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Sbado, 18 de Novembro de 2017






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Decisão sobre aumento de impostos pode sair no final do mês, diz Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta segunda-feira (1º) que uma definição sobre um possível aumento de impostos em 2017 pode ser tomada no final do mês, quando o governo terá uma previsão mais clara para a arrecadação do próximo ano.

“A arrecadação tem caído muito neste ano, caiu um pouco no ano passado e também nos anos anteriores. E na medida que haja recuperação da economia espera-se que possa haver também uma recuperação da arrecadação. Isso, adicionado a eventuais receitas de concessões ou privatizações, poderá tornar desnecessário o aumento de impostos “, disse antes de evento da revista Época Negócios, em São Paulo.

Meirelles afirmou, no entanto, que o cenário sem aumento de impostos conta com a aprovação da reforma da Previdência no próximo ano e também com o teto de gastos do governo.

Questionado sobre a indexação dos gastos à inflação desse ano, que ainda deve ficar acima do teto da meta de 6,5%, o ministro disse que não seria um problema, porque o governo acredita na convergência para a meta ainda no próximo ano. Economistas ouvidos pelo Banco Central projetam que a inflação vá terminar o ano em 7,21%. Em 2017, a previsão é de 5,20%.

“Nosso pressuposto é que o Banco Central será bem sucedido no seu trabalho e que a inflação vai convergir pra meta. Esperamos que em 2018 já estaremos trabalhando, se tudo funcionar a contento, com a meta de 4,5%”, disse.

A cerimônia foi fechada para a imprensa. Meirelles disse, no entanto, que recomendou que jornalistas pudessem acompanhar todo o evento.

Abinee/Folha de S.Paulo – 02/08/2016

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Mercado projeta queda menor do PIB neste ano e inflação de 5,2% em 2017

O mercado projeta queda menor da atividade econômica neste ano e inflação mais próxima ao centro da meta do governo em 2017, de acordo com pesquisa semanal do Banco Central divulgada nesta segunda-feira (1º).

O Boletim Focus, consulta do BC com economistas e instituições financeiras, indica que a retração do PIB (Produto Interno Bruto) será de 3,24% em 2016, contra projeção de 3,27% na semana passada. Para 2017, a estimativa de crescimento foi mantida em 1,10%, enquanto em 2018 a expansão prevista é de 2%, a mesma da pesquisa anterior.

O otimismo com a economia já começa a ser refletido nas perspectivas de investimentos no país. As multinacionais que atuam no Brasil começam a desenhar um cenário menos pessimista para o país.

Levantamento feito a partir de teleconferências com analistas de cem multinacionais com operações no Brasil registrou comentários positivos por parte dos executivos em 52% dos casos. Pesquisa similar no início de 2015 mostrava que, na época, apenas 22% das empresas viam boas oportunidades no país.

A melhora também foi indicada pelo Banco Central na semana passada. A ata do Copom (Comitê de Política Monetária) afirma que a recessão pode estar próxima do fim.

“Todos os membros do comitê enfatizaram que a continuidade dos esforços para aprovação e implementação dos ajustes na economia, notadamente no que diz respeito a reformas fiscais, é fundamental para facilitar e reduzir o custo do processo de desinflação”, afirmou o comitê.

PREÇOS

A previsão para a inflação neste ano se manteve em 7,21%, enquanto para 2017 a projeção recuou de 5,29% para 5,20%, abaixo da meta definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), que é 4,5% com 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2018, a inflação estimada é de 4,5%.

Na ata do Copom, os diretores do BC manifestaram preocupação com a inflação, que tem recuado a uma velocidade “aquém da almejada”. Alguns esperavam uma queda maior dos índices de pressões diante da desaceleração econômica. Outros afirmam que houve avanços.

Por causa disso, a projeção para a taxa básica de juros no fim deste ano subiu de 13,25% para 13,50%. Para 2017, foi mantida em 11%.

A previsão para o câmbio voltou a cair. Os economistas e instituições financeiras consultados pelo BC cortaram a estimativa para o dólar de R$ 3,34 para R$ 3,30 no fim de 2016 e mantiveram em R$ 3,50 no próximo ano.

Abinee/Folha de S.Paulo – 02/08/2016

Redação On agosto - 2 - 2016
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