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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017






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Focus reduz expectativas para o PIB

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Os participantes do mercado financeiro continuam a reduzir as expectativas para o desempenho da atividade econômica neste e no próximo ano, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central.

Pela quarta semana consecutiva, caiu a mediana das estimativas para o PIB de 2016. Os analistas esperam queda de 3,3%, ante recuo de 3,22% estimado antes. Há um mês, a expectativa era de queda de 3,14%. Para 2017, a estimativa foi revista pela segunda semana, de crescimento de 1,23% para 1,21%. Há um mês, esperava­se expansão de 1,30%.

Depois do forte ajuste na semana passada, o Focus não trouxe grandes alterações nas expectativas de inflação. A projeção para o IPCA em 12 meses seguiu em 4,95%. Para 2017, segue em 5%.

Valor Econômico – 01/11/2016

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Com teto para gastos, não haverá aumento de impostos, diz Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta segunda-feira (31) durante entrevista ao programa “A Voz do Brasil” que não haverá aumento de impostos porque o governo está evitando o crescimento de despesas através da PEC do Teto.

“Só seria necessário [aumento de impostos] se as despesas continuassem a crescer descontroladamente. No momento em que o governo corta na carne, elimina a necessidade de aumentar impostos”, disse o ministro.

A elevação de tributos vinha sendo colocada pelo ministro como uma possibilidade caso a PEC, que limita o crescimento dos gastos à inflação dos 12 meses anteriores, não fosse aprovada. A proposta passou na Câmara em primeiro e segundo turno e a previsão é que seja votada pelo Senado até o final do ano.

Sobre o aumento do desemprego, Meirelles disse que a confiança na economia está aumentando. “Já temos várias indicações de crescimento da economia no próximo ano, e isso se refletirá no emprego”, afirmou.

A participação de Meirelles no programa, que estreou um novo formato nesta segunda, foi pensada para explicar o controle dos gastos públicos para o cidadão comum. “Imagine uma família que comece a gastar muito mais do que ganha e que começa a tomar empréstimos em quantidades cada vez maiores para pagar dívidas. É isso o que o governo começou a fazer”, disse o ministro da Fazenda.

Ele disse ainda que o governo vinha tomando cada vez mais recursos da sociedade. “Isso deixa cada vez menos dinheiro disponível. Em segundo lugar, começou-se a criar desconfiança sobre a capacidade do governo sustentar esse nível de empresas. Isso fez com que os empresários se retraíssem, diminuiu a criação de empregos e a partir daí gerou-se esse processo que vivemos hoje”, afirmou durante a entrevista.

O ministro voltou a negar que a PEC irá cortar recursos para a saúde e educação. “O que se estabelece é um mínimo de gastos com saúde e educação, e não um máximo”, disse. “E é claro que o Executivo e o Congresso podem aprovar mais despesas. [A PEC] é algo que preserva investimentos e despesas nessas duas áreas”.

O presidente da República, Michel Temer, gravou uma participação para o programa que foi veiculada durante a entrevista do ministro da Fazenda. “Nosso lema é reformar para crescer, e ajudar você”, afirmou. “Inauguramos um diálogo muito produtivo com o Congresso Nacional e com a sociedade civil”.

NOVO “VOZ DO BRASIL”

As declarações foram dadas durante a estreia do novo formato de “A Voz do Brasil”, com a proposta de ter uma linguagem menos formal. Novos quadros foram apresentados e houve mais participação da audiência, com diálogo com os ouvintes.

O bordão “Em Brasília, 19 horas”, que vinha sendo substituído por frases como “Está no ar a sua voz, a nossa voz, a Voz do Brasil”, foi retomado no programa.

O programa também introduziu uma nova versão da ópera “O Guarani”, de Carlos Gomes, com uma orquestração mais moderna.

O programa de rádio existe há 81 anos e é o mais antigo do hemisfério Sul ainda no ar, fato registrado no Guiness Book, o Livro dos Recordes, em 1995. Foi criado em 1935 como “Programa Nacional”, para divulgação dos atos do Estado Novo, da era Vargas.

Abinee/Folha de S.Paulo – 01/11/2016

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Tesouro quer mudar classificação de risco

O Tesouro Nacional vai propor um novo sistema de classificação de risco para as dívidas do Estados. A revisão seria uma resposta ao Tribunal de Contas (TCU). Para o órgão, o Tesouro adotou uma política de garantias facilitadas para que Estados com maior risco de calote pudessem ser contemplados na renegociação das dívidas com a União.

A nova norma, ainda em estudo pelos técnicos do Tesouro, vai incorporar mais dados para analisar a saúde fiscal dos governos regionais e definir parâmetros “razoáveis” para as taxas de juros cobradas nas operações de crédito, segundo um integrante da equipe econômica.

