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Sbado, 18 de Novembro de 2017






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Para analistas, alta de impostos é necessária no curto prazo

Economistas acreditam que, pelo menos no curto prazo, o aumento de impostos pode ser uma solução para a equipe econômica entregar as metas fiscais prometidas.

Nas projeções da economista e sócia da Tendências Consultoria Integrada, Alessandra Ribeiro, o quadro é muito difícil para que o governo não eleve impostos. Ela acredita que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, deverá anunciar o aumento da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide, o imposto do combustível) em setembro, após a confirmação do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.

“Se o governo anunciar a Cide em setembro, ela já passaria a valer entre novembro e dezembro e, em 2017, o governo teria a arrecadação total”, disse.

No cenário da Tendências, o governo deve aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita os gastos públicos e ter uma receita adicional de R$ 57 bilhões por ano – nesse montante, estão a arrecadação proveniente da Cide e outros tributos, receitas extraordinárias de privatização e concessão, e repatriação de recursos. “Com a nossa estimativa de crescimento para 2017, 2018 e 2019, o resultado primário só volta a ser positivo em 2019”, afirma Alessandra. “É muito difícil que o governo não precise aumentar impostos.”

O economista Bernard Appy, diretor do Centro de Cidadania Fiscal e ex-secretário Executivo do Ministério da Fazenda, acredita que o debate das contas públicas precisa caminhar para o longo prazo. “No curto prazo, talvez seja necessário ter algum aumento de imposto. O ideal é que ele fosse temporário”, diz Appy. “O fundamental, no entanto, seria o governo abrir as projeções de longo prazo para as contas públicas de forma a deixar claro se é possível fazer o ajuste sem aumento de imposto ou não.”

Abinee/O Estado de S.Paulo – 16/08/2016

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BNDES vai mudar política de investimento

Dias após divulgar prejuízo de R$ 2,2 bilhões no primeiro semestre, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já analisa mudanças em suas políticas de investimento e financiamento. Nesta segunda-feira, 15, a presidente do banco, Maria Silvia Bastos Marques, atribuiu o resultado negativo à administração passada e revelou que a diretoria se reunirá esta semana para avaliar as novas condições de crédito.

“Já houve mudança para o leilão de transmissão. Em breve, anunciaremos as novas condições de financiamento do banco para todos os setores”, disse. Para a concorrência de 2 de setembro, foram garantidas taxas e prazos menores que as do mercado para 50% dos projetos, em vez de 70%, como nos leilões anteriores.

A reestruturação inclui o BNDESPar, braço de participações acionárias. Parte do prejuízo do semestre foi provocado pela desvalorização das ações de companhias nas quais é sócia. O banco se antecipou a perdas futuras, por prever que não vai alcançar o retorno projetado em alguns investimentos, e registrou baixa contábil de R$ 5,15 bilhões.

“A carteira do BNDESPar precisa ser renovada, porque é uma fonte importante de investimentos, de financiamentos e, portanto, de aporte em novas empresas e em novos projetos”, disse Maria Silva, sem antecipar detalhes das mudanças.

O banco também quer acompanhar mais de perto a condução das companhias nas quais investe. Conselheiros de administração independentes, de perfil técnico, serão seus representantes. Além das atribuições esperadas de um conselheiro, eles defenderão os interesses do BNDES, segundo a diretora de Administração e Recursos Humanos e Mercado de Capitais do banco, Eliane Lustosa, após participar de seminário.

“Estamos atuando, dentro dos investimentos que já temos, tendo uma postura mais ativa com os nossos conselheiros, que devem ser conselheiros independentes. A gente acha que esse é um instrumento importante para melhorar o mercado de capitais como um todo. E isso já está acontecendo”, disse.
O primeiro passo foi dado na operadora de telefonia Oi, que, em recuperação judicial, contribuiu para o prejuízo do banco. Ricardo Reisen foi nomeado conselheiro pelo banco na semana passada e permanecerá no cargo até 2018. “O que a gente sugeriu é que a Oi, como outras empresas, deveria ter conselheiros independentes em geral. No caso específico da Oi, nós indicamos um e a companhia escolheu outro”, lembrou Eliane, referindo-se a Marcos Duarte, que ocupou vaga na própria operadora.

O BNDES também quer se aproximar dos governos estaduais e retomar o papel que exercia na década de 90, durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. No mês que vem, técnicos iniciarão uma agenda de visitas a governadores para colocar o banco à disposição, caso acatem a convocação do presidente em exercício Michel Temer de atrair a iniciativa privada para comandar segmentos hoje ocupados por estatais.

