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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017






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Exportações de aço da China caem pelo 2º mês consecutivo

As exportações de aço da China tiveram forte queda pelo segundo mês consecutivo, segundo os últimos dados da balança comercial do país.

Em setembro, as vendas chinesas de aço sofreram um tombo anual de 22%, a 8,8 milhões de toneladas.

Segundo analistas, a diminuição está provavelmente relacionada aos esforços de Pequim de suspender a produção temporariamente para reduzir níveis de poluição.

No acumulado do ano até setembro, por outro lado, as exportações de aço da China tiveram alta de 2,4% ante o mesmo período de 2015. (Dow Jones Newswires)

Fonte: Isto É

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Cinco produtos concentram 41% das exportações

Um grupo de cinco commodities responde por mais de 40% das exportações brasileiras, mesmo com a forte queda dos preços básicos registrada desde o pico atingido há cinco anos. De janeiro a setembro deste ano, as vendas de minério de ferro, complexo soja, óleos brutos de petróleo, açúcar e complexo carnes foram responsáveis por 41,4% do total destinado ao exterior. Nos primeiros nove meses de 2011 e também de 2014, esses cinco produtos haviam respondido por quase 47% das exportações totais.

Embora os preços tenham caído muito desde 2011, a participação desse grupo de commodities nas vendas externas do país recuou pouco nos últimos anos em parte porque o volume exportado seguiu em alta, afirma o economista Fernando Ribeiro, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Números da Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex) mostram que as cotações dos produtos básicos recuaram quase 48% quando se compara o período de janeiro a agosto de 2011 com o mesmo intervalo de 2016. Ao mesmo tempo, as quantidades vendidas ao exterior desses bens subiram 33,6%. Ainda não há dados referentes a setembro sobre preços e volumes exportados.

“A concentração diminuiu um pouco pela queda de preços, mas não muito, porque os volumes continuaram a aumentar”, diz ele. Outro motivo, nota Ribeiro, é que as exportações de produtos manufaturados tiveram um desempenho decepcionante ao longo desse período. Os preços desse bens caíram 21% entre os oito primeiros meses de 2011 e igual intervalo de 2016, enquanto o volume destinado ao exterior ficou praticamente estável, recuando 0,4%.

Ex-secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral também destaca o resultado ruim das exportações industriais no período para explicar por que poucas commodities concentram uma fatia expressiva das vendas externas do país.

Os números mostram os problemas de competitividade do setor manufatureiro, afirma Barral, que é sócio da Barral M Jorge Consultores. As quantidades exportadas desses produtos aumentaram neste ano, mas mostram algum arrefecimento nos últimos meses, um possível reflexo do câmbio um pouco mais valorizado.

A maior concentração da pauta de exportações nesses cinco produtos ganhou força a partir de meados da década passada, quando houve a explosão dos preços de commodities, na esteira do fortíssimo crescimento da China. No período de janeiro a setembro de 2005, eles tinham participação de 28,3% no total exportado pelo país, fatia que subiu ano a ano até 2011, quando beirou os 47%. Os preços dos produtos básicos avançaram 159% em cinco anos, enquanto o volume destinado ao exterior desses bens subiu quase 37%.

O grande destaque no boom foi o minério de ferro, que viu os preços e os volumes exportados dispararem, especialmente pelo apetite chinês. O produto, que respondia por menos de 6% das exportações totais de janeiro a setembro de 2005, pulou para mais de 16% da pauta no mesmo intervalo de 2011.

O tombo das cotações do minério, porém, mudou o quadro, fazendo encolher a fatia do produto nas exportações brasileiras totais. Nos primeiros nove meses deste ano, as vendas de minério responderam por 6,6% do total destinado ao exterior.

Em fevereiro de 2011, os preços do produto chegaram na casa de US$ 190 por tonelada, caindo abaixo de US$ 40 em dezembro de 2015. Neste ano, as cotações bateram acima de US$ 60 em agosto e neste mês estão na casa de US$ 55. Com isso, as exportações de minério de ferro, que renderam mais de USS 30 bilhões no período de janeiro a setembro de 2011, totalizaram quase US$ 9,2 bilhões no mesmo intervalo de 2016.

Os preços da soja também caíram desde o pico, mas a queda foi menos abrupta do que a do minério de ferro. Nesse cenário, as exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo) ganharam espaço na pauta das vendas externas do Brasil. De janeiro a setembro deste ano, responderam por quase 17% do total; no mesmo período de 2011, a fatia do complexo soja ficou em 10,5%.

A exportação de óleos brutos de petróleo, que chegou a atingir 8,7% em 2012, perdeu espaço, e neste ano está apenas um pouco acima de 5%.

