Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 18 de Novembro de 2017






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Indicador, enfim, trouxe várias boas notícias sobre a inflação

O IPCA-15 de setembro enfim trouxe algumas boas notícias sobre a inflação, depois de resultados anteriores terem registrado surpresas desagradáveis. Além da melhora do comportamento dos preços de alimentos, o indicador mostrou pressões inflacionárias menos disseminadas e variações menores das cotações dos serviços e dos núcleos, as medidas que tentam eliminar ou reduzir a influência dos itens mais voláteis. Por tudo isso, aumentaram as chances de o Banco Central (BC) iniciar o ciclo de corte de juros já em outubro.

Em setembro, o IPCA-15 ficou em 0,23%, bem abaixo do 0,45% do mês anterior e das projeções dos analistas – o piso das estimativas dos economistas consultados pelo Valor Data era de 0,26%. Uma das notícias mais favoráveis foi a queda do índice de difusão, que mostra o percentual de itens em alta no mês. O indicador caiu de 63,3% em agosto para 58,9% em setembro, um número inferior aos 67,4% de setembro do ano passado e da média histórica, de 62,8%, segundo a MCM Consultores Associados. Com isso, o IPCA-15 deste mês mostrou pressões menos generalizadas sobre os preços.

A resistente inflação do grupo de serviços também cedeu, passando de uma alta de 0,55% em agosto para 0,43% em setembro. “Os serviços cederam conforme esperado, com a variação nula de cursos e menor pressão de recreação, a despeito do ligeiro avanço de passagens aéreas e alimentação fora do domicílio”, aponta a MCM.

O comportamento mais benigno dos núcleos é outro ponto importante, pois essas medidas tentam retratar a trajetória da inflação livre da influência dos itens com oscilação exagerada. Em setembro, a média dos três principais núcleos ficou em 0,4%, abaixo do 0,48% do IPCA-15 de agosto, de acordo com cálculos da MCM. Em 12 meses, a média recuou de 8,07% para 7,92%. Apesar da melhora, segue bem acima do teto da banda de tolerância da meta, de 6,5%.

Como esperado, o grupo de alimentos enfim ajudou, ao registrar queda de 0,01% no IPCA-15 de setembro. No de agosto, houve alta de 0,78%. Para o IPCA deste mês, a expectativa é de uma variação ainda menor, na casa de 0,17%, de acordo com a MCM, que acredita na perspectiva “de continuidade da trajetória declinante da alimentação no domicílio, com a devolução das altas de leite e derivados e dos cereais”.

Se confirmada, será uma elevação bem menor que o 0,54% registrado em setembro de 2015, o que levará a recuo mais forte do indicador no acumulado em 12 meses, ajudando a pavimentar o caminho para o BC começar a reduzir juros.

No IPCA-15, que mostra a inflação entre a segunda quinzena do mês anterior e a primeira quinzena do mês de referência, a variação em 12 meses caiu de 8,95% para 8,78%. O IPCA, por sua vez, mede a evolução de preços no mês fechado. Como a inflação ficou muito pressionada nos últimos quatro meses de 2015, a expectativa é que os índices tenham quedas mais expressivas no acumulado em 12 meses até o fim do ano, pois o indicador deve subir menos neste quadrimestre. Com o bom resultado do IPCA-15 de setembro, a MCM revisou o IPCA esperado para 2016 de 7,25% para 7,15%.

Valor Econômico – 23/09/2016

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IPCA- 15 tem desaceleração mais forte e melhora cenário

A dissipação mais rápida que o previsto do choque de alimentos desacelerou bastante a inflação na primeira quinzena do mês, ao mesmo tempo em que os serviços continuaram em trajetória de lento recuo. Para economistas, os dois movimentos captados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), que cedeu de 0,45% em agosto para 0,23% em setembro, aumentam as chances de um corte de juros na reunião de outubro do Comitê de Política Monetária (Copom).

Como o dado ficou 0,11 ponto percentual abaixo do esperado, em média, por 22 instituições ouvidas pelo Valar Data, analistas cortaram as projeções para o IPCA de setembro e, em alguns casos, para o ano. Com a percepção de que a queda dos alimentos vai permanecer até o fim do mês, a inflação no período ficará entre 0,10% e 0,20%, dizem. Em igual mês de 2015, o IPCA subiu 0,54%.

Para o último trimestre de 2016, a expectativa também é de números menores do que os observados no mesmo intervalo de 2015, o que deve ajudar o IPCA acumulado em 12 meses, atualmente em 8,97%, a recuar para nível mais próximo de 7%.

