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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017






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Chinesa Baosteel comprará Wuhan Iron and Steel para criar 2ª maior siderúrgica do mundo 

Rumores são que grupo negocia participação na Congonhas Minérios

A chinesa Baosteel vai comprar a rival menor Wuhan Iron & Steel, em um acordo que criará a segunda maior produtora de aço do mundo e que faz parte do plano da China para reformular o setor no país.

Um comunicado divulgado nesta terça-feira (20) forneceu os primeiros detalhes da aguardada operação. A Wuhan afirmou que a Baosteel vai absorver a empresa por meio da emissão de novas ações. A proposta, que vinha sendo considerada anteriormente como uma fusão, ainda está sujeita à aprovação pelo governo.

Com base na capacidade instalada até 2015, as duas companhias poderão produzir cerca de 60 milhões de toneladas de aço por ano, superando a Hebei Iron and Steel como principal siderúrgica da China.

O plano foi anunciado em junho pela primeira vez, prevendo a combinação das duas companhias estatais dentro da estratégia de Pequim de consolidar o vasto setor no país e reduzir excesso de capacidade.

Maior produtor de aço

Atualmente, o grupo ArcelorMittal, com sede em Luxemburgo, é o maior produtor de aço do mundo.

Enquanto China deseja ampliar a eficiência do setor, a Baosteel enfrentará a dura tarefa de integrar a competidora deficitária.

“A Baosteel é uma companhia lucrativa e a Wuhan está altamente endividada e precisa de alguém que a salve”, disse Richard Lu, analista da consultoria CRU, em Pequim.

Lu acrescentou que o acordo não vai necessariamente levar à redução da capacidade, uma vez que Baosteel e Wuhan construíram novas usinas, eliminando capacidade defasada e ineficiente nos últimos anos. (Reuters/Ruby Lian e Manolo Serapio em Xangai e Meg Shen e Twinnie Siu em Hong Kong)

Fonte: UOL

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Compras de aço pela rede de distribuição sobe 20,5% em agosto, diz Inda

As compras de aço pela rede de distribuição em agosto subiram 20,5% em relação ao mesmo mês de 2015, totalizando 264,6 mil toneladas, de acordo com dados divulgados nesta terça­feira, 20, pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). Em relação a julho, as compras avançaram de 18,2%. O volume inclui chapas grossas, laminados a quente, laminados a frio, chapas zincadas a quente, chapas eletro­galvanizadas, chapas pré­pintadas e gavalume.

Já as vendas de aços planos realizadas pela rede de distribuição alcançaram 253,1 mil toneladas no mês passado, o que significou uma queda de 0,5% ante agosto de 2015. Na comparação com julho, foi registrada uma alta de 0,9%.

Com esse desempenho, os estoques da rede de distribuição ficaram em 883,3 mil toneladas em agosto deste ano, o que representou um aumento de 1,3% na relação mensal. O giro dos estoques ficou em 3,5 meses em agosto, estável ante julho.

As importações da rede caíram 53,1% na relação anual, para 44,6 mil toneladas em agosto. Ante julho, por outro lado, as importações tiveram alta de 13,7%.

Para setembro, o Inda projeta que tanto as vendas quanto as compras mantenham­se estáveis.

Carvão

A forte alta verificada nos preços globais do carvão deve fazer com que os preços internacionais do aço fiquem relativamente estáveis, afirmou o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro.

“Não vejo chance do preço chinês cair com o carvão nos atuais níveis”, disse Loureiro, durante entrevista coletiva à imprensa. “A China usa muito alto­forno.”

Segundo o executivo, o carvão chegou a ser negociado em patamares próximos de US$ 80 por tonelada no início do ano, chegando agora ao nível de US$ 214 por tonelada. “O carvão deu um susto em todo mundo, e esse é um dos fatores que vai segurar muito o preço internacional do aço.”

A Tarde – 20/09/2016

Redação On setembro - 20 - 2016
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