Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017






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Ministro critica unicidade sindical e defende reforma

Por Beatriz Olivon

Uma das críticas feitas pelo presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Ives Gandra Martins Filho, à proposta de modernização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é a manutenção da unicidade sindical. A Constituição Federal veda a criação de mais de uma organização por categoria na mesma base territorial.

Martins Filho pondera, porém, que no momento seria muito difícil fazer uma reforma sindical, apesar de ser importante. “Hoje, os dirigentes sindicais gozam das condições ideais. Sem qualquer reforma, eles têm garantia de unicidade sindical, monopólio, e têm fonte de renda garantida pelo Estado. E a Justiça do Trabalho é obrigada a anular acordos que fazem e, eventualmente, podem ser prejudiciais para os trabalhadores”, diz.

O presidente do TST defende o pluralismo sindical e o fim da contribuição sindical compulsória. A partir de negociações coletivas melhor parametrizadas, segundo ele, seria possível delinear em quais setores há sindicatos mais fracos, que não conseguem boas vantagens para seus trabalhadores. E por meio dessa observação, o ministro acredita que poderia haver um movimento de trabalhadores que efetivamente defenda uma mudança no modelo sindical brasileiro.

O procurado r­geral do trabalho, Ronaldo Curado Fleury, também defende a reforma sindical. “Nosso sistema sindical não sofreu alteração alguma desde 1943”, afirma. Para ele, o modelo atual, de unicidade sindical, “não evita o peleguismo ou o uso de laranjas para a abertura de representação”. “Pegamos casos de sindicatos que, em acordo coletivo, abriam mão de direitos trabalhistas e como compensação recebiam dinheiro dos empresários. Isso estava previsto na própria convenção coletiva. Não só fizeram como escreveram.”

A força dos sindicatos e a unicidade são defendidas pelo presidente nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah.  “A unicidade garante a unidade de atuação e, diferente da fragmentação, garante condições melhores para os trabalhadores”, afirma. Sobre a modernização da CLT, Patah defende que antes da reforma trabalhista seria necessário reformar o Estado. “O Estado é inchado por não ter uma boa gestão. Gera desperdícios.”

Valor Econômico – 20/09/2016

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Orientação é preservar direitos trabalhistas, diz ministro do Trabalho

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, ressaltou nesta segunda-feira, 19, que a orientação do governo Michel Temer “é de que todos os direitos trabalhistas serão preservados”.

De acordo com o ministro, “não faz parte da agenda do governo retirar o 13º salário, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), aviso prévio, férias, vale transporte e vale refeição. A jornada de trabalho permanecerá como está”, disse em evento no Sindicato dos Comerciários de São Paulo.

“A minha tribo é o trabalhador”, destacou o ministro, dizendo que já foi desempregado e foi um dos fundadores do sindicato de comerciários em Carazinho, no Rio Grande do Sul. Ele disse que a política do governo é tornar o trabalhador como protagonista.

“Visamos atualizar a legislação trabalhista em três eixos: segurança jurídica, criar oportunidades de ocupação para 12 milhões de pessoas sem emprego e consolidar direitos, não revogá-los.”

No início do mês, uma declaração do ministro sobre o aumento do teto diário para a jornada de trabalho teve forte repercussão. A pedido de Temer, Nogueira saiu a campo para esclarecer que a proposta é a flexibilização e não o aumento da jornada.

Estado São Paulo – 20/09/2016

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Trabalhadores na Toyota rejeitam proposta do Sindipeças

Em votação simbólica, trabalhadores e trabalhadoras rejeitaram proposta de reajuste feita pelo G3

Reunidos para uma assembleia organizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Itu, trabalhadores e trabalhadoras na Toyota rejeitaram proposta, em votação simbólica, de reajuste oferecida pelo Sindipeças para a Campanha Salarial 2016.O grupo 3 ofereceu 6% de reajuste. A bancada dos trabalhadores considerou a proposta “insuficiente para os anseios dos trabalhadores”. A próxima rodada de negociação está agendada para o dia 21 de setembro.

“Os trabalhadores sabem o que querem, sabem que a situação não está fácil mas não aceitarão pagar pela conta da crise”, afirma Luiz Carlos da Silva Dias, o Luizão, presidente da FEM-CUT/SP.

As mobilizações na base devem se intensificar nos próximos dias. As negociações seguem esta semana.

A data-base da categoria é 1º de Setembro e a Campanha Salarial 2016 – “Sem pato, sem golpe, por mais empregos e direitos” tem cinco eixos principais: não à terceirização e à perda de direitos; estabilidade e geração de empregos; reposição integral da inflação mais aumento real, valorização dos pisos e jornada semanal de 40 horas.

FEM – 19/09/2016

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Metalúrgicos de São Carlos rejeitam proposta de reajuste dos patrões

Os Metalúrgicos de São Carlos rejeitaram em assembleia realizada no domingo (18/09) na sede do Sindicato, a proposta apresentada pelos patrões referente à campanha Salarial 2016. Na oportunidade os trabalhadores de toda a base, repudiaram as dificuldades nas negociações junto as bancadas patronais e encaminham não abrir mão da pauta de reivindicações.

