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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017






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UE impõe mais tarifas antidumping a produtos de aço da China

A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia, anunciou hoje que impôs tarifas de 29,2% a 54,9% a tubos de aço sem costura da China, ampliando o arsenal de medidas antidumping contra produtos de aço chineses.

 

As iniciativas da UE contra a indústria siderúrgica chinesa levantaram preocupações sobre o que Pequim classificou de medidas protecionistas de Bruxelas.

 

Na UE, há em andamento seis investigações sobre exportações chinesas de aço e 15 tarifas em vigor contra fabricantes da China. (Estadão Conteúdo/Dow Jones Newswires)

Fonte: Isto É / Infomet

 

 

 

Produção industrial da zona do euro tem queda inesperada de 0,1% em março

A produção industrial da zona do euro teve uma inesperada queda de 0,1% em março ante fevereiro, segundo dados da agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. Analistas consultados pela Dow Jones Newswires previam avanço de 0,4% na produção.
Na comparação anual, a produção industrial do bloco cresceu 1,9% em março, mas o resultado ficou consideravelmente abaixo da projeção do mercado, que era de acréscimo de 2,4%.
A Eurostat também revisou os dados de produção industrial de fevereiro, para declínio mensal de 0,1% e expansão anual de 1,4%. Fonte: Dow Jones Newswires.

Fonte: O Estado de São Paulo

 

 

 

Governo retoma agenda com Mercosul e os EU

Convencido que as exportações e os investimentos estrangeiros são uma importante porta de saída para a crise, o presidente Michel Temer decidiu, desde o início de seu governo interino, fortalecer a vertente econômica em sua política externa.

Por coincidência, o maior sócio do Brasil no Mercosul, a Argentina, tinha tomado a mesma decisão. Resultado: no último ano, o bloco retomou sua dimensão comercial, depois de uma década e meia em que a união funcionou principalmente como um foro de articulação política que fazia contraponto aos Estados Unidos.

“Não temos a veleidade, como tiveram os governos do PT, de criar na América do Sul organizações que possam se contrapor aos Estados Unidos”, disse ao Estado o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes. “Achamos perda de tempo.”

Em vez disso, a ênfase é devolver ao Mercosul seu objetivo original, que é ser uma zona de livre comércio. O que não é tarefa fácil, com os sócios atravessando crises econômicas. De toda forma, há um claro esforço para recolocar as engrenagens em funcionamento.

Os quatro sócios fundadores, Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, assinaram um acordo para proteger investimentos que uma empresa de um país faça em outro. Está em construção outro acordo, para facilitar as vendas de produtos para os governos.

O bloco busca também se aproximar dos membros da Aliança do Pacífico. E, se tudo correr como o planejado, fechará as linhas gerais de seu acordo com a União Europeia no final deste ano, depois de 18 anos de negociação.

O alinhamento ideológico com os países chamados “bolivarianos”, por sua vez, foi colocado em segundo plano. Mas não houve ruptura, segundo explicou o chanceler. O relacionamento é “normal” com países como Bolívia e Equador. Cuba não aceitou o embaixador que o Brasil designou para lá. “Mas isso é problema deles, não vou criar caso por isso”, afirmou.

A posição brasileira em organismos internacionais, de clara reprovação em relação à Venezuela, decorre da ruptura do atual governo com a ordem democrática e com a própria constituição do país.

“De um lado, temos de velar pela primazia dos direitos humanos e da democracia, compromissos nossos”, afirmou Aloysio. “Mas por outro lado também temos de respeitar outro princípio constitucional, que é o da não intervenção.” O Brasil mantém relações diplomáticas e comerciais com o país.

Tampouco houve reversão na chamada relação Sul-Sul, que ganhou muita ênfase no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Aloysio está na África justamente para retomar contatos que ficaram em “banho-maria” durante o governo de Dilma Rousseff.

Temer já esteve na China logo no início de seu mandato e retornará ainda este ano. Também visitará a Rússia, o que mostra a importância dada à relação com os chamados Brics.

“A política externa como um todo tem um lado de desconstrução dessa política ideológica e, outro, da construção de confiança”, comentou o vice-presidente do Conselho Curador do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), embaixador Luiz Felipe de Seixas Corrêa. A visita do primeiro-ministro da Espanha, Mariano Rajoy, no final de abril, foi um ponto importante nesse processo, segundo avaliou.

