Sindicato Nacional da Indústria de
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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017






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Volkswagen Caminhões e Ônibus inaugura concessionária na Argentina 

A Devol Santa Fe é o novo ponto de vendas e pós-vendas dos veículos da Volkswagen na Argentina. Atendendo tanto a parte de caminhões quanto de ônibus, a concessionária conta com mais de 1.500 metros quadrados de área construída, além de novas instalações que permitem o atendimento simultâneo de oito boxes.

Resultado de um investimento de US$ 2 milhões, a unidade está localizada em uma província argentina importante para os negócios da Volkswagen.

Com a inauguração da nova concessionária, a Volks passa a contar com 20 pontos de venda e 18 de pós-vendas espalhados por todo o país, que prestam serviços tanto em assessoria como de peças de reposição.

Fonte: Frota & Cia

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Desde 2012, Inovar-Auto atraiu R$ 85 bilhões de montadoras 

O Inovar-Auto termina neste ano de forma melancólica. Custou mais de R$ 4 bilhões aos cofres públicos, manteve o país à distância dos principais avanços tecnológicos, estimulou a expansão de um parque industrial que hoje opera com ociosidade recorde e, recentemente, foi considerado ilegal pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

A condenação pela OMC – por ferir as leis de livre comércio e afetar de forma injusta empresas estrangeiras – não surpreende. Especialistas alertavam desde o início para essa possibilidade. O governo, afinal, impôs um adicional de 30 pontos porcentuais de IPI sobre os veículos importados, que já pagavam 35% de Imposto de Importação. Para escapar da carga extra de impostos, as empresas teriam de se instalar aqui e cumprir uma série de requisitos, entre eles o investimento em pesquisa e desenvolvimento, um índice de 65% de nacionalização de componentes e a redução no consumo energético dos veículos.

Sob alguns aspectos, funcionou. Com a ajuda da alta do dólar (que encareceu os produtos estrangeiros) e da recessão (que derrubou a demanda), o Inovar-Auto conseguiu brecar as importações – as de veículos, por exemplo, atingiram em 2016 o menor nível em uma década. E o programa atraiu uma montanha de investimentos: R$ 85 bilhões até 2018, dos quais R$ 14 bilhões para pesquisa e desenvolvimento, segundo a Anfavea (representante das montadoras).

Seduzidas pela expansão do mercado brasileiro, que atingiu seu auge bem na época da implantação do Inovar-Auto, várias empresas aderiram ao programa, entre novatas no país (como BMW, Chery, Jeep, JAC e Land Rover) e outras já estabelecidas (como Honda e Mercedes-Benz). De 2012 para cá, o número de fábricas de carros, caminhões e ônibus em operação no Brasil aumentou de 27 para 33. E a capacidade instalada cresceu de 4,5 milhões para quase 5,2 milhões de veículos por ano.

Mas no meio do caminho apareceu a maior recessão da história. O mercado interno despencou de 3,8 milhões de unidades em 2012 para 2 milhões no ano passado, o menor nível em uma década. A produção caiu abaixo de 2,2 milhões de veículos, retornando aos patamares de 2004. Quase 60% da capacidade produtiva está ociosa. A Honda, que concluiu uma fábrica no interior de São Paulo em 2015, preferiu não inaugurá-la. E a chinesa JAC desistiu de erguer a sua.

Mais de 30 mil trabalhadores foram demitidos pelas montadoras, segundo dados da Anfavea. Milhares estão em casa, com contratos suspensos ou incluídos em programas de redução de jornada e salário. A situação não é melhor nas fábricas de autopeças, com o agravante de que boa parte delas não têm uma matriz lá fora que possa socorrê-las.

País segue distante da vanguarda tecnológica

Até o fim deste ano, as montadoras têm de baixar o consumo energético de seus veículos em pelo menos 12% em relação aos níveis do início do Inovar-Auto. Testes do Inmetro sugerem que, na média, o setor está longe disso. Ainda que alcance a meta e cumpra os demais requisitos de inovação, a indústria nacional continuará distante da vanguarda tecnológica.

Para o consultor David Wong, diretor da AT Kearney, a única conquista do Inovar-Auto foi atrair investimento massivo das montadoras. “Ele não fortaleceu a cadeia produtiva”, diz. “O sistema de rastreabilidade de peças para garantir 65% de conteúdo local só entrou em operação em 2016. E as fornecedoras de segundo e terceiro nível não tiveram linhas de crédito para crescer.”

Redução de impostos

O Inovar-Auto já custou quase R$ 3 bilhões aos cofres públicos.

E a renúncia neste ano passa de R$ 1 bilhão.

Fonte: Frota & Cia

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Ford registra queda de 37,5% no lucro líquido em 2016

A Ford anuncia nesta semana os números de 2016 com resultados negativos na comparação com o ano anterior. De acordo com a marca, o lucro líquido registrado foi 37,5% menor que o contabilizado em 2015, com montante anual líquido de US$ 4,6 bilhões.

A marca alega que o resultado já era esperado, especialmente por conta da carga de US$ 3 bilhões destinados a recalcular aposentadorias de boa parte dos funcionários, e ao impacto de US$ 200 milhões causado pela desistência na abertura de uma nova fábrica no México.

Ao todo, a receita bruta foi de US$ 151,80 bilhões, sendo US$ 141,56 bilhões oriundos da divisão automotiva e US$ 10,25 bilhões gerados pela divisão financeira. O volume total de veículos vendidos no mundo foi de 6,65 milhões de exemplares, com participação global de 7,3%.

Sozinha, a América do Norte consumiu 3 milhões de unidades, seguida da Ásia com 1,6 milhão, Europa com 1,53 milhão, América do Sul com 325 mil, e Oriente Médio e África com 161 mil.

Fonte: Carplace

Redação On fevereiro - 1 - 2017
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