Entre a prévia da inflação de agosto e a de setembro, o grupo alimentação e bebidas deixou alta de 0,78% e caiu 0,01%, principal influência de baixa sobre o IPCA-15. Feijão e leite, que vinham figurando como as principais pressões nos últimos meses, tiveram deflação de 6% e 4,1% na prévia atual da inflação, respectivamente. Outros vetores de desaceleração vieram de alimentos in natura, como tubérculos, raízes e legumes (-5,9%) e hortaliças e verduras (-6%).

O padrão sazonal da inflação de alimentos não é tão favorável em setembro, mas sim em junho e julho, observa o economista Daniel Silva, do Modal Asset. O ano de 2016, no entanto, foi marcado por choques climáticos que tiveram forte impacto sobre estes preços e estão sendo devolvidos agora, diz, processo que vai acelerar a desinflação nos próximos meses. Após a divulgação do IPCA-15, Silva reviu sua estimativa para a alta do IPCA fechado de setembro, que deve ficar entre 0,10% e 0,15%. A previsão para o aumento no ano também foi reduzida, de 7,3% a 7,1%.

Depois de setembro, é difícil que a queda de alimentos se mantenha, pondera o economista, mas os preços no setor devem ficar mais comportados do que no último trimestre do ano passado, quando o excesso de chuvas trazido pelo fenômeno El Niño afetou culturas importantes. Com a ajuda dos alimentos, Silva estima que o IPCA vai subir 1,45% de outubro a dezembro deste ano, bem abaixo da taxa de 2,82% acumulada em igual período do ano passado.

Considerando o IPCA e também o IPCA-15, Márcio Milan, da Tendências Consultoria, calcula que a parte de alimentação no domicílio terá alta mensal média de 0,33% de outubro a dezembro. No mesmo trimestre de 2015, o aumento foi bastante superior, de 1,6%. Além da saída dos choques, a taxa de câmbio em nível mais apreciado também favorece a evolução mais benigna dos preços de alimentos, afirma Milan, principal fator que deve levar a inflação oficial em 12 meses a fechar o ano em 7,2%.

Mais importante que a descompressão pontual dos alimentos, na avaliação de Jankiel Santos e Flávio Serrano, do banco Haitong, foi a perda de fôlego dos núcleos de inflação e dos serviços. Na passagem mensal, a média das três medidas que buscam expurgar ou reduzir o impacto de itens voláteis sobre o IPCA desacelerou de 0,48% para 0,40%. No ano encerrado em setembro, subiu 7,92%, ante 8,07% em agosto. A inflação de serviços também ficou menor nas duas comparações: caiu de 0,55% para 0,43% no dado mensal, e de 7,44% para 7,19% em 12 meses.

Não fosse a mudança de metodologia no cálculo da variação de mão de obra e de empregado doméstico – que, após o fim da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), sobem 0,87% todo mês -, a inflação de serviços estaria cerca de 0,7 ponto menor, diz Silva, do Modal. Mesmo assim, o economista se diz “bastante otimista” com a trajetória desses preços, que devem desacelerar para 7% até o fim do ano. “Somente agora a crise no mercado de trabalho está batendo no bolso das pessoas”, diz o economista, referindo-se à contração mais forte nos rendimentos.

Segundo Santos e Serrano, o IPCA-15 de setembro reforçou a percepção que a persistência do choque de alimentos é limitada e, também, de que os componentes da inflação mais sensíveis à política monetária e à atividade estão em desinflação “na velocidade adequada”. Esses dois fatores, aliados à redução da incerteza sobre a aprovação das medidas fiscais, foram sinalizados pelo Copom como condições necessárias para o início do ciclo de flexibilização monetária, lembram os economistas.

Como até no campo político há indícios de avanço, com maior probabilidade de aprovação da PEC dos gastos, o cenário está favorável para que o BC comece a cortar a Selic na reunião de outubro, afirmam os economistas do Haitong. O banco espera redução de 0,25 ponto no próximo encontro. Apesar da surpresa positiva com a inflação de setembro, a Tendências ainda projeta que o ciclo de redução de juros começará em novembro, com corte de 0,5 ponto. “O BC vai preferir esperar resultados mais contundentes do IPCA, não só neste mês”, diz Milan.
Valor Econômico – 23/09/2016

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Após sete meses, comércio tem primeiro saldo positivo de vagas

O comércio varejista do Estado de São Paulo parece começar a se recuperar de um longo período de encolhimento no total de empregados formais, que já durava sete meses. Em julho, o varejo paulista criou 401 empregos, resultado de 66.595 admissões e 66.194 desligamentos. Com isso, o estoque ativo de trabalhadores foi de 2.063.828 no mês, redução de 3,3% em relação a julho do ano passado.