O novo sistema de classificação não fica pronto este ano, mas, até lá, o Tesouro já decidiu que não vai mais garantir financiamentos para quem tem nota C ou D. Isso exclui 13 Estados, incluindo alguns cujos governadores têm visitado Brasília para pedir liberações, como Piauí e Goiás. Desde 2013, nenhum Estado tem nota A.

Uma consultoria externa foi chamada para analisar a situação e ajudar na reformulação dos parâmetros de notas de risco de cada Estado. “Vamos não só colocar novos parâmetros, mas também olhar para a frente. Hoje, nós olhamos muito para trás”, afirma um integrante da equipe econômica. A política de concessão de garantias também será reformulada.

Para a secretária de Fazenda de Goiás, Ana Carla Abrão, a manutenção do chamado “waiver”, a dispensa do cumprimento de exigências pelo ministro da Fazenda, seria importante para diferenciar situações. “O abuso da utilização da regra vai acabar levando a um retrocesso”, diz. Goiás é um dos Estados que receberam aval da União para contratar empréstimos mesmo com nota ruim.

A regulamentação do Conselho de Gestão Fiscal, previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), mas nunca implementado, também está nos planos do governo. O conselho poderia, principalmente, solucionar a falta de padrão na metodologia de estatísticas fiscais entre os Estados.

Em xeque. Os dados fiscais são avaliados na hora de se conferir as notas aos governos regionais, mas estão em xeque desde que o Tesouro divulgou um boletim que abriu a caixa preta das finanças estaduais. Pela análise, sete unidades da federação que diziam respeitar os limites de despesas com pessoal previstos na LRF estão fora das regras. Os cálculos do déficit da Previdência também estavam menores do que realmente são.

Em muitos Estados, os dados foram maquiados pelos governos e validados pelos Tribunais de Contas Estaduais (TCEs) ao aceitarem interpretações da LRF. Isso abriu brechas para que muitos gastos não entrassem na conta, o que subestimou o tamanho do problema.

O Broadcast apurou que muitas vezes os técnicos do Tesouro Nacional fizeram ressalvas nos pareceres que serviram de base para a concessão das garantias, ignorados pelo comando da Fazenda. Mas a avaliação interna hoje no órgão é de que, em diversos casos em que se tornou visível a maquiagem, houve negligência dos técnicos que trabalham na área. “Os Estados mentiam nos dados e o Tesouro fazia vista grossa”, disse um técnico do órgão.

PARA ENTENDER. A maquiagem nas contas dos Estados que permitiu a manipulação da concessão das garantias do Tesouro para operações de crédito é uma dos braços da Nova Matriz Econômica, a política fracassada de estímulos fiscais que marcou o governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Essa vertente foi alimentada via empréstimos dos bancos oficiais, que concederam crédito mais barato mesmo para os Estados em situação de elevado comprometimento de receitas.

Não é coincidência que, assim como ocorreu com as chamadas pedaladas fiscais (os atrasos nos pagamentos de dívidas do Tesouro junto aos bancos oficiais e FGTS que foram condenadas pelo TCU e serviram de base para o pedido de impeachment da ex-presidente), as regras que permitiram o aumento das garantias foram moldadas para acomodar a expansão de empréstimos. Uma portaria foi baixada para abrir a exceção.

Num cenário já de restrição de caixa diante do baixo crescimento econômico, os Estados que batiam na porta do governo federal recebiam como resposta: procurem os bancos.
Abinee/O Estado de S.Paulo – 01/11/2016

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Preço do gás de cozinha sobe com mudança em política da Petrobras

Duas semanas depois de reduzir os preços da gasolina e do diesel nas suas refinarias, a Petrobras comunicou às distribuidoras de gás liquefeito de petróleo (GLP, o gás de cozinha) uma nova política de preços do combustível.

A medida representará repasse de até 4% para as distribuidoras. O aumento depende da região e do tipo de contrato com a distribuidora.

O aumento resulta de mudanças nos contratos de venda de GLP da Petrobras para as distribuidoras, que passam a incluir taxas pelo uso da infraestrutura da estatal.

Empresas que usam tanques de armazenagem da Petrobras para estocar o produto pagarão mais caro agora. Os novos preços entram em vigor nesta terça-feira (1º).

O maior impacto ocorrerá na região Nordeste, onde a maior parte dos contratos terá reajuste de 4%, disseram à Folha pessoas familiarizadas com a nova política de preços.

Segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), o botijão de 13 quilos custa, em média, R$ 53,76 na região Nordeste.Um aumento de 4% representa para o consumidor nordestino custo adicional de R$ 2,15 por botijão.

