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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017






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Campanha da Apex tenta reerguer imagem do Brasil no exterior

A agência brasileira de promoção de exportações e investimentos (Apex-Brasil) aproveitou a cerimônia de encerramento da Olimpíada do Rio, neste domingo (21), para lançar a nova campanha de imagem do Brasil no exterior.

Com o mote “Be Brasil”, que será parte da cerimônia, a campanha quer reforçar a credibilidade do país em meio à possibilidade de uma retomada econômica, falando da sustentabilidade do agronegócio brasileiro e da qualidade dos produtos.

A estratégia faz parte da “nova Apex” anunciada pelo chanceler José Serra. A agência deixou de ser subordinada ao Ministério do Desenvolvimento e agora está sob o guarda-chuva do Itamaraty, presidida pelo embaixador Roberto Jaguaribe.

A Apex vai desembolsar R$ 30 milhões de patrocínio para as Paraolimpíadas e para o encerramento da Olimpíada. A ideia original era participar dos jogos desde o início, mas a negociação foi complexa por causa das restrições de uso de marcas. Por fim, com a necessidade de reforço no financiamento da Paraolimpíada —o comitê da Rio 2016 anunciou que não tinha todos os recursos necessários— foi possível chegar a um pacote.

“Houve deficiências no financiamento para os jogos e negociações de última hora”, explicou à Folha o embaixador Roberto Jaguaribe, presidente da Apex.

Segundo Jaguaribe, os jogos olímpicos se deram em uma conjuntura política e econômica muito negativa. “O fato de terem sido bem sucedidos agregam para a imagem que queremos passar do Brasil, de resiliência e maturidade”, diz. Ele afirma que, nos últimos 4 ou 5 anos, a credibilidade do país, inclusive a macroeconômica, foi muito prejudicada. “Estamos começando a sair de uma recessão e queremos reforçar a ideia de credibilidade, de que o Brasil entrega os produtos, que são de qualidade.”

Ao assumir, Serra anunciou que a Apex, que tem orçamento de R$ 590 milhões, não iria mais anunciar em camarote de cerveja ou levar empresário para participar de qualquer feira no exterior.

Jaguaribe afirmou que o novo foco será fornecimento de inteligência comercial.

“Apex vai focar cada vez mais em inteligência comercial, detectar demanda e oportunidade, e não em patrocínio de coisas óbvias.”

A agência também estará na linha de frente dos road shows das concessões de infraestrutura, em que o governo aposta para reduzir o déficit do orçamento.

SUAS CONTAS

Em vez de privilegiar setores com menos condições de se expandirem no exterior, vão apostar em algumas áreas que já têm bastante força, como agronegócio e montadoras, diferentemente do governo Lula-Dilma. “O agronegócio é a área que tem a maior possibilidade de expansão no curto prazo”, justifica Jaguaribe.

Um dos objetivos da campanha BeBrasil é corrigir as distorções da imagem do agronegócio brasileiro, visto no exterior como predatório e desmatador. “Brasil de longe é o produtor agrícola de maior sustentabilidade, mas os europeus passam o tempo todo propagando a ideia de que a agricultura brasileira é destrutiva”, diz Jaguaribe.

Abinee/Folha de S.Paulo – 22/08/2016

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‘Gurus’ americanos ainda evitam investimento direto no Brasil

O Brasil voltou ao radar dos investidores internacionais, mas ainda não passou a fazer parte diretamente das carteiras dos mais conhecidos investidores de Wall Street, como os bilionários George Soros, Warren Buffet, Carl Icahn, David Einhorn e Bill Ackman. Estes gestores têm preferido comprar ações de empresas de países como China e Argentina ou ter exposição indireta ao Brasil, por meio de companhias que investem no País, conforme documentos enviados na semana passada à Securities and Exchange Commission (SEC), que regula o mercado de capitais dos EUA.

