Sindicato Nacional da Indústria de
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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017






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Países testam uso de certificados digitais no comércio bilateral

O Brasil e a Argentina iniciaram testes para permitir o uso de Certificados de Origem Digitais (COD) no comércio entre os dois países. Os procedimentos começaram no dia 10 e são uma iniciativa pioneira no âmbito da Associação Latino-Americana de Integração (Aladi).

O projeto-piloto será realizado durante três meses, com a colaboração das unidades locais aduaneiras da Receita Federal e de exportadores e importadores argentinos e brasileiros pré-selecionados. Nesse período de testes, eles utilizarão certificados de origem digital sem validade jurídica em suas operações comerciais.

Em agosto, Brasil e Argentina assinaram declaração conjunta com o objetivo de dar prosseguimento ao projeto-piloto do certificado de origem digital. O objetivo é substituir gradualmente o certificado de origem preferencial, atualmente emitido em papel, por um documento eletrônico.

Entre as vantagens listadas pela Receita na utilização do novo processo estão a redução de custos e de tempo de emissão do documento e a segurança da informação na certificação e validação da origem das mercadorias.

De acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a inovação representará redução em até 35% no custo da emissão do certificado. Além disso, a expectativa é que o documento seja emitido em até 30 minutos. Hoje, a obtenção do certificado em papel geralmente demora 24 horas, mas pode levar até três dias.

Segundo a Receita, “o uso de COD proporcionará mais garantia da autenticidade dos certificados de origem e da inviolabilidade de suas informações, o que ocasionará a dispensa de determinados procedimentos operacionais atualmente efetuados pela fiscalização”.

Abinee/Valor Econômico – 19/10/2016

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China cresce 6,7% no 3º trimestre e caminha para atingir meta do ano

O PIB chinês cresceu 6,7% no terceiro trimestre em relação ao mesmo período de 2015 e a segunda maior economia global caminha para atingir a meta estabelecida por Pequim de expansão de ao menos 6,5% neste ano.

Nos dois primeiros trimestres deste ano, a economia do país asiático também cresceu 6,7%, apesar dos temores de que ela desaceleraria mais fortemente depois de turbulências, especialmente no mercado financeiro local, terem abalado a confiança global em relação à política econômica chinesa.

No início do ano, governo estabeleceu uma meta de crescimento para este ano de 6,5% a 7%. Isso sinalizou que Pequim estava disposto a aceitar um ritmo de crescimento ainda mais fraco que o de 2015, quando o PIB avançou 6,9%, o pior resultado em mais de 20 anos -durante esse período, não era raro a economia chinesa superar a barreira de crescimento anual superior a 10%.

No entanto, ainda existe a preocupação de que a economia possa enfraquecer mais, à medida que as autoridades agem para frear o mercado imobiliário, alvo frequente de temor de bolha e um motor tradicional do PIB chinês -analistas estimam que ele possa representar mais da metade do investimento.

Neste mês, mais de 20 governos adotaram medidas para restringir o aumento do preço dos imóveis.

Abinee/Folha de S.Paulo – 19/10/2016

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FMI faz alerta sobre China

A expansão em ritmo muito acima do padrão global e sem plano para controle do endividamento abre brecha para uma crise bancária, diz estudo do Fundo.

DCI – 19/10/2016

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Alta de juros no radar nos EUA

O índice de preços ao consumidor subiu 0,3% em setembro ante agosto, sinal de que a inflação está avançando de forma lenta e pode levar BC americano a elevar taxas em dezembro.

DCI – 19/10/2016

Redação On outubro - 19 - 2016
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