Sindicato Nacional da Indústria de
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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017






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Compras e vendas de aço em 2016 deverão recuar, no máximo, 5% ante 2015, diz Inda

O Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda) acredita que as compras e vendas da rede de distribuição devam fechar o ano de 2016 com uma queda de, no máximo, 5% em relação ao resultado verificado em 2015, afirmou nesta terça-feira, 20, o presidente da entidade, Carlos Loureiro.

Segundo o executivo, no início do ano, o Inda projetava um recuo de 5% em relação ao ano anterior, mas após um resultado ruim no primeiro trimestre, a entidade chegou a cogitar uma queda próxima a 10%. No entanto, a recuperação verificada ao longo dos últimos meses tem afastado o cenário mais pessimista.

“Com essa recuperação que estamos tendo, não estamos mais caindo na margem”, disse Loureiro, durante coletiva de imprensa. “Vamos fechar o ano com uma queda de 5% ou um pouco menos, tanto nas compras quanto nas vendas”.

Para o presidente do Inda, a grande queda nas importações é um dos motivos que influenciou na melhora nas perspectivas. “Com a importação caindo, aumentamos nossa participação no consumo aparente. Vamos cair menos que o consumo aparente, que deve recuar mais de 10% ante 2015”, destacou.

2017

Para o próximo ano, Loureiro afirma que o sucesso do programa de concessões representa o primeiro gatilho de melhora efetiva para o setor.

“Achamos que, eventualmente, poderemos ter uma melhora razoável a partir do segundo trimestre. Até lá, continuaremos nesse ritmo”, disse.

Segundo o executivo, o primeiro trimestre do ano que vem deve mostrar avanços em relação ao mesmo intervalo deste ano, mas isso será resultado da base de comparação fraca registrada entre janeiro e março de 2016. “Ao fazer comparações, teremos uma melhora, mas não será um grande avanço ante o terceiro trimestre desse ano, por exemplo.”

Fonte: Inda

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Arcelor desenvolve processo que elimina barragem de rejeitos

Sistema é usado em mina na região de Serra Azul Leonardo Francia

A ArcelorMittal Mineração, braço da gigante siderúrgica ArcelorMittal, implantou um novo sistema de disposição de dejetos na sua mina em Itatiaiuçu, na Serra Azul, região do Quadrilátero Ferrífero, que elimina o uso de barragem de rejeitos. O novo processo permite o “empilhamento” dos rejeitos e foi uma alternativa para a empresa, que, desde 2012, vivia um dilema: prosseguir com a produção de minério de ferro no ativo sem o uso de barragens ou paralisar a operação.

“Este projeto nasceu da necessidade que tínhamos de dar prosseguimento à operação. Não tínhamos licenciamento concluído para barragem e, como a segurança é uma prioridade, optamos por não correr riscos e buscamos outra alternativa para não parar a operação. Desenvolvemos um sistema que se adequou às nossas condições, ao nosso minério. Ou desenvolvíamos ou parávamos”, explicou o presidente da ArcelorMittal Mineração, Sebastião Costa Filho.

Sinteticamente, ao invés dos rejeitos serem depositados em forma de “lama” em uma barragem, eles passam por um processo de decantação, sem riscos para o meio ambiente, e 75% da água utilizada ainda é recuperada e reutilizada nas operações da planta.

Posteriormente, os rejeitos são dispostos em pilhas em um formato especial, para a drenagem final. Esta metodologia foi denominada de “empilhamento drenado”. Nesse método, os riscos são minimizados em função do sistema de drenagem interno. Este empilhamento permite que a disposição do rejeito não seja classificada como barragem, exatamente pelo baixo risco associado.

Segundo o presidente da empresa, o novo sistema provocou um aumento de custo de produção porque o processo exige a movimentação de rejeitos dentro da planta. No entanto, o investimento foi irrelevante, tendo em vista que a companhia utilizou estruturas e a área para o “empilhamento” já existentes dentro do complexo de Itatiaiuçu.
“Este sistema tem um custo operacional, mas é um método seguro porque retira a barragem de rejeito e apresenta uma alternativa operacional para se ter uma mineração sem esse tipo de estrutura”, disse o executivo.