Soros, que tem carteira de US$ 5 bilhões, já teve ações da Petrobrás, mas preferiu agora investir na Argentina e resolveu aplicar na Pampa Energia, maior companhia elétrica do país vizinho. Além disso, ele aplica em empresas chinesas. No Brasil, Soros tem exposição por meio de papéis da Adecoagro, empresa com sede em Luxemburgo que investe em fazendas na América do Sul e na produção de açúcar e etanol no Mato Grosso.

Buffett, com aplicações avaliadas em US$ 130 bilhões e parceiro do bilionário Jorge Paulo Lemann em vários investimentos, como a compra do Burger King, só tem em sua carteira exposição indireta no Brasil, por meio de aplicações em multinacionais como Coca-Cola e General Motors, além da Kraft Heinz, companhia de alimentos que adquiriu em conjunto com Lemann.

As informações da SEC se referem ao segundo trimestre. Os investidores dos Estados Unidos são obrigados a enviar a cada fim de trimestre dados à SEC mostrando os papéis de suas carteiras. Quando divulgados, os documentos são avaliados por analistas de investimento, em busca de informações sobre onde gurus como Soros, Icahn e Ackman estão aplicando.

No caso brasileiro, muitos deles têm preferido uma exposição indireta. Ackman, com carteira avaliada em US$ 7 bilhões, tem papéis da Restaurant Brands International, empresa com sede no Canadá que controla o Burger King. Soros também está exposto ao Brasil por meio de papéis de multinacionais, como a fabricante de bebidas Anheuser-Busch InBev.

Nos emergentes, a China é o mercado preferido dos grandes investidores. Vários deles têm ações de companhias do país asiático, como Vipshop, JD e China Biologics.

Fundo do poço. Para analistas que acompanham o Brasil em Nova York, a recessão brasileira, o caos político no País e o escândalo de corrupção na Petrobrás afastaram investidores estrangeiros de ativos brasileiros, que agora começaram a voltar com a promessa de reformas pelo presidente em exercício Michel Temer.

“Após dois anos de recessão profunda, os fundamentos econômicos do Brasil estão mostrando sinais de que o País está saindo do fundo do poço”, diz a estrategista da BlackRock, maior gestora do mundo, Heidi Richardson, em relatório. Ela pondera, porém, que a vulnerabilidade persiste.

“O afastamento definitivo de Dilma Rousseff provavelmente deve desencadear a aceleração de reformas necessárias no Brasil”, diz Heidi. Neste cenário, os ativos brasileiros podem seguir atraindo investidores e apresentando melhora nesta segunda metade de 2016. O Bank of America Merrill Lynch prevê que o País pode atrair nova rodada de recursos com a saída de Dilma.

Para o analista da Janus Capital, gestora que administra US$ 180 bilhões em recursos, Dan Raghoonundon, já ocorreu uma mudança de percepção entre os investidores internacionais sobre o Brasil. Com isso, mais nomes de Wall Street devem passar a olhar o País mais de perto.

Uma das exceções entre os investidores de Wall Street é Jim Simons. Com carteira de US$ 52 bilhões, ele resolveu apostar em Brasil. No fim do segundo trimestre, tinha ações de empresas como BRF, Vale e Ultrapar.

Abinee/O Estado de S.Paulo – 22/08/2016

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Rejeição à Parceria Transpacífico ameaça credibilidade dos EUA na Ásia

O problemático acordo comercial da região do Pacífico, defendido pelo presidente Barack Obama como uma forma de combater o excesso de influência da China na Ásia, pode se tornar um fracasso da política externa americana na região.

As autoridades dos Estados Unidos vêm há anos promovendo a Parceria Transpacífico (TPP, na sigla em inglês) como essencial para a alocação de forças militares e outros recursos dos EUA na Ásia. Agora, com as resistências ao acordo crescendo tanto no partido do governo quanto na oposição, as chances de a TPP ser ratificada no Congresso americano parecem remotas.

Um fracasso a esta altura, dizem analistas, iria comprometer a credibilidade dos EUA em áreas que vão do comércio até o comprometimento do país com uma região que ele apoia desde a Segunda Guerra Mundial.