Em São Paulo, o repasse ficará entre 1% e 4%, dependendo do contrato. O preço médio no Estado é de R$ 52,97. O repasse, portanto, ficaria entre R$ 0,53 e R$ 2,12.

Os preços, porém, são livres e distribuidoras e revendedores adotam suas próprias políticas comerciais.

“O novo aumento foi feito de forma irresponsável, pois não há uma nota sequer com as devidas explicações”, disse o presidente da Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, Alexandre Borajili.

A Petrobras afirmou que os novos contratos “refletirão mudanças na composição de preços de logística” do combustível e negou que a nova política seja um reajuste de preços. Segundo suas estimativas, o repasse não ultrapassará R$ 0,20 por botijão de 13 quilos, na média nacional.

A Petrobras pratica dois preços diferentes para o produto: um para a venda em botijões de 13 quilos, mais sensível pelo grande impacto no custo de vida das famílias, e outro para a venda em botijões maiores ou a granel, mais caros, usados por condomínios, comércio e indústria.

A última vez que a Petrobras reajustou o preço do GLP foi em dezembro de 2015, quando aumentou o preço para venda em grandes botijões ou a granel entre 2,5% e 5%.

GASOLINA

Duas semanas após a redução dos preços da gasolina e do diesel nas refinarias, o consumidor ainda não foi beneficiado, de acordo com levantamento semanal da ANP.

Boletim da sexta-feira (28) mostra que, na média nacional, a gasolina era vendida nos postos por R$ 3,669 por litro, 0,41% acima do cobrado uma semana antes da queda dos preços nas refinarias.

Em São Paulo, o preço médio era de R$ 3,480 por litro na semana passada, alta de 0,63% com relação ao verificado na semana anterior.

Distribuidoras e postos alegam que a alta da cotação do etanol anidro, que é misturado à gasolina, impediu o repasse dos novos preços praticados pelas refinarias.

Já o diesel foi vendido, na média nacional, a R$ 3,008 na semana passada, praticamente o mesmo valor cobrado antes da nova política.

No dia 15, a Petrobras anunciou corte de 3,2% no preço da gasolina e de 2,7% no preço do diesel, as primeiras reduções desde 2009.

Em entrevista na semana passada, o presidente da estatal, Pedro Parente, afirmou que a falta de repasse dos novos preços para o consumidor foi “decepcionante”.

Abinee/Folha de S.Paulo – 01/11/2016

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Receita com repatriação supera R$ 50 bi

O programa de regularização de ativos no exterior já tinha garantido, ontem à noite, uma arrecadação superior a R$ 50 bilhões, informou uma fonte do governo ao Valor. Segundo essa fonte, o montante não havia chegado aos R$ 60 bilhões, projeção que vinha circulando nos bastidores da área econômica. A informação foi transmitida ao jornal três horas do prazo final de adesão ao programa.

Hoje, a Receita Federal deve divulgar um balanço com o resultado final do programa, mas ainda não há previsão de horário e em que formato será feito o anúncio. A arrecadação do programa deve ser direcionada para o governo reduzir o estoque de restos a pagar e melhorar seu resultado fiscal.

Abinee/Valor Econômico – 01/11/2016

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Coluna

A nova revolução industrial

Abinee/Valor Econômico – Luiz G. Belluzzo e Gabriel Galípolo – 01/11/2016

A globalização, acompanhada da liberalização das contas de capital nos países emergentes e da desregulamentação financeira nas economias centrais, provocou uma verdadeira revolução na estrutura financeira, produtiva e empresarial. Esse movimento impulsionou a metástase manufatureira da grande empresa americana, europeia e japonesa para as regiões em que prevalecem baixos salários, câmbio desvalorizado e alta produtividade do trabalho.

Em estudo publicado em 2015, o Parlamento Europeu reconheceu o declínio da contribuição relativa da indústria na economia europeia, que perdeu um terço da sua base nos últimos 40 anos: “Essa ‘desindustrialização’, um processo também presente em outras economias desenvolvidas, é em parte devida à ascensão da manufatura em outras partes do mundo (notadamente China) e à realocação dos trabalhos intensivos em mão de obra para países com custos trabalhistas e cadeias de fornecimento globais com fornecedores localizados fora da União Europeia”.

Em resposta a esse declínio, a Comissão Europeia definiu como meta que em 2020 a manufatura deverá representar 20% do valor agregado na União Europeia, adotando como estratégia ajudar todos os setores industriais a explorarem novas tecnologias e manejarem a transição para o sistema industrial inteligente, a Indústria 4.0.

