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Sexta-feira, 19 de Julho de 2019






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FGV: IPC-S repete taxa de 0,49% na 3ª quadrissemana de outubro

Entre as que subiram estão educação, leitura e recreação (0,04% para 0,19%), habitação (0,49% para 0,52%), saúde e cuidados pessoais (0,53% para 0,59%), vestuário (0,60% para 0,80%) e despesas diversas (0,14% para 0,19%). Nestas, a FGV destaca o comportamento das salas de espetáculo (0,28% para 1,43%), taxa de água e esgoto residencial (-0,09% para 0,36%), perfume (0,30% para 0,60%), calçados masculinos (0,58% para 1,25%) e serviço religioso e funerário (0,36% para 0,69%), respectivamente.

Em contrapartida, alimentação (0,65% para 0,57%), transportes (0,38% para 0,28%) e comunicação (0,67% para 0,61%) desaceleraram puxados por refeições em bares e restaurantes (0,57% para 0,45%), automóvel usado (-0,20% para -0,50%) e pacotes de telefonia fixa e internet (0,86% para 0,18%), respectivamente.

O IPC-S mede a inflação semana a semana em sete capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre e Brasília.

Fonte: Valor

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Cinco classes de despesa sobem na 3ª leitura do IPC-S

Dentre as cinco classes de despesas que registraram acréscimo em suas taxas de variação, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) destacou o comportamento dos itens salas de espetáculo (de 0,28% para 1,43%), em Educação, Leitura e Recreação; taxa de água e esgoto residencial (de -0,09% para 0,36%), Habitação; perfume (de 0,30% para 0,60%), em Saúde e Cuidados Pessoais; calçados masculinos (de 0,58% para 1,25%), em Vestuário; e serviço religioso e funerário (de 0,36% para 0,69%), em Despesas Diversas.

Na terceira quadrissemana de outubro, Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) manteve o ritmo de alta de 0,49% registrado na segunda leitura do mês, segundo a FGV. De forma isolada, os itens com as maiores influências de alta foram tomate (de 10,97% para 20,21%), refeições em bares e restaurantes (apesar da diminuição do ritmo de alta de 0,57% para 0,45%), aluguel residencial (de 0,66% para 0,68%), plano e seguro de saúde (que manteve o ritmo de alta em 0,71%) e tarifa de telefone móvel (de 1,11% para 1,20%).

Já os cinco itens com as maiores influências de baixa foram manga (de -8,18% para -16,20%), cebola (de 0,53% para -8,95%), batata-inglesa (de -12,93% para -7,30%), ovos (de -4,38% para -4,97%) e passagem aérea (de -6,11% para -4,60%).

Fonte: DCI

Consumidor espera inflação de 7,5% em 12 meses, diz FGV

A mediana da inflação esperada pelos consumidores nos próximos 12 meses atingiu 7,5% em outubro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta quinta-feira, 23, ao divulgar o Indicador de Expectativas Inflacionárias dos Consumidores. O resultado retorna ao observado em abril deste ano, que é o maior desde novembro de 2005 (7,8%). Em setembro, as famílias apontavam, em média, alta de 7,3% nos preços no período à frente.

“O aumento das expectativas de inflação futura pelos consumidores advém possivelmente da percepção de aceleração recente da inflação, que se mantém pressionada, principalmente pelo grupo alimentação”, diz a economista da FGV Viviane Seda, em nota.

O Indicador de Expectativas Inflacionárias dos Consumidores é obtido com base em informações coletadas no âmbito da Sondagem do Consumidor. Produzidos desde setembro de 2005, os dados vinham sendo divulgados de forma acessória às análises sobre a evolução da confiança do consumidor. Desde maio de 2014, as informações passaram a ser anunciadas separadamente.

Fonte: DCI

Serviços têm em agosto o pior resultado da série histórica

A crise na indústria brasileira já respinga no setor de serviços. A redução na demanda do segmento industrial fez o setor registrar em agosto um crescimento nominal de apenas 4,5% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Foi o pior resultado da série histórica iniciada em janeiro de 2012, segundo pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Analistas lembram que a desaceleração, em linha com a queda na confiança dos empresários, corrobora a expectativa de mais um desempenho fraco no Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre.

O IBGE confirma que as perdas na produção industrial levaram ao freio nos dois segmentos mais importantes dos serviços: transporte terrestre e informação e comunicação. “Está ocorrendo um problema de demanda desaquecida. O principal demandante do transporte rodoviário de carga é o setor industrial, que está em processo de redução de custos”, como informou o técnico da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE, Roberto Saldanha.

Transporte terrestre

O segmento de transporte terrestre passou de uma taxa de crescimento de 4,3% em julho para apenas 0,8% em agosto. Já os serviços de informação e comunicação reduziram o ritmo de alta de 2,1% em julho para 1,7% em agosto. “São justamente esses dois segmentos que têm maior peso no setor”.

Fonte: DCI

Redação On outubro - 23 - 2014
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