“Serão 27 road shows (apresentações), para mostrar aos governadores o que o banco pode apoiar em um programa de parceria público-privada. Pode apoiar desde o estudo técnico, na contratação, fazendo a modelagem, até a contratação final, depois do leilão (de concessão)”, disse Maria Silvia.

Abinee/O Estado de S.Paulo – 16/08/2016

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Mercado é incapaz de perceber limites da política, diz Mendonça

O ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros considera “excelente” a gestão de Henrique Meirelles à frente da Fazenda, criticando a visão de parte do mercado, que vê lentidão da equipe econômica em apresentar medidas fiscais mais duras e aponta derrotas do governo em votações no Congresso, como na renegociação das dívidas dos Estados. “As pessoas esquecem que essa é uma transição complexa, que não ocorre a todo momento”, afirma ele, classificando como “ridícula” a incapacidade do mercado de perceber os limites impostos pela política.

Mendonça de Barros diz que o país passa por uma situação incomum. “Nós vivemos o fim de uma hegemonia de 13, 14 anos, uma hegemonia política com uma marca muito sólida e ideológica, de querer transformar realmente a sociedade e mais especificamente a economia”. O mercado, porém, age como se houvesse uma “transição normal, como se tivesse havido uma eleição”. É algo bem diferente do que vive o país, destaca ele.

“Acho que Meirelles tem capacidade de entender essas circunstâncias”, diz o ex-ministro das Comunicações e ex-presidente do BNDES no governo Fernando Henrique Cardoso. “Mas o mercado fica cobrando coisas impossíveis de serem realizadas no curto prazo. Há um timing político que é diferente do [timing do] mercado.”

Para Mendonça de Barros, Meirelles está indo muito bem nos primeiros meses à frente do cargo. “Ele conseguiu devolver credibilidade para a política econômica, escolheu um presidente do BC [Ilan Goldfajn] que também trouxe essa credibilidade para o BC e fez um diagnóstico absolutamente correto do que vem pela frente”, diz ele, elogiando também os integrantes que o ministro levou para a Fazenda, como a secretária do Tesouro, Ana Paula Vescovi, e o secretário de Acompanhamento Econômico, Mansueto Almeida.

Mas não foi uma derrota de Meirelles o fato de a Câmara dos Deputados não ter incluído a proibição de aumentos acima da inflação para funcionalismo por dois anos, no projeto de renegociação das dívidas dos Estados? “Mande esses caras irem lá no governo fazer as coisas, para eles verem se é derrota ou não é derrota”, responde Mendonça de Barros. “No governo, você vai sempre para o second best [a segunda melhor opção]. Não existe, pelo menos na condição política que nós temos hoje, a possibilidade de você ir para a cabeça, para aquilo que seria o ideal.”

Segundo ele, o mesmo deverá ocorrer com as discussões sobre a reforma da Previdência e a reforma trabalhista. “Nós estamos num período meio caótico. É sempre assim quando uma hegemonia política de muito tempo acaba. Vira uma confusão.”

Para Mendonça de Barros, seria importante a Câmara ter aprovado a proibição de aumentos reais para o funcionalismo estadual, mas é necessário entender as circunstâncias políticas atuais. “O que o deputado deve estar falando é o seguinte – Por que eu vou me queimar no meu Estado e deixar o governador inclusive falar mal disso?”, afirma ele, ressaltando que o Congresso continua o mesmo.

Ele avalia que a decisão não chega a comprometer o ajuste fiscal, que deverá ocorrer ao longo do tempo. “Para aqueles que achavam que já no ano que vem haveria regras novas, duríssimas, é uma derrota. Mas é uma derrota que nunca foi possível de ser vitória”, diz Mendonça de Barros, hoje presidente do conselho da Foton Brasil, que fabrica caminhões.

“O mercado financeiro é de um ridículo nessa incapacidade de perceber os limites que a política coloca”, critica ele, que tem longa experiência no mercado. “Nós já mudamos. Só o fato de não ter mais o PT, o [Guido] Mantega [ex-ministro da Fazenda], a nova matriz econômica, já é uma mudança extraordinária. Mas não adianta. O governo Temer é um governo de transição.”

Mendonça de Barros diz que o projeto que limita os gastos da União terá que se tornar viável longo de vários anos. “É um processo que vai começar no governo Temer e só se consolidará com o próximo presidente”, afirma ele, destacando que a opinião pública não tem uma visão clara dos problemas – terá que ser “catequizada” nos próximos anos sobre a necessidade de reformas mais amplas.

