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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017






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Brasil está pronto para sair de recessão profunda, diz FMI

Por Juliano Basile

NOVA YORK ­ O Brasil está pronto para sair de uma recessão profunda, avaliou o Fundo Monetário Internacional (FMI). De acordo com relatório sobre a economia brasileira, o país deverá retomar o crescimento econômico no ano que vem, mas para que isso aconteça é necessário concluir a aprovação de reformas fiscais.

O FMI manteve a projeção de retração em 3,3% para este ano e de crescimento em 0,5% para 2017. Esses foram os mesmos números indicados em outubro para o país no relatório sobre a economia mundial. Em novo documento, que foi divulgado nesta terça­feira, o Fundo ressaltou que essas projeções consideram que a Proposta de Emenda Constitucional que limita os gastos públicos será aprovada bem como a reforma da Previdência, num prazo razoável, além do cumprimento das metas fiscais de 2016 e 2017.

“Com esses aperfeiçoamentos no campo fiscal e assumindo que as incertezas vão continuar a cair, o investimento deve continuar a se recuperar, apoiando um retorno gradual para um crescimento positivo ainda no fim de 2016”, diz o FMI no relatório conhecido como artigo IV por ser este o capítulo do estatuto da instituição que prevê a realização de um diagnóstico da economia dos países ­membros.

As previsões do FMI estão sujeitas a riscos. No plano doméstico, o Fundo mencionou uma eventual intensificação de incertezas políticas resultante de novas revelações em escândalos de corrupção. No plano internacional, o FMI adverte para um possível período de crescimento desacelerado nas economias avançadas e emergentes, especialmente a China, além de eventuais quedas na exportação de commodities e condições financeiras mais apertadas.

Valor Econômico – 16/11/2016

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China rebate críticas do novo presidente dos EUA

O vice-ministro das Relações Exteriores chinês, Liu Zhenmin, rebateu declarações do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que durante a campanha disse que o aquecimento global “foi criado pelos chineses para tirar a competitividade industrial dos EUA”.

Liu declarou que a China não pode ter inventado as mudanças climáticas porque antecessores republicanos de Trump começaram as negociações sobre o tema nos anos 80, antes mesmo de a China entrar no mercado internacional e tomar conhecimento de iniciativas para diminuir gases poluentes.

“Se você olhar para a história das negociações sobre mudança climática, na verdade elas foram iniciadas pelo IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática] com o apoio dos republicanos durante os governos Reagan e Bush no fim dos anos 1980”, disse Liu a jornalistas durante a CoP-22, a conferência sobre a mudança climática da ONU em Marrakesh, no Marrocos. “Por isso eu espero que o governo republicano continue apoiando esse processo.”

Depois da vitória de Trump nos EUA, os debates da CoP-22 ocorrem em meio a incertezas por conta das declarações do presidente eleito de que os EUA podem deixar o Acordo de Paris.

Valor Econômico – 17/11/2016

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Redação On novembro - 17 - 2016
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