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Sbado, 25 de Novembro de 2017






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‘Brexit’ é visto como erro britânico e preocupa europeus, aponta pesquisa

Pouco mais de um mês após os britânicos aprovarem em plebiscito a decisão de separar o Reino Unido da União Europeia, países do bloco econômico veem com preocupação o processo de rompimento.

Segundo uma pesquisa realizada pelo instituto Ipsos em 16 países, a maior parte da opinião internacional interpreta a escolha britânica como um erro para o próprio Reino Unido e para a UE.

Mais da metade dos entrevistados acham que a decisão foi um equívoco e vai ter efeitos negativos para os britânicos e para a Europa. No total, 58% dos entrevistados em países da União Europeia acham que a decisão britânica foi um erro para o bloco econômico.

A pesquisa ouviu adultos em 16 países: Bélgica, França, Reino Unido, Alemanha, Hungria, Itália, Polônia, Espanha e Suécia na Europa, além de Canadá, Estados Unidos, Japão, Rússia, Índia, Austrália e África do Sul.

Os resultados indicam que o nível de preocupação é maior entre a população de países na UE, mas que mesmo fora do bloco há uma grande proporção de pessoas que interpretam a decisão inglesa como um equívoco. O ponto fora da curva é a Rússia, que tem uma opinião mais favorável ao “brexit”.

EFEITOS INTERNACIONAIS

Muitos europeus se preocupam com os possíveis efeitos do “brexit” sobre o Reino Unido, a Europa e até seus próprios países.

Metade dos entrevistados acham que a escolha dos britânicos vai afetar a situação dos seus países. A preocupação é maior especialmente na Polônia, onde quase seis em cada dez pessoas veem como um erro a decisão, e na Espanha e na Suécia, onde 55% dos ouvidos acham que o “brexit” vai ser ruim para seus países.

A Rússia foi o único dos 16 países em que a pesquisa foi realizada que acha que a decisão britânica foi acertada. O percentual de russos que acham o “brexit” positivo chega a 54%, uma proporção maior do que a dos próprios britânicos que concordam com a decisão (38%).

Uma grande parcela dos europeus diz ainda estar triste com a decisão britânica. O sentimento é mais forte na Suécia, onde 48% dos entrevistados lamentaram o “brexit”, e menor na França, onde apenas um a cada quatro entrevistados se disse triste com a saída britânica da União Europeia.

Fora da União Europeia, a Rússia, mais uma vez, foi o país que se demonstrou menos afetado pelo “brexit”. Apenas 6% dos russos se disseram tristes com a decisão britânica.

EFEITO DOMINÓ

Além da preocupação a respeito de impactos da separação britânica na economia dos países europeus, a pesquisa revelou que há uma percepção de que a decisão do Reino Unido pode levar a um efeito dominó de rompimentos com o bloco.

Para 42% dos entrevistados no mundo, a União Europeia vai ser um bloco menos integrado em 2020 por causa da decisão britânica de se separar. Para 41% dos entrevistados em países da Europa, o “brexit” vai levar mais países a avaliarem a possibilidade de se separar da UE.

Esta sensação é especialmente grande entre os próprios britânicos. Seis a cada dez entrevistados no Reino Unido acreditam que haverá efeito dominó. Italianos (43%) e franceses (42%) também acreditam nesse impacto do “brexit”.

A Espanha é o país com menor proporção de entrevistados preocupados com o efeito dominó, apenas 36%.

METODOLOGIA

A pesquisa foi realizada pelo sistema online da Ipsos. O levantamento ouviu 12.525 pessoas em 16 países entre os dias 24 de junho e 8 de julho, buscando refletir a população de cada país.

A margem de erro varia entre 3,5 pontos e 5 pontos percentuais (para mais ou para menos) dependendo do país citado.

O levantamento usou uma amostra menor na Bélgica, na Hungria, na Índia, na Polônia, na Rússia, na África do Sul e na Suécia, onde a margem de erro é mais alta.

Folha de S.Paulo – 05/08/2016

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Ampliação de acordo com México deve aumentar exportações do Brasil

As vendas para o México renderam US$ 2,171 bilhões ao Brasil entre janeiro e julho deste ano, alta de 8% ante igual período de 2015. Segundo especialistas, a ampliação do Acordo de Complementação Econômica 53 (ACE-53) vai aumentar essa cifra.

Atualmente, o compromisso assinado pelos dois países reduz as taxas cobradas em negociações de quase 800 produtos. “Ainda é muito limitado e está longe de extrair o potencial de México e Brasil”, avaliou Mônica Rodriguez Hinojosa, consultora da Barral M Jorge.

