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Sbado, 23 de Setembro de 2017






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Por causa de Trump, G-7 não vai tratar de protecionismo

O tema protecionismo comercial não estará na agenda de discussão dos ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais do G-7 (grupo que reúne as maiores economias do mundo) nesta semana em Bari, na Itália. Segundo fontes do Tesouro italiano, o grupo decidiu deixar para a cúpula dos chefes de governo, no fim do mês, na Sicília, a tarefa de lidar com essa questão cada vez mais sensível.

A decisão ocorre na sequência do encontro dos líderes financeiros do G-20 (que reúne as maiores economias do mundo), em Baden Baden, na Alemanha, em março, quando, após uma forte discussão interna, o grupo abandonou sua tradicional promessa de manter o comércio global livre e aberto para acomodar a nova posição protecionista dos Estados Unidos sob a presidência de Donald Trump.

Em Bari, os ministros de Finanças vão se concentrar em questões sobre como fomentar o crescimento inclusivo e reduzir a desigualdade, o combate ao terrorismo e cyber ataques e a repressão à evasão fiscal. Também haverá uma ampla discussão sobre o estado da economia global.

Este não é o primeiro problema causado pelo novo governo dos EUA nos encontros preparatórios do G-7. Em abril, a reunião dos ministros de Energia terminou sem emitir o tradicional comunicado porque Washington ainda está formulando sua política sobre o acordo de Paris.

O encontro do G-7 será a primeira viagem internacional de Trump como presidente dos EUA e também será o primeiro evento oficial de Emmanuel Macron, que neste domingo toma posse como presidente da França.

Fonte: Abinee / Valor

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Comércio exterior chinês cresce, mas sinaliza ritmo abaixo do previsto

O superávit comercial da China cresceu em abril, embora as exportações e as importações tenham avançado menos do que o esperado, em meio a sinais de desaceleração do comércio mundial.
As exportações chinesas cresceram 8% em relação a abril de 2016, bem abaixo do aumento de 16,4% de março, informou ontem o governo chinês. Já as importações subiram 11,9%, após aumento de 20,3% em março. Ambos os dados ficaram abaixo do previsto.
O superávit comercial cresceu para US$ 38,05 bilhões, ante US$ 23,93 bilhões em março.
Os imensos saldos comerciais da China têm sido um ponto de atrito com os EUA. Mas, desde a cúpula entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping na Flórida, no início de abril, as tensões comerciais foram amenizadas, reduzindo a perspectiva de imposição de tarifas punitivas americanas a produtos chineses.
“No geral, as exportações da China foram mais fracas do que o esperado, mas ainda
estão ok”, disse Larry Hu, economista do Macquarie Group. “A demanda externa será melhor do que no ano passado, mas provavelmente desacelerá no restante do ano.”
Os dados de abril vêm na esteira de fortes números da exportação chinesa de março, que foram excepcionalmente altos devido ao feriado do Ano Novo Lunar, em janeiro e fevereiro.
As exportações chinesas ganharam ímpeto neste ano, após um lento início. As vendas para a América do Norte, Europa e Japão cresceram entre 7% e 11% ao ano, em dólar, nos primeiros quatro meses de 2017.
Mas economistas questionam até que ponto as exportações chinesas poderão crescer, dadas as evidências de uma demanda mais fraca dos países desenvolvidos. O índice de atividade industrial nos EUA, do Institute for Supply Management (ISM) e o índice de confiança empresarial alemão do Instituto Ifo caíram no mês passado. Além disso, a economia americana cresceu no ritmo mais lento em três anos no primeiro trimestre.
“Isso pode ser um sinal precoce de mais desaceleração na recuperação do comércio mundial”, afirmou Amy Yuan Zhuang, analista do Nordea Bank. “O comércio continuará a melhorar neste ano, mas não tanto quanto as pessoas esperam. Acho que isso está tão bom quanto possível.”
Porém, mesmo a um ritmo reduzido, espera­se que as exportações contribuam para o crescimento da segunda maior economia do mundo neste ano, à medida que a demanda por produtos de tecnologia cresce nos EUA e na Europa. Isso contrasta com o ano passado, quando um declínio nas exportações subtraiu 0,5 ponto percentual do crescimento econômico chinês.
As importações chinesas desaceleraram em abril, em parte como resultado da queda dos preços das commodities, além de uma queda acentuada nos preços do minério de ferro, do petróleo e do carvão coque nas últimas semanas.
Em 2016, a China manteve o posto de maior exportadora mundial pelo oitavo ano consecutivo, respondendo por 13% do total geral, ao mesmo tempo que as exportações estão se tornando um motor de crescimento menos importante para o país. As exportações representaram 18% da economia chinesa no ano passado, abaixo de um pico acima de 32% em 2006.

