Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 23 de Setembro de 2017






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Indicadores de julho sugerem melhora do emprego à frente, nota FGV

Por Valor SÃO PAULO ­

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) da Fundação Getulio Vargas (FGV) subiu em julho pela quinta vez consecutiva, registrando aumento de 6,9 pontos em relação a junho, para 89,1 pontos, o maior nível desde março de 2014, quando ficou em 89,2 pontos. Pela métrica de médias móveis trimestrais, o indicador subiu 4,2 pontos, sinalizando uma melhora no mercado de trabalho nos próximos meses.

Os componentes que mais contribuíram para o resultado do índice que tenta antecipar a tendência do mercado de trabalho foram os indicadores que medem a situação atual dos negócios e as expectativas para os próximos seis meses da indústria, que subiram 13,3 e 12,2 pontos, respectivamente, informa a FGV.

O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), por sua vez, caiu em julho pela segunda vez seguida, em 0,8 ponto, para 96,8 pontos. Neste caso, esse resultado indica uma melhora na percepção sobre o desemprego. Em médias móveis trimestrais, a tendência ainda é de alta (0,4 ponto), mas sugere certa estabilização da taxa de desemprego nos últimos meses, segundo a FGV.

“O indicador antecedente sugere recuperação à frente, puxado pelo otimismo com a situação dos negócios da indústria. Os trabalhadores, no entanto, ainda não observam, no presente momento, uma melhora no mercado de trabalho. O comportamento dos índices sugere que a consolidação de um cenário de maior atividade econômica poderá ser convertido em melhora do mercado do trabalho nos próximos meses, ainda que em ritmo mais lento”, afirma, em nota, Fernando de Holanda Barbosa Filho, economista da FGV­Ibre.

Valor Econômico – 09/08/2016

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Volkswagen rescinde contrato com fornecedor e antecipa férias coletivas

A Volkswagen do Brasil vai antecipar para agosto as férias coletivas de seus funcionários para adequar a linha de produção das fábricas de veículos de São Bernardo do Campo e Taubaté, em São Paulo, e em São José dos Pinhais, no Paraná. A licença estava marcada para outubro.

Segundo a montadora, os 11 mil funcionários das unidades entram em férias no dia 15 de agosto e devem ficar em casa de três a quatro semanas.

As fábricas sofriam com o desabastecimento de peças por parte do Grupo Prevent, dono de dezenas de empresas, entre elas Keiper, Fameq, Cavelagni e Mardel. Segundo a Volkswagen, as unidades ficaram 120 dias paradas neste ano e mais de 100 mil veículos que deixaram de ser produzidos.

Em função do desabastecimento, a Volks informou que rescindiu o contrato com todas as empresas do Grupo Prevent. A montadora também entrou na Justiça para requerer a retomada dos ferramentais de sua propriedade que se encontram nas unidades do grupo.

“A retomada das ferramentas de sua propriedade permitirá que a Volkswagen restabeleça o seu ritmo normal de produção, possibilitando o funcionamento normal de toda a cadeia produtiva e a tranquilidade de seus empregados e da rede de concessionários. É uma medida que causa pesados custos à empresa. A transferência do ferramental, sua instalação, sua validação e a curva de aceleração até que a empresa opere normalmente, resultarão temporariamente em perdas de produção”, diz o comunicado.

Segundo a montadora, medidas estão sendo tomadas para minimizar os impactos de fornecimento aos concessionários da marca e à oferta de produtos aos seus clientes. “Toda a cadeia de fornecimento, composta por centenas de empresas, e os 18 mil empregados da Volkswagen do Brasil estão focados agora no retorno da empresa à sua normal operação.”

Abinee/Folha de S.Paulo – 09/08/2016

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Tramontini vai comercializar tratores de empresa italiana no Brasil

Por Valor SÃO PAULO ­

A Tramontini, empresa de máquinas agrícolas gaúcha, fechou um acordo de cooperação internacional com a montadora italiana Antonio Carraro para distribuir e comercializar os tratores da companhia no Brasil.

O acordo envolve ainda a nacionalização de tecnologia. Em nota, a Tramontini informou que no futuro máquinas da Antonio Carraro passarão a ser montadas em seu parque fabril, no município de Venâncio Aires (RS).

“Esse acordo vai mudar nosso posicionamento no mercado. Vamos incorporar ao nosso portfólio um produto diferenciado, que ainda não é oferecido no mercado nacional”, disse o diretor ­executivo da Tramontini, Ubirajara Choairi.

