Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Sbado, 18 de Novembro de 2017






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

Metas de inflação seguem como padrão para maioria dos bancos centrais

Quando Don Brash apresentou uma meta de inflação de zero a 2% em 1990, na Nova Zelândia, isso foi considerado “extremamente improvável”. “Tem que ser piada”, recorda Brash como foi a reação. Até mesmo seus colegas no banco central do país estavam incrédulos. A inflação tinha atingido um pico de quase 19% em 1987 e estava em 7,2% no último trimestre de 1989, quando a lei foi promulgada – alguns anos depois do histórico triunfo de Paul Volcker sobre a inflação no Federal Reserve (Fed, BC dos EUA).

Desde então, a média de alta do índice de preços ao consumidor tem sido de 2,2%. Portanto, não é de admirar que a ideia de fazer metas tenha virado moda.

Como os tempos mudam. Em um mundo com problemas de desinflação ou mesmo deflação, agora as metas parecem muito altas em vez de muito baixas, o que alimenta os pedidos de trocar ou até mesmo descartar a régua. O BC do Japão parece estar cedendo à realidade em seu compromisso com um período de dois anos para atingir sua meta, de 2%. Anunciada há três anos, a ideia era salientar a determinação de impulsionar os preços. Em vez disso, a constante incapacidade em respeitar as projeções para cumprir a meta corroeu a credibilidade da instituição.

O Banco Central Europeu (BCE) não atinge seu objetivo de inflação, de pouco menos de 2%, há mais de três anos, e projeções atualizadas na semana passada mostraram que o banco não antecipa chegar até a meta pelo menos até o fim de 2018. A taxa atual é de 0,2% e até mesmo a Alemanha – com desemprego no piso e juros provavelmente muito baixos para sua economia – teve alta de apenas 0,3% nos preços ao consumidor.

Antes da chegada das metas de inflação, a maioria dos bancos centrais tentava garantir a estabilidade de preços mediante fatores intermediários, como agregados monetários ou taxas de câmbio. A intenção da criação de metas de inflação específicas era aumentar a transparência e a prestação de contas e eliminar o viés inflacionário de estruturas que priorizavam o crescimento ou o emprego. No mundo atual, com crescimento e inflação baixos, esses benefícios são menos persuasivos.

O pedido de alteração das metas visa aumentar as duas coisas, e há quem sugira que níveis mais elevados seriam uma forma mais segura de se proteger de ameaças deflacionárias. Em um recente simpósio do Fed, a presidente Janet Yellen levantou a possibilidade de que futuras autoridades possam elevar a meta de inflação e ampliar os tipos de ativos que podem comprar para aumentar a capacidade de agir contra uma recessão. Contudo, as metas de inflação continuam sendo o modo padrão para muitos BCs, com base na máxima de que é melhor o mal já conhecido.

Valor Econômico – 14/09/2016

continue lendo:

Mercosul chega a acordo para marginalizar Venezuela

Os quatro sócios fundadores do Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) decidiram nesta terça-feira (13) marginalizar a Venezuela e criar uma presidência colegiada do bloco até o dia 1º de dezembro de 2016.

É esse também o prazo para que a Venezuela cumpra todos os compromissos que assumiu há quatro anos, ao ser admitida no conglomerado. Se não o fizer, será suspensa.

O Itamaraty trabalha com a certeza de que o país, mergulhado em uma crise de proporções inéditas, não terá condições de incorporar à sua legislação interna todas as regras impostas aos membros do bloco.

Se essa expectativa se comprovar na prática, a marginalização da Venezuela será completa.

A decisão desta terça-feira não foi unânime: Argentina, Brasil e Paraguai votaram a favor de uma presidência colegiada, mas o Uruguai preferiu abster-se. Acontece que, no minueto diplomático, o consenso se dá também quando há uma abstenção, em vez de um voto contrário.

Consenso é a regra de ouro para a tomada de decisões no Mercosul.

A proposta de presidência colegiada foi inicialmente lançada pela Argentina e logo encampada por Brasil e Paraguai, assim que o Uruguai abandonou a presidência de turno do Mercosul, no final de julho.

A presidente seguinte deveria ser a Venezuela, pela ordem alfabética, mas Argentina, Brasil e Paraguai se opuseram à transferência, usando o pretexto de que a Venezuela não havia adotado, no prazo de quatro anos que venceu no dia 12 de agosto, todas as regras do bloco a que se comprometera.

REGRAS DEMOCRÁTICAS

Na verdade, a oposição dos três sócios não era tanto técnica como política: alegam que a Venezuela não respeita as regras democráticas e viola os direitos humanos.

“País que tem presos políticos não é democrático”, repetia sempre o chanceler brasileiro, José Serra. Aliás, Serra emitiu nota, também nesta terça, expressando preocupação pela nova onda de “prisões arbitrárias” ocorridas na Venezuela, citando especificamente o jornalista chileno Braulio Jatar.