Barral afirma que um dos problemas de uma pauta exportada concentrada em poucas commodities é que a balança comercial fica sujeita às oscilações dos preços de alguns poucos produtos. A situação do Brasil é obviamente diferente de países onde um produto primário tem um peso muito maior nas vendas externas totais, como a Venezuela, mas a concentração do que o Brasil exporta em algumas commodities é desconfortável.

Ribeiro chama a atenção para o fraco desempenho das exportações de manufaturados ao longo da última década. “O que ocorre há dez anos é um fenômeno sistemático”, diz. Para ele, não há como colocar o problema apenas na conta do câmbio. “Há um problema mais amplo de competitividade do setor industrial”, afirma o especialista em comércio exterior.

Valor Econômico – 13/10/2016

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Rentabilidade voltou a patamar de cinco anos

A valorização do real fez a rentabilidade das exportações regredir quase cinco anos, derrubando, com uma única exceção, as margens de lucro de praticamente todos os setores exportadores da economia, mostra levantamento feito pela Funcex.

O índice de rentabilidade apurado na última pesquisa da instituição – 79,7 em agosto – foi o menor desde novembro de 2011, quando o nível ficou em 79,5. Agora com três meses consecutivos em queda, o termômetro que mede a lucratividade das exportações brasileiras já tinha marcado 79,8 em julho, antes de ter a mínima renovada no mês seguinte.

Para chegar a esses valores, a Funcex desconta do preço das exportações – convertido em reais pela taxa de câmbio do mês analisado – o custo de produção do produto embarcado. O resultado é uma taxa de rentabilidade que a fundação calcula para todas as exportações brasileiras e, individualmente, a cada um dos 29 setores monitorados.

Em agosto, quando o dólar teve, na média, a menor cotação em 14 meses, a rentabilidade teve crescimento no comparativo anual apenas no segmento de “indústrias diversas”, que reúne produtos de pouca representatividade na pauta das exportações, como joias, instrumentos musicais, artefatos esportivos, brinquedos e aparelhos de uso médico.

No período, o real ficou mais caro não apenas em relação ao dólar, contra quem teve valorização, já descontada a inflação, de 14,9% no comparativo com agosto de 2015, mas também frente às cestas de moedas dos parceiros latino-americanos (21,5%) e da Europa (16,4%). Para o exportador, isso significa ganhar menos na conversão, na moeda brasileira, do faturamento obtido com embarques ao exterior, de acordo com especialistas e com a fundação.

DCI – 13/10/2016

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Primeira zona de exportação do País gera emprego e renda

A única Zona de Processamento de Exportação (ZPE) em funcionamento no País, a do Ceará, começou a exportar em julho último e já conseguiu gerar quatro mil empregos diretos e mais 12 mil indiretos, na cadeia de fornecedores da região industrial.

Os números foram informados ao DCI pela secretária executiva Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE), Thaíse Dutra. O CZPE é um órgão colegiado do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Os postos de trabalho criados na ZPE (ou distrito industrial) do Ceará foram possibilitados pelo início das exportações da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), uma das quatro empresas instaladas na região.

Além da geração de emprego e renda, Thaíse conta que as atividades da CSP no distrito industrial contribuiu para um aumento de 12% do Produto Interno Bruto (PIB) de todo o Ceará em relação ao ano de 2011, quando o projeto de instalação da ZPE foi aprovado pelo governo. No PIB industrial do estado, essa elevação foi de 48%.

“Em todo o período de construção da ZPE e da CSP, foram adquiridos mais de R$ 5,300 bilhões em materiais e serviços no mercado local, ou seja, no Ceará e em estados adjacentes”, acrescenta a secretária executiva.

Todos os projetos que estão hoje instalados na ZPE do Ceará totalizam investimentos de US$ 6 bilhões. Além da CSP, outras empresas que já estão no distrito industrial são a Vale Pecém, a White Martins (fabricante de gases industriais) e a Phoenix do Brasil (prestadora de serviços siderúrgicos variados). A ZPE está instalada no município de São Gonçalo do Amarante, no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP).

“Agora estamos entrando em uma fase de expansão. A nossa secretaria [CZPE] já recebeu 10 cartas de intenção de empresas querendo se instalar na ZPE do Ceará. Isso ainda está em negociação, mas no ano que vem esses pedidos devem ser protocolados”, sinaliza.

Acre e Piauí

Outras zonas de processamento de exportação que estão em estágio mais avançado no Brasil são a do Acre e a do Piauí. Para esta última, já há três projetos industriais aprovados que somente aguardam o processo de alfandegamento da Receita Federal para começarem a exportar. Segundo autoridades locais, é possível que as operações iniciem este ano.

Fazem parte da ZPE do estado do Piauí a empresa de produção de cera Agrocera, a fabricante de sucos DKFrutas e a farmacêutica KTA Farma.