Fonte: Valor Econômico

Exportações podem somar US$ 96 mi

Cerca de 150 fornecedores brasileiros e compradores de 23 países fecharam na semana passada acordos que devem totalizar cerca de US$ 96 milhões em 12 meses, conforme dados da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

O montante superou a expectativa inicial de geração de negócios de US$ 82 milhões da Apex-Brasil, que promoveu 1.150 reuniões de negócios entre as companhias nacionais e os potenciais compradores, dentro do “Projeto Comprado”, durante a feira do setor supermercadista Apas Show, realizada na capital paulista na última semana. O evento funciona como uma vitrine da indústria para o varejo brasileiro.

Com o mercado local ainda apresentando sinais de demanda fraca, as fabricantes continuam buscando alternativas para estimular a demanda ou entrar em novos mercados para crescer.

De acordo com a Apex-Brasil, o grupo dos 37 compradores externos inclui participantes vindos de países como Chile, Colômbia, Cuba, República Dominicana, Paraguai, Peru, Uruguai, Canadá e Estados Unidos, entre outros.

Do lado brasileiro, as 150 empresas que participaram das rodadas de negócios contemplam setores de bens de consumo como bebidas, alimentos e material de limpeza. No ano passado, 31 compradores estrangeiros e 100 empresas brasileiras participaram do projeto realizado no evento, quando foram negociados mais de US$ 76 milhões.

Concorrência

O gerente de exportação da Apex-Brasil, Christiano Braga, afirmou que entre os desafios das negociações está a qualificação. “O evento traz para o Brasil um conjunto de empresas de vários países e, portanto, existe uma concorrência com produtos de várias partes do mundo. É preciso que as empresas se apresentem com uma estratégia adequada para posicionar o seu produto, seja ela por preço, seja por diferenciação na qualidade para serem mais atrativos que os dos concorrentes”, afirmou.

Do total de contratos fechados durante a feira neste ano, US$ 3,5 milhões referem-se a negócios imediatos e o restante deve ser concluído nos próximos 12 meses.

Além dos setores destacados, indústrias de cosméticos também têm ampliado os negócios com outros países.

Fonte: DCI

França mais dura com o Brexit

O presidente eleito da França será duro com o Reino Unido na negociação do Brexit, mas não buscará punição aos britânicos e nem deseja que a negociação termine sem um acordo. Foi o que disse ontem à Radio BBC Jean Pisani-Ferry, o principal assessor econômico de Emmanuel Macron. A premiê britânica, Theresa May, disse que ‘felicitou calorosamente’ Macron pela vitória. May pediu aos britânicos um mandato “igualmente forte”, num sinal de que prevê negociação difícil pela frente para a saída do país da União Europeia. “Ele foi eleito com um mandato forte, o que lhe dará uma posição forte nas negociações. Temos de garantir que teremos um mandato igualmente forte” disse May. O Reino Unido terá eleições legislativas em 8 de junho. O Partido Conservador, de May, deve ampliar a sua maioria no Parlamento, segundo pesquisas. O governo May teme que Macron atraia instituições financeiras, o que poderia fazer empregos e negócios migrarem de Londres para Paris no pós-Brexit. Na foto, mural do artista Banksy, na cidade britânica de Dover, mostra um operário retirando uma estrela da bandeira da UE, em alusão ao Brexit.

Fonte: Valor

Merkel rejeita elevar gasto alemão para ajudar Macron

Emmanuel Macron viu-se confrontado ontem por lembretes prementes dos desafios que terá pela frente como próximo presidente da França, mesmo enquanto aliados e alguns antigos rivais sinalizavam disposição de trabalhar ao seu lado.

A vitória do centrista, de 39 anos, sobre Marine Le Pen, da extrema-direita nacionalista, foi um grande alívio para os aliados da União Europeia (UE), que temiam mais uma reviravolta populista, depois do plebiscito em que os britânicos decidiram abandonar o bloco econômico e da vitória de Donald Trump na disputa presidencial nos EUA.

“Ele carrega as esperanças de milhões de franceses e de muitos na Alemanha e em toda a Europa”, disse ontem a premiê da Alemanha, Angela Merkel, em Berlim.

