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Sexta-feira, 19 de Julho de 2019






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 Venda de aço plano por distribuidores do Brasil cai 12% em setembro

Estoques permanecem elevados e correspondem a 2,9 meses de vendas, dizem analistas Alberto Alerigi Jr.

A venda de aços planos por distribuidores do Brasil caiu cerca de 12 por cento em setembro sobre o mesmo período do ano passado, segundo dados do setor divulgados pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda) a analistas do setor.

Segundo relatórios de analistas enviados nesta terça-feira, o Inda divulgou na véspera que as compras de aço plano pelos distribuidores junto às usinas siderúrgicas, por sua vez, caíram 13 por cento no mês passado sobre setembro de 2013.

As vendas de aços planos somaram 362 mil toneladas em setembro e as compras foram de 351 mil toneladas. Com isso, os estoques, segundo os analistas, se mantiveram elevados e correspondendo a 2,9 meses de vendas.

A divulgação ocorreu depois que o Instituto Aço Brasil (IABr), que representa as siderúrgicas, publicou que a produção de setembro de aço bruto caiu 3,8 por cento sobre um ano antes enquanto as vendas recuaram 10,7 por cento.

Na comparação com agosto, os distribuidores de aços planos tiveram alta ligeira de 0,3 por cento nas vendas e de cerca de 1 por cento nas compras, segundo a nota do Credit Suisse.

Na avaliação de analistas do Credit Suisse, “as empresas (siderúrgicas) não devem ter outra alternativa a não ser aumentar exportações, incluindo de produtos semi-acabados a uma provável margem negativa”.

Segundo relatório da Brasil Plural, o Inda “não acredita que outubro deverá trazer melhora na demanda por aço, visão que apoiamos, e estima que as vendas sejam estáveis na comparação mensal de novo”. (Reuters. Reportagem adicional de Guillermo Parra-Bernal e Paula Laier, edição de Marcela Ayres)

Fonte: DCI

 

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Gerdau exportou dois lotes de aços planos para EUA

 A siderúrgica Gerdau, que ingressou no segmento de aços planos no ano passado, já teria feito em setembro dois embarques de planos para os EUA, segundo Carlos Loureiro, presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).

– A Gerdau já exportou dois lotes de 5 mil toneladas para os EUA de laminados à quente – disse o executivo.

A siderúrgica já está operando com 60% da capacidade de produção, de 800 mil toneladas por ano, na usina Ouro Branco (MG). A produção mensal de bobinas a quente estaria entre as 30 mil e 35 mil toneladas, contemplando nesse número o volume embarcado.

De acordo com a Gerdau, a expectativa da empresa ao entregar no segmento de aços planos era vender metade do volume produzido para o mercado doméstico, e metade para exportações. (Agência CMA)

Fonte: Monitor Mercantil

 

EUA vão encerrar acordo de comércio de aço plano com Rússia

 O Departamento de Comércio dos Estados Unidos vai terminar um acordo de 15 anos que protegia produtores de aços planos laminados a quente da Rússia de elevados impostos de importação, afirmou o órgão em carta enviada a autoridades russas.

Na carta, os EUA deram à Rússia um aviso de 60 dias sobre o encerramento do acordo antes da retomada de tarifas contra dumping.

O acordo protegia siderúrgicas russas das tarifas de até 184,56 por cento incidentes sobre aços laminados a quente, aços planos laminados e aço carbono e definia limites à importação e preços mínimos. Com a suspensão do acerto, tarifas começarão a ser aplicadas a partir de 16 de dezembro, segundo a carta do departamento.

Os produtores de aço dos EUA reclamaram ao departamento em julho, afirmando que o acordo de 1999 não impediu siderúrgicas russas de inundarem o mercado norte-americano.

Nucor, US Steel, ArcelorMittal e outras companhias afirmaram que o preço de referência que tinha sido definido no acordo era inferior aos praticados nos EUA desde 2004.

A russa Severstal enfrenta agora tarifas antidumping de 73,59 por cento. Outras siderúrgicas russas, como a Novolipetsk Steel e Magnitogorsk Iron and Steel Works terão de pagar tarifas de 184,56 por cento.

O Instituto Americano de Ferro e Aço (AISI) comemorou a decisão. “Nossa indústria não deveria se sujeitar a prejuízos pelo aumento nas importações de aços laminados a quente da Rússia que chegam a este país sob um acordo que não atende mais a seu propósito”, disse o presidente da AISI, Thomas Gibson.

Fonte: Exame

 

Redação On outubro - 22 - 2014
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