mulher, Brigitte, 64. No entanto, ela chegou sozinha ao Palácio do Eliseu, o que foi visto como um sinal de independência da agora primeira-dama. Ao longo da campanha eleitoral, a diferença de idade do casal chamou a atenção da imprensa, mas ambos não quiseram fazer disso uma questão.

Brigitte usou tailleur e saia azuis-claros, num tom parecido ao da roupa de Melania Trump na posse de seu marido, o presidente dos EUA, Donald Trump, em janeiro.

Macron torna-se o mais jovem líder da França pós-guerra e o primeiro a nascer depois de 1958, quando o presidente Charles de Gaulle iniciou Quinta República.

Já nesta segunda (15), Macron viajará a Berlim para se encontrar com a chanceler alemã, Angela Merkel. Escolher a vizinha Alemanha como destino da primeira viagem internacional tem sido uma prática comum entre os presidentes franceses -o agora ex, François Hollande, fez o mesmo, em 2012-, mas no caso de Macron faz parte da promessa de campanha de reforçar os laços com o bloco europeu, do qual Merkel se tornou a principal fiadora.

A líder alemã aplaudiu a vitória de Macron contra Le Pen, dizendo que levava “esperança de milhões de franceses e também de muitos na Alemanha e em toda a Europa”. Neste domingo, o presidente da Comissão Europeia -braço executivo da UE-, Jean-Claude Juncker, disse que “uma nova página se abre para a França, e um novo impulso para a Europa”.

NOVA EQUIPE
Macron designou Alexis Kohler como o secretário-geral do Eliseu, o papel administrativo mais alto entre a equipe presidencial.

Kohler, 44, era o chefe de gabinete de Macron quando o agora era ministro da Economia de Hollande.

Philippe Etienne, 61, ex-embaixador em Berlim, foi nomeado para ser o assessor diplomático de Macron.

Espera-se que o primeiro-ministro seja anunciado nesta segunda (15) e as indicações do restante do novo governo prossigam na terça (16).

Em junho, Macron enfrenta difíceis eleições legislativas, nas quais o movimento político do novo presidente buscará a maioria absoluta para poder aplicar sua ambiciosa agenda de reformas.

Seu movimento, “A República em Marcha”, apresentou uma lista de 428 candidatos, mais da metade dos quais são rostos novos.

HOLLANDE
O presidente em fim de mandato, François Hollande, 62, se reuniu com Macron por mais de uma hora para a transferência de poderes e saiu do Eliseu sob os aplausos dos funcionários e do novo presidente, que o acompanhou até seu carro.

O socialista termina seu mandato como um dos chefes de Estado mais impopulares da França.

Fonte: Folha de SP

China exibe ao mundo seu ‘projeto do século’

O presidente da China Xi Jinping classificou ontem a iniciativa do país “Um Cinturão, Uma Rota” como o “projeto do século”, ao anunciar um reforço de financiamentos para uma estratégia especial que promete bilhões em investimentos e benefícios comerciais.

Representantes de mais de 100 países, incluindo 28 chefes de Estado, estão reunidos em um complexo de US$ 1 bilhão ao norte de Pequim para o encontro de dois dias, iniciado ontem. O lugar de destaque ficou para o presidente da Rússia Vladimir Putin, enquanto que as maiores economias da Ásia e do Ocidente enviaram representantes de escalões inferiores.

A China usou o fórum para anunciar grandes planos de financiamento num momento em que EUA e Europa reduzem seus compromissos internacionais. Os participantes pediram maior transparência na estratégia ambiciosa, mas que foi vagamente definida.

Para Xi, o fórum é uma chance de ele projetar influência política para dois públicos: o mundo externo, em busca de uma liderança global em meio a imprevisibilidade de Washington e as consequências do Brexit; e dentro da China, onde o presidente se posiciona para o segundo mandato como presidente do Partido Comunista.

“Transpondo milhares de anos, as antigas rotas da seda personificaram o espírito da paz, abertura e inclusão, aprendizado mútuo e benefícios mútuos”, disse Xi no discurso de abertura. “Precisamos incentivar relações internacionais com um tipo de cooperação que seja bom para todos, de amizade”.