Só para se ter uma ideia, na área utilizada para descarregar os rejeitos provenientes do processo produtivo existiam praticamente 13 milhões de toneladas de finos de minério, remanescentes da época em que a empresa comprou o ativo da London Mining Brasil, em 2008. O presidente da ArcelorMittal Mineração esclareceu que esse volume de finos já foi tratado e a área está disponível para receber os rejeitos “empilhados”.

O projeto já rendeu frutos à empresa, que será reconhecida pelo Banco de Boas Práticas Ambientais da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), em cerimônia que será realizada hoje, na sede da entidade, em Belo Horizonte. Durante o evento, a companhia apresentará o case aprovado pela Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam) e pela própria Fiemg a profissionais do setor.

Operações – No ativo de Itatiaiuçu, a empresa tem uma planta de concentração, com capacidade para processar 3,6 milhões de toneladas, volume que a companhia produzia até há alguns anos, quando ainda processava a pilha de finos remanescente da aquisição do ativo.

“Hoje temos uma britagem com capacidade mais limitada que a da planta de concentração. Isso limita nossa produção, que hoje é de 1,5 milhão de toneladas de minério”, afirmou Costa Filho. Conforme ele, do ativo saem dois produtos: o granulado e o sinter feed.

“A maior parte do granulado é direcionada para o próprio grupo e pequena parcela é comercializada com terceiros. O sinter feed é destinado ao mercado interno já que o internacional não está atrativo em função dos preços”, acrescentou o presidente da companhia.
O outro ativo da empresa no Estado é a mina do Andrade, em Bela Vista de Minas (região Central). Neste caso, a produção de 1,5 milhão de toneladas por ano alimenta a usina siderúrgica do grupo em João Monlevade. “Não existe a necessidade de implantar o novo sistema de disposição de rejeitos porque o tratamento do minério é a seco”, pontuou.

Fonte: Diário do Comércio

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Compras de aço pela rede de distribuição sobe 20,5% em agosto, diz Inda

As compras de aço pela rede de distribuição em agosto subiram 20,5% em relação ao mesmo mês de 2015, totalizando 264,6 mil toneladas, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira, 20, pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). Em relação a julho, as compras avançaram de 18,2%. O volume inclui chapas grossas, laminados a quente, laminados a frio, chapas zincadas a quente, chapas eletro-galvanizadas, chapas pré-pintadas e gavalume.

Já as vendas de aços planos realizadas pela rede de distribuição alcançaram 253,1 mil toneladas no mês passado, o que significou uma queda de 0,5% ante agosto de 2015. Na comparação com julho, foi registrada uma alta de 0,9%.

Com esse desempenho, os estoques da rede de distribuição ficaram em 883,3 mil toneladas em agosto deste ano, o que representou um aumento de 1,3% na relação mensal. O giro dos estoques ficou em 3,5 meses em agosto, estável ante julho.

As importações da rede caíram 53,1% na relação anual, para 44,6 mil toneladas em agosto. Ante julho, por outro lado, as importações tiveram alta de 13,7%.

Para setembro, o Inda projeta que tanto as vendas quanto as compras mantenham-se estáveis.

Carvão

A forte alta verificada nos preços globais do carvão deve fazer com que os preços internacionais do aço fiquem relativamente estáveis, afirmou o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro.

“Não vejo chance do preço chinês cair com o carvão nos atuais níveis”, disse Loureiro, durante entrevista coletiva à imprensa. “A China usa muito alto-forno.”

Segundo o executivo, o carvão chegou a ser negociado em patamares próximos de US$ 80 por tonelada no início do ano, chegando agora ao nível de US$ 214 por tonelada. “O carvão deu um susto em todo mundo, e esse é um dos fatores que vai segurar muito o preço internacional do aço.”

