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Sbado, 18 de Novembro de 2017






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Ford Brasil terá novo centro de exportação de peças

Entra em operação no próximo dia 1º e agosto o novo centro de distribuição de peças para exportação da Ford Brasil que irá atender 12 unidades de produção da marca em vários países. Localizado em Suzano, na Grande São Paulo, o centro logístico estará instalado no entreposto aduaneiro Cragea (Companhia de Armazéns Gerais e Entrepostos), numa área de 1.900 m².

Com uma série de vantagens operacionais de logística, a instalação trará mais agilidade no fornecimento de peças brasileiras para a Argentina, Venezuela, México, Rússia, China, Vietnã e Tailândia, Índia e África do Sul, estas últimas com duas unidades cada. Para atender esses países, a Ford utiliza operações multimodais que envolvem transporte rodoviário, ferroviário, aéreo e marítimo.

O centro de peças para exportação tem instalações completas: escritório, duas docas físicas, além de outras 17 docas virtuais considerando os espaços no solo para depósito de contêineres. Conta também com o suporte de outros departamentos da Ford, como finanças, jurídico, compras e tecnologia da informação.

Operação logística – No modelo anterior, o depósito instalado em São Bernardo do Campo, SP, recebia as remessas de 166 fornecedores externos, totalizando mais de 2.000 peças diversas para carros, picapes e caminhões. Nessa lista estão, por exemplo, itens como motores da linha Cargo, radiadores do Focus, motores da linha Cargo, lanternas da Ranger, além de vários componentes do EcoSport, Ka e New Fiesta. No ano passado, a operação movimentou mais de 1.050 contêineres, equivalentes a 54 mil metros cúbicos de carga.

Modelo racionalizado – “Com o novo entreposto, a logística agora será racionalizada. A entrega será feita diretamente no Cragea e de lá as exportações seguem para os destinos de saída do País, como o Porto de Santos, os aeroportos de Guarulhos ou Viracopos, em Campinas, e ainda por rodovia na fronteira do Brasil e Argentina. Isso significa economia de recursos, tempo e controle”, diz Emerson Miguel, supervisor de Logística da Ford.

Fonte: Usinagem-Brasil

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Melhora confiança da pequena empresa

A confiança dos pequenos e médios empresários no Brasil para o terceiro trimestre de 2016 cresceu 3,18% quando comparada ao período anterior, de acordo com o Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios no Brasil (IC-PMN).

O indicador, elaborado pelo Centro de Estudos em Negócios do Insper, com apoio do Santander, atingiu 60,35 pontos no terceiro trimestre. No levantamento, 1.262 empresários responderam questões obedecendo a uma escala de 0 a 100 pontos, onde 100 representa o nível máximo de confiança.

De acordo com professor e pesquisador do Insper, Gino Olivares, essa melhora no índice no terceiro trimestre deste ano pode ser explicada, principalmente, pela expectativa positiva com relação à condução da economia nos próximos meses. “A mudança de governo trouxe uma nova equipe econômica com reputação e credibilidade. Só esse fato, mesmo que de fato não tenham sido implementadas ainda medidas concretas, trouxe para o cenário um ambiente mais positivo, refletido nessa elevação do nosso índice de confiança”, justificou ao DCI.

O avanço registrado no período foi impulsionado pela melhoria na avaliação dos empresários em relação aos quesitos Faturamento (64,8 pontos) e Ramo (64,1 pontos), que registraram avanço de 1,8% e 6,19%, respectivamente, ante os resultados do segundo trimestre de 2016.

Para Marcelo Aleixo, superintendente executivo de Pequenas e Médias Empresas do Santander, a continuidade do apoio às essas empresas se faz ainda mais importante quando elas voltam a acreditar na retomada da economia. “Neste período, além do suporte financeiro, oferecemos informação, capacitação e inspiração aos pequenos e médios empresários por meio do Programa Avançar”, acrescentou.

A confiança em relação à economia também avançou, totalizando 59,23 pontos, um crescimento de 12,19% ante o segundo trimestre de 2016. As avaliações sobre lucro (62,75 pontos) e empregados (54,31 pontos) mantiveram-se praticamente estáveis, com variações de apenas 0,76% e -0,12%, respectivamente, ante o trimestre anterior. Na contramão, a perspectiva sobre investimento (56,8 pontos) apresentou retratação de 1,01%, quando comparado com o segundo trimestre de 2016.

O resultado do IC-PMN revelou ainda que a confiança dos empresários para o terceiro trimestre cresceu em praticamente todas as regiões, exceto no Norte. O Centro-Oeste e Sul foram as regiões com maiores níveis de confiança, somando respectivamente 62,30 pontos e 59,11 pontos e altas de quatro pontos cada.

Abinee/DCI – 27/07/2016

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Desemprego recua e expectativa é de melhora na indústria brasileira

Há setores da indústria que começaram a dar sinais de respirar e a gente acredita que vai dar uma melhorada, principalmente em Fortaleza.

Tamires Almeida

Em coletiva realizada na tarde de ontem, em comemoração aos 18 anos do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), Gilvan Mendes, presidente da instituição no Estado, disse que já é possível notar recuperação na oferta de empregos na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).

Conforme dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), a taxa de desemprego na RMF diminuiu de 13,6%, em abril, para 12,9%, em maio. “Há setores da indústria que começaram a dar sinais de respirar e a gente acredita que vai dar uma melhorada, principalmente em Fortaleza, Região Metropolitana e polos mais desenvolvidos como Itapipoca, Sobral, Russas e Cascavel”, afirmou Gilvan, que acredita ser o segundo semestre o período mais promissor para a recuperação de empregos.

Julho

A expectativa pela retomada de postos de trabalho aumenta com a chegada do mês de julho, período de alta estação, no qual há maior demanda por serviços em hotéis, restaurantes e/ou eventos. Nesta virada de semestre, também há maior circulação de recursos, como o pagamento da 1ª parcela do 13º salário e reajuste de 12,5% no programa Bolsa Família, aplicado a partir deste mês.

Josbertini Clementino, secretário do Trabalho e Desenvolvimento Social, reitera que a tendência de aumento na geração de empregos deve ser mantida na RMF. “O setor de serviços é o que mais puxa essa geração de empregos na Região Metropolitana de Fortaleza, que recupera quase 4 mil postos de trabalho no mês de maio em relação a abril”.

Crise tardia

Apesar da desaceleração na economia e consequente queda na oferta de vagas no mercado, Josbertini acredita que a crise chegou tardiamente ao Ceará, se comparada a outros estados. “Até maio, junho do ano passado, nós ainda tínhamos um processo de desemprego no Ceará na casa de 7 a 8%. Um privilégio se fizesse uma comparação com Minas, São Paulo, Rio ou outros estados do Sul”, comparados.

Para o secretário do Trabalho, o investimento realizado pelas organizações e o “encorajamento” das pessoas em empreender, sejam em negócios formais ou não, contribuem para diminuir a taxa de desemprego e dinamizar a economia cearense. As informações são do site Jornal O Povo.

Fonte: Indústria Hoje

Redação On julho - 27 - 2016
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