A iniciativa almeja ampliar a influência econômica e política da China, enfrentando ao mesmo tempo o paralisante excesso de capacidade de produção em casa. Trata-se também de uma evocação consciente de eras passadas, quando a China encontrava-se no auge do poder. A “rota” é referência às rotas comerciais marítimas traçadas pelo almirante eunuco Zheng He no apogeu da dinastia Ming, entre os séculos XIV e XV, sobre o Sudeste da Ásia, enquanto que o “cinturão” refere-se à rota da seda através da Ásia central, que floresceu nos quatro séculos da dinastia Han, há dois mil anos, e entre os séculos VII e X, na dinastia Tang.

A estratégia moderna almeja elevar a influência global da China, ao mesmo tempo em que o país exporta um preocupante excesso de capacidade de produção industrial a países de todas as partes do mundo via empréstimos e investimentos. Os chefes de Estado que foram a Pequim querem garantir parte dessa dádiva para ajudar na revitalização de suas economias, após uma retração que já dura anos com o fim dos “super ciclos” da energia e das commodities.

“Xi quer todo mundo junto na mesma sala e dar a essa ideia outro grande empurrão político”, disse Sir Tom Troubridge, diretor da PwC para assuntos relacionados à China e vice-presidente do British Business Council. “Se funcionar metade do que a China pretende, será o maior projeto de infraestrutura no mundo nos próximos anos”.

O aumento do apoio a financiamentos ocorre apesar de uma retração dos investimentos chineses em 2016 nos 65 países incluídos formalmente na estratégia, enquanto o fluxo de capital para os países desenvolvidos disparou.

As iniciativas de financiamento incluem uma contribuição de 100 bilhões de yuans (US$ 14,5 bilhões) para o Fundo Rota da Seda da China, 250 bilhões de yuans em planos de empréstimos para o Banco de Desenvolvimento da China e 130 bilhões de yuans para Export-Import Bank da China, de apoio à infraestrutura, capacidade industrial e aos financiamentos.

O Fundo Rota da Seda foi capitalizado com US$ 40 bilhões, na sua criação em 2014. Em 2015, a China anunciou US$ 62 bilhões ao Bando de Desenvolvimento da China, no Ex-Im Bank e no endividado Banco Agrícola da China, em preparação ao aumento dos empréstimos no que foi na ocasião chamado de estratégia “Um Cinturão, Uma Rota”.

O Banco Asiático de Investimentos em Infraestrutura, um banco multilateral liderado pela China, desembolsou quase US$ 1,7 bilhão para nove projetos, a maioria deles também recebendo recursos de outros organismos multilaterais.

Apesar das garantias de Xi, de que Pequim não vai se envolver em “manobras geopolíticas ultrapassadas”, o esforço não está livre de controvérsias. Ele vem enfrentando oposição da Índia, com quem troca farpas devido a fronteiras, e que também vê com desconfiança o Corredor Econômico China-Paquistão, de US$ 55 bilhões, que passa por um território reclamado por Nova Déli.

Fonte: Valor

China quer abertura comercial para fortalecer economia

O presidente da China, Xi Jinping, defendeu ontem a abertura econômica e a inclusão, em contraposição ao protecionismo, na inauguração do fórum de cooperação internacional ‘Um Cinturão, Uma Rota’, em Beijing.

O evento de dois dias coroa a iniciativa lançada pelo líder chinês em 2013. O nome é uma referência ao que se pretende estabelecer como uma nova Rota da Seda, capaz de fortalecer o desenvolvimento econômico global. A proposta é promover a cooperação entre os países ao longo de um percurso que liga a China ao restante da Ásia, à Europa e à África, por terra e por mar, mas que não se limita a esse traçado.

