Sindicato Nacional da Indústria de
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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017






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MP abre inquérito para investigar benefícios fiscais à siderúrgica na Zona Oeste

Segundo o órgão, o estado teria beneficiado a Thyssenkrupp CSA com isenção de ICMS, enquanto o município abriu mão de ISS

A renúncia fiscal concedida pelos governos do Estado e município do Rio de Janeiro à siderúrgica Thyssenkrupp CSA, localizada na zona oeste da cidade, é alvo de inquérito civil do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). Serão investigadas possíveis irregularidades na concessão de benefícios à empresa, além de suposta “negligência na arrecadação de tributo e na conservação de patrimônio público” por parte das administrações públicas.

Em comunicado oficial, o MPRJ informa que o inquérito foi instaurado a partir de representação do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema), que questiona o financiamento concedido pelo Estado por meio do Fundo de Desenvolvimento Econômico e Social (Fundes). O governo estadual ainda teria beneficiado a empresa com isenção de ICMS, enquanto o município abriu mão de ISS, segundo o MPRJ.

Na representação, o Gaema ressalta que a TKCSA, até hoje, não obteve licença ambiental para operar, o que seria um requisito para ter acesso aos recursos do Fundes.

O inquérito ainda destaca a crise financeira do Estado, em parte provocada pela queda da arrecadação. “Não se tem notícia de que a administração pública tenha observado a Lei de Responsabilidade Fiscal quando da concessão das isenções tributárias à TKCSA”, afirma o documento. (Estadão Conteúdo)

Fonte: O Dia

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Excesso e escassez levam metais à maior divergência em 2 anos

Marcelo Villela

Os mercados de metais ficaram famosos nos últimos anos por um aspecto: grandes prejuízos. Agora isso está começando a mudar. Após mover-se em sintonia com a demanda chinesa — subindo nos anos de boom e caindo quando o crescimento perdeu força –, os preços dos metais agora percorrem caminhos separados, tudo por uma questão de oferta. O zinco, o níquel e o estanho subiram devido à escassez e a oferta excedente limita o cobre, o chumbo e o alumínio.

Isso criou a maior divergência entre os preços dos metais desde 2014, segundo estudo de Xiao Fu, chefe de estratégia de commodities da BOCI Global Commodities (U.K.), que examinou as correlações entre diferentes metais. ”Não há visão uniforme dentro do espaço dos metais”, disse Robin Bhar, analista do Société Générale em Londres, por telefone. “Eu vejo alguns sinais encorajadores para a esfera das commodities, mas ainda é preciso ser cuidadoso”.

Em 2015, a desaceleração da economia da China foi o catalisador dos mercados de metais e a preocupação em relação ao enfraquecimento da demanda por commodities fez os preços entrarem em colapso. O movimento foi uniforme, em grande parte: quatro dos seis metais negociados em Londres caíram cerca de 20 por cento.

Agora, o crescimento lento da China foi em grande parte precificado, por isso as mudanças na oferta estão tendo um efeito maior e provocando movimentos diferentes entre os metais. Por exemplo, o zinco acumula alta de 40 % em 2016, o níquel, de 17%, e o cobre, de 1,8%. (Bloomberg)

Fonte: Mining.com

Redação On agosto - 18 - 2016
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