No início de junho, Aloysio irá a Washington para reunir-se com o secretário de Estado, Rex Tillerson. O objetivo é marcar uma reunião de Temer com o presidente norte-americano, Donald Trump, ainda este ano. As diplomacias dos dois países trabalham numa agenda de interesse comum para que o encontro tenha resultados concretos.

O chanceler brasileiro minimizou o fato de Trump já haver recebido o presidente da Argentina, Maurício Macri. Ele explicou que o país vizinho vinha de uma ruptura das relações com os EUA, no governo de Cristina Kirchner, e Macri reatou o diálogo. O Brasil já tinha retomado o relacionamento após a crise gerada pelo episódio da espionagem sobre autoridades nacionais, inclusive a então presidente, Dilma Rousseff.

“Essa não é uma circunstância corriqueira, e tudo tem seu significado”, discordou Seixas Corrêa. Ele avalia que os EUA dão claramente um apoio maior ao processo na Argentina, numa demonstração que o país vizinho tem se beneficiado em função do “atoleiro político-institucional” em que o Brasil se encontra.

Os efeitos da Lava Jato têm ocupado parte das agendas de Temer com autoridades estrangeiras. “Ele tem enfatizado que, com todos os problemas que atingem em diferentes ângulos o governo e o Legislativo, com a grande atividade judiciária, com Lava Jato e afins, o Brasil continua com as instituições funcionando”, relatou Aloysio. O presidente tem procurado mostrar que o País é um destino sólido e confiável para negócios.

“O governo Temer promoveu uma guinada ideológica em direção ao eixo central, com Estados Unidos e Europa”, avaliou o professor Juliano Cortinhas, professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB). “Mas o Brasil tem pouco a oferecer, porque passa por uma crise profunda, e com isso voltamos a ser um país secundário.” Ele defende a manutenção das relações com os vizinhos na América do Sul.

Fonte: O Estado SP

UE vê mais crescimento no euro e menos desemprego

O crescimento da zona do euro será ligeiramente maior este ano do que o previsto anteriormente, enquanto que a taxa de desemprego pode cair para o menor nível em uma década, segundo informou ontem a Comissão Europeia.

A economia das 19 nações do bloco vai crescer 1,7% este ano – ante a previsão de 1,6% feita em fevereiro – e 1,8% em 2018. Em sua primeira série de previsões econômicas desde que o Reino Unido iniciou sua saída da União Europeia (UE), a Comissão disse que os riscos ao crescimento da zona do euro estão mais equilibrados, embora ainda persistam.

“A Europa está entrando em seu quinto ano seguido de crescimento”, disse Pierre Moscovici, comissário de Assuntos Econômicos da União Europeia (UE). “Outra boa notícia é que a elevada incerteza que tem caracterizado os últimos 12 meses pode estar começando a se dissipar”, disse, destacando que o nacionalismo de extrema direita “foi derrotado”, em uma referência à vitória de Emmanuel Macron sobre Marine Le Pen na eleição presidencial na França.

Em um sinal adicional de saúde econômica, a taxa de desemprego na zona euro deve recuar para 9,4% este ano e para 8,9% em 2018, de 10% em 2016. Se a projeção para ao próximo ano se confirmar, será a mais baixa para a região desde 2009. Porém, a taxa de pessoas sem emprego permanecerá bem acima da média na Itália, Espanha, Chipre e Grécia – que deverá ter uma taxa de 21,6% em 2018.

A Comissão prevê uma desaceleração da inflação para 1,3% no próximo ano, de uma expectativa de alta de 1,6% para este ano.

Fonte: Valor

Política de controle de capital derruba as aquisições de chinesas no exterior

O maior frenesi de aquisições chinesas no exterior está terminando quase tão dramaticamente quanto começou. Após deixar o mundo espantado com um volume recorde de US$ 246 bilhões em aquisições no exterior em 2016, as empresas chinesas agora enfrentam dificuldades diante de controles de capital mais rigorosos na China e de contrapartes cada vez mais cautelosas. As compras de empresas no exterior caíram 67% nos primeiros quatro meses deste ano, a maior queda, num período comparável, desde o auge da crise financeira de 2009, segundo dados compilados pela Bloomberg.

