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Tera-feira, 21 de Novembro de 2017






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Brasil cai e trava região

A atividade econômica da América Latina e do Caribe vai sofrer uma contração de 0,8% neste ano, provocada, em grande parte, pela recessão no Brasil, a maior economia da região, cujo Produto Interno Bruto deve encolher 3,5%. Também contribuirão para o cenário negativo a queda na produção da Argentina (1,8%) e no Equador (3,5%), e o verdadeiro desastre em andamento na Venezuela, que vai despencar 8%.

As previsões constam de relatório da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), que destaca o desempenho heterogêneo da região. O documento projeta crescimento de 2,3% para o México, a segunda maior economia latino-americana, além do resultado positivo para os países caribenhos. “Os que jogam as perspectivas para baixo são Argentina, Brasil, Equador e Venezuela”, disse a secretária executiva da entidade, Alicia Bárcena.

De acordo com a Cepal, a América do Sul terá recuo de 2,1% em 2016, “afetada por uma deterioração dos termos de intercâmbio, menor demanda externa e desaceleração significativa da demanda interna, que reflete uma significativa queda do investimento doméstico”.

“O momento que a região vive é um choque de termos de comércio, em que os preços das matérias-primas continuam caindo”, disse Alicia. No caso do Brasil, a secretária destacou que as taxas de juros altas e a queda do valor do dólar frente ao real são elementos que seguram a expansão do crédito e as exportações.

Correio Braziliense – 27/07/2016

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Maior fabricante de autopeças do México se volta para a Europa

Andrea Navarro

A Nemak, maior produtora de autopeças de capital aberto do México, abastece as fabricantes de automóveis dos EUA há anos. Agora, a empresa busca mais crescimento na Europa.

Os componentes de alumínio para motores da empresa estão conquistando negócios no continente porque as fabricantes de veículos estão ampliando o uso do metal leve na tentativa de reduzir o peso do veículo e aumentar a eficiência de combustível.

Isto ajudou a unidade Alfa a ampliar em 15% as receitas na Europa no segundo trimestre, compensando parte dos declínios na América do Norte e no resto do mundo.

A Nemak está fortalecendo a divisão europeia investindo em produção em países como Rússia e Alemanha e afastando parte do trabalho de suas raízes norte-americanas.

A diversificação da base de receitas é uma missão fundamental se a empresa quiser obter uma classificação de crédito de grau de investimento, disse a Standard & Poor’s no mês passado. Uma elevação da nota, por sua vez, pode abrir a porta para uma venda de até 500 milhões de euros (US$ 550 milhões) em títulos no ano que vem, disse a Alfa na semana passada.

“Continuamos enxergando oportunidades de crescimento únicas na Europa nos próximos anos”, disse o CEO da Nemak, Armando Tamez, em uma teleconferência no dia 19 de julho.

“Os resultados deste trimestre são um sinal claro de que estamos aproveitando efetivamente essa oportunidade para impulsionar o crescimento. Um dos nossos principais focos tem sido o desenvolvimento de inovações tecnológicas que nos permitem capitalizar a aceleração da tendência do peso leve”.

Medindo o Brexit

Os investidores não se convenceram com o argumento. As ações da Nemak caíram 9 por cento neste ano, enquanto o índice acionário de referência do México, o IPC, avançou 9,7%.

As ações da empresa tiveram um declínio recorde de 5,4% em 24 de junho, dia posterior à decisão do Reino Unido, em referendo, de deixar a União Europeia. Foi a maior queda desde a abertura de capital, no ano passado, da empresa que pertence parcialmente à Ford Motor.

A Nemak não espera uma grande mudança com o Brexit, embora seja cedo demais para saber, segundo Tamez. O Reino Unido responde por menos de 5% das vendas da empresa, disse ele.

Após o declínio das ações deste ano, o preço alvo médio de 12 meses de 10 analistas consultados pela agência de notícias Bloomberg implica um retorno potencial de 31% para a Nemak, o maior entre as principais ações mexicanas depois da OHL México.

A Nemak, que fabrica cabeças de cilindro e blocos de motor, vê oportunidades para conseguir novos negócios na América do Norte, apesar da queda nas vendas da empresa no segundo trimestre, disse Tamez.

Na Europa, onde as fábricas da empresa se espalham por países como Espanha, Alemanha e Rússia, a receita da Nemak vem crescendo mais rapidamente que as vendas totais de automóveis. Entre os clientes da empresa estão Ford, BMW, Volkswagen e Daimler.

“As fabricantes de automóveis precisam usar peças mais leves”, disse Gerardo Cevallos, analista da Vector Casa de Bolsa, por telefone. “Isso favorece a Nemak”. (Bloomberg)

Fonte: UOL

Redação On julho - 27 - 2016
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