Sindicato Nacional da Indústria de
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Tera-feira, 21 de Novembro de 2017






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Fluxo cambial melhora neste mês, mas segue negativo no ano

O fluxo cambial do ano até o dia 9 de setembro ficou no vermelho em US$ 9,575 bilhões, ante saldo negativo de US$ 10,221 bilhões visto no ano até o fim de agosto, informou, ontem, o Banco Central (BC).

Em igual período do ano passado, o montante registrado foi positivo (US$ 11,074 bilhões). A retirada de dólares pelo canal financeiro neste ano até 9 de setembro foi de US$ 42,383 bilhões. O resultado é fruto de entradas no valor de US$ 290,176 bilhões e de envios no total de US$ 332,559 bilhões.

O segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.

Já no comércio exterior, o saldo anual acumulado até 9 de setembro ficou positivo em US$ 32,808 bilhões, com importações de US$ 84,623 bilhões e vendas para o exterior de US$ 117,431 bilhões.

Nas exportações estão incluídos US$ 21,279 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 31,396 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 64,756 bilhões em outros tipos de entradas.

Setembro

Depois de registrar saídas líquidas de US$ 1,110 bilhão em agosto, o fluxo cambial brasileiro está positivo em US$ 646 milhões em setembro.

Até o dia 9, o canal financeiro voltou a apresentar entradas líquidas, de US$ 15 milhões no período. Isso é resultado de entradas no valor de US$ 7,567 bilhões e de retiradas no total de US$ 7,551 bilhões. Este segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.

No comércio exterior, o saldo do mês até o dia 9 é positivo em US$ 630 milhões, com importações de US$ 2,769 bilhões e exportações de US$ 3,400 bilhões. Nas vendas, há US$ 628 milhões em ACC, US$ 851 milhões em PA e US$ 1,920 bilhão em outras entradas.

Semana

O fluxo cambial da semana de 5 a 9 de setembro ficou positivo em US$ 983 milhões. Neste período, destaque para o dia 9, sexta-feira, quando houve entrada líquida de US$ 804 milhões no País.

No período em questão, a entrada líquida de dólares pelo canal financeiro foi de US$ 651 milhões, resultado de entradas no valor de US$ 5,707 bilhões e de envios no total de US$ 5,056 bilhões. Este segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.

No comércio exterior, o saldo ficou positivo em US$ 332 milhões no período, com importações de US$ 2,019 bilhões e exportações de US$ 2,351 bilhões.

DCI – 15/09/2016

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Empresários cobram condução menos ‘politizada’ do Mercosul

Empresários, dirigentes de entidades setoriais e especialistas em relações internacionais defenderam durante debate realizado hoje na capital paulista uma visão menos ideológica e mais pragmática na condução do Mercosul, bem como o fortalecimento institucional e a maior integração do bloco no comércio global.

Há entendimento de que a sintonia política dos governos do Brasil e da Argentina abriu uma perspectiva positiva sobre a coordenação entre as duas maiores economias do bloco e o avanço numa “agenda mais produtiva”. Nesse sentido, as visitas do presidente Mauricio Macri ao Brasil – ainda antes de sua chegada à Casa Rosada – e do ministro das Relações Exteriores, José Serra, a Buenos Aires são encaradas como um sinal de que haverá empenho dos dois países em reforçar o bloco.

O problema, porém, é que ambos enfrentam crises domésticas. Com isso, a pressão interna para defender interesses nacionais será grande nos dois lados da fronteira, ponderou Agustin Lopez Casella, diretor da fabricante de pressurizadores Rowa, durante participação no debate, organizado pela Câmara de Comércio Argentino Brasileira. “Mas tenho percepção de que esses governos são mais pragmáticos e menos ideológicos”, comentou o executivo.

Ao falar pela indústria têxtil, o superintendente de políticas industriais da Abit, Renato Smirne Jardim, avaliou que chegou o momento de o Mercosul decidir se quer avançar como uma união aduaneira com tarifa externa comum, o que implica negociar sempre em bloco, ou partir a um modelo de livre-comércio das grandes alianças comerciais em formação no mundo, caso do Tratado Transpacífico, onde há maior autonomia nas políticas comerciais. “Uma união aduaneira não necessariamente corresponde a um processo de integração tão amplo quanto uma zona de livre-comércio.”

