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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017






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Representantes do setor automotivo pedem renovação da frota a ministro

Por BRASÍLIA ­

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, reuniu­se nesta quarta­feira com representantes da indústria e dos trabalhadores do setor automotivo. O grupo, formado por 19 entidades representativas, entregou ao ministro a proposta do Programa de Sustentabilidade Veicular, que prevê a renovação da frota e o incentivo à cadeia de reciclagem de autopeças.

A proposta de renovação da frota veicular, que já vem sendo debatida há mais de três anos, tem como objetivo promover a sustentabilidade de frota de veículos em circulação no Brasil, além de apoiar o setor automotivo, o que contribuiria para a retomada do crescimento do país.

Segundo Antônio Carlos Megale, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a proposta entregue a Marcos Pereira, além de ter como objetivo incentivar a renovação da frota, visa fomentar a reciclagem de autopeças, a redução da emissão de gases poluentes produzida por veículos antigos e contribuir para a segurança no trânsito.

De acordo com Marcos Pereira, o governo federal está empenhado em garantir a retomada do crescimento econômico, com o consequente aumento do número de postos de trabalho e da renda. “O Brasil tem pressa para voltar a crescer e o melhor programa social para o país, atualmente, é a geração de empregos”, declarou o ministro. (Agência Brasil )

Valor Econômico – 22/09/2016

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Expectativa dos fabricantes é de retomada somente em 2017

Por Victória Mantoan

Em um cenário de resolução da insegurança política por conta do processo de impeachment resolvido e com um novo governo tomando as medidas necessárias, o setor de máquinas ainda trabalhava em agosto com expectativa de queda no faturamento deste ano de 7,5% ­ projeção otimista dada pelo novo presidente da entidade que representa os fabricantes de máquinas e equipamentos, José Marchesan.

A previsão, em parte, aconteceu. Setembro começou com um novo governo que o mercado espera que mantenha­se até o fim deste mandato, em 2018. O impasse político, nesse quesito ao menos, foi resolvido. A expectativa ficou concentrado nas medidas de ajuste fiscal e incentivos para retomada dos investimentos.

A expectativa é a de que medidas de ajuste fiscal via corte de gastos sejam capazes de colocar a confiança do investidor de volta nos trilhos e reduzir a taxa de juros. O programa de concessões, dessa vez batizado de Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) já era aguardado. Empresários esperavam o início dos leilões, ao menos o dos aeroportos, já para este ano.

Mas o setor já caminha para encerrar o quarto ano consecutivo de queda no faturamento. Um dos fatores que podiam ajudar a destravar a demanda por máquinas já ficou pendente para 2017. Para os que têm condições, o negócio é olhar para o longo prazo.

É o caso da fabricante de equipamentos para os mercados editorial e de saúde Agfa. Há otimismo, há confiança por parte da empresa de que o Brasil segue sendo um grande mercado potencial. A receita, seguida a risca pela filial do grupo belga, é reduzir os custos e otimizar a operação o máximo possível para atravessar o período mais crítico.

Se adaptar à adversidade, porém, não é possível para todo o mercado. Já no ano passado, empresas relatavam ter poucos meses de carteira. Um empresário chegou a afirmar ao Valor que, se não houvesse novos pedidos em três meses, ele teria de fechar as portas.

Enquanto o longo prazo do grande mercado não chega, a crise custa emprego. Em julho deste ano ante mesmo mês de 2015, a redução de postos de trabalho já ultrapassava 29 mil.

Valor Econômico – 22/09/2016

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Reforma trabalhista ficará para o segundo semestre de 2017

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, anunciou ontem que o governo decidiu mesmo deixar para o segundo semestre de 2017 o encaminhamento da proposta de reforma trabalhista ao Congresso Nacional. A afirmação, feita durante sua apresentação em um seminário sobre o tema, confirma informação antecipada pelo site do GLOBO na última quinta-feira.

— Essa questão é complexa e precisa ter ampla participação de todos os setores.

Dada a sua complexidade, a decisão do governo é deixar a modernização para o segundo semestre de 2017 — disse Nogueira, que, após as repercussões negativas ao governo de recentes declarações suas, limitou-se à leitura de um texto escrito, deixando o evento apressadamente sem falar com os jornalistas.

O ministro aproveitou sua fala para esclarecer o que chamou de “mal entendido” sobre declarações dadas por ele a respeito da mudança da jornada de trabalho. E garantiu “jamais ter defendido a suspensão de direitos ou o aumento da jornada diária”. E, para defender-se, atacou a ex-presidente Dilma Rousseff:

— Quem suprimiu o maior de todos os direitos, o direito ao emprego, foi o governo passado, ao produzir a maior taxa de desemprego em 31 anos.

O cuidado do ministro com as palavras, entretanto, não evitou novas reações negativas entre os aliados do presidente Michel Temer. Em um seminário, também em São Paulo, à tarde, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), criticou Nogueira pela forma como ele vem conduzindo o debate sobre a reforma trabalhista.

“FALAR POUCO E PRODUZIR MAIS”
No cargo de presidente da República em exercício, Maia disparou que é “melhor falar pouco e produzir mais”, ao comentar a declaração de Nogueira sobre a decisão de adiar a reforma trabalhista para 2017.

— Hoje, o ministro do Trabalho diz que a reforma trabalhista vai ficar para o segundo semestre de 2017. Então ele não devia ter tratado dela, porque foram duas notícias ruins. Primeiro, a forma como comunicou antes (a reforma). Agora, é o anúncio (do recuo). Às vezes, é melhor falar pouco e produzir mais. Ajuda mais nosso país — afirmou, em um seminário organizado pelo Movimento Brasil Competitivo.

Maia garantiu que a Câmara pautará as reformas aos poucos, e foi aplaudido ao prometer que não colocará em votação qualquer projeto de lei sobre aumento de impostos.

O Globo – 22/09/2016

Redação On setembro - 22 - 2016
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