Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017






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Ritmo de queda da construção desacelerou em junho, mas setor ainda registra retração na atividade
O ritmo de queda da indústria de construção continuou desacelerando em junho. É isso o que mostram os dados da Sondagem da Indústria da Construção, divulgados, ontem, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). No mês passado, o índice de evolução do nível de atividade ficou em 41,2 pontos, após ter marcado 40,1 pontos em maio. De acordo com a entidade, desde janeiro o ritmo de queda vem desacelerando.

Os indicadores da pesquisa variam de 0 a 100, sendo que resultados abaixo de 50 significam retração da atividade e do emprego. Em dezembro do ano passado, o índice de nível de atividade estava em 33,3.

De acordo com a CNI, o “longo período de baixa atividade continua a afetar as condições financeiras das empresas, que seguem deterioradas, e o acesso ao crédito permanece muito restrito”. A confederação aponta ainda que o principal problema enfrentado pelas empresas de construção neste segundo semestre é a falta de demanda. Na sequência, são citadas a elevada carga tributária e as altas taxas de juros.

A CNI destaca que o índice de evolução do nível de atividade permanece abaixo dos 50 pontos, “ou seja, aponta nova queda da atividade”. No entanto, “manteve a trajetória ascendente observada desde janeiro de 2016”.

Emprego e atividade – O índice de evolução do número de empregados, de acordo com a CNI, manteve-se em 38,1 pontos, o que indica que o emprego no setor segue em queda. Já o índice de atividade efetivo em relação ao usual de junho ficou em 27,2 pontos (oscilação de 0,7 ponto ante o anterior, dentro da margem de erro).

O porcentual de utilização da capacidade de operação (UCO) ficou em 56% em junho, mesmo patamar de maio. São oito pontos porcentuais abaixo da média para os meses de junho.

Segundo a CNI, o índice de satisfação com a margem de lucro para o setor de construção atingiu 30,6 pontos e o de satisfação com a situação financeira ficou em 34,2 pontos (ambos dentro da margem de erro).

A sondagem da CNI revelou ainda que o índice de facilidade de acesso ao crédito alcançou 26,3 pontos, ainda “muito aquém da linha divisória de 50 pontos”.

Para os próximos meses, o cenário segue pessimista. Os índices medidos pela CNI, “que vinham mostrando pessimismo cada vez menor desde o início do ano, não melhoraram em julho”. “As perspectivas para os próximos seis meses são tão pessimistas quanto no mês anterior.” (AE)

Fonte:  Diário do Comércio

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Dona da Yoki fecha fábricas no Brasil

Uma das maiores empresas alimentícias do mundo, a General Mills, dona de marcas como Yoki, Kitano e VeryGurt no Brasil, anunciou nesta quinta-feira (21) que vai fechar parte de sua linha de produção no país.

De acordo com a companhia, nenhuma marca de seus produtos deixará de ser produzida. Haverá uma reestruturação das atividades com realocação da produção em decorrência da crise econômica.

Uma das mudanças será o encerramento das atividades de manufatura e do centro de distribuição da empresa em Marília. A produção de São Bernardo do Campo, por sua vez, será transferida para as demais unidades fabris que a empresa possui no país. Na unidade de São Bernardo do Campo vai permanecer apenas a parte corporativa.

Em comunicado, a companhia afirma que cerca de 400 funcionários serão demitidos e que “já está em processo de negociação do pacote de desligamento com os responsáveis dos sindicatos dos trabalhadores nas duas unidades”.

A produção de salgadinhos e farofa de São Bernardo passará a ser feita em outras fábricas da empresa no país, assim como o beneficiamento de amendoins, que era realizado na unidade de Marília. O fechamento destas produções acontecerá no próximo dia 19 de agosto.

Procurada, a assessoria de imprensa da General Mills afirmou que a companhia não divulga o número de fábricas que tem no país. Mas um relatório institucional da empresa publicado na internet aponta oito fábricas, incluindo as duas cujo fechamento a companhia acaba de anunciar.

De acordo com a empresa, que é famosa mundialmente pelos sorvetes Häagen-Dazs e pelos cereais Cheerios, a decisão de fechar pontos no Brasil é “estratégica” e visa “melhorar a eficiência operacional do negócio”. No mundo, a reestruturação também envolve fechamento de unidades nos Estados Unidos e na China.

GENERAL MILLS/2016
Vendas líquidas US$ 16,6 bilhões
Lucro operacional US$ 2,7 bilhões
Funcionários 42 mil (2015)

Fonte: Folha de S.Paulo

GM eleva perspectiva de lucro anual após forte resultado do 2º trimestre
Montadora norte-americana teve lucro líquido de US$ 2,87 bi no segundo trimestre

DETROIT, Estados Unidos – A General Motors elevou sua estimativa de lucro anual depois de divulgar resultado recorde para o segundo trimestre que superou com folga previsões de Wall Street.

A montadora norte-americana de veículos teve lucro líquido de 2,87 bilhões de dólares no segundo trimestre, ou 1,81 dólar por ação, ante 1,1 bilhão de dólares, ou 0,67 dólar por papel, no mesmo período do ano passado.

Com o resultado, a empresa elevou a expectativa de lucro ajustado antes de juros e impostos para entre 5,50 e 6,00 dólares por ação ante estimativa anterior de 5,25 a 5,75 dólares por papel.

