Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Sbado, 18 de Novembro de 2017






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Foi vitoriosa a mobilização do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes em defesa dos direitos dos trabalhadores da Fameq (autopeças localizada na região oeste de São Paulo, comprada pela Keiper, do grupo Prevent).

A mobilização teve início no sábado, 23 de julho, após o diretor Luiz Valentim notar caminhões retirando o maquinário da empresa.

O Sindicato prontamente organizou um acampamento para evitar a retirada das máquinas e depois de intensificar o protesto nesta segunda, 25 de julho, com presença do presidente do Sindicato e da CNTM, Miguel Torres, também vice-presidente da Força Sindical, e de praticamente todos os diretores e assessores, a empresa chamou o Sindicato para negociar e se comprometeu a pagar os trabalhadores e um grande pacote de benefícios.

Representantes do UAW (Sindicato dos Metalúrgicos dos Estados Unidos) também estiveram presentes ao protesto desta segunda-feira.

Fonte: VAL GOMES (Assessor de Comunicação CNTM)25/07/16

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Assembleia Geral aprova reajuste de INPC + 2,5% de aumento real

Trabalhadores aprovam INPC + 2,5% de aumento real na CS 2016

Os metalúrgicos e as metalúrgicas da nossa região aprovaram neste domingo, 25/07, nossa Pauta de Reivindicações com reajuste de 12.04%, sendo sua composição o índice estimado do INPC de 9,3% mais aumento real de 2,5%, baseado na produtividade dos trabalhadores.

Este ano, as cláusulas sociais dos grupos metalúrgicos, exceto as das montadoras, serão renovadas e, portanto, é necessário desde já intensificar nossa organização e mobilização para encarar a luta conjunta e cotidiana na fábrica para arrancarmos dos patrões o que é nosso por direito.

Os ataques que estamos sofrendo não vêm apenas de patrões, mas também dos governos e das centrais sindicais pelegas.

As Reformas Trabalhista e a da Previdência são prioridades na agenda do governo.

A terceirização vem precarizar ainda mais as condições de trabalho e o negociado sobre o legislado colocam em jogo as conquistas das nossas Convenções Coletivas.

A revisão dos auxílios doença e aposentadorias por invalidez já estão valendo e, sabemos que os cortes serão feitos independente do estado de saúde dos trabalhadores, uma vez que o governo já adiantou mesmo antes das perícias, o valor do montante que a Previdência vai “economizar”.

Portanto, assim como outras, esta campanha salarial não vai ser fácil, especialmente pelo caos político e econômico em que o nosso país se encontra.

Mas, nossa trajetória comprova grande capacidade de organização, mobilização e disposição de luta fazendo do nosso Sindicato e dos trabalhadores desta região uma referência para companheiros de outras bases sindicais.

Então, mais uma vez, vamos arregaçar as mangas e entrar na luta por nenhum direito a menos e avançar nas conquistas.

Participe das assembleias nas fábricas, convide seu companheiro no trabalho e junte-se a nós! Sua presença é fundamental!

Sind. met. de Campinas – 25/06/2016

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Centrais dão demonstração de unidade

As seis centrais sindicais, Força Sindical, CSB, CTB, CUT, NCST e UGT, darão, hoje, 26, uma demonstração de unidade na defesa do emprego e pela garantia dos direitos dos trabalhadores durante a “Assembleia Nacional dos(as) Trabalhadores(as) pelo Emprego e Garantia dos Direitos”, que realizarão, a partir das 11 horas, no Espaço Hakka, em São Paulo. Eles vão se posicionar contra a ação das forças conservadoras que defendem, por exemplo, jornada de 80 horas semanais, e querem a volta da escravidão no Brasil.

“Hoje vivemos uma situação de calamidade, com doze milhões de desempregados. Não bastasse esta grave situação, existe uma forte tentativa de desmonte das políticas de inclusão social que estão na Constituição de 1988, e de outras conquistadas anteriormente, com muita luta, pelos trabalhadores, como a aposentadoria por tempo de contribuição”, declara Paulo Pereira da Silva, Paulinho, presidente da Força Sindical. “Os trabalhadores só vencerão esta luta unidos, e esta assembleia que vamos realizar hoje é apenas o primeiro passo”, completa Paulinho.

“Vamos lutar para que sejam criadas no País condições para a volta do crescimento econômico. Só com uma economia saudável será possível entrarmos num círculo virtuoso de conquista de salários dignos, aumento do consumo e, consequentemente, da produção e das vendas, além da criação de mais empregos de qualidade”, declara João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força.
“Queremos alertar, ainda, as forças retrógradas deste País que a queda da participação dos salários na renda nacional, e o aumento de horas trabalhadas, defendido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), pode parecer um ganho para as empresas. No entanto, este período de escuridão deve ficar no passado. Hoje, no mundo moderno, graças às novas tecnologias, sairão ganhando os países que proporcionarem melhor qualidade de vida à população, na qual se incluem salários dignos e políticas sociais”, observa Juruna.
“É preciso deixar bem claro: sem emprego, as empresas também não aumentam seus ganhos e estacionam, sem obter crescimento. Depois, não adianta ficar reclamando para o governo e pedindo benefícios. O Brasil tem um espaço enorme para crescer no mercado interno e também no externo. Então, já é tempo de o governo mudar sua mentalidade conservadora e passar a praticar políticas que permitam que todas as pessoas ganhem”, destaca Paulinho.
Propostas das Centrais
* Redução da taxa de juros que viabilize a retomada do crescimento industrial;

* Redução da jornada para 40 horas semanais, sem redução de salários;

* Retomada do investimento público e privado em infraestrutura produtiva, social e urbana, ampliando os instrumentos para financiá-la;

* Retomada e ampliação dos investimentos no setor de energia (petróleo, gás e fontes alternativas renováveis, em especial a Petrobrás);

* Destravamento do setor de construção, para garantir a manutenção das atividades produtivas e dos empregos nas empresas do setor;

* Criação de condições para o aumento e a manutenção da produção e das exportações da indústria de transformação;
* Adoção e aprofundamento de políticas que deem sustentação ao setor produtivo, com contrapartidas sociais e ambientais;
* Incentivos às políticas de fortalecimento do mercado interno para incrementar os níveis de produção, consumo, emprego, renda e inclusão social.

Fonte: Assessoria de imprensa da Força Sindical

26/07/2016

 

Redação On julho - 26 - 2016
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