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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017






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Trump diz que começará a renegociar Nafta em breve com México e Canadá

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que planeja conversar em breve com os líderes do Canadá e do México para iniciar a renegociação do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta, na sigla em inglês).
“Vamos iniciar negociações que temos a fazer com o Nafta”, disse Trump em cerimônia de posse de seus principais assessores na Casa Branca, no domingo. “Vamos começar a renegociar o Nafta, a imigração e a segurança na fronteira”.
Trump prometeu durante a campanha presidencial que, se eleito, renegociaria o pacto comercial do Nafta para obter condições mais favoráveis aos Estados Unidos.
O Nafta, que entrou em vigor em 1994, e outros acordos comerciais tornaram-se alvo de críticas de eleitores indignados nos Estados industriais dos EUA que levaram Trump ao poder neste mês.
O embaixador do Canadá nos Estados Unidos, David MacNaughton, disse que ficou claro que a equipe de Trump estava preocupada sobretudo com déficits comerciais com o México e a China.
“Eu não acho que o Canadá é o foco”, disse MacNaughton a jornalistas em Calgary, Alberta, antes de uma reunião de dois dias do governo focada em como lidar com o novo governo Trump.

Fonte: Reuters

 

Japão continua se recuperando gradualmente, avalia governo

Autoridade pondera que a economia japonesa está em trajetória de recuperação moderada, mas ainda precisa apresentar melhora em alguns aspectos
O governo do Japão reiterou hoje sua avaliação geral da economia doméstica, dizendo que o país continua se recuperando gradualmente.
Em relatório mensal, o governo pondera que a economia japonesa está em trajetória de recuperação moderada, mas ainda precisa apresentar melhora em alguns aspectos. A construção de moradias, as importações e os preços ao consumidor estão praticamente estáveis, por exemplo, segundo o documento.
O governo japonês também apontou possíveis riscos à economia, como incertezas no exterior e oscilações nos mercados financeiros.

Fonte: DCI

 

China quer Brics contra o protecionismo

A agressiva política isolacionista de Donald Trump nos EUA deverá levar a China a usar também sua Presidência do Brics neste ano para impulsionar uma parceria economica mais intensa com o Brasil e os outros membros do grupo, acreditam analistas e autoridades.

Em Davos, à margem do Fórum Econômico Mundial, um dos assessores mais próximos do presidente Xi Jinping, o economista Fang Xinghai, defendeu maior cooperação entre os países do Brics como natural no contexto de turbulências na ordem internacional.

“Os membros do Brics defendem todos, fortemente, a globalização econômica, sabem que se beneficiam dela e querem ir adiante”, afirmou ele ao Valor. “A China crê que a globalização é um movimento histórico que nenhum país pode reverter, e os Brics podem defender isso.”

Em Pequim, especialistas em comércio próximos do governo têm alertado que, se o governo Trump impuser barreiras contra produtos chineses, a China está pronta para retaliar mudando, por exemplo, compra de jatos da Boeing para a europeia Airbus e desviando importações de alimentos para países concorrentes dos EUA, como o Brasil, conforme publicou o jornal “The New York Times”.

No encerramento do Fórum de Davos, o ex-secretário de Estado Henry Kissinger disse que Trump deve definir logo a relação com China, Europa e Rússia. Ele destacou a posição firme da China na construção da nova ordem internacional. “Um dos problemas centrais de nosso período é que a nova ordem internacional com a qual estamos acostumados está se desintegrando e novos elementos da Ásia e países em desenvolvimento estão entrando”, afirmou.

Para certas autoridades que conhecem bem a China, os emergentes em geral não devem se iludir muito com Pequim. A segunda maior economia do mundo não vai acelerar suas ações somente para diminuir perdas causadas por Trump. “Na cabeça dos chineses, a oportunidade é realmente para relançar a sua influência global e pensar mais numa nova ordem mundial”, afirmou uma alta fonte.

Em reunião entre negociadores do Brics na sexta-feira, em Davos, a delegação chinesa limitou-se a apresentar uma agenda de cooperação nada excepcional para o grupo em 2017. No momento, Pequim propõe assuntos de menor resistência entre os cinco grandes emergentes, incluindo facilitação de transmissão de dados entre os portos para acelerar o desembarque de cargas e reduzir custos das operações. Também foca na facilitação de investimentos e no setor de serviços.

No ano passado, na Índia, o governo chinês defendeu um acordo comercial entre os países do Brics, mas, sem surpresa, a competitividade chinesa na área industrial continua a assustar os parceiros.

Já representantes da União Europeia (UE), maior bloco econômico do mundo, mostraram-se, a portas fechadas, em Davos, bem mais inclinados a fazer parceria econômica com a China do que estavam antes, também em reação a Trump, conforme o Valor apurou.

Isso poderá ter impacto gigantesco, ao desviar o eixo de comércio e de investimentos para a Europa. Os chineses poderão usar o mercado interno europeu também como plataforma de exportação, enquanto os EUA de Trump procuram fechar suas fronteiras.

A Alemanha, líder na Europa, foi o primeiro país a deixar claro que, se os EUA se ausentarem de alianças e da governança global, vai procurar outras parcerias, como com a China. Ministros alemães viram “ruptura radical” no discurso de posse. O ministro de Relações Exteriores, Frank-Walter Steinmeier, disse que há sempre tempos agitados nas transições políticas, mas que agora “há uma nova desordem global que vai mais além”.

No Fórum Econômico Mundial, autoridades e executivos concordaram que a atividade econômica global está se recuperando e que a confiança do consumidor é maior. Mas insistiram nos riscos significativos causados por incertezas políticas, atritos comerciais e efeitos adversos de uma rápida valorização do dólar.

Fonte: Abinee / Valor

Brasil e América Latina são esquecidos nas discussões de Davos

Brasil e América Latina foram despejados do mundo, no debate econômico sobre perspectivas globais, no último dia da reunião do Fórum Econômico Mundial, em Davos. Depois de 50 minutos, um africano levantou-se na plateia e reclamou do silêncio a respeito de África e da América Latina. O coordenador da sessão, o colunista Martin Wolf, do jornal britânico Financial Times, acolheu o protesto e pediu uma resposta à diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, que fez um comentário sobre a África Subsaariana, e terminou sem uma palavra sobre os latino-americanos.

No começo da sessão havia ocorrido a única referência a um país latino, o México, diretamente afetado pela incerteza quanto às políticas dos EUA. Mas o fato é que Davos foi dominado mesmo pelas discussões sobre a chegada de Donald Trump ao poder, e tudo que poderá ocasionar, e o divórcio da Grã-Bretanha da União Européia.

As incertezas causadas por esses dois pontos deixaram em suspenso toda a comunidade econômica. Apesar dos temores, no entanto, o tom geral foi de otimismo quanto às perspectivas de crescimento no mundo rico, na China e na Índia. A expansão global deve passar de 3,1% em 2016 para 3,4% neste ano e 3,6% no próximo, disse Lagarde, repetindo estimativas do FMI. Mas a história seria menos brilhante, se fossem lembrados detalhes do relatório que indicam que entre outubro e janeiro a expansão econômica esperada para o Brasil em 2017 foi reduzida de 0,5% para 0,2%.

DCI

Redação On janeiro - 23 - 2017
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