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IGP­M atinge em outubro menor taxa para o mês desde 2012

Por Valor SÃO PAULO

­ Com uma deflação maior nos itens agropecuários, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP­M) cedeu de 0,20% em setembro para 0,16% em outubro, informa a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta­feira. É a menor taxa para o período desde 2012, quando subiu 0,02%. Em outubro do ano passado, a variação foi de 1,89%.

O IGP­M ficou abaixo da média estimada por 21 economistas consultados pelo Valor Data, de 0,21%. O intervalo das projeções ia de 0,14% a 0,30%.

Com o resultado de outubro, a alta acumulada no ano é de 6,63%. Em 12 meses, a alta é de 8,78%, uma redução significativa ante os 10,66% acumulados até setembro. O IGP­M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. Ele serve de base para o reajuste de contratos, como os de aluguel.

IPA

No atacado, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou uma taxa menor, de 0,15%, ante 0,18% no mês anterior graças aos itens agropecuários, que saíram de queda de 0,65% para 0,79% no período. O IPA de itens industriais repetiu a taxa de 0,53%.

Na separação por estágios de produção, as matérias­primas saíram de alta de 1,27% para 0,36%, enquanto os bens intermediários foram de ­0,33% para alta de 0,04%, e os bens finais, de queda de 0,25% para alta de 0,07%.

IPC

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve pequeno avanço de 0,17% em outubro, de 0,16% em setembro. Cinco de suas oito classes de despesas registraram taxas mais altas. A principal contribuição partiu do grupo transportes (­0,12% para 0,51%), em que o destaque foi a gasolina (de ­1,13% para 0,47%).

Também subiram os grupos habitação (0,24% para 0,38%), comunicação (0,02% para 0,51%), despesas diversas (­0,27% para ­0,14%) e vestuário (0,20% para 0,22%). Nestas classes de despesa, os destaques foram: taxa de água e esgoto residencial (0,00% para 1,08%), tarifa de telefone móvel (­0,01% para 0,61%), alimentos para animais domésticos (­0,95% para 2,24%) e calçados (0,15% para 1,04%), respectivamente.

Em contrapartida, taxas menores foram registradas em alimentação (0,09% para ­0,22%), educação, leitura e recreação (0,56% para ­0,24%) e saúde e cuidados Pessoais (0,40% para 0,35%). Nessas classes de despesa, destacaram­se: frutas (4,52% para ­4,36%), salas de espetáculo (2,35% para ­3,24%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (­0,14% para ­0,40%), respectivamente.

INCC

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), já divulgado esta semana pela FGV, variou 0,17%, abaixo do resultado de setembro, de 0,37%.

Valor Econômico – 28/10/2016

Redação On outubro - 28 - 2016
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