Fonte: Isto É

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Fusão de siderúrgicas chinesas fará 2º maior grupo do setor 

Marcelo Villela

Duas das principais siderúrgicas chinesas anunciaram nesta terça-feira uma fusão que criará o segundo maior grupo mundial do setor, em um momento de críticas internacionais pelo excedente de produção de aço na China. O Baosteel Group, segundo maior grupo siderúrgico chinês, emitirá novas ações para absorver o Wuhan Iron and Steel Group, anunciaram as empresas, que pertencem ao Estado, em comunicados enviados à Bolsa de Xangai.

As duas empresas ocupam respectivamente a quinta e a 11ª posições no ranking mundial de capacidade de produção. A fusão criará uma nova empresa, chamada China Baowu Iron and Steel Group, informa o jornal China Business News. A produção combinada após a fusão deve alcançar 60,7 milhões de toneladas por ano, de acordo com a World Steel Association, o que faria da nova empresa a segunda maior do mundo em produção, atrás apenas da ArcelorMittal.

A demanda de aço na China caiu em consequência da desaceleração da economia do país e a indústria siderúrgica sofre com o excesso de produção. Nos últimos meses, Estados Unidos e Europa acusaram a China de vender seu aço abaixo do preço de custo (dumping), o que prejudica os produtores locais, que organizaram protestos em vários países.

O lucro líquido da Baosteel, com sede em Xangai, caiu 83% ano passado, a um bilhão de yuanes (150 milhões de dólares). A Wuhan Steel perdeu 7,5 bilhões de yuanes em 2015, contra um lucro de 1,3 bilhão de yuanes em 2014. Analistas afirmam que esta e outras fusões que o governo chinês está preparando devem ajudar o país a lutar contra o excedente de produção que afeta os resultados das siderúrgicas. O objetivo é reduzir a produção entre 100 e 150 milhões de toneladas, de um total de 1,2 bilhão de toneladas, até 2020.

Alguns especialistas, no entanto, não acreditam que as fusões serão suficientes para competir com gigantes mundiais como ArcelorMittal ou US Steel. (Exame)

Fonte: Mining.com

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Qualidade dos aços brasileiros 

O Laboratório de Referências Metrológicas do IPT está com inscrições abertas para a 4ª Rodada do Programa de Proficiência em Aços, que está disponível para as empresas dos setores de siderurgia e metalmecânica. Em sua quarta edição, o programa incluirá, além dos tradicionais ensaios mecânicos, metalográficos e análises químicas de aços carbono e de baixa liga, análises químicas de aços de alta liga, tais como aços inoxidáveis e aços ferramenta. explica o pesquisador Ricardo Rezende Zucchini, responsável pelo laboratório.

“Os aços de baixa liga possuem teores pequenos dos chamados elementos de liga, como cromo, níquel e vanádio, normalmente somando até 5% do material.

Quarta rodada do Programa de Proficiência em Aços do IPT tem como novidade a inclusão de análises químicas de aços de alta liga

Quimicamente, eles se comportam de maneira diferente dos aços com altos teores de elementos de liga. Nas ultimas edições do programa, temos conversado com participantes que apontaram esta necessidade de ampliação do programa, e resolvemos fazer a inclusão a partir desta rodada”.

Programas de proficiência – explica Zucchini – são eventos de medição oferecidos em rodadas anuais, em que participam grupos de laboratórios que realizam testes, ensaios ou análises em amostras especialmente produzidas para esta finalidade, sob a coordenação de um provedor qualificado e independente, como é o caso do IPT. Ao final de cada rodada do programa, o provedor prepara e encaminha aos participantes um relatório técnico, em que são avaliados os seus resultados e o desempenho.

Serviço – As inscrições para a participação no programa estarão abertas até o dia 28 de outubro. O envio das amostras pelo IPT começa em 17 de outubro, a entrega dos resultados pelos participantes será feita até 18 de novembro e o envio do relatório final aos participantes acontecerá até 2 de dezembro. Para mais informações sobre o programa e o formulário de inscrição, clique aqui.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Redação On setembro - 21 - 2016
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