Apesar do recuo, o setor não apresentava saldo positivo desde novembro de 2015, quando 13,6 mil trabalhadores foram contratados para atender a demanda do Natal, data mais importante para o comércio. De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, que fez o levantamento em cima de informações do Ministério do Trabalho, o menor número de desligamentos demonstra que as empresas não conseguem, de forma tão intensa, continuar desligando trabalhadores como no início da crise, mantendo os colaboradores necessários para os estabelecimentos seguirem funcionando. Fato que deve continuar nos próximos meses, ainda mais em função do Natal.

DCI – 23/09/2016

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Casa das Caldeiras

Postado por: Angela Bittencourt Seção: Banco Central, BM&FBovespa, Copom, Derivativos, Juro, Meta de inflação, Política cambial, Política Fiscal, Política monetária, Reformas

Selic depende do fiscal e swaps dependem de ‘interregno benigno’

Nesta semana, o presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, fez dois pronunciamento Selic depende do fiscal e swaps dependem de ‘interregno benigno’ Nesta semana, o presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, fez dois pronunciamentos. Um em Buenos Aires, na terça­feira, durante seminário promovido pelo BC da Argentina; outro em São Paulo, ontem à noite, no evento “Os Melhores da IstoÉ Dinheiro”. Na terça, ganhou destaque o repetido compromisso da instituição com a convergência da inflação para 4,50% em 2017. Ontem, recebeu destaque o tripé macroeconômico conhecido no Brasil e as operações cambiais da instituição. Nas duas apresentações, o presidente do BC manteve seu alerta para o “interregno benigno” __ período caracterizado pela fuga de investidores dos “juros zero” praticados nos países avançados para economias emergentes.

Ilan insistiu, nos dois momentos, em salientar a importância desse período como propício para que as economias emergentes promovam ajustes e reformas. Ele lembrou, lá e cá, que esse “interregno benigno” não vai durar para sempre. Ao contrário, deve durar, segundo sua sinalização, até que se confirme a normalização das condições monetárias nas grandes economias sobretudo nos Estados Unidos.

A menção do tripé macroeconômico deu espaço para que Ilan lembrasse das condições – já apontadas e escritas pelo Copom __ que poderão levar à flexibilização monetária no país.

Ilan chamou atenção para a política fiscal e para a composição das medidas de ajuste fiscal e seus respectivos impactos sobre a inflação.

Ilan também chamou atenção para o papel estabilizador do regime de câmbio flutuante contra choques e repetiu: “Quando e se estiverem presentes as condições adequadas, e sem ferir premissas desse regime, nada impede o uso com parcimônia e de forma previsível as ferramentas cambiais que dispõe”.

Essa afirmação é a senha para a redução das intervenções da autoridade monetária no mercado cambial por meio de contratos de swap. O BC já reduziu a venda de contratos que produz o efeito de compra de dólar.

E, desde a redução da oferta de contratos nos leilões diários, especialistas entenderam que o estoque de swaps __utilizados para hedge cambial __ baixou rápido demais. De fato, as operações de desmonte do estoque, que encerrou 2015 em US$ 108 bilhões, foram iniciadas sob o comando de Alexandre Tombini. Em junho, os US$ 108 bilhões já estavam reduzidos a cerca de US$ 62 bilhões. Em 5 de julho, quando os novos diretores do BC, indicados por Ilan, passaram pela sabatina no Senado para em seguida assumirem suas funções, o estoque de swaps rondava US$ 60,6 bilhões. Ontem, 22 de setembro, já estava em US$ 34,6 bilhões.

Um cálculo rápido do desmonte do estoque de swaps por dias corridos neste ano mostra que a equipe de Ilan tirou de circulação quase o dobro que havia sido zerado pela equipe de Tombini.

Se o “interregno benigno” acabará, mais cedo ou mais tarde, o presente conspira para mais parcimônia no uso dos instrumentos cambiais que o Banco Central dispõe. Talvez seja prudente ter instrumentos disponíveis quando se firmar a normalização das condições monetárias das grandes economias. O Federal Reserve, aposta o mercado internacional, jogará sua principal carta em dezembro, quando o Comitê Federal de Mercado Aberto poderá aumentar sua taxa de referência pela primeira vez em praticamente um ano.

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Compliance e canais de denúncias informais

Por Paulo Henrique Gomiero

Com o advento da Lei nº 12.846, de 2013, que estabeleceu a chamada Lei Anticorrupção no Brasil prevendo a responsabilização administrativa e civil das pessoas jurídicas decorrentes de práticas de atos contra a administração pública, o tema “programas de compliance” se tornou pauta recorrente nas empresas.