O Uruguai, pela boca do chanceler Rodolfo Nin Novoa, chegou a admitir que a Venezuela era uma “democracia autoritária”, uma contradição em termos. Mas, mesmo assim, insistia em transferir a presidência para Caracas.

O governo uruguaio está nas mãos da Frente Ampla, uma coligação de diferentes grupos de esquerda. Um deles, o Movimento de Participação Popular, é formado principalmente pelos antigos guerrilheiros “tupamaros” e apoia o governo da Venezuela.

A abstenção uruguaia é uma maneira de atender à pressão de seus sócios no Mercosul sem votar contra um governo aliado de um de seus grupos internos.

O efeito, no entanto, é o mesmo de um voto a favor da presidência colegiada: a Venezuela fica marginalizada temporariamente e ainda ameaçada de suspensão.

Como a notícia do acordo entre os quatro só foi conhecida depois de 21h, até as 21h50 não havia reação da Venezuela, mas é óbvio que será dura.

A presidência colegiada permite que o Mercosul volte a funcionar, inclusive para dar andamento a negociações comerciais com outros países/blocos, em especial a União Europeia.

Folha de S.Paulo – 14/09/2016

continue lendo:

Brasil poderá desenvolver projetos de infraestrutura com EUA

O Brasil deverá desenvolver projetos de infraestrutura junto com os Estados Unidos, afirmou ontem o embaixador do país em Washington, Sergio Amaral. “Nós podemos fazer mais em infraestrutura. Essa é uma área em que os investimentos americanos são bem-vindos”, disse ele, durante debate no centro de estudos Wilson Center, em Washington.

O desenvolvimento de projetos de infraestrutura será um dos principais focos da viagem do presidente Michel Temer, na semana que vem, a Nova York, onde ele deverá participar da Assembleia da Organização das Nações Unidas (ONU). O secretário-executivo do Programa de Parcerias em Investimentos (PPI), Moreira Franco, deverá aproveitar a viagem para apresentar novas diretrizes ao desenvolvimento de projetos e de investimentos em estradas, aeroportos e no setor de energia.

A expectativa é a de que o atual governo mostre um posicionamento mais aberto ao governo americano e às empresas para discutir a configuração dos projetos. Moreira também deverá enfatizar que os novos investimentos serão antecedidos pela concessão ambiental para a realização das obras. Com isso, será bastante reduzido o risco de os projetos serem paralisados após uma companhia vencer a licitação, o que afastou investidores internacionais de leilões no país. Na área de energia, representantes do governo deverão discutir o desenvolvimento de projetos sobre energia limpa e renovável, como de desenvolvimento de etanol de segunda geração.

Amaral avaliou que, nos últimos anos, o relacionamento entre os dois países foi contaminado por um ruído. “Foi provocado por desconfianças e por questões ideológicas. Mas nós podemos ter uma relação madura, que é aquela em que a gente pode ter um diálogo, o que não quer dizer necessariamente concordância.” Segundo ele, a relação com os EUA “sempre foi contaminada por uma ideia falsa, que ela só pode ser de adesão ou de resistência.”

O embaixador ressaltou que há uma “oportunidade única para cooperação”. De acordo com ele, há várias áreas de convergência com os EUA, como a defesa da democracia, dos direitos humanos, do meio ambiente e do comércio. Amaral observou ainda que, enquanto o Brasil vive um momento voltado à abertura comercial, os EUA e alguns países europeus enfrentam discursos políticos contrários ao livre comércio. “É uma ironia da história: na hora em que estamos prontos para vir à mesa, os nossos parceiros não estão.”

O discurso contrário aos acordos de comércio está muito forte na campanha eleitoral americana, onde os candidatos dos partidos Republicano, Donald Trump, e Democrata, Hillary Clinton, se opuseram à Parceria Transpacífica (TPP). “O que eu posso dizer é que a natureza do debate eleitoral deve ter menos influência sobre quem será eleito.” Para ele, uma vez eleito, o futuro presidente dos EUA terá que lidar com questões práticas e, nas relações com o Brasil, e há espaço para fortalecer os laços comerciais. “Acho que teremos mais maturidade na nossa relação com os EUA. Se a proposta for boa, por que não discutir e trabalhar conjuntamente?”

O embaixador vê uma oportunidade de convergência no Mercosul, pois os governos do Brasil e da Argentina estão trabalhando com ideias similares. “Nós costumávamos ir em direções opostas. Quando nos abríamos, eles se fechavam; quando eles se fechavam, nós nos abríamos. Agora, estamos na mesma direção. Talvez, seja uma oportunidade para novos acordos comerciais.”