Inicialmente, a Tramontini vai oferecer três versões de máquinas, nos modelos compacto, articulado e reversível. Os equipamentos possuem potências entre 50 e 75 cavalos, desenvolvidos para regiões de difícil acesso ou montanhosa, onde geralmente são cultivados frutas, hortaliças, café, entre outras culturas.

Valor Econômico – 09/08/2016

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Embraer revê projeções e abre programa de demissão voluntária

Não há estimativa de fechamento de vagas e não estão descartadas demissões

SÃO PAULO – Terceira maior fabricante de aviões comerciais do mundo, a Embraer anunciou nesta segunda-feira a abertura de um Programa de Demissão Voluntária (PDV) em suas fábricas no Brasil. O anúncio do PDV acontece depois que na última sexta-feira a companhia reviu para baixo suas metas para entrega de aeronaves da aviação executiva. Não há estimativa de fechamento de vagas e a empresa não descarta demissões após o programa, caso a adesão fique aquém do esperado. É a primeira vez que a empresa faz um PDV.

De acordo com a Embraer, há uma retração generalizada nesse mercado, o que faz a empresa estimar a entrega de menos dez aeronaves neste ano. A meta anterior era entregar entre 135 e 115 aeronaves. Agora, a Embraer espera entregar entre 130 e 110 unidades. A projeção de faturamento da área executiva também foi revista para uma faixa entre US$ 1,75 bilhão e US$ 1,9 bilhão para um intervalo entre US$ 1,6 bilhão e US$ 1,75 bilhão. Além da retração do mercado executivo, a empresa alega perda de eficiência com a desvalorização do dólar e a inflação alta no Brasil. A empresa informou que adotará medidas visando reduzir custos em todas as suas unidades e negócios em todo o mundo.

“Como parte desse processo, será necessário readequar a estrutura administrativa e operacional da companhia. A Embraer anunciou que adotará um Plano de Desligamento Voluntário (PDV) para funcionários das unidades do Brasil. A companhia entende que o PDV dá a oportunidade de decisão ao funcionário e oferece um pacote atraente de benefícios. Todas as definições relativas ao plano estão ainda sendo estudadas e serão divulgadas ao término desse processo, que deve levar algumas semanas”, disse a empresa em nota.

No segundo trimestre, a empresa teve prejuízo de R$ 337 milhões, revertendo resultado positivo de R$ 399,6 milhões obtido no mesmo período do ano passado. O resultado foi impactado pela decisão da empresa de provisionar R$ 685 milhões (US$ 200 milhões) no item de outras despesas operacionais por conta da investigação que a empresa enfrenta por não ter respeitado as regras anticorrupção dos Estados Unidos (a U.S. Foreign Corrupt Practices Act – FCPA).

A Embraer foi intimada, em setembro de 2010, pela Securities and Exchange Commission (SEC, o órgão fiscalizador e regulador do mercado de capitais americano) e recebeu questionamentos do departamento de Justiça americano relativos à possibilidade de não conformidade com o FCPA em algumas vendas de aeronaves fora do Brasil. Na ocasião, a empresa contratou advogados para investigar internamente operações realizadas em três países.

“Em decorrência de informações adicionais, a companhia voluntariamente expandiu o escopo da investigação interna para incluir as vendas em outros países, reportou sobre esses fatos à SEC e ao DOJ e colaborou com estas autoridades”, detalhou a Embraer em comunicado distribuído nesta sexta-feira junto com os resultados.

A Embraer informou ainda que em maio de 2015 deu início a discussões com o departamento de Justiça dos EUA para por fim, mediante possível resolução, aos procedimentos investigativos.

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“Em 2016, as negociações com as autoridades americanas progrediram significativamente ao ponto em que a Embraer fez uma provisão para perdas de US$ 200 milhões no trimestre encerrado em 30 de junho de 2016 refletindo o provável desfecho de tais negociações.”

O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos divulgou em nota que não apoia o PDV ou qualquer outra medida que penalize os trabalhadores.

“A Embraer não pode jogar a conta desse caso de corrupção nas costas dos trabalhadores. É preciso que a denúncia seja minuciosamente investigada e que, se o crime for comprovado, os responsáveis sejam punidos e os prejuízos ressarcidos. Mais uma vez vemos os trabalhadores pagando por casos de corrupção, tanto em empresas públicas quanto privadas”, afirmou em nota o vice-presidente licenciado do Sindicato dos Metalúrgicos, Herbert Claros da Silva.

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Yoki faz acordo para demitir 314 funcionários

Redação On agosto - 9 - 2016
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