De acordo com a mencionada legislação e seus respectivos regulamentos, os programas de compliance são capazes de mitigar e/ou reduzir as penalidades a serem impostas às empresas em decorrência de práticas lesivas à administração pública desde que sejam considerados como efetivos.

A efetividade de um programa de compliance será auferida na prática, ou seja, o que acontece no mundo real (a essência) deverá se sobrepor ao que for somente formal (documental). Em poucas palavras, não se considera um programa de compliance efetivo aquele existente somente no papel. Constitui um erro grave considerar que as reclamações corriqueiras não representam uma denúncia.

Diversos são os pilares que sustentam um programa de compliance eficiente, dentre os quais se destacam um canal direto de denúncias, treinamentos constantes dos colaboradores, investigações internas e apoio da alta gestão da empresa como modo de estabelecer o padrão ético corporativo ideal.

O padrão ético corporativo a ser protegido pelo programa de compliance é muito mais amplo do que apenas coibir práticas lesivas à administração pública (a corrupção no jargão popular), mas também riscos outros, tais como trabalhistas, tributários ou outros que potencialmente possam gerar passivos para a empresa.

É neste cenário que os canais de denúncia ganham destaque. Os canais de denúncia são os mecanismos colocados à disposição de colaboradores da empresa e de terceiros para alertar sobre violações ou potenciais violações à lei ou a políticas internas da empresa.

Estes canais de denúncia constam das recomendações das próprias entidades governamentais brasileiras (principalmente a CGU ­ Ministério da Transparência e Controle) que, inspiradas em experiências internacionais sobre programas de compliance, entendem que o canal de denúncia é uma forma eficaz de combate a práticas ilegais.

De acordo com a Association of Certified Fraud Examiners, os canais de denúncia representam a ferramenta que mais identificou fraudes nas empresas, ao menos 43% do total de 2015.

Contudo, há de se notar que os canais de denúncia não devem ser encarados de forma estritamente formal, pois é rotineiro que denúncias sejam feitas fora dos canais oficiais. Isso porque sempre haverá o receio em denunciar, seja pelo medo do denunciante em perder o emprego, perder negócios ou até mesmo sofrer retaliações.

Este receio deve ser eliminado pelo programa de compliance. O canal de denúncia deve buscar de forma constante o conforto e segurança para denunciantes, sem deixar o canal sob a sombra da dúvida. Deve­se deixar claro que retaliações não serão toleradas e que o sigilo será sempre respeitado.

Um canal de denúncias que não recebe denúncias, nem sempre é um bom sinal pois pode ser o resultado claro do medo de denunciar vencendo o programa de compliance.

Posto isto, é de extrema importância considerar denúncias feitas por vias informais. A denúncia informal por vezes carrega um senso maior de verdade dado que a pessoa denunciante pode se sentir mais segura em proceder desta forma. Ao não acessar o canal de denúncia oficial, o denunciante pode acreditar estar mitigando seus medos.

Um dos principais exemplos de denúncias feitas por canal informal são as reclamações cotidianas feitas entre colegas de trabalho a seus superiores ou pares.

A gestão da empresa deverá apurar os fatos denunciados de forma corriqueira como se tivessem sido feitas pelos canais oficiais, com a mesma seriedade. Constitui um erro grave de “forma em detrimento de essência” do programa de compliance considerar que as reclamações corriqueiras não representam uma denúncia. Neste ponto, é importante destacar que os treinamentos de compliance devem estimular os colaboradores da empresa a levar ao conhecimento da gestão da empresa fatos denunciados de maneira informal.

Imagine o seguinte exemplo: uma empresa é penalizada por uma fraude cometida por um de seus funcionários. Muito embora colegas de trabalho e gestão da empresa tenham ouvido, por diversas vezes, reclamações cotidianas a respeito do tema, nenhuma providência fora tomada porque os canais oficiais de denúncia não foram acionados.

Sendo assim, a empresa poderá alegar que tem um programa de compliance efetivo e que não poderia saber antecipadamente da fraude, viabilizando sua redução de penalidade?

O absurdo da conclusão demonstra o absurdo das premissas. Como já diria o ditado: “onde há fumaça, há fogo”. Então, é dever da empresa apurar estes fatos trazidos de forma cotidiana como se fossem denúncias formais. E isto deve cobrir todos os aspectos do programa de compliance, visando perpetuar a ética como essência e não como forma.

Paulo Henrique Gomiero é advogado e membro do Departamento Jurídico e Compliance da Mitsubishi Corporation do Brasil Este artigo reflete as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico.

O jornal não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso dessas informações.

Valor Econômico – 23/09/2016

 

Redação On setembro - 23 - 2016
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