Uma mudança do ACE-53 incluiria no acordo oito mil novas mercadorias, que também teriam tributação diminuída ou zerada, explicou Carlos Eduardo Abijaodi, diretor de desenvolvimento industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com os entrevistados, a evolução do tratado comercial deve acontecer ainda neste ano. “Novas rodadas de discussão já foram marcadas para o segundo semestre”, adiantou Mônica.

Ela ressaltou que as vendas brasileiras para os mexicanos têm grande participação de produtos de maior valor agregado, como máquinas, automóveis, ferro, aço, químicos e borracha. Além destes, Abijaodi indicou que o setor de alimentos deve ser beneficiado se o escopo do ACE-53 for ampliado.

Segundo Mônica, as vendas para o país latino-americano devem crescer nos próximos anos. Com isso, o Brasil poderia subir no ranking das principais nações que exportam para o México. “Hoje, estamos apenas na décima terceira posição”, afirmou a especialista.

Já Abijaodi destacou a importância dos mexicanos na região. “A pauta de comércio exterior deles não é igual à nossa, como acontece com outros países. Isso abre mais possibilidades para nós”, disse.

Investimentos

O diretor da CNI defendeu ainda o fechamento de um acordo que vá além do âmbito comercial. Para ele, a abertura das compras governamentais dos dois países e a redução das barreiras ao investimento favoreceriam o Brasil.

“Isso permitiria uma maior integração das cadeias produtivas, estimularia os aportes empresariais e possibilitaria o acesso a outros mercados”, apontou o especialista.

A abertura das compras governamentais possibilitaria, por exemplo, que empresas brasileiras participassem de licitações públicas mexicanas. Já a liberação de investimentos proposta pelo entrevistado permitiria que companhias do Brasil instalassem operações no país latino-americano com maior facilidade.

“Como o México faz parte do Nafta e tem vários acordos com os EUA, a aproximação aumentaria o acesso dos brasileiros a tecnologia e inovação. Seria algo bastante positivo”, disse Abijaodi.

Em abril, Brasil e Peru fecharam um acordo semelhante. Entre os pontos previstos no compromisso, o Acordo de Ampliação Econômico Comercial Brasil – Peru abriu os mercados de compras públicas e liberalizou investimentos.

Comércio

Os dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços mostram que o crescimento das exportações para o México, se confirmado em 2016, quebraria uma série de baixas que começou em 2013.

Naquele ano, os embarques geraram US$ 4,230 bilhões para vendedores brasileiros. O auge das negociações foi atingido em 2006, quando US$ 4,458 bilhões foram recebidos pelas exportações.

Em 2016, o câmbio desvalorizado, na comparação com o início de 2015, e uma maior estabilidade político-econômica já permitiram o avanço das vendas, disse Mônica.

Ainda maior foi o aumento do volume exportado pelos brasileiros. Com a venda de 3,272 bilhões de quilos até julho, a alta chegou a 177% na comparação com igual período do ano passado.

O crescimento dos embarques foi notado tanto nas trocas de mercadorias industrializadas quanto nas negociações de produtos básicos.

Em sete meses de 2016, os mexicanos gastaram US$ 1,921 bilhão em manufaturados e semimanufaturados brasileiros, frente a US$ 1,868 bilhão em sete meses de 2015. Automóveis (US$ 141 milhões) ocuparam o topo da tabela entre os industrializados mais vendidos pelo Brasil.

Já os gastos com produtos básicos avançaram de US$ 133 milhões, em 2015, para US$ 246 milhões, neste ano. O minério de ferro (US$ 74 milhões) foi a commodity mais vendida até o mês passado.

Importações

Por outro lado, as compras brasileiras do México caíram neste ano. Foi gasto US$ 1,901 bilhão com produtos do país latino-americano, frente a US$ 2,859 bilhões em sete meses do ano passado.

O recuo foi registrado principalmente nas importações de mercadorias industrializadas, com diminuição de US$ 2,812 bilhões, em 2015, para US$ 1,868 bilhão, em 2016.

Automóveis (US$ 272 milhões) lideram o ranking dos produtos mais comprados pelo País. Em seguida, produtos químicos completam as três primeiras colocações.

DCI – 05/08/2016

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Presidência parada do Mercosul pode atrasar acordos comerciais

O impasse na Presidência do Mercosul ganha peso por refletir a crise política no bloco e o realinhamento de alianças na região, mas o vácuo na presidência tem também impactos práticos, segundo especialistas.

Entre eles, estão o atraso de negociações internacionais com outros atores (como a União Europeia ), o congelamento da implementação de acordos firmados com outros países e a ausência de lançamento de novas parcerias do bloco.

Outro potencial entrave, avalia Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior e sócio da consultoria Barral MJorge, seria o atraso de decisões operacionais de comércio exterior, como reduções de tarifas, com impactos no setor privado.

Barral afirma que já houve casos de países que assumiram a chefia do Mercosul em meio a crises internas, o que fez com que o cotidiano do bloco ficasse mais lento.