“Pela simples razão de os EUA terem investido tanto nele, o acordo adquiriu um certo valor totalitário que vai bem além de seu mérito econômico”, diz Euan Ghaham, ex-autoridade de relações exteriores do Reino Unido que estuda segurança regional no Instituto Lowy para Políticas Internacionais, em Sydney. “Deixar os parceiros asiáticos a ver navios seria desastroso para a liderança americana na região.”

O governo Obama continua alimentando esperanças de aprovar a TPP. Em uma votação, “vamos ou cimentar nossa liderança na região ou entregar as chaves do castelo para a China”, diz Mike Froman, representante de Comércio Exterior dos EUA. Mas esse argumento não ajudou a solidificar o apoio no Congresso, onde o pacto encontra oposição entre a maioria dos legisladores do Partido Democrata, de Obama, e vem perdendo apoio de importantes representantes republicanos que defenderam a TPP e outros acordos comerciais durante anos. Além disso, os dois candidatos à presidência também têm atacado o tratado. Na semana passada, o senador republicano Pat Toomey, ex-presidente do Club for Growth, um grupo que defende a economia de livre mercado, manifestou-se contra a TPP numa tentativa de atrair os votos da classe trabalhadora nas eleições para o Senado, que também se realizam em novembro.

Ao mesmo tempo, a candidata democrata à presidência, Hillary Clinton, está sob crescente pressão da ala esquerdista de seu partido para refutar definitivamente a TPP, que ela apoiou quando era secretária de Estado de Obama. Ela diz se opor ao tratado em sua forma atual.

A estratégia americana de priorizar a Ásia, lançada em 2011, foi fruto da preocupação com os esforços da China para transformar poder econômico em poder de fato numa região de importância crescente. As tensões têm crescido na Ásia onde a China vem desafiando o domínio militar dos EUA ao reivindicar ilhas no Mar da China Meridional e protestar contra sistemas antimíssil dos EUA na Coreia do Sul.

O acordo proposto para a TPP, finalizado em 2015, iria cortar ou reduzir cerca de18 mil tarifas de um grupo de 12 países do Pacífico nas Américas, Ásia e Oceania – uma área responsável por 40% da economia global.

A China, que não faz parte da TPP, está negociando um pacto separado para a Ásia que exclui os EUA. A China também está prometendo mais empréstimos regionais através de um novo banco e de um fundo estatal de US$ 40 bilhões, chamado de Silk Road (Caminho da Seda).

Muitos especialistas em comércio dizem que o governo Obama exagera ao definir o tratado como vital para decidir se os EUA ou a China vão escrever as regras do comércio mundial. O acordo apoiado pela China não cria nenhuma nova estrutura comercial, sendo apenas uma iniciativa convencional de corte de tarifas menos ambiciosa que a TPP. Os dois pactos também não excluem um ao outro. A intenção dos países asiáticos sempre foi de se unir aos dois.

Mas imbuir a TPP de implicações geopolíticas elevou as apostas. “Para os amigos e parceiros dos EUA, ratificar [o acordo] é um teste decisivo para a credibilidade e seriedade de intenções” do país, disse o primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien Loong, durante visita à Casa Branca neste mês.

É verdade que os EUA já estão profundamente integrados à Ásia através de uma forte relação de comércio com a China e outras economias, e também possuem tratados de defesa com países como Japão, Coreia do Sul e Filipinas. Esses laços americanos com a Ásia não devem mudar seja qual for o destino da TPP, dizem muitos especialistas.

Mas é menos provável que os líderes da Ásia que gastaram capital político para apoiar a TPP voltem a fazê-lo se o acordo fracassar, dizem especialistas. Pequenos países que vivem equilibrando suas relações com a China e os EUA podem duvidar dos EUA no futuro e se alinhar com Pequim.

Obama convenceu os países a fazer coisas como parte de um esforço para “mostrar que podemos fazer frente à China de certa forma”, diz Yukon Huang, ex-diretor para a China do Banco Mundial e associado sênior do grupo de estudos Carnagie Endowment for International Peace, que defende a cooperação internacional. Esses países se tornarão mais céticos se a TPP não for aprovada, diz ele.