Tanto que, entre os quase 30 chefes de estado e de governo presentes, estão os presidentes da Argentina e do Chile. Também participam o secretário-geral da ONU e a diretora-geral do FMI. Hoje haverá mesas-redondas entre os líderes. A expectativa é que nos dois dias sejam firmados acordos bilaterais e multilaterais relacionados a comércio exterior, infraestrutura, transportes, ambiente e outros temas de interesse global.

Ontem, Xi anunciou um aporte adicional de US$ 14,5 bi no fundo de apoio à nova Rota da Seda. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que a iniciativa ajudará a dar estabilidade e prosperidade à Eurásia.

Fonte: DCI

Com aumento da crise na Venezuela, vendas brasileiras despencam 55,4%

As exportações brasileiras para a Venezuela caíram 55,4% entre janeiro e abril deste ano, na comparação com igual período de 2016. Se essa trajetória for mantida até o final de 2017, a retração nos embarques será registrada pelo quinto ano consecutivo.

Em 2012, as vendas para o então parceiro do Mercosul atingiram US$ 5,056 bilhões, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Naquele ano, a Venezuela ficou na oitava posição entre os principais destinos dos produtos brasileiros, à frente de potências mundiais, como Itália e Reino Unido, e de todos os países da América Latina, exceto a Argentina.

Já no primeiro quadrimestre de 2017, os venezuelanos não apareceram entre os 40 maiores compradores, ficando atrás de países distantes do Brasil, como Tailândia e Cingapura, e de Peru, Paraguai, Uruguai, México e outros vizinhos regionais. Neste período, os gastos com mercadorias brasileiras ficaram em apenas US$ 152 milhões, abaixo do valor que era gasto mensalmente nos primeiros anos da década.

De acordo com especialistas consultados pelo DCI, uma reversão no quadro atual deve levar algum tempo. “Seria necessária uma reestruturação da Venezuela, tanto política, quanto econômica”, indica Angela Santos, Consultora Sênior de Comércio Exterior da Thomson Reuters.

Sobre o âmbito econômico, ela destaca a elevada dependência venezuelana da exportação de petróleo, além da inflação alta e da retração no Produto Interno Bruto (PIB). “Não passa muita confiança aos investidores”. Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), a queda na atividade será de 7,3%, em 2017, e os preços devem avançar 720,5%.

Os quadros político e social não são fáceis. Enquanto o acesso a produtos básicos fica mais difícil e os salários caem, o governo enfrenta grandes protestos de rua pelo país.

Outro aspecto fundamental para a relação entre os países será o futuro do Mercosul, afirma Tomaz Paoliello, professor de relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

“Um bom funcionamento do bloco fortaleceria o comércio entre os membros. Mas, recentemente, a Venezuela se afastou um pouco do Brasil e da Argentina, por motivações políticas, o que acaba complicando as conversas no Mercosul”. Em 2016, o país governado por Nicolas Maduro foi suspenso no bloco.

Queda generalizada

As compras brasileiras de produtos venezuelanos também despencaram nos últimos anos. O valor gasto no ano passado – US$ 415 milhões – não chegou à metade das quantias que foram vistas entre 2011 e 2014. Em 2017, as perdas continuam: entre janeiro e abril, as importações recuaram 16,3%, para US$ 165 milhões.

“O Brasil também vive grande crise econômica”, justifica Paoliello. Ainda que as perspectivas para a retomada brasileira sejam melhores, segue ele, a situação atual do País não favorece uma melhora nas compras da Venezuela.

Negócios em alta

Vivendo uma realidade diferente, os outros países acima da fronteira norte do Brasil ampliaram suas importações neste ano. Guiana, Guiana Francesa e Suriname, juntos, gastaram R$ 17,5 milhões em produtos brasileiros entre janeiro e abril, uma alta de 22,5% no confronto com igual período de 2016. Destaque para as aquisições da Guiana, que cresceram 41,7%, para US$ 9,2 milhões.

As compras dos três países se estendem por diversos tipos de manufaturados, indo de ladrilhos, o produto mais importado por Suriname em 2017, a calçados, que têm grande espaço nas trocas comerciais com a Guiana Francesa.

Fonte: DCI

Redação On maio - 15 - 2017
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