Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Sbado, 18 de Novembro de 2017






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

Indústria paulista demite 11,5 mil em setembro, revela Fiesp

A indústria paulista demitiu 11.500 trabalhadores em setembro, uma queda de 0,49% no nível de emprego em relação a agosto, em termos dessazonalizados, divulgou nesta terça-feira (18) o Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

Com o resultado, a indústria paulista acumulou uma perda de 29 mil vagas no terceiro trimestre e de 86 mil postos no ano. O diretor titular do Depecon, Paulo Francini, considerou que o ritmo de queda diminuiu, mas ainda continua a haver cortes. “Queremos que não haja demissões”, disse.

O Depecon continua projetando o fechamento de 165 mil vagas em 2016, o que, somando com as 235 mil demissões do ano passado, resulta em uma perda total de 400 mil vagas em dois anos.

Dos 22 setores que integram a pesquisa, em setembro houve recuo em 13, com destaque, em valores absolutos, para o setor de veículos automotores, reboques e carrocerias, que teve saldo negativo de 3.108 vagas.

DCI – 19/10/2016

continue lendo:

Operários da Scania entram hoje no terceiro dia de greve

Paula Oliveira
Especial para o Diário
Os trabalhadores da Scania, que entraram em greve na segunda-feira, seguem de braços cruzados por tempo indeterminado. O motivo é a falta de acordo entre a montadora de São Bernardo e o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC a respeito do reajuste salarial. Enquanto a empresa oferece aumento de 5% mais abono de R$ 4.000, a entidade pede, pelo menos, a reposição integral da inflação, que em agosto encerrou em 9,62%.

Hoje, no terceiro dia de paralisação, o sindicato deve seguir a estratégia de parar parcialmente a produção. Apenas no primeiro dia a fábrica toda parou. Ontem, os setores de exportação e logística não operaram, mas, segundo o sindicato, essa paralisação gera reação em cadeia, já que outros setores acabam sendo afetados com isso.

A Scania tem hoje 3.200 funcionários, sendo cerca de 2.000 no chão de fábrica.

A proposta rejeitada oferecia manutenção de emprego por um ano, reposição integral da inflação em 2017 e um adicional, caso a produção atinja ou supere 16 mil veículos no ano, de 0,5% a cada 1.000 unidades fabricadas.

DGABC – 19/10/2016

continue lendo:

Ministro do Supremo vê ‘intervencionismo’ excessivo do TST em relações trabalhistas

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou ontem que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) intervém exageradamente nas relações trabalhistas e defendeu a prevalência das negociações coletivas entre patrões e empregados sobre a legislação.

“Tenho a impressão de que precisamos pensar na modernização da legislação trabalhista. Acho que temos no TST um ativismo um tanto ingênuo, um sentimento de intervencionismo nas relações do trabalho talvez exagerado”, disse Gilmar.

Na sexta-feira, o ministro concedeu liminar suspendendo os efeitos de um entendimento do TST sobre negociações salariais. De acordo com a regra do TST, se não há um novo acordo entre patrões e empregados, permanece valendo o acordo coletivo anterior.

Em sua decisão, o ministro do STF afirmou que a norma só protege o trabalhador e ignora que um acordo coletivo deve considerar empregado e empregador. Com a liminar, estão suspensos todos os processos em andamento na Justiça que discutem a aplicação dessa regra.

“O TST estava extrapolando os limites da própria legalidade e desestimulava os próprios acordos”, disse o ministro. Ele defendeu a prevalência do “pactuado sobre o legislado” e afirmou que suspendeu os processos para que “enquanto não vem decisão do plenário, haja o restabelecimento das negociações [entre trabalhadores e empregadores]”.

Abinee/Valor Econômico – 19/10/2016

Trabalhadores da Scania rejeitam proposta de alta de 5% e entram em greve

Soraia Abreu Pedrozo

Os trabalhadores da Scania cruzaram os braços ontem e, a partir de hoje, vão paralisar parcialmente a produção da montadora em São Bernardo. A mobilização ocorrerá por tempo indeterminado, cada dia em um setor diferente, até que haja acordo. O protesto se dá em rejeição à proposta de reajuste salarial da companhia, de correção de 5% mais abono de R$ 4.000.

Na terça-feira, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC já havia entregue aviso de greve à fabricante, com o pleito de reposição da inflação que, de acordo com o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), nos 12 meses terminados em agosto acumulou 9,62%.

“Desde agosto, as partes vêm tentando chegar à oferta que atenda a ambos os lados. Porém, a empresa alega que tem sofrido com a retração da economia e que as outras montadoras selaram negociação que não contempla o repasse da inflação”, explica Carlos Caramelo, diretor do sindicato e trabalhador da montadora. “Não aceitamos o reajuste inferior à inflação porque isso precariza os salários e prejudica os pagamentos de INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), 13º salário e férias. Mas a Scania diz que chegou no seu limite.”

Quanto ao fato de outras montadoras da cidade terem negociado correção abaixo do INPC mais abono para este ano, Caramelo afirma que o cenário na Scania é diferente, e que os reajustes deste ano já estavam previstos em acordos firmados anteriormente. “A companhia ainda não precisou lançar mão de ferramentas como lay-off (suspensão temporária do contrato de trabalho) ou PPE (Programa de Proteção ao Emprego) devido à fraca demanda, como ocorreu com outras empresas. Há cerca de dois anos, trabalhamos com desconto no banco de dias, que avalia semanalmente a necessidade de mão de obra. O chão de fábrica deve em torno de um mês e meio de produção nesse período. Entendemos que a Scania não está nadando de braçadas, e que o mercado está ruim, mas a proposta pode ser melhorada”, conta ele.

O sindicalista afirma que a montadora exporta cerca de 40% de sua produção, e detém 25% do mercado nacional de caminhões e ônibus. “A empresa já fez alguns ajustes neste ano, e só no segundo semestre dispensou cerca de 90 trabalhadores. Com isso, entendemos que a carga de serviço já está muito justa, num ritmo intenso.”

A proposta rejeitada também garantia manutenção de emprego por um ano, reposição integral do INPC em 2017 e um adicional, caso a produção atinja ou supere 16 mil veículos no ano, de 0,5% a cada 1.000 unidades fabricadas. Para 2016, o volume de produção anual é estimado em 14 mil veículos. A montadora tem hoje 3.200 funcionários, sendo cerca de 2.000 no chão de fábrica.

O outro lado – Procurada, a “Scania Latin America lamenta a paralisação dos trabalhadores, iniciada nesta segunda-feira, dia 17 (ontem), visto que a greve traz prejuízos para todos os lados”, diz em nota. “A empresa ressalta, porém, que a proposta apresentada foi a melhor possível, considerando o cenário de queda de volumes que começou em 2014 e agravado, mais recentemente, pelo momento difícil da economia no País.”

Fonte: Diário do Grande ABC

Redação On outubro - 19 - 2016
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.