O Vietnã é um bom exemplo, considerado o grande beneficiado do acordo, com um impulso estimado de 11% em sua economia até 2025. Quarenta anos depois de se enfrentarem em uma guerra, os EUA e o Vietnã estão se aproximando em meio a preocupações comuns com a expansão chinesa no Mar da China Meridional, região que o Vietnã também reivindica. Neste ano, os EUA levantaram um embargo para venda de armas letais ao Vietnã. O país comunista obteve isenções especiais para se unir ao pacto.

“Ainda esperamos que Obama possa ratificar o acordo nos seus últimos meses de governo”, diz Luong Van Tu, ex-vice-ministro do Comércio Exterior do Vietnã.

Mas ninguém tem mais a perder que o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, o aliado mais próximo dos EUA na região. O líder tornou o pacto essencial para suas estratégias domésticas e estrangeiras – e enfrentou oposição significativa do poderoso lobby agrícola japonês e outros interesses locais.

O plano de Abe, conhecido como “Abeconomia”,para tirar a economia japonesa de seu longo marasmo apoia-se na TPP como motor de expansão e reforma. No cenário internacional, o acordo também é central para a estratégia mais ampla de Abe de conter a China organizando os países do leste asiático sob a influência econômica dos EUA.

Se a TPP fracassar, “haverá um impacto muito negativo do ponto de vista de segurança econômica”, diz Yorizumi Watanabe, professor da Universidade Keio, em Tóquio.

Abinee/Valor Econômico – 22/08/2016

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Fed está próximo de atingir metas, diz Fischer

O Federal Reserve (Fed, Banco Central americano), está perto de bater suas metas de pleno emprego e de 2% de inflação, afirmou ontem o vice-presidente do Fed, Stanley Fischer. No entanto, a autoridade não informou quando o banco deve elevar os juros, o que vem sendo aguardado pelo mercado.

O Fed tem sugerido que poderá aumentar as taxas ainda este ano, uma vez que apertou a política monetária em dezembro pela primeira vez em quase uma década, mas os investidores têm dúvidas de que o banco central siga essa orientação. Fischer fez uma avaliação geral otimista da força atual da economia, dizendo que o mercado de trabalho está perto do pleno emprego e ainda melhorando.

— Estamos perto de nossas metas — afirmou o vice-presidente em comentários preparados para uma conferência em Aspen, no Colorado.

A fala de Fischer precede o discurso da presidente do Fed, Janet Yellen, agendado para sexta-feira e rodeado de expectativas sobre direção dos juros.

O vice-presidente do Fed, que afirmou no passado que o banco deve ter cautela na subida dos juros, não apresentou tal argumento ontem. Ainda assim, seus comentários não foram inconsistentes com esse tipo de visão. Ele disse que o ritmo de crescimento do emprego deste ano, mais lento do que no ano passado, é “mais do que suficiente” para que as condições do mercado de trabalho continuem melhorando.

— O comportamento do emprego tem sido notavelmente resiliente — avaliou Fischer.

Abinee/O Globo – 22/08/2016

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Estatais fazem demissões maciças em setores básicos

As gigantes companhias industriais estatais da China estão demitindo dezenas de milhares de funcionários em todo o país, como parte de uma campanha determinada pelo governo para cortar o excesso de oferta de insumos, como aço e carvão.

A siderúrgica Shougang Group vai demitir aproximadamente 16 mil funcionários, cerca de 20% de sua força de trabalho, até o fim do ano. Ela começou oferecendo pacotes de aposentadoria antecipada em unidades importantes de Hebei e outras províncias. A companhia cortou a produção de aço bruto em 10% em 2015 e pretende fazer outro grande corte este ano. A última vez que promoveu um corte tão dramático no número de funcionários foi no fim da década de 90, quando foi afetada pela desaceleração econômica global provocada pela crise cambial asiática.