“Já no caso da ZPE do Acre, os projetos já foram aprovados, mas os investidores resolveram ter um pouco mais de cautela”, diz Thaíse, indicando que as empresas aguardam os desdobramentos da economia brasileira para iniciar as operações no distrito industrial.

Perspectivas

A secretária executiva da CSZPE conta que um dos próximos passos do órgão é criar um pacote de incentivos, no âmbito da política de ZPE, mas voltado para o agronegócio. “O Brasil é o maior exportador de soja do mundo. Então, porque em vez de exportar somente o grão, não passamos a vender alimentos à base de soja a partir de uma ZPE? Neste caso, há uma ampliação do valor agregado do produto, utilizando os benefícios [fiscais e tributárias] de uma ZPE. Esse processo faz com que a exportação ganhe competitividade”, ressalta.

“Neste momento, estamos conversando com setorialistas [dos órgãos públicos] para construir um conjunto de incentivos ao agronegócio.”

Thaíse reforça que o fomento às zonas de processamento de exportação colabora para o crescimento da economia na medida em que este gera emprego e renda, capacitação de mão de obra, além de melhoraria da infraestrutura.

Ela cita dado da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que afirma que a cada emprego criado em uma ZPE, mais quatro postos de trabalho são gerados no entorno.

A secretária do CZPE diz que muitos investidores estrangeiros têm se interessado pelas ZPEs do País, pois esses distritos oferecem mais segurança jurídica do que outros projetos do mercado interno. A legislação prevê que o pacote de benefícios da ZPE não pode ser alterado durante 20 anos.

As empresas que estão nas ZPEs precisam exportar 80% da sua produção. Na importação, essas têm isenção dos seguintes impostos: Imposto de Importação; Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS/Cofins – Importação, PIS/Pasep e adicional de frete para renovação da Marinha Mercante. Já nas compras no mercado interno, as companhias ficam suspensas do IPI, Cofins e PIS/Pasep.

DCI – 13/10/2016

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Revolução tecnológica não criou os empregos prometidos nos EUA

A revolução tecnológica criou as buscas do Google, os amigos do Facebook, os aplicativos do iPhone, as brigas do Twitter e as compras de quase tudo da Amazon, tudo em apenas 15 anos.

Mas essa revolução não criou empregos no mesmo ritmo. A Alphabet Inc., holding do Google, e o Facebook Inc. tinham, no fim de 2015, um total de 74.505 empregados, cerca de 35% menos que a Microsoft Corp. sozinha, mesmo tendo um valor de mercado combinado que é o dobro do dela. O serviço de compartilhamento de fotos Instagram tinha 13 empregados quando foi comprado pelo Facebook em 2012 por US$ 1 bilhão.

A contratação nos setores de computação e de semicondutores despencou depois que as empresas passaram a levar a produção de hardware para fora dos Estados Unidos, e os mais novos gigantes tecnológicos precisavam relativamente de menos funcionários. O número de startups de tecnologia caiu. Os ganhos na produtividade e nos salários desaceleraram e a desigualdade de renda cresceu com a troca da mão de obra humana por máquinas em trabalhos repetitivos de remuneração baixa e média.

Esse cenário está distante do previsto por líderes políticos, empresários da tecnologia e economistas há cerca de uma geração. Em 2000, o então presidente Bill Clinton alardeou em um discurso que “o fermento da rápida mudança tecnológica” era um dos “principais motores” de crescimento dos EUA.

A lacuna entre o boom tecnológico prometido e aquele entregue é outra fonte de descontentamento nos EUA que levou à ascensão este ano de candidatos de fora da elite política, como Donald Trump e Bernie Sanders.

O desapontamento causado pela tecnologia é mais discreto que a ira provocada pelo impacto esmagador da invasão de importados da China e pelo que é visto como um fracasso de instituições do governo como o Federal Reserve, o banco central americano, em endireitar a economia.

Em vez disso, ele vem da ideia de que os americanos esperavam que esses novos instrumentos e as empresas que os criaram gerassem ganhos econômicos maiores, não uma ampliação da desigualdade. “Há um sentimento crescente de frustração, de que as pessoas não estão vendo o progresso que seus pais e avós viram”, diz Erik Brynjolfsson, economista do Instituto de Tecnologia de Massachusetts cujo trabalho descreve como a tecnologia amplia a diferença de renda entre os riscos e pobres. “Essa frustração contamina a arena política.”

Andrew Grove, líder falecido da Intel Corp., e Jeff Bezos, da Amazon.com, foram eleitos “Homem do Ano” pela revista “Time” em 1997 e 1999, respectivamente. Firmas de internet que não davam lucro recebiam avaliações estratosféricas. O estouro da bolha das ponto.com em 2000, a recessão de 2001 e o aprofundamento da globalização se revelaram pontos de virada para a economia tecnológica e seu impacto mais amplo na prosperidade americana.

