Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017






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Preço da Bobina a Frio chinesa está em alta

Os preços de exportação de Bobina a Frio – BF de origem chinesa subiram rapidamente esta semana, impulsionado pela subida dos preços de exportação da Bobina a Quente – BQ.

De acordo com pesquisas, a BF 1,0 milímetros de espessura estava sendo negociada a US$ 405-410 / tonelada FOB China nesta terça-feira. Já na semana anterior, os preços haviam subido US$ 2,5 / mt.

Contudo, uma fonte do setor declarou: “os preços de exportação chineses estão subindo agora, e estamos dispostos a vender BF abaixo de US$ 410 / mt FOB esta semana”.

Vários comerciantes de exportação concordaram que era improvável manter as negociações de BF em US$ 400 / mt FOB esta semana, mas acrescentaram que, para os compradores genuínos, ainda era possível negociar a partir de $ 410 / mt FOB.

Alguns comerciantes afirmaram que ainda poderia garantir BF de algumas usinas em torno de US $ 405-410 / t FOB.

Algumas fontes declararam que não tinham conseguido negociar BF em um valor tão elevado quanto $ 410 / mt FOB.

“As transações no mercado de exportação BF não têm sido fortes recentemente, mas os produtores estão determinados a empurrar para cima os preços”, disse um trader do leste da China disse.

“Isso é compreensível, dados aos crescentes aumentos da BQ de exportação e tem melhorado o mercado doméstico (chinês).” Ele disse que tinha conseguido fechar apenas alguns pequenos negócios na semana passada a US $ 400 / mt FOB, por isso pode demorar um pouco para seus clientes aceitarem os preços mais elevados.

Enquanto isso, no mercado interno da China, alguns comerciantes disseram que as transações de mercado tinham abrandado esta semana depois dos aumentos de preços, o que indica que qualquer movimento ascendente tornou-se limitado.

Fonte: Infomet

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Previsão de melhor rentabilidade puxa ação da Gerdau

Por Renato Rostás

O Credit Suisse demonstrou grande otimismo pela recuperação dos resultados da Gerdau e acendeu o apetite dos investidores pela ação da companhia siderúrgica gaúcha. O banco vê elevação do Ebitda daqui para frente mesmo que a demanda doméstica por aço não melhore até meados de 2018 e elegeu a empresa como seu investimento favorito em toda a América Latina.

O resultado foi a disparada das ações preferenciais, que subiram 5,1%, segundo maior ganho do Ibovespa e fecharam a R$ 8,25. Mesmo com a alta, o Credit ainda vê bom espaço para valorização em 12 meses. No ano, já é 77,4%.

Segundo o banco, as perspectivas de rentabilidade melhoraram para a empresa. Já neste ano, tanto a divisão da América do Norte como a da América do Sul devem crescer, apesar da queda em outros mercados, como o do Brasil. Até 2018, as margens de todos os negócios devem subir, com destaque para Brasil e aços especiais.

Na visão dos analistas Ivano Westin e Renan Criscio, que assinam o relatório, o “fundo do poço” já passou para o grupo. A combinação destrutiva de preços em queda no mercado internacional e demanda enfraquecida e com preços parados no Brasil ficou para trás, dizem. Com isso, a Gerdau deve fortalecer seu balanço daqui para frente e oferece, na opinião do banco, o melhor balanço entre risco e retorno em sua cobertura na América Latina.

A recomendação para ações da Gerdau foi elevada de neutra para “outperform” (compra), e seu preço­alvo, de R$ 8,50 para R$ 12. Sobre o fechamento de ontem da BM&FBovespa, o potencial de ganho em 12 meses ainda é de 45,5%.

Depois de tocar os US$ 60 a tonelada de Ebitda no primeiro trimestre, Westin e Criscio veem a companhia elevando a lucratividade até normalizar seus resultados num patamar de US$ 100 por tonelada em 2019. A divisão da América do Norte responderia por US$ 85 e a do Brasil, por US$ 96.

Os maiores riscos para o investimento, dizem, são a volta da desvalorização do aço lá fora, a alta do real ante o dólar e potenciais pagamentos referentes ao processo no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). No caso do dólar, a cada R$ 0,20 de variação, cerca de R$ 200 milhões mudariam no Ebitda durante 2017. No cenário­base, a projeção de Ebitda subiu 3,1% para 2016 ­ R$ 4,27 bilhões, e foi aumentada em 1,3% para 2017, indo a R$ 4,9 bilhões.

Valor Econômico – 05/08/2016

Redação On agosto - 5 - 2016
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