Amaral considera que o Brasil superou o processo do impeachment e que, agora, poderá se concentrar na aprovação de reformas. Ele lembrou que Temer foi por três vezes presidente da Câmara dos Deputados e, portanto, “sabe lidar com essas negociações, o que era algo difícil para a ex-presidente Dilma Rousseff fazer”. Mas as reformas terão que ser bem explicadas à população, advertiu.

Valor Econômico – 14/09/2016

continue lendo:

Dados sugerem retomada da China neste semestre

Uma série de dados divulgados ontem mostrou que a economia da China acelerou no mês passado, diminuindo as pressões sobre Pequim por mais medidas de estímulo e dissipando os temores de uma grande desaceleração que possa tragar a economia mundial.

A produção industrial, uma medida do importante setor manufatureiro, cresceu 6,3% em agosto (anualizados), o maior aumento desde março. O crescimento das vendas no varejo passou de 10,2% em julho para 10,6% em agosto, liderado pelas vendas de automóveis, que subiram 13,1%.

As expectativas de que o banco central da China iria cortar as taxas de juros antes do fim do ano, para garantir o ímpeto do crescimento, vinham aumentando, mas os dados positivos mais recentes tornam esse afrouxamento menos provável, segundo economistas.

“Foi um conjunto forte de dados, que mostrou uma melhora ou estabilização em todos os indicadores econômicos”, afirmou Tom Rafferty, diretor da área de economia asiática da Economist Intelligence Unit. “O mercado imobiliário está se mostrando surpreendentemente resiliente, com as vendas crescendo antes do aperto previsto na política, e isso vem ajudando a dar suporte ao setor industrial e aos preços das commodities.”

Os dados divulgados ontem reforçam sinais anteriores de que as medidas de estímulo adotadas no começo do ano – incluindo a expansão recorde do crédito no primeiro semestre e o aumento dos investimentos em infraestrutura – levarão a China a alcançar a sua meta de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 6,5% a 7% no ano.

O índice oficial dos gerentes de compras da China atingiu o maior nível em dez meses, chegando aos 50,4 pontos em agostos. Os dados sobre a inflação também mostraram que a deflação dos preços ao consumidor desacelerou para 0,8% em agosto, o menor declínio anual em mais de quatro anos.

No médio prazo, a equipe econômica da China tentará guiar a economia para longe da dependência dos investimentos em capital fixo e em direção ao consumo e aos serviços. No entanto, eles aumentaram os investimentos em infraestrutura neste ano, como uma ferramenta para dar suporte ao crescimento de curto prazo.

Ao contrário dos investimentos em novas fábricas, a construção de rodovias e ferrovias não agrava o problema do excesso de capacidade de produção no setor industrial – grande ponto de atrito nas relações da China com Europa, Japão e EUA. Mas os gastos em infraestrutura ainda despertam a preocupação com o endividamento do país.

Muitos analistas acreditam que o Banco do Povo da China (o BC chinês) será forçado a cortar os juros referenciais, a taxa de depósito compulsório bancário, ou ambos neste ano para manter o ímpeto do crescimento. Mas os dados mais recentes permitirão a Pequim mudar seu foco para a desalavancagem e a contenção de bolhas imobiliárias nas grandes cidades.

“Os dados de agosto encerraram a tendência de desaceleração e mostram a volta do crescimento, de modo que esperamos um crescimento firme no terceiro trimestre em relação ao primeiro semestre”, escreveu Zhang Yiping, economista da China Merchants Securities em Pequim.

Valor Econômico – 14/09/2016

continue lendo:

‘Road show’ na Ásia, Europa e EUA já está programado

Poucos dias após a apresentação dos projetos que serão objeto de concessão à iniciativa privada, autoridades do governo vão embarcar para o exterior em busca de investidores para os projetos. A comitiva contará com o secretário-executivo do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Moreira Franco, além dos ministros Mauricio Quintella (Transportes) e Fernando Coelho Filho (Minas e Energia).

Segundo apurou o Valor, o grupo viaja para a China já no próximo sábado (17), e permanece no país asiático até o dia 21. Entre 13 e 15 de outubro haverá apresentações para investidores em Londres. Também estão programadas reuniões na Índia, entre 16 e 18 de outubro, e no Japão, entre 18 e 20 de outubro.

Algumas agendas poderão coincidir com compromissos do presidente Michel Temer. O presidente fez no início deste mês a sua primeira viagem oficial, quando participou do encontro de cúpula do G-20, na China. Temer foi acompanhado na viagem por um grupo de ministros que já começaram a prospectar investimentos para o programa de concessões de infraestrutura.

Foi nessa viagem que apareceram os investidores dispostos a concluírem a Ferrovia Oeste Leste, cujas obras estão praticamente paradas. Devido ao interesse, a obra foi incluída na relação de projetos anunciados ontem.

Além das viagens já definidas, a equipe do programa está negociando reuniões com investidores em Cingapura, San Francisco (EUA) e em Madri. Ainda não há, entretanto, definição de datas para a realização desses encontros.