“Ele realizou uma corajosa campanha pró-Europa, defendeu a abertura ao mundo e está decisivamente comprometido com uma economia social de mercado”, acrescentou a líder mais poderosa da UE, que parabenizou Macron por sua vitória “espetacular”.

Embora tenha se comprometido a ajudar a França a enfrentar o desemprego, Merkel rejeitou as sugestões de que a Alemanha tem de se esforçar mais para apoiar a economia da Europa, empenhando-se em elevar as suas importações provenientes de países do bloco econômico e, assim, diminuir o seu grande superávit comercial.

“Considerando a situação que temos na Alemanha, não acho que devemos dar agora prioridade a mudanças na nossa política”, disse Merkel, acrescentando que destacou que o principal foco do novo presidente francês deve ser na reforma das políticas domésticos. “O apoio da Alemanha não pode ser um substituto das políticas francesas. A França deve tomar suas próprias decisões e tomará suas próprias decisões.”

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, disse sem meias-palavras: “Com a França, temos um problema em particular […]. A França [o Estado francês] gasta demasiado dinheiro e eles gastam demais nos lugares errados. Isso não vai funcionar ao longo do tempo.”

O mau momento econômico da França, especialmente o alto desemprego, corroeu a popularidade do presidente que está deixando o cargo, o socialista François Hollande, a ponto de ele ter decidido nem se candidatar à reeleição.

“Neste ano, quis que Emmanuel Macron estivesse aqui comigo, para que a tocha pudesse ser repassada”, disse Hollande, aparecendo com Macron no Túmulo do Soldado Desconhecido, no Arco do Triunfo, em Paris, para comemorar o Dia da Vitória na Europa e a rendição das forças nazistas, em 8 de maio de 1945, no fim da Segunda Guerra Mundial.

Em outros lugares em Paris, mais de 1.500 pessoas, comandadas pela central sindical CGT, marcharam em protesto contra os planos de Macron de liberalização das leis trabalhistas.

“Se ele continuar com a ideia de decretos executivos em julho, isso significa que ele vai acabar com a consulta e o diálogo, então vai haver problema de um jeito ou de outro. Vamos ver”, disse Jean-Claude Mailly, secretário-geral da central sindical de linha dura Force Ouvrière, à rádio France Info.

Quando tomar posse, neste domingo, como o líder mais jovem da França desde Napoleão, Macron também vai se deparar com o desafio imediato de garantir uma maioria na eleição legislativa de junho, para ter chances realistas de levar adiante seus planos de redução dos gastos públicos, aumento nos investimentos e reformas dos sistemas tributário, trabalhista e previdenciário.

Como os dois principais partidos tradicionais – o Republicanos, de tendência conservadora, e o Socialista, de esquerda – não avançaram ao segundo turno presidencial, as chances de Macron alcançar uma maioria parlamentar favorável a suas promessas eleitorais vão depender de que ele consiga ampliar a sua base centrista.

Os socialistas estão divididos entre a esquerda radical de seu candidato derrotado, Benoît Hamon, e a ramificação mais centrista e favorável às empresas, liderada por Manuel Valls, que foi primeiro-ministro no governo de Hollande.

Ontem, importantes membros da ala centrista do Republicanos mostraram-se dispostos a trabalhar ao lado de Macron, apesar de a direção partidária ter defendido a unidade e chamado esses vacilantes de “traidores”.

“Posso trabalhar para uma maioria de governo”, disse Bruno Le Maire, um importante membro do Republicanos, que foi assessor do candidato presidencial François Fillon e é apontado por alguns como possível novo ministro das Relações Exteriores. “A situação é séria demais para sectarismo e para ser militante partidário”, disse, acrescentando em seguida que a vitória de Macron foi positiva para a França.

Outro republicano importante, Christian Estrosi, que havia apoiado Macron e era alvo de rumores de que se juntaria ao seu governo, disse ontem, porém, que recusou um cargo ministerial para dedicar-se a Nice, a sua cidade natal.

Richard Ferrand, secretário-geral do partido de Macron, anunciou ontem que o movimento Em Marcha! mudou de nome para República em Marcha, de forma a estruturar-se de forma mais parecida a um partido tradicional.

Ele também disse que os nomes dos 577 candidatos de Macron nas eleições legislativas serão anunciados na quinta-feira.

Macro renunciou à presidência do movimento na quinta passada. Em seu lugar, como presidente interina, foi indicada Catherine Barbaroux, ex-conselheira do governo socialista.

Fonte: Valor

Redação On maio - 9 - 2017
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