Analistas veem poucos sinais de recuperação, já que o governo chinês vem dificultando a transferência do dinheiro ao exterior. Os países-alvo das aquisições também criaram novos obstáculos, assustados por uma série de negócios cancelados. Alguns estão forçando os pretendentes chineses a pagar multas extraordinariamente altas, se as propostas não se concretizarem. Outros estão evitando propostas chinesas, em favor de propostas de valor menor originadas de empresas de outros países.

“A atividade de fusões e aquisições na China provavelmente permanecerá fraca no resto do ano”, disse em Pequim Bee-chun Boo, sócia na firma de advocacia Baker & McKenzie, consultoria do setor.

A queda no número de negócios deverá ajudar a evitar a fuga de capitais e a estabilizar a moeda chinesa. Mas poderá minar um dos pilares que sustentam o valor das empresas em todo o mundo. Em 2016, o aumento de 137% nas aquisições chinesas alçou o país ao segundo lugar, atrás dos EUA, no ranking dos investidores globais.

Esfriar o frenesi de compras tornou-se uma prioridade de política econômica em Pequim. Até o fim de setembro, as autoridades planejam restringir aquisições no exterior de US$ 1 bilhão ou mais em setores não ligados ao negócio principal do comprador, disseram em novembro pessoas a par das discussões. As autoridades devem ainda proibir a maioria dos investimentos de US$ 10 bilhões ou mais e limitar as compras, por empresas estatais, de imóveis no exterior que ultrapassem US$ 1 bilhão.

Até mesmo negócios anunciados anteriormente estão vulneráveis. Em abril, a incorporadora chinesa Shandong Tyan Home atribuiu aos controles de capital a decisão de se retirar das negociações para adquirir participação da Barrick Gold numa mina australiana, por US$ 1,3 bilhão. A compra da Dick Clark Productions, por US$ 1 bilhão, pelo Dalian Wanda Group, do bilionário Wang Jianlin, foi cancelada em março. Pessoas próximas das negociações disseram que o conglomerado teve dificuldades para transferir dinheiro.

“Os controles de capital têm claramente produzido um efeito atenuador sobre a atividade de fusões e aquisições chinesas no exterior”, disse Joseph Gallagher, diretor de fusões e aquisições da região Ásia-Pacífico do Credit Suisse . “Empresas chinesas, especialmente aquelas com ações negociadas no mercado doméstico, provavelmente terão mais dificuldades para realizar esse tipo de negócio, pois normalmente não têm veículos de financiamento offshore ou acesso a financiamento offshore”, disse.

Há exceções, é claro. O HNA Group, um conglomerado chinês com um leque de atuação do setor aeronáutico ao hoteleiro, embarcou numa onda de compras no exterior neste ano – envolvendo desde uma participação de quase 10% no Deutsche Bank à aquisição, por US$ 1 bilhão, da provedora CWT. Negócios considerados importantes para o desenvolvimento econômico chinês também obtiveram aprovação oficial, incluindo a maior compra do país no exterior: a aquisição, por US$ 43 bilhões, da fabricante de sementes Syngenta , sediada na Suíça, pela China National Chemical.

Para contornar os controles de capital, alguns compradores chineses tentaram obter financiamento em agências estrangeiras de bancos chineses, dando seus ativos na China como garantia, segundo a firma de advocacia Clifford Chance. Outras estratégias incluem a realização de negócios menores e parceria com firmas de private equity no exterior, disse Boo, da Baker & McKenzie.

Ainda assim, muitos vendedores estão ficando temerosos. Para se protegerem contra o risco de uma proposta não ter êxito, eles estão agora pedindo aos compradores chineses que aceitem multas por desistência de até 10% do valor da transação, acima dos cerca de 2% praticados anteriormente, de acordo com Violet Ho, diretora sênior para China na Kroll, uma consultoria de risco com sede em Nova York, que presta serviços de auditagem em fusões e aquisições.

Tendo em vistas as dificuldades com que se defrontam os compradores chineses, é provável que o volume de negócios termine o ano entre 40% e 50% abaixo do nível de 2016, de acordo com Fang Jian, sócio-gerente para China na firma de advocacia Linklaters.

“Esperamos menos negócios de megadimensões, e o volume de aquisições chinesas no exterior poderá cair significativamente”, disse Terence Foo, que assessora empresas de países distintos em fusões e aquisições como sócia coadministradora para China na Clifford Chance. “Os vendedores estrangeiros agora estão mais céticos”.

Fonte: Valor

Redação On maio - 12 - 2017
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