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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017






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Brasil deve crescer menos que outros emergentes

O Brasil vai voltar a crescer em 2017, mas deve seguir na lanterna do ranking dos países que mais crescem no mundo, encabeçado pela Índia, avaliou o Deutsche Bank nesta segunda-feira, 9. A projeção é que o Produto Interno Bruto (PIB) do País cresça 0,5% este ano, nível abaixo da economia mundial (3,4%) e da média dos países emergentes (4,6%).

A Índia deve seguir em 2017 como o país emergente que mais cresce no mundo, considerando os principais mercados. O Deutsche aposta em um avanço de 7% para o país. Em seguida, vem a China, com avanço esperado de 6,5%. Mesmo a Rússia, que também estava em recessão, vai ter PIB mais forte que o Brasil este ano, com expansão prevista de 1,6%.

No caso do Brasil, o Deutsche ressalta que o risco político permanece no radar em 2017, mas que a perspectiva de reformas e recuperação da atividade após dois anos de forte recessão têm feito os ativos brasileiros apresentarem forte valorização. A Bovespa foi uma das bolsas que mais subiram no mundo em 2017, ressalta o relatório.

“Estamos cautelosamente otimistas com os emergentes em 2017, mas esperamos um início de ano difícil”, ressalta o Deutsche, mencionando que países como Turquia, México, África do Sul e Brasil terão que lidar com problemas domésticos ao mesmo tempo que o cenário externo muda, com o governo de Donald Trump.

A gestão do novo presidente dos Estados Unidos terá efeitos diversos nos países emergentes. Por um lado, a aceleração esperada do PIB dos EUA deve fazer a maior economia do mundo aumentar a demanda por exportações – e emergentes, como o Brasil, poderiam se beneficiar, ressalta o banco.

Ao mesmo tempo, o governo de Trump será marcado por juros mais altos pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e dólar valorizado, o que tende a dificultar e encarecer a captação de recursos por governos e empresas dos países emergentes. Outro risco é Trump provocar fuga de capital destes mercados. O Deutsche prevê duas altas de juros neste ano pelo Fed e quatro em 2018.

Os analistas do Deutsche lembram que parte da incerteza gerada por Trump é porque suas medidas econômicas ainda não são conhecidas em detalhes, mas é um nível melhor que a “certeza da continuação” do atual nível “medíocre” de expansão do PIB.

No entanto, a economia dos Estados Unidos, as projeções do banco alemão são positivas. O ritmo de expansão previsto para 2018 é mais do que o dobro esperado para o PIB de 2016, que deve ficar em 1,5%.

A avaliação do Deutsche é que Trump tem capacidade para “mudar as regras do jogo” e acelerar a expansão dos EUA com políticas como corte de impostos para famílias e empresas, aumento dos gastos públicos em infraestrutura e desregulação em vários setores, como o financeiro e o de energia.

“Estamos muito otimistas com os EUA, na medida em que a nova administração vai buscar uma agenda fiscal e regulatória substancialmente pró-crescimento”, afirma o banco alemão. Para os analistas do banco, o fato de o Congresso ter ficado na mão dos republicanos vai facilitar a implementação destas medidas.

O México e a Turquia permanecem “particularmente vulneráveis” às mudanças que devem ocorrer no cenário externo. Para a economia mexicana, há o risco de medidas protecionistas do republicano afetarem a atividade. Já a Rússia deve ser beneficiada pela melhora do relacionamento com Trump.

Abinee/O Estado de S.Paulo – 10/01/2017

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UE mantém ritmo de recuperação

A economia da zona do euro manteve a trajetória de recuperação no fim de 2016, segundo indicadores divulgados ontem. A taxa de desemprego permaneceu no nível mais baixo em mais de sete anos em novembro, enquanto a produção industrial na Alemanha aumentou pelo segundo mês seguido. Além disso, houve uma melhora na confiança do empresariado na França.

A taxa de desemprego na zona do euro permaneceu estável em 9,8% em novembro, segundo dados da agência europeia de estatística. Entre as economias da região, a menor taxa é a da Alemanha, de 4,1%, enquanto o desemprego na Espanha atinge 19,2%.

Na França, o índice de confiança do setor industrial subiu um ponto para 102 em dezembro, melhor leitura desde maio de 2011. O dado sugere que a economia cresceu 0,4% no quarto trimestre, de uma expansão de 0,2% no terceiro trimestre, segundo o banco central francês.

A produção industrial alemã cresceu 0,4% em novembro em relação a outubro, segundo informou o Ministério da Economia. Além disso, outro relatório mostrou que as exportações alemãs cresceram 3,9% em novembro em relação a outubro, enquanto as importações aumentaram 3,5%.

Abinee/Valor Econômico – 10/01/2017

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China está confiante

O crescimento de 6,7% em 2016 deixou a China confiante e dentro da meta para o ano, diz o governo.

Abinee/DCI – 10/01/2017

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Preços ao produtor na China têm maior alta em mais de 5 anos em dezembro

Elias Glenn

Os preços ao produtor na China tiveram em dezembro a maior alta em mais de cinco anos e bem acima do esperado uma vez que os preços de carvão e outras matérias-primas avançaram, ampliando as expectativas de que a inflação global pode ser mais forte em 2017.

A aceleração dos preços reforça a visão de que a segunda maior economia do mundo tem um ritmo estável no novo ano, sustentada por uma atividade industrial e demanda doméstica mais fortes em meio a um boom da construção e dos empréstimos.

Mas alguns analistas estão preocupados de que os fortes ganhos nos preços ao produtor podem também ser alimentados pela crescente especulação nos mercados futuros de commodities, ampliando o risco de bolhas na economia da China mesmo com os líderes tentando controlar o explosivo crescimento da dívida.

O índice de preços ao produtor saltou 5,5 por cento em dezembro na comparação com o ano anterior, maior alta desde setembro de 2011, contra avanço de 3,3 por cento em novembro, informou nesta terça-feira a Agência Nacional de Estatísticas.

A expectativa de analistas em pesquisa da Reuters era de alta de 4,5 por cento.

Refletindo o aumento da demanda por material de construção e carvão para aquecimento e siderurgia, e cortes determinados pelo governo no excesso da capacidade industrial, os preços das matérias-primas e de mineração continuaram a mostrar os maiores ganhos, subindo respectivamente 9,8 e 21,1 por cento.

Já o índice de preços ao consumidor subiu 2,1 por cento na base anual, contra expectativa de avanço de 2,3 por cento, uma vez que a alta dos preços de alimentos foi mais modesta, de 2,4 por cento. (Reuters)

Fonte: Extra Online

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Redação On janeiro - 10 - 2017
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