“Será necessário construir uma agenda agora. Isso vai levar tempo, vai levar quatro, cinco, seis anos”, acredita Mendonça de Barros. “O que se precisa dizer é que há agora uma gestão fiscal que, dentro dos limites estabelecidos, inverte pelo menos aquela tendência explosiva de crescimento [dos gastos].”

Mendonça de Barros enfatiza outro ponto que, para ele, ajudará bastante o governo Temer: a recuperação cíclica da economia, que já estaria contratada. Depois da forte queda da atividade econômica desde 2014, ele nota que já há sinais de melhora, como no caso da trajetória da indústria. Para o ex-ministro, é possível que o país cresça mais de 2% no ano que vem e 3,5% a 4% em 2018.

Ele ressalta também que muito do déficit público atual é conjuntural, resultado da recessão. “Há um ciclo na economia que você não consegue afetar diretamente. Não adianta querer agora aumentar imposto ou reduzir despesa – e, primeiro, reduzir despesa no contexto legal que nós temos é praticamente impossível”, diz ele.

“O que nós temos que fazer é ganhar credibilidade, com uma agenda correta num determinado prazo, para que a economia volte a crescer.” Na visão de Mendonça de Barros, o Brasil vive a dinâmica de uma bolha de consumo que estourou. “E a dinâmica de bolha que estoura é conhecida, pelo menos para quem acompanha. Você terá dois, três ou quatro anos à frente uma taxa de crescimento do PIB superior à potencial”, afirma ele, numa referência à grande ociosidade existente na economia.

Isso deve permitir a Temer terminar o mandato numa situação muito favorável de opinião pública, segundo ele. “Aí há a importância de que se crie uma outra hegemonia política, que aproveite esse momento para se eleger com um discurso, aí sim, de reformas mais abrangentes e mais vigorosas.” Esse, afirma Mendonça de Barros, é o timing da política. “Graças a Deus, existe a recuperação cíclica, que é ajudada pela credibilidade que voltou – não teria isso se Dilma [Rousseff] continuasse.” Essa retomada cíclica, acredita, levará a um crescimento em 2018 de 3,5% a 4%.

O ex-ministro nota ainda que, com juros baixíssimos ou negativos no mundo desenvolvido e as taxas elevadas no Brasil, há um fluxo de recursos para os ativos do país. “O Brasil tem um histórico, tirando o período histórico recente do PT, de uma economia que não é brilhante, não é uma maravilha, mas que tem dinamismo, que tem força”, diz Mendonça de Barros. “A parte externa está equilibrada. Daí você coloca um juro como o que nós temos aqui num mundo em que o juro é negativo. O que você acha que o investidor vai fazer?”

Mendonça de Barros atribui a valorização de ativos brasileiros nos últimos meses a essa combinação de um cenário internacional com ampla liquidez e de uma percepção de melhora do quadro interno. “Houve uma corcova a partir de julho do ano passado, principalmente quando o país perdeu o grau de investimento. O mercado precificou o caos, e não veio o caos. Então ele corrigiu.”

Para ele, existe a possibilidade de o dólar cair para R$ 2,80, num momento em que há essa grande diferença entre os juros internos e externos. Uma vez superado a votação definitiva do afastamento da presidente Dilma Rousseff, o que deve ocorrer no fim deste mês, a moeda americana tende a buscar os R$ 3, na avaliação de Mendonça de Barros.

Nesse ambiente, diz ele, o BC deverá continuar a reduzir o estoque de swaps cambiais, o que equivale a compra de dólares no mercado futuro. “Mas, com esses juros lá fora e se o governo Temer conseguir depois do impeachment passar uma imagem de que Meirelles continua a liderar, será muito difícil segurar a entrada de dinheiro”, afirma Mendonça de Barros, para quem então é factível a queda da moeda americana para a casa de R$ 2,80. “E não seria uma coisa boa, porque o câmbio está ajudando principalmente a recuperação da indústria.”

Se esse cenário se concretizar, o BC não poderia então antecipar o início do ciclo de redução dos juros? “É difícil, porque o mercado fica no cangote do BC”, diz ele. Para Mendonça de Barros, a inflação de alimentos deve ceder nos próximos meses, ao mesmo tempo em que as expectativas para os índices de preços em 2017 estão em queda. “Aí o BC terá espaço [para baixar a Selic]. É uma questão de dosar expectativas. Se ele baixar agora, esse discurso de que está tudo indo para o espaço volta com força.”