Valor Econômico – 14/09/2016

continue lendo:

Itália é única potência europeia que aumentou compras do Brasil no ano

As exportações brasileiras para a Itália cresceram em volume (+38%) e em valor (+5%) na comparação entre oito meses de 2016 e igual período do ano passado. Já a receita das vendas para Alemanha, Espanha, Reino Unido e França recuou nos últimos meses.

Os dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) mostram que os embarques para os italianos renderam US$ 2,279 bilhões para o Brasil entre janeiro e agosto deste ano. Com isso, o país europeu ultrapassou a Índia e chegou à nona colocação entre os principais compradores de mercadorias brasileiras.

Por outro lado, houve quedas nas exportações para alemães (-12%, para US$ 3,178 bilhões), espanhóis (-7%, para US$ 1,874 bilhão), britânicos (-7%, para US$ 1,828 bilhão) e franceses (-3%, para US$ 1,576 bilhão).

O avanço das negociações nos setores de metalurgia, têxteis e automotores seria o principal motivo do aumento das vendas para os italianos, disse André Mitidieri, economista da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex).

“Foi uma questão de oportunidade. Quando o real perdeu força, nos primeiros meses deste ano, os empresários conseguiram ampliar as vendas nessas áreas para os italianos. E isso não aconteceu com a mesma intensidade nos outros grandes europeus.”

As informações do MDIC indicam que também houve aumento nas vendas de produtos básicos, como a soja (+447%, para US$ 186 milhões) e o petróleo, que não foi vendido em 2015 e gerou US$ 63 milhões no período analisado.

Entretanto, foram vistas quedas nas exportações dos itens que rendem maior receita para o Brasil. Os embarques de pasta química de madeira recuaram 15%, para US$ 390 milhões, e as vendas de café em grão diminuíram 23%, para US$ 278 milhões.

Na separação por fator agregado, foram registradas altas nas exportações de produtos industrializados (+1%, para US$ 1,292 bilhão) e de básicos (+10%, para US$ 969 milhões).

Já o volume dos produtos vendidos aos italianos chegou a 7,768 bilhões de quilos. Puxaram o aumento as quantidades exportadas de soja (+474%, para 494 milhões de quilos) e de minério de ferro (+43%, para 4,841 bilhões de quilos).

Segundo Mitidieri, a valorização recente do real deve diminuir a margem para redução de preços dos produtos exportados. Assim, a receita dos embarques para os italianos pode cair nos próximos meses.

Acordo para 2018

Uma saída para ampliar as negociações com os europeus seria a conclusão do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia.

Depois de quase duas décadas de reuniões, os blocos trocaram ofertas comerciais em maio deste ano. De acordo com especialista entrevistado pelo DCI, o tratado deve ser fechado em 2018.

“Chegamos bastante perto. A diferença entre o que querem os sul-americanos e o que querem os europeus é pequena. O acordo deve sair em dois anos”, apontou Edoardo Pollastri, presidente da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio, Indústria e Agricultura.

Ele afirmou que o governo italiano é “absolutamente favorável” ao avanço de acertos comerciais. “É um dos países que conduzem essas negociações na União Europeia.”

Pollastri também destacou a importância do tratado para o Brasil. “Temos grandes negociações sendo firmadas pelo mundo. Se o Brasil não fizer parte desse movimento, ficará fora de um circuito de globalização muito importante.”

Para Mitidieri, a saída do Reino Unido da União Europeia deve atrasar o fechamento da aliança entre os blocos. “Os britânicos eram os principais entusiastas dessa negociação. Agora, a oposição deve ganhar força”, disse ele.

Um dos países contrários ao acordo é a França. “Há uma grande preocupação em defender o setor agrícola local, que teria que encarar uma concorrência mais forte dos sul-americanos se um tratado de livre comércio fosse fechado”, explicou o economista.

Importações

As compras brasileiras de produtos italianos diminuíram 26% em oito meses deste ano, chegando a US$ 2,493 bilhões. “Nossa pauta de importações dos países europeus é composta por manufaturados. Com a crise, a demanda por esses produtos recuou muito”, afirmou Mitidieri.

O recorte por fator agregado mostra que 98% das importações brasileiras (US$ 2,455 bilhões) pertenceu ao grupo dos industrializados.

Os principais produtos comprados da Itália, até agosto, foram máquinas e aparelhos mecânicos (US$ 116 milhões), motores a diesel (US$ 74 milhões) e vacinas contra a meningite (US$ 41 milhões).

DCI – 14/09/2016

continue lendo:

Economia Chinesa

Produção da China e vendas no varejo sobem em agosto, com impulso do mercado imobiliário e gastos do governo.

DCI – 14/09/2016

continue lendo:

Redação On setembro - 14 - 2016
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.