Apesar das insatisfações sobre a condução da organização, o embaixador Regis Arslanian, ex-representante do Brasil no Mercosul, fez uma observação sobre os riscos de a iniciativa privada cobrar dos governos alterações profundas no bloco. “Não devemos insistir numa reforma do Mercosul. Se os governos entrarem numa discussão de reformas, vamos abrir uma ‘caixa da Pandora’ e ficar negociando por dez anos algo que não vai chegar a lugar nenhum”, afirmou Arslanian, agora sócio da GO Associados.

Para o embaixador, mais do que reformas, o Mercosul, a exemplo dos tratados comerciais modernos, precisa abandonar o modelo de negociação baseado apenas em tarifas. “Mais importante do que as tarifas são as regras. Se você quiser estabelecer parceria com uma empresa japonesa, por exemplo, em primeiro lugar é preciso ter ambiente de regras convergentes. Hoje, processos negociadores dão, primeiro, prioridade a regras, como regras de compras governamentais, de propriedade intelectual e de políticas de concorrência. Ainda trabalhamos muito sobre a base de acesso ao mercado”, assinalou Arslanian.

Antidumping. Para criticar a falta de alinhamento dos países na defesa comercial, representantes dos setores têxtil e de produtos eletrônicos que participaram do debate reclamaram de processos antidumping que correm ou foram aprovados na Argentina contra produtos brasileiros. “O fato é que, se existe mercado comum, como é a ideia original do Mercosul, não deveria haver processos antidumping intrabloco. Deveria haver políticas de controle da concorrência”, defendeu Mario Roberto Branco, assessor de comércio exterior da Abinee, associação que abriga os fabricantes de eletroeletrônicos.

Para ele, o Mercosul sofre com a politização do comércio que produziu, entre outros resultados, a entrada da Venezuela, impedida ontem de assumir a presidência da organização por não ter cumprido compromissos assumidos. Brasil e Argentina, junto com o Paraguai, acusam o governo de Nicolás Maduro de não respeitar regras de democracia e de direitos humanos. Se não cumprir os compromissos pactuados há quatro anos, quando entrou no Mercosul, a Venezuela será afastada do grupo, como já aconteceu com o Paraguai em 2012, após a destituição do ex-presidente Fernando Lugo num processo de impeachment.

O Estado de S.Paulo – 15/09/2016

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Venezuela considera ‘artifício ilegal’ decisão que a enfraquece no Mercosul

A Venezuela condenou nesta quarta-feira (14) uma decisão que marginaliza o país dentro do Mercosul e pode levar à sua suspensão.

“Tentar destruir o Mercosul via artifícios ilegais é um reflexo da política intolerante e o desespero dos burocratas”, disse a chanceler venezuelana, Delcy Rodríguez, em publicação no Twitter.

Os quatro sócios fundadores do Mercosul —Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai— criaram uma presidência colegiada do bloco até o dia 1º de dezembro. É esse também o prazo para que a Venezuela cumpra todos os compromissos que assumiu há quatro anos, ao ser admitida no conglomerado. Se não o fizer, será suspensa.

A oposição venezuelana comemorou a decisão do Mercosul como uma derrota para o governo do presidente Nicolás Maduro.

Maduro “foi derrotado pelo Mercosul, a comunidade internacional hoje está ciente sobre a realidade [da Venezuela], onde se violam os direitos humanos e não há democracia”, afirmou nesta quarta o deputado opositor Luis Florido, presidente da Comissão de Política Externa da Assembleia Nacional venezuelana.

Florido destacou que a decisão obriga Maduro a liberar os presos políticos e permitir a realização, ainda neste ano, do referendo revogatório convocado pela oposição.

Nesta terça-feira (13), o presidente admitiu contatos com opositores para dialogar sobre a crise, mas descartou a realização da consulta popular sobre seu mandato.

MARGINALIZADA

O Itamaraty trabalha com a certeza de que a Venezuela, mergulhada em uma crise de proporções inéditas, não terá condições de incorporar à sua legislação interna todas as regras impostas aos membros do bloco.

Se essa expectativa se comprovar na prática, a marginalização de Caracas será completa.

A decisão não foi unânime: Argentina, Brasil e Paraguai votaram a favor de uma presidência colegiada, mas o Uruguai preferiu abster-se. Acontece que, no minueto diplomático, o consenso se dá também quando há uma abstenção, em vez de um voto contrário.

Folha de S.Paulo – 15/09/2016

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Produção recua na zona do euro

A produção industrial da zona do euro recuou 1,1% em julho na comparação com o mês anterior.

DCI – 15/09/2016

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Grécia e as metas do FMI

A Grécia dirá a credores que não pode cumprir a reforma trabalhista exigida pelo FMI.

DCI – 15/09/2016

Redação On setembro - 15 - 2016
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