Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Sbado, 18 de Novembro de 2017






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Presidente do Diesat rechaça ataque patronal à NR-12

A fala do sindicalista, que é metalúrgico, em Guarulhos, responde a crescentes ataques do patronato às normas de segurança. Nildo critica a manifestação do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), em O Globo, de domingo (31), por alterações na NR-12. “Querem voltar ao estágio anterior, quando não havia um padrão para máquinas e prensas. O que havia era muito acidente e mutilação”, denunciou.

Números – A matéria de O Globo, página 28, mostra que, apesar da maior segurança trazida pelo texto da NR-12 ampliada, 601 trabalhadores morreram em acidentes com maquinário – de 2011 a 2013. O Estado gastou, com benefícios e indenizações, cerca de R$ 56 bilhões. Ainda hoje, 30% dos acidentes são causados durante manuseio de máquinas e equipamentos de trabalho.

Sindicato – Para o presidente do Diesat, setores patronais e do governo querem afastar as entidades sindicais das fiscalizações. Ele diz: “O setor mais atrasado do patronato não quer Sindicato por perto na hora da fiscalização no ambiente de trabalho. É ruim que esse tipo de postura encontre apoio em governos”.

O sindicalista recorda que entidades patronais participaram da formalização do texto ampliado da NR-12. “Fiesp e CNI assinaram e eu digo que a mudança criou um padrão de segurança para todos. Deu, inclusive, mais parâmetros para a ação dos auditores fiscais. A pior regra é aquela que comporta todo tipo de interpretação e manipulação”, comenta Nildo.

FSindical – 02/08/2016

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Samarco registra adesão 923 funcionários em Plano de Demissão Voluntária

Empresa tinha meta de 1.200 desligamentos, mas vai avaliar na próxima semana as ações ainda necessárias

A Samarco registrou a adesão de 923 empregados ao seu Plano de Demissão Voluntária (PDV), cujo período de inscrição terminou na última sexta-feira, abaixo da meta de 1.200 desligamentos, e irá avaliar na próxima semana as ações ainda necessárias para readequação do quadro de trabalhadores.

A mineradora explicou, em e-mail enviado à Reuters, que os empregados que forem incluídos no processo de demissão involuntário, até 30 de setembro, também terão direito a benefícios, além dos definidos pela CLT, segundo o acordado com os sindicatos Metabase (MG) e Sindimetal (ES), para minimizar impactos.

A empresa interrompeu sua atividade minerária em novembro do ano passado, após o rompimento de uma barragem de rejeitos de minério de ferro, na cidade de Mariana, em Minas Gerais, que deixou 19 mortos, centenas de desabrigados e poluiu o rio Doce, que deságua no mar do Espírito Santo.

A Samarco é uma joint venture da brasileira Vale e da anglo-australiana BHP Billiton.

Desde o desastre socioambiental, considerado o pior da história do Brasil, a empresa concedeu licenças remuneradas, férias coletivas e dois períodos de suspensão temporária do contrato de trabalho (lay-off).

Entretanto, como prevê retornar às operações no futuro com apenas 60 por cento de sua capacidade, decidiu reduzir em 40 por cento o seu quadro próprio.

A empresa planejava voltar às atividades ainda neste ano, mas em junho declarou não ter mais essa expectativa, por falta de clareza sobre o tempo que será necessário para obter as licenças necessárias.

Do total de inscritos no PDV, 455 estão alocados no Espírito Santo, onde está localizada a atividade de pelotização, e 468 em Minas Gerais, onde ocorre a mineração.

Dentre os benefícios oferecidos, estão incentivos financeiros e extensão do plano de assistência médica supletiva (AMS) oferecida pela companhia.

“A Samarco lamenta a necessidade de realizar a adequação no seu quadro de empregados. Mas reitera que tem feito todo o possível para minimizar os impactos do atual momento da empresa”, afirmou a empresa em nota. (Reuters)

Fonte: DCI

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Volkswagen para produção em todas as suas fábricas de carros no país

Nesta segunda, as unidades de Taubaté e São Bernardo do Campo, todas em São Paulo, ficaram paradas parcialmente.
Segundo o sindicatos dos Metalúrgicos do ABC, 80% da fábrica de São Bernardo do Campo não operou e cerca de 8 mil trabalhadores retornaram para a casa. Não se sabe, segundo o Sindicato, se as operações retornam ao normal na terça-feira.

Em Taubaté, a parada aconteceu nos dois turnos de produção. Nesta unidade, o sindicato local informou que a produção está parada desde 26 de julho e com isso são cinco dias sem operação e não foram produzidos 4.250 veículos até agora.

Já a fábrica paranaense ficará parada nesta semana e pode retornar a operação na próxima segunda feira. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, as horas paradas serão descontadas do tempo de redução de jornada permitido pelo Programa de Proteção ao Emprego (PPE). Pelo programa, a empresa pode reduzir em 20% a carga horária do trabalhador todo mês.

Na semana passada, a fábrica operou um turno e meio na segunda-feira e outro na terça-feira. De quarta-feira a sexta-feira a montadora dispensou os funcionários utilizando o banco de horas. Somente nos oito dias sem produção, a unidade do Sul deixará de montar 3.680 veículos.

Segundo o sindicato de Curitiba, a fábrica não vem recebendo peças do grupo Prevent há mais de 20 dias.
Segundo a Volkswagen, desde 15 de julho, as unidades de São Bernardo do Campo (SP), Taubaté (SP) e São José dos Pinhais (PR) tiveram a operação suspensa por falta de autopeças fornecidas pela Famec, uma empresa do Grupo Prevent.

Em nota, a montadora informou que o fornecedor, com um relacionamento comercial com a Volkswagen por mais de 40 anos, “teve sua atuação completamente alterada ao ser adquirida pelo Grupo Prevent”.

“A Fameq, que fornece peças estampadas à Volkswagen, interrompeu as entregas em meados de julho, que deveriam atender a área de armação das carrocerias em três fábricas – São José dos Pinhais (PR), Taubaté e Anchieta (SP). Diante da paralisação na fabricação de carrocerias, a Volkswagen se viu obrigada a suspender diversos turnos de produção em suas fábricas desde o dia 15 de julho”, diz a nota.

Segundo a Volks, desde março do ano passado até hoje, foram mais de 100 dias de paralisação nas três fábricas e deixaram de ser produzidas 90 mil veículos nesse período.

De janeiro a julho, a montadora vendeu 148.284 veículos. No mesmo período do ano passado, foram licenciados 228.064 automóveis da marca. Já em julho, a montadora emplacou 21.509 unidades.

A Volkswagen explicou que o grupo Prevent, proprietário de dezenas empresas em diversos setores pelo mundo, tem descumprido contratos com a montadora e reiteradamente faz solicitações de aumento de preços, pagamento injustificado de valores (sem respaldo contratual ou econômico).

“O grupo Prevent tem se mostrado inflexível, elencando uma série de condições (que nada tem a ver com o contrato atual) para a continuidade do fornecimento, incluindo exclusividade para os próximos projetos. A problemática nos fez recorrer à Justiça, já que o grupo continua a gerar problemas para a Volkswagen do Brasil, seus funcionários e toda a sua cadeia de fornecedores”, diz o comunicado.

Procurado, o grupo Prevent não se manifestou.

FSindical – 02/08/2016

Redação On agosto - 2 - 2016
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