Terra Budini, professora de Relações Internacionais da PUC-SP, diz que “o funcionamento do Mercosul sempre depende um pouco da qualidade da presidência: um país com vontade política dá fôlego” ao bloco.

Folha de S.Paulo – 05/08/2016

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BC britânico corta juros

Banco cortou a taxa pela primeira vez desde 2009 e diz que vai comprar mais 60 bilhões de libras em títulos para aliviar impacto da saída da UE.

DCI – 05/08/2016

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Com venda fraca no Brasil, exportação de veículos cresce 20%

Com as vendas fracas de veículos no Brasil, as montadoras se voltam para o mercado externo para sustentar a produção local.

De janeiro a julho, foram exportadas 272,2 mil unidades, aumento de 20% em relação a igual período de 2015, segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

No mês passado, foram embarcados 45,55 mil veículos, alta de 61% em relação a julho do ano passado e crescimento de 5% na comparação com junho. No primeiro semestre, o crescimento nas exportações havia sido de 14,2%.

“A capacidade instalada no país é de cerca de 5 milhões de unidades por ano e não há demanda interna que sustente essa produção. A solução para as montadoras é a exportação. Mesmo assim, a ociosidade será alta por um bom tempo”, disse João Morais, economista da Tendências Consultoria.

Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, há otimismo em relação às exportações. “Podemos melhorar o nosso desempenho nos próximos anos com os acordos que estão sendo firmados pelo governo brasileiro”, afirmou Megale. A estimativa da entidade é exportar 500 mil veículos neste ano.

Segundo o executivo, o governo trabalha para firmar novos acordos na América Latina e na África. Neste ano, o Brasil já acertou novas bases de exportação com Argentina, México e Uruguai, além de Colômbia e Peru.

“A Argentina vem melhorando o seu mercado interno, já cresceu 6% neste ano. Isso é positivo para o Brasil. É o nosso maior parceiro com cerca de 60% das exportações”, disse Megale.

RECEITA MENOR

Apesar do aumento no volume das exportações, a receita com as vendas do setor caiu 8,1% no acumulado deste ano, para US$ 5,79 bilhões.

Isso ocorreu devido à mudança do mix de exportação –hoje se exporta mais automóveis do que caminhões e ônibus, que possuem maior valor agregado.

Em julho, a receita somou US$ 940 milhões, alta de 24,6% ante julho de 2015.

A produção de veículos no Brasil recuou 20,4% de janeiro a julho na comparação com o mesmo período do ano passado, para 1,205 milhão.

No entanto, os dados de julho, mostram uma ligeira melhora nas linhas de montagem. Foram produzidas 189,9 mil unidades, alta de 4,7% na comparação com junho.

As vendas internas recuaram 24,7% no acumulado deste ano, para 1,164 milhão de unidades licenciadas.

Já os estoques de veículos somaram 222,2 mil unidades, o que equivale a 37 dias de vendas. Isso mostra que houve melhora no giro em relação a junho, quando havia 225,6 mil veículos estocados, representando 39 dias de vendas.

Folha de S.Paulo – 05/08/2016

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Companhias americanas têm quarto trimestre de quedas

As maiores companhias dos Estados Unidos registraram o quarto trimestre seguido de queda nos lucros e vendas fracas, num momento em que o aumento nos gastos do consumidor não é suficiente para compensar a debilidade do setor petrolífero e os baixos investimentos empresariais no país.

Os resultados financeiros do segundo trimestre mostraram uma melhora em relação aos primeiros três meses do ano, mas preocupações com a economia comprometem as perspectivas para o resto do ano. Executivos dizem temer uma desaceleração na produção industrial e turbulências no ambiente político.

Na semana passada, a Caterpillar Inc., fabricante de equipamentos de construção e mineração, cortou sua previsão de lucro para o ano todo, alertando para a possibilidade de demissões e afirmando que não acredita numa reversão este ano do fraco crescimento mundial. Já a Praxair Inc., que produz gases industriais, afirmou que será obrigada a cortar custos em uma de suas linhas de negócios devido à desaceleração da manufatura nos EUA.

“A produção industrial está fraca”, disse Michael Kneeland, diretor-presidente da United Rentals Inc., que aluga equipamentos para construtoras e fábricas. A empresa informou que controlou seus gastos de capital diante da reduzida demanda do setor de petróleo, que provocou um excesso de equipamentos disponíveis.

Com cerca de 70% das empresas do S&P 500, o índice de ações formado por 500 grandes companhias americanas, já tendo divulgado seus resultados, a Thomson Reuters estima que os lucros ajustados – que excluem vários itens considerados excepcionais – vão recuar 2,6% ante o mesmo período de 2015, acumulando quatro trimestres seguidos de queda. As receitas devem encolher 0,4%, o sexto trimestre consecutivo de declínio.