O excesso de oferta vem prejudicando o mercado siderúrgico chinês. A Shougang teve um prejuízo em 2015 e seus concorrentes também estão tendo problemas. A Wuhan Iron Steel pretende demitir mais de 10 mil trabalhadores, uma vez que suas unidades continuam reduzindo a produção.

O setor de energia da China está experimentando tendência parecida, pois os lucros fracos estão forçando as empresas a paralisar operações e liquidar subsidiárias. A Daqing Oilfield, controlada pela gigante estatal China National Petroleum Corp (CNPC), poderá demitir 20% dos funcionários, ou 50 mil pessoas. A mineradora de carvão Heilongjiang Longmay Mining Holding Group também vai cortar milhares de empregos.

A causa do excesso de capacidade da indústria pesada da China remonta a um pacote de estímulo de 4 trilhões de yuans (US$ 602 bilhões em valores atuais) que o governo implementou após a crise financeira mundial de 2008. Muitas companhias aproveitaram o programa e elevaram investimentos, o que resultou numa capacidade de produção entre 30% e 40% acima da demanda do mercado em muitos setores. A desaceleração recente da economia da China agravou o excesso de oferta, sobretudo em setores como carvão e siderurgia.

Em meio a críticas globais de que o excesso de oferta chinês vem prejudicando as condições de mercado no mundo todo, o presidente Xi Jinping está sendo mais enfático nos ajustes estruturais em setores com problemas. No centro de seus esforços estão reformas no lado da oferta – campanha liderada pelo Estado para o fechamento de fábricas ultrapassadas e eliminação do excesso de capacidade.

As companhias estatais, que antes priorizavam o emprego, estão agora passando por grandes processos de demissões dentro da campanha de Xi. A queda na produção vem levando à concessão de mais licenças, redução das horas de trabalho e corte salarial. Funcionários da principal unidade de carvão da Heilongjiang ganham 1.000 yuans por mês, um décimo ou menos do que recebiam no pico das remunerações. Pior é o aumento do número de trabalhadores que nem estão recebendo salários.

Ainda não está claro o tamanho do impacto negativo dessas mudanças estruturais. As estatais serão forçadas a abrir mão de mais funcionários se o governo dobrar suas reformas no lado da oferta.

Pequim estima que 1,8 milhão de pessoas poderão perder o emprego só nos setores de carvão e siderurgia. Protestos contra as demissões e cortes nos salários agora ocorrem com frequência, aumentando os temores de instabilidade social e uma maior frustração com o estilo de liderança do governo.

Abinee/Valor Econômico – 22/08/2016

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Investidor volta a mirar juro alto de emergentes

Os mercados emergentes estão sendo inundados com dinheiro em um ritmo recorde, conforme as taxas de juros negativas no mundo desenvolvido levam investidores a buscar ativos mais arriscados em um comportamento que foi qualificado por um operador como “febre de compra”.

A aplicação em fundos de ações de mercados emergentes atingiu, na última semana, o maior nível em 58 semanas.

Economistas afirmam que os níveis sem precedente de afrouxamento monetário no Reino Unido, no Japão e na Europa fizeram investidores ignorarem os riscos de colocar dinheiro em economias menos estáveis.

Nos emergentes, fundos de ações registraram entradas de US$ 5,1 bilhões na semana encerrada em 17 de agosto, a sétima seguida de entradas, de acordo com dados da consultoria americana EPFR.

Nas mesmas sete semanas, um recorde de US$ 20 bilhões foi investido em títulos de mercados emergentes, com investidores retirando dinheiro dos bônus dos Estados Unidos e da Europa e colocando em ativos mais arriscados.

A expectativa de que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) vai manter sua política monetária causou a desvalorização do dólar e o aumento dos preços de petróleo, enquanto a decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia e o corte de juros e compra de títulos por parte do Banco da Inglaterra deram impulso maior aos ativos emergentes.

Abinee/Folha de S.Paulo – 22/08/2016

Redação On agosto - 22 - 2016
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