Abinee/Valor Econômico – 16/08/2016

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Coluna

Só 61% de empresas têm código de ética

DCI – Liliana Lavoratti – 16/08/2016

Apesar da Lei Anticorrupção – vigente desde 2013, embora regulamentada somente em 2015 – e da Lava Jato, a maioria das empresas brasileiras ainda está muito exposta ao risco de corrupção e longe de adotar métodos corretivos para prevenir esses atos. Ou seja, estão pagando para ver até onde conseguirão chegar sem adotar as medidas necessárias. Essa é a conclusão de pesquisa realizada pela consultoria ICTS, braço no Brasil da norte-americana Protiviti. Isso porque 39% das empresas brasileiras não possuem sequer um código de ética, exigência legal do decreto 8.420/2015, que regulamentou a Lei Anticorrupção (12.846, de 2013).

Exposição a risco de corrupção…
O resultado foi obtido a partir das respostas de 642 empresas de todos os portes no Portal de Compliance da ICTS Protiviti no final de 2015. Elas avaliaram a situação de suas próprias companhias em relação ao combate à corrupção. “Embora o tema de compliance tenha conquistado destaque na agenda empresarial, ainda é muito baixo o nível de maturidade nesse quesito”, diz Jefferson Kiyohara, líder da Prática de Riscos & Compliance da ICTS Protiviti. Mas houve aumento de 38% no interesse das pequenas empresas em participar da pesquisa em relação à edição anterior.

… Ainda é alto no Brasil
O fato de 61% do universo total pesquisado possuir um padrão de conduta e procedimentos de integridade para todos os colaboradores, depois da prisão de empresários acusados de envolvimentos em escândalos de corrupção, é bom. “Mas a má notícia é que outros 39% fizeram quase nada”, avalia o diretor da ICTS. “Mais importante que cumprir o requisito legal é ter um programa que ajude a criar uma cultura de ética e maior proteção às leis e regulamentos internos”, acrescenta. Essa “virada” que ainda não aconteceu cria um mercado propício para as empresas do ramo.

Pop-up da abertura da Olimpíada
A Olimpíada no Brasil incentivou grupos com operações internacionais do segmento de entretenimento a trazer para cá empresas temporárias voltadas ao evento. “O desafio é nascer, crescer, operar em altos volumes e encerrar sem comprometer a velocidade e os controles requeridos pelo negócio”, diz Claudio Zohar, sócio da consultoria Comatrix, especializada em consultoria executiva e gestão. Segundo Zohar, as empresas temporárias, ou pop-up, que atuam em eventos de grande porte têm projetos de alta complexidade que exigem maior controle.

Nascer, crescer, operar e desaparecer
Há um seleto grupo de empresas com este perfil atuando no Rio de Janeiro. Uma delas é Cerimônia Carioca, joint venture formada pela italiana Filmmaster e a brasileira SRCOM, vencedora de concorrência para realizar as cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, bem como eventos da Tocha Olímpica. A companhia nasceu em 2012, com 50 funcionários, e hoje tem 600 funcionários diretos e 12 mil colaboradores, incluindo voluntários. Em setembro, toda a estrutura da empresa será desmontada e a atividade encerrada até dezembro.

De olho no mercado financeiro

Empresas de tecnologia se movimentam de acordo com a migração dos negócios para as plataformas digitais. A Stefanini Capital Market, joint venture entre a Stefanini e a Tema Sistemas, presente no mercado financeiro há 31 anos, aposta em solução para corretoras, agentes de custódia e participantes de liquidação, batizada de BankPro-BTC. A ferramenta possibilita o recebimento, validação, interpretação, envio de mensagens, monitoramento da conectividade com a BM&FBOVESPA e oferece recursos para facilitar a negociação, renovação e liquidação dos contratos de aluguel pela área responsável. “Estamos investindo em uma solução flexível e escalonável, que atende prontamente às necessidades do setor financeiro, proporcionando aos nossos clientes o atendimento personalizado em três frentes de extrema importância no segmento da bolsa: liquidante, custodiante e agora, as corretoras”, afirma Alexandre Cota, diretor de negócios da Stefanini Capital Market.

Revolucionando o atendimento

Outro exemplo desse movimento é o da empresa israelense NICE, que promove de 23 a 26 de agosto, em São Paulo, o seu tradicional BP Summit, evento com parceiros do Brasil e Cone Sul. A NICE tem ampliado a oferta de soluções analíticas e em nuvem e está otimista com o mercado brasileiro, apesar da retração da economia. “Este ano temos muitas novidades e lançamentos. É fundamental que os nossos parceiros de negócios estejam alinhados com a estratégia da NICE e levem para o mercado as novas soluções de atendimento voltadas à experiência do cliente”, afirma Thiago Siqueira, diretor de Operações e Alianças da NICE no Brasil.

Redação On agosto - 16 - 2016
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