A tendência abrange vários setores da economia dos EUA: somente os de bens de consumo não essenciais, cuidados com a saúde e serviços públicos devem ver seus lucros crescerem mais de 5%. A Thomson Reuters projeta, ainda, que os lucros vão cair 87% no setor de petróleo, 3,6% no financeiro e 1,4% no de telecomunicações.

As petrolíferas vêm sofrendo por mais de um ano com os preços do petróleo, que despencaram de cerca de US$ 115 por barril em meados de 2014 para um mínimo de US$ 27 em janeiro. Mas o declínio nos lucros está se amenizando com a alta moderada alcançada pelos preços desde então, para US$ 40 o barril, e muitos analistas esperam uma melhora nos resultados do terceiro e quarto trimestres.

Excluindo o combalido setor de petróleo, os lucros do segundo trimestre nos EUA devem registrar uma modesta alta de 1,8% e as receitas, de 2,6%, afirma a Thomson Reuters.

Analistas consultados pela empresa canadense de mídia preveem, agora, um pequeno crescimento de 0,3% nos lucros das empresas do S&P 500 no terceiro trimestre, comparado a uma estimativa de 2% feita um mês atrás. Previsões de lucro geralmente se tornam menos otimistas no decorrer do trimestre.

As bolsas americanas têm se mostrado resistentes, um reflexo da preferência dos investidores pelas ações numa época de juros baixos nos outros investimentos. Mas, depois que o S&P 500 e a Média Industrial Dow Jones bateram sete recordes diários seguidos em julho, o mercado está dando sinais de nervosismo. O índice Dow Jones recuou pelo sétimo dia seguido na terça-feira, embora tenha fechado com alta de 0,23% na quarta-feira.

A fraqueza do setor industrial foi compensada por resultados melhores nas empresas voltadas para o consumidor e nas que têm destaque no setor de tecnologia, como o Facebook Inc. e a Alphabet Inc., controladora do Google, que estão se beneficiando do aquecido mercado de publicidade em aparelhos móveis. A varejista on-line Amazon.com, por sua vez, registrou seu terceiro trimestre consecutivo de lucro recorde, beneficiada pelas robustas receitas de sua área de computação em nuvem.

No geral, os gastos do consumidor americano subiram 4,2% no segundo trimestre, de acordo com o Departamento de Comércio dos EUA, o maior crescimento desde o segundo semestre de 2014. Ao mesmo tempo, os salários por hora começam a subir no país.

Ainda assim, algumas empresas voltadas para o consumidor esperam ter problemas pela frente, entre elas a Procter & Gamble Co., dona das lâminas de barbear Gillete e das fraldas Pampers. “Continuamos enfrentando um mundo volátil e de crescimento relativamente baixo”, disse o diretor financeiro, Jon Moeller, durante conferência com investidores na terça-feira.

A economia americana teve o primeiro semestre mais fraco desde 2011, atingindo um crescimento de 1% no período, segundo o Departamento do Comércio. No segundo trimestre, o produto interno bruto do país cresceu a uma taxa anualizada de 1,2%.

Além disso, eventos ocorridos no país, desde ataques terroristas e assassinatos de policiais até a retórica em torno das eleições presidenciais de novembro, fizeram algumas empresas pisar no freio.

Howard Schultz, diretor-presidente da Starbucks Corp., disse que o setor de restaurantes teve que lidar com “um enfraquecimento profundo da confiança do consumidor” no trimestre mais recente, o que afetou o tráfego dos consumidores e encerrou uma sequência de 25 trimestres seguidos de crescimento de pelo menos 5% nas vendas da rede de cafeterias, excluindo lojas abertas e fechadas há menos de um ano.

“A situação é que temos uma eleição muito incerta, agitações civis relativas à questão racial, e creio que os problemas com o terrorismo geraram certo nível de ansiedade”, disse Schultz. “Então, não estamos vendo apenas uma desaceleração econômica.”

Já o diretor-presidente do McDonald’s, Stephen Easterbrook, atribuiu a fraca demanda, em parte, às incertezas da economia em geral e a fatores como a crescente diferença de custo entre comer em restaurantes e comprar comida no supermercado. As vendas da rede de fast-food nos EUA subiram 1,8% para lojas abertas há pelo menos um ano, bem abaixo dos 3,2% previstos por analistas.

“Seja por meio das eleições ou dos eventos globais, as pessoas estão um pouco cuidadosas com a instabilidade do mundo”, disse Easterbrook a investidores na semana passada. “Quando as famílias estão inseguras, a cautela começa a prevalecer e elas começam a se conter.”

Abinee/Valor Econômico – 05/08/2016

Redação On agosto - 5 - 2016
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