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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017






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PIB de até 1,6% no orçamento de 2017

O governo vai revisar a projeção de crescimento da economia para 2017 do atual 1,2% para até 1,6%. O número deve constar do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias, que será enviado ao Congresso até o fim do mês. Segundo o secretário de Acompanhamento Econômico da Fazenda, Mansueto Almeida, a nova projeção será fechada esta semana:

— Vai ser algo entre 1,1% e 1,6%. Não mais do que isso.

A maior atividade econômica deve incrementar a arrecadação, mas não o bastante para atingir os R$ 55,4 bilhões em receitas de que o governo precisa para cumprir o déficit primário de R$ 139 bilhões em 2017.

Mansueto afirmou ainda, em audiência no Senado, que não é possível fazer um ajuste fiscal em menos de dois anos porque o governo, por não funcionar como uma empresa privada, não pode cortar gastos radical e rapidamente.

Abinee/O Globo – 17/08/2016

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Indicador da economia avança

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil subiu 1,9% em julho ante junho de 2016, para 97,8 pontos, divulgaram, ontem, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e o Conference Board.

Este é o sexto mês consecutivo de avanço no indicador, após aumentos de 2,8% em maio e de 1,9% em junho, na margem. Dos oito componentes, quatro contribuíram positivamente para o índice em julho último: os Índices de Expectativas das Sondagens da Indústria, de Serviços e do Consumidor; e o Índice de Ações Ibovespa.

“Ainda que esta melhora deva ser considerada uma condição necessária para a reversão econômica, fundamentos importantes ainda não apresentam desempenho semelhante no período”, disse o economista do Ibre Paulo Picchetti.

Já o Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE), que mede as condições atuais, ficou estável, mantendo a marca de 98,1 pontos em julho.

Abinee/DCI – 17/08/2016

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Ajuste fiscal demorará entre um e dois anos

O secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, declarou, ontem, que não é possível fazer um ajuste fiscal rapidamente, “em um ou dois anos”.

Para ele, a velocidade do ajuste é uma decisão política, e depende de deputados e senadores. “Ajuste fiscal é, por natureza, um ajuste político”, disse, em apresentação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

Mansueto avalia que passar de déficit fiscal para um superávit em um, dois anos, é impossível. “Não conheço nenhum país do mundo que tenha feito ajuste fiscal de dois pontos do PIB em um, dois anos”, disse.

O secretário ressaltou que a despesa no Brasil é elevada. No ano passado, o gasto público do País foi de 43% do PIB, quando a média dos emergentes é de 31,5% do PIB. “Dado que o Brasil tem gasto elevado, a carga tributária do Brasil também é acima da media dos países emergentes. Isso é uma decisão política. Para sustentar o gasto, precisamos de carga tributária alta”, afirmou. Segundo ele, a carga tributária do Brasil está em 33% do PIB.

Em um desenho sobre o cenário econômico, o secretário afirmou que o déficit nominal no Brasil está em 10% do PIB. Ele disse ainda que o gasto com Previdência no Brasil é uma “anomalia”. Segundo ele, se o Congresso não fizer a reforma previdenciária, será preciso aumentar a carga tributária em 10 pontos do PIB para evitar que déficit no setor cresça mais.

Abinee/DCI – 17/08/2016

Redação On agosto - 17 - 2016
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