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Tera-feira, 26 de Setembro de 2017






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Abimaq defende que governo priorize ajuste fiscal via corte de gastos

Por Victória Mantoan

SÃO PAULO ­ Com a aprovação do impeachment de Dilma Rousseff nesta quarta­feira pelo Senado, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) defende que a prioridade do novo governo comandado por Michel Temer deve ser o ajuste fiscal via corte de gastos.

“Não há espaço para aumento de impostos”, disse o presidente­executivo da entidade, José Velloso. Ele destacou que as empresas já estão “asfixiadas”, sem conseguir pagar suas obrigações com o Fisco.

Afirmou também que a Abimaq vai apoiar o governo federal em tudo o que ele apresentar para reduzir os gastos. “Vamos pedir apoio dos parlamentares da frente da indústria de máquinas, que tem cerca de 270 deputados federais e 16 senadores”, disse. O apoio da entidade, segundo Velloso, vale para a PEC do teto de gastos, para a aprovação da reforma previdenciária e até da reforma trabalhista que tem sido sinalizada.

“Isso vai abrir espaço para a redução da taxa de juros, que é o maior concorrente da retomada de crescimento do país”, afirmou. A avaliação é que o otimismo está voltando. A Abimaq agora projeta que o setor de máquinas vai fechar o ano com uma queda de 20% no faturamento líquido, variação melhor que os 29% de redução no acumulado do ano até julho.

Valor Econômico – 01/09/2016

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Legislação obriga fabricação de máquinas menos poluentes

Novos motores podem gerar uma redução de pelo menos 80% na emissão de poluentes A partir de janeiro de 2017 a indústria de máquinas agrícolas vai precisar se adaptar as normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e fabricar motores menos poluentes. Os novos motores podem gerar uma redução de pelo menos 80% na emissão de poluentes. A determinação vai gerar mais custos para as fábricas e também para os produtores rurais. A resolução é de 2011, mas só agora vai ser aplicada às máquinas para o campo.

A mudança faz parte do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve). O programa chamado MAR-1, uma sigla para Máquinas Agrícolas Rodoviárias, fase 1, estabelece diretrizes, prazos e padrões legais de emissão pelos motores. Os Estados Unidos e a Europa já fazem isso. Agora, o Brasil vai precisar atender a legislação.

Uma das exigências é do motor eletrônico. Nenhuma máquina, acima de 100 cavalos, vai poder sair da fábrica sem esta tecnologia.

“A injeção eletrônica, assim como na indústria de carros, comanda toda a parte de injeção de combustível, fazendo com que esta injeção seja muito mais otimizada, muito mais precisa do que num sistema mecânico”, explica o diretor da Diretor Agco Power, Ricardo Huhala.

Para atender a legislação, a indústria vai ter que investir mais. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) calcula um aumento de 1,5 até 3% no custo de produção.
“O repasse para o agricultor vai depender muito da estratégia de casa fabricante”, diz o presidente da CSMIA, da ABIMAQ, Pedro Estevão Bastos.

A Agco Para a América do Sul, líder no segmento, está se preparando pra colocar os novos motores no mercado. A empresa fabrica motores e outros equipamentos para as cinco principais marcas do mercado mundial. A tecnologia já é conhecida pela indústria, mas até as novas máquinas chegarem ao mercado, tem um bom trabalho a ser feito ainda.

“Iniciamos há seis meses um treinamento e estamos deixando bem claro qual a mudança na tecnologia. Além de explicar como tem que ser feito o diagnóstico, manutenção, reparo para atender melhor nosso cliente”, conta o diretor de marketing da empresa, Alfredo Jobke.

Depois de implantado todo o processo de mudança para os motores acima de 100 cavalos, as normas passam a valer também para os menores. A partir de 2019 toda a frota nacional só sai de fábrica com motores digamos, ambientalmente corretos.

Fonte: Canal Rural

Redação On setembro - 1 - 2016
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