Também conhecida como a Internet Industrial das Coisas, a potencial “nova revolução industrial” incorpora a aprendizagem das máquinas e tecnologia de big data; a comunicação de máquina para máquina (M2M); tecnologias de automação; a aplicação de tecnologia da informação e comunicação (ICT) para digitalizar informação e integrar sistemas em todos os estágios de produção (inclusive logística e fornecedores), tanto dentro quanto fora da planta; sistemas cyber-físicos que usam ICT para monitorar e controlar processos com sensores incorporados; robôs inteligentes que podem se auto configurar para adequação ao produto; impressoras 3D; redes de comunicação sem fio e internet que servem máquinas conectadas; simulação, modelagem e virtualização no design de produtos e processos de manufatura; coleta e análise de uma vasta quantidade de dados, imediatamente no chão de fábrica ou por meio de análise de big data e computação na nuvem.

Máquinas inteligentes, mais precisas que humanos em capturar e comunicar dados, possibilitam às empresas a identificação antecipada de ineficiências e problemas, poupando tempo e dinheiro, com grande controle de qualidade, redução de perdas, rastreabilidade e supervisão da eficiência da cadeia de fornecedores.

As plantas eletrônicas da Siemens Electronics em Amberg (Alemanha) produzem Controles Logísticos Programáveis no estado da arte das fábricas inteligentes, onde a gerência de produção, manufatura e sistemas de automação estão integrados. Máquinas inteligentes coordenam a produção e distribuição de 950 produtos como mais de 50 mil variantes, pelas quais aproximadamente 10 mil materiais são localizados em 250 fornecedores. Pela conexão de máquinas inteligentes com componentes que captam dados, os ciclos de inovação são encurtados, e a produtividade e qualidade são majoradas. A planta de Amberg registra apenas 12 defeitos por milhão (contra 500 em 1989), uma confiabilidade de 99%.

Algumas companhias são capazes de configurar fábricas sem luzes ou calefação, onde robôs automatizados produzem. Na Holanda a Philips produz barbeadores elétricos em uma “fábrica escura” com 128 robôs e apenas 9 trabalhadores.

Buscando também restaurar a prominência da sua indústria, os Estados Unidos estabeleceram uma Rede Nacional para Inovação na Manufatura, batizada de Manufacturing USA, com sede no National Institute of Standards and Technology, no Departamento de Comércio.

O escritório opera em parceria com o Departamento de Defesa, o Departamento de Energia, a Nasa, a Fundação Nacional de Ciência, o Departamento de Educação e o Departamento de Agricultura.

Nos últimos quatro anos do programa foram criados ou anunciados nove institutos de inovação em manufatura, com mais seis planejados para 2017. Esses institutos são parcerias público-privadas, cada um com seu distinto foco tecnológico. O programa europeu, batizado de “Factories of the Future”, também usa o modelo de parceria público-privada (PPP).

A Indústria 4.0 se insere na estratégia dessas regiões de realocação do eixo industrial, como explicita o Parlamento Europeu: “A localização de algumas indústrias poderá estar mais próxima do cliente: se a manufatura é largamente automatizada, ela não necessita mais ser “off-shored” ou alocada em países distantes com baixo custo de mão de obra (e altos custos de transporte). Companhias europeias podem decidir retornar sua manufatura para a Europa (‘re-shore’) “.

Ao analisar a chamada quarta revolução industrial, a revista Forbes externou preocupação com os efeitos da substituição de trabalhadores em um vasto espectro de indústrias. A estimativa é que 47% dos empregos americanos estejam ameaçados pela automação. Especialistas sugerem especial prejuízo aos mais pobres, especialmente pelo desaparecimento dos trabalhos de baixa qualificação e salário.

As economias centrais se contorcem nas angústias da ruptura do circuito de formação do emprego e da renda. Em seu formato “fordista” esse circuito era ativado pela demanda de crédito para financiar o gasto dos empresários confiantes nos efeitos recíprocos da expansão da renda no conjunto de atividades que se desenvolviam nos espaços nacionais, a partir da generalização dos métodos de produção industriais que invadem os serviços e a agricultura.

Na culminância de seu desenvolvimento, o progresso capitalista gerou de suas entranhas tecnológicas os traumas e oportunidades da hiperindustrialização 4.0. Esse momento renova desafios das sociedades modernas: como as instituições humanas vão responder às forças sistêmicas transformadoras da vida. As revistas Forbes e The Economist debatem as consequências da nova revolução industrial. Em uma das mãos ela oferece as promessas da abundância e do tempo livre; na outra, ameaça com a precarização, a queda dos rendimentos dos trabalhadores menos qualificados, o aumento da desigualdade. Nesse cenário cresce o debate acerca da renda mínima como forma de enfrentar o deslocamento tectônico das relações sociais e das condições de vida de homens e mulheres, a questão do desemprego tecnológico estrutural.

E o Brasil? Na Tropicália, a indústria e as políticas industriais estão fora de moda.

Redação On novembro - 1 - 2016
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