Nas negociações da Campanha Salarial com a bancada patronal, a FEM-CUT/SP (Federação dos Sindicatos de Metalúrgicos da CUT/SP) que é interlocutora dos trabalhadores nas negociações da campanha em todo o Estado, já havia rejeitado as propostas econômicas feita pelos patrões, que não chegam nem a 9,62% de inflação que é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acumulado no período de 1 de setembro de 2015 à 31 de agosto de 2016.

As rodadas de negociações que acontecem entre FEM-CUT/SP e as bancadas patronais são realizadas em São Paulo e divididas por grupos. O Grupo 2 (Máquinas e Eletrônicos)  apresentou  a proposta de 4,5% de reajuste em outubro e mais 3% em Abril. Na base dos Metalúrgicos de São Carlos fazem parte do Grupo 2 as empresas Tecumseh e Electrolux,  entre outras.  O Grupo 3 (Autopeças, Forjaria e Parafusos), apresentou a proposta de 6% de reajuste, a Estamparia  um reajuste de 8,15% e o Grupo 8 (Trefilação, laminação de metais ferrosos, refrigeração, equipamentos ferroviários, esquadrias, construções metálicas, artefatos de ferro, rodoviários entre outros) não apresentou nenhuma proposta.

Para o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos, Erick Silva, as propostas apresentadas pelos patrões estão longe do que a categoria anseia. “Não vamos aceitar reajuste abaixo da inflação e redução de salários, entendemos que não vamos pagar o pato pela crise. Desta forma, vamos intensificar a mobilização em toda a base, pois somente unidos chegaremos ao final de uma data-base com avanços”, explicou Erick Silva.

FEM – 19/09/2016

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Trabalhadores aprovam aviso de greve

Na mesma assembleia, os trabalhadores aprovaram por unanimidade o encaminhamento do Aviso de Greve pela Federação aos setores patronais.

Durante a semana os trabalhadores vão intensificar as mobilizações. A data-base metalúrgica é 1º de setembro e estão em campanha no Estado de São Paulo cerca de 200 mil trabalhadores na base pela FEM-CUT/SP.

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Greve dos bancos chega ao 14º dia e afeta saque do FGTS

A greve dos bancários completou ontem 14 dias, com 56% das agências (ou 13.071 pontos) fechadas em todo o país. Segundo o Comando dos Bancários, a paralisação atual representa a maior adesão já registrada pela categoria. Os bancos não confirmam a informação nem divulgam o número de agências afetadas.

artão. Felipe visitou duas agências da Caixa e não conseguiu o Construcard
A greve prejudica algumas operações importantes, como o saque de FGTS e seguro-desemprego. Quem tem conta na Caixa terá o benefício creditado na instituição. Aqueles sem conta, mas com Cartão do Cidadão podem sacar o seguro-desemprego nas lotéricas. Já o FGTS só pode ser sacado nas loterias por portadores do Cartão quando o valor for inferior a R$ 1.500. Os demais precisam ir à Caixa.

Os serviços de financiamento oferecidos pelos bancos também estão sendo afetados.
— Vim tentar fazer um Construcard (Financiamento de Obras da Caixa). Essa é a segunda agência da Caixa em que tento e não consigo atendimento — afirmou o jornalista Felipe Caruso.

O GLOBO visitou agências de Copacabana, no Rio, para verificar o atendimento durante a greve. Nas da Caixa, sempre havia um funcionário para orientar sobre a melhor maneira de proceder. No Banco do Brasil, não havia quem ajudasse os clientes, apenas seguranças. As unidades de Itaú e Bradesco visitadas funcionavam normalmente.

Procurada, a Caixa ressaltou que os clientes podem recorrer aos caixas eletrônicos da instituição e da rede Banco 24Horas. E lembrou que pagamentos de contas e saques podem ser feitos em lotéricas e correspondentes bancários com a marca Caixa Aqui. Já o BB orientou os consumidores a usarem “canais de atendimento alternativos”, como Correios, correspondentes bancários e lotéricas.
A Federação Nacional do Bancos (Fenaban) e o Comando dos Bancários já se reuniram oito vezes para negociar o fim da greve, mas não houve acordo.

Os bancos elevaram para 7% a proposta de aumento, mais R$ 3.300 de abono salarial. Os trabalhadores, porém, insistem em 14,78% de reajuste, o que significa 5% de aumento real.

“A proposta traduz o esforço dos bancos por uma negociação (…) com um modelo ajustado à atual conjuntura econômica”, afirmou a Fenaban, em nota.
Os bancários têm também uma pauta social que pede, por exemplo, o fim de metas abusivas.

— Eles insistem em impor reajuste abaixo da inflação, com perda real. Mas também temos cobrado que parem com as demissões. Nossa greve vai crescer a cada dia, porque sabemos que nossas reivindicações podem ser atendidas pelo setor mais lucrativo do país — diz Juvandia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo.

O Globo – 20/09/2016

Redação On setembro - 20 - 2016
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