Mais de 90 por cento do lucro antes de impostos da empresa veio da América do Norte, onde as margens de lucro subiram para 12,1 por cento ante 10,5 por cento um ano antes.

A GM também divulgou seu primeiro lucro trimestral na Europa em cinco anos, mas alertou que turbulências criadas pela decisão do Reino Unido de sair da União Europeia podem cortar 400 milhões de dólares do resultado da companhia no continente no segundo semestre.

Fonte: DCI
Produção da Vale recua 10,2% no Estado
No primeiro semestre, o volume apurado foi de 94,3 milhões de toneladas ante 104,9 milhões de toneladas

A produção de minério da Vale em Minas Gerais durante o primeiro semestre deste ano alcançou 94,3 milhões de toneladas contra 104,9 milhões no mesmo período de 2015, uma queda de 10,2%. O volume do insumo produzido no Estado no período respondeu por 57,3% da produção global da empresa no intervalo.

Um dos motivos que mais influenciou na queda foi a paralisação das atividades da controlada Samarco Mineração, desde o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (região Central), em novembro do ano passado, e que impactou na produção da mina de Mariana, do sistema Sudeste da Vale.

No segundo trimestre, assim como a produção de minério em todo o País aumentou em relação aos três meses anteriores, o volume do insumo produzido pela companhia somente em Minas Gerais também cresceu e representou 57,2% da produção global para o intervalo.

Considerando as produções dos sistemas Sudeste e Sul, dentro do Estado, a companhia produziu 49,7 milhões de toneladas de minério de ferro entre abril e junho, 11,6% a mais que as 44,5 milhões de toneladas produzidas nos três primeiros meses deste exercício.

Porém, quando a produção do período em Minas é comparada com o mesmo trimestre do ano passado, período em que a Vale produziu 56,4 milhões de toneladas de minério, foi apurada uma queda de praticamente 12%. A companhia explicou que o recuo aconteceu em função da redução em operações com margens menores, e à paralisação do fornecimento para sua controlada, a Samarco Mineração.

No Sistema Sudeste, que compreende as minas de Itabira, Minas Centrais e Mariana, a companhia produziu 25,1 milhões de toneladas do insumo siderúrgico no segundo trimestre contra 29,1 milhões de toneladas nos mesmos meses de 2015, uma redução de 13,8%. A produção do complexo sofreu influência da queda de 31,3% no ativo de Mariana.

Desde novembro do ano passado, com o rompimento da barragem de Fundão, da Samarco, no distrito de Bento Rodrigues, vizinha ao complexo da Vale em Mariana, o ritmo das operações no ativo diminuiu, sobretudo na mina Fazendão, que fornecia minério para a sua controlada.
Em Mariana, a produção de minério da Vale somou 6,6 milhões de toneladas no segundo trimestre, 31,3% menos do que o volume do igual período de 2015 no complexo, que alcançou 9,6 milhões de toneladas. Em Itabira, o volume produzido somou 8,5 milhões de toneladas e caiu 9,6% na mesma comparação.

A produção de minério na unidade de Minas Centrais somou 10 milhões de toneladas no segundo trimestre de 2016, ficando em linha tanto com a dos três meses anteriores quanto com a do mesmo período um exercício antes.

Sistema Sul – No Sistema Sul, que compreende os complexos das minas de Paraopeba, Vargem Grande e Minas Itabirito, a Vale produziu 24,5 milhões de toneladas de minério no último trimestre, 10,3% abaixo do volume produzido no igual trimestre do exercício anterior (27,3 milhões de toneladas).

A produção em Paraopeba foi de 7 milhões de toneladas no segundo trimestre,16,7% abaixo das 8,4 milhões de toneladas do mesmo trimestre de 2015. Na mesma comparação, a produção em Vargem Grande ficou estável na casa das 7,3 milhões de toneladas.

A produção do insumo nas Minas Itabirito alcançou 10,2 milhões de toneladas no segundo trimestre de 2016, 11,4% menor do que a dos mesmos meses do ano anterior (11,4 milhões de toneladas). A Vale vem reduzindo estoques da mina para melhorar as margens.

Pelotas – A produção de pelotas da Vale referente ao segundo trimestre do ano somou 10 milhões de toneladas, caindo 17,9% em relação ao mesmo período de 2015. O número exclui os volumes atribuíveis à Samarco. A Vale explicou que um dos motivos da queda foi a parada da planta de pelotização da mina de Fábrica (Sistema Sul), devido a atrasos na obtenção de licenças para expansão.

Fonte: Diário do Comércio

Produção de gás natural atingiu o volume aproximado de 100 milhões de metros em maio

Ambiente Energia

A produção nacional de gás natural atingiu o volume aproximado de 100 milhões de metros cúbicos por dia (m³/dia) no mês de maio de 2016. O resultado supera em 4,2% a média do mês anterior e em 7,1% a produção no mesmo período de 2015. Os dados são do Boletim Mensal de Acompanhamento da Indústria de Gás Natural do Ministério de Minas e Energia.

No mês em análise, a queima de gás foi de 3,7 milhões de m³/dia, 8,3% menor se comparada ao mês anterior, e a reinjeção foi de 28,0 milhões e m³/dia, o que representa um aumento de 1,9% em relação à abril de 2016. Como resultado, a oferta de gás nacional em maio de 2016 ultrapassou 51 milhões de m³/dia.

A demanda total de gás natural caiu 6,0% em relação ao mês de abril de 2016, associada principalmente ao segmento termelétrico que teve sua demanda reduzida de