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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017






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Exportações da China caem 6,1% em dezembro, abaixo das expectativas

Por PEQUIM ­

As exportações da China em termos de dólar caíram em dezembro em comparação com o mesmo mês do ano anteriot, depois de um aumento em novembro, um reflexo dos ventos contrários enfrentados pela segunda maior economia do mundo.

As exportações caíram 6,1% em dezembro em relação ao ano anterior, após um ganho de 0,1% em novembro, informou a Administração Geral das Alfândegas na sexta­feira. O aumento inesperado das exportações em novembro quebrou uma série de sete meses de quedas. As exportações deveriam cair 3,0%, de acordo com a mediana das estimativas de 11 economistas consultados pelo “The Wall Street Journal”.

Os números indicam que as remessas ao exterior da China, antes um importante gerador de crescimento, continuam a pesar sobre seu desempenho econômico global em meio à lentidão continuada no comércio global.

As importações em dezembro subiram 3,1% em relação ao ano anterior, em comparação com um ganho de 6,7% em novembro. O aumento veio em linha com a mediana da previsão da sondagem, de um aumento de 3,0%.

O superávit comercial da China em dezembro se reduziu para US$ 40,82 bilhões, de US$ 44,61 bilhões no mês anterior, ficando aquém da previsão média de US$ 48,30 bilhões.

No ano todo de 2016, as exportações caíram 7,7%, enquanto as importações recuaram 5,5%, resultando em um superávit comercial de US$ 510 bilhões. O superávit comercial do ano passado foi menor que o excedente de US$ 594,5 bilhões em 2015.

Yuan

Em termos de yuan, as exportações da China caíram 2,0% em 2016 em relação ao ano anterior, estendendo um declínio de 1,8% em 2015, segundo dados oficiais divulgados nesta sexta­feira.

As importações no ano passado subiram 0,6% em termos de yuan em relação ao ano anterior, revertendo uma queda de 13,2% em 2015.

O superávit comercial do país se reduziu em 9,1% no ano passado, para 3,35 trilhões de yuan (US$ 486,1 bilhões). (Dow Jones Newswires)

Valor Econômico – 13/01/2017

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Economia alemã cresce, mas deve perder força

A economia alemã cresceu 1,9% em 2016, puxada pela disparada do consumo privado (das famílias) e pelo aumento dos gastos do governo com refugiados e dos investimentos em construção, segundo dados divulgados ontem.

Mas analistas ouvidos pela Reuters preveem que o crescimento da economia alemã vai desacelerar para 1,4% em 2017 e para 1,5% em 2018, e que a inflação voltará ao patamar de 1,6% neste ano.

“O crescimento dos consumos privado e público será menos dinâmico em 2017”, disse o economista Timo Wollmershaeuser, do instituto Ifo, chamando a atenção para a alta do petróleo e a redução da chegadas de refugiados.

Por outro lado, os salários reais dos trabalhadores com regimes de acordos coletivos subiram menos em 2016 do que nos dois anos anteriores, segundo estudo divulgado na semana passada. Carsten Brzeski, do banco ING, disse que os salários reais da Alemanha não continuarão a subir e que as taxas de juros não terão novos cortes.

“A simples falta de estímulo adicional permite concluir que o crescimento vai desacelerar. Não apenas em 2017 como também no ano seguinte”, disse Brzeski, acrescentando que os gastos das famílias e do governo continuarão a puxar o crescimento, só que a um ritmo um pouco mais lento.

A Alemanha foi beneficiada por um superciclo econômico disparado pelas reformas do antecessor da premiê Angela Merkel, Gerhard Schröder, e prolongado pela política monetária ultrafrouxa do Banco Central Europeu (BCE), pelo euro fraco e pela queda do petróleo.

Sob Schröder, a Alemanha baixou o imposto de renda, reduziu custos não salariais da mão de obra, como contribuições do empregador para planos de saúde, e facilitou a contratação e demissão de trabalhadores pelas empresas.

Mas economistas e autoridades alemãs dizem ser necessária uma nova onda de reformas: melhorar a infraestrutura do país, reforçar a Previdência, devido ao envelhecimento da população, e enfrentar os desafios da informatização.

Eles dizem que o governo precisa elevar a participação feminina no mercado de trabalho eliminando incentivos tributários para os pais ficarem em casa, adotando esquemas de trabalho em tempo parcial e proporcionando melhores cuidados às crianças.

Sem essas reformas, dizem líderes empresariais, a “era dourada” de crescimento e prosperidade corre o risco de acabar.

Embora o governo tenha ampliado investimentos mais do que a média na zona do euro nos últimos anos, apoiado em vigorosa receita fiscal e custos mínimos de tomada de empréstimos, o setor privado não está investindo, em meio à crescente incerteza política.

“O que falta para o aquecimento da economia é uma contribuição da indústria”, diz Wollmershaeuser, do Ifo. Para ele, as empresas não estão investindo o suficiente em máquinas e equipamentos. “Não há impulso do exterior que possa transformar esse aquecimento num boom”, acrescentou.

Líderes empresariais alemães temem que a economia possa vir a enfrentar ventos contrários provocados por uma política comercial protecionista dos EUA sob o novo presidente Trump e por excessiva interferência do Estado na China.

“O forte crescimento das exportações não voltará”, diz Joerg Kraemer, analista do Commerzbank, argumentando que a demanda da China seguirá fraca e que os benefícios das liberalizações comerciais passadas já foram colhidos, ao passo que o clima protecionista impede novos acordos comerciais.

Para criar as bases para mais crescimento, especialistas, como o painel governamental de assessores econômicos, vêm instando o governo a incentivar investimentos privados com novas reformas.

Mas o ministro das Finanças, Wolfgang Schaeuble, sugeriu ontem usar o superávit fiscal federal do ano passado, de € 6,2 bilhões, para quitar dívida antiga, em vez de incrementar o investimento.

Abinee/Valor Econômico – 13/01/2017

Redação On janeiro - 13 - 2017
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