As empresas de tecnologia dos EUA aceleraram a transferência de sua cadeia de fornecimento para a China e outros lugares da Ásia, regiões com potencial de crescimento e mão de obra barata. Fabricantes de hardware concentraram a produção no exterior para abastecer os EUA e empresas estrangeiras.

Depois de se expandir nos anos 90, o emprego total das empresas de computação e eletrônicos nos EUA caiu para 1,03 milhão de vagas em agosto de 2016 ante 1,87 milhão em 2001, segundo dados do Departamento de Trabalho. Os empregos do setor de chips caíram pela metade, para 359 mil, no mesmo período.

A força de trabalho da Micron Technology Inc. quadruplicou entre 1994 e 2000, para 18.800, a maioria nos EUA. Hoje, ela é um estudo de caso de como as empresas de tecnologia transferiram empregos para o exterior. Em 2013, ano com os dados mais recentes disponíveis, a Micron tinha 11.300 funcionários nos EUA, ante 14 mil em 2000. No exterior, o número de funcionários cresceu de 4.800 para 19.600, principalmente na China e outros países asiáticos. Um porta-voz diz que grande parte do crescimento no exterior veio de aquisições.

A Associação da Indústria de Semicondutores afirma que o setor continua expressivo nos EUA e representa o terceiro maior segmento exportador, atrás dos fabricantes de carros e aviões.

A Apple Inc. trilhou um caminho parecido, com um dos fundadores, Steve Jobs, assumindo a missão de revitalizar a manufatura americana. Mas em 2011, quando ele morreu, a Apple fabricava quase todos os seus produtos no exterior, principalmente na Ásia. Segundo a Apple, ela emprega cerca de 80 mil pessoas nos EUA, ou 70% de sua força de trabalho. Cerca de metade dos empregados americanos está no varejo. Uma porta-voz diz que a Apple está “criando empregos em novos setores”, como o de apps para o iPhone, e é uma “grande contribuinte na manufatura americana” ao comprar peças e matérias-primas feitas nos EUA.

Os trabalhadores de tecnologia dos EUA estão ficando com uma fatia menor da torta econômica que criaram com os produtos que fabricam. Em 2014, a remuneração dos funcionários que fabricam computadores e peças eletrônicas era igual a 49% do valor da produção do setor, ante 79% em 1999, segundo o Departamento de Comércio. Embora outros empregos de tecnologia tenham sido criados em setores como o de desenvolvimento de software, esse crescimento é menor que as perdas na manufatura de tecnologia.

Desde 2002, o número de startups de tecnologia parou de crescer, prejudicando a criação de empregos. Em um estudo de 2014, os economistas Javier Miranda, John Haltiwanger e Ian Hathaway disseram que o núme-ro de startups de tecnologia saltou de 64 mil em 1992, para 113 mil em 2001. Esse número caiu para 79 mil em 2011 e não se recuperou, segundo cálculos dos economistas usando dados atualizados. As causas incluem concorrência global e aumento da regulação doméstica, diz Haltiwanger, professor de economia da Universidade de Maryland.

Outro problema é que menos empresas do setor abriram capital, o que pode criar mais empregos à medida que elas crescem.

Jay Ritter, professor da Faculdade de Administração Warrington da Universidade da Flórida, diz que 548 aberturas de capital de empresas relacionadas a tecnologia foram registradas entre 2001 e 2015, ante 1.853 entre 1990 e 2000. A geração mais recente de startups de tecnologia tem atraído um grande volume de capital de risco e avaliações gigantescas, lideradas pela Uber Technologies, que foi avaliada em US$ 68 bilhões em junho.

O fluxo de riqueza tem criado mais prosperidade no Vale do Silício, mas exemplifica a polarização econômica americana.

O aplicativo de mensagens WhatsApp tinha mais de 450 milhões de usuários no mundo quando o Facebook o comprou por US$ 19 bilhões, em 2014, transformando o fundador Jan Koum em um multibilionário. Na época da aquisição, o WhatsApp tinha 55 empregados.

Os frutos do crescimento vão para aquelas pessoas com habilidades e sorte e que estão em melhor posição para se beneficiar da nova tecnologia, não para uma camada mais ampla.

As cinco maiores empresas de tecnologia dos EUA por valor de mercado – Apple, Alphabet, Microsoft, Facebook e Oracle Corp. – estão avaliadas em um total de US$ 1,8 trilhão hoje, um valor 80% maior ao das cinco maiores do setor em 2000. Atualmente, essas cinco gigantes têm 22% menos empregados que suas antecessoras, um total de 434.505 vagas em 2015, ante as 556.523 que a Cisco System Inc., Intel, IBM, Oracle e Microsoft tinham em 2000.

Valor Econômico – 13/10/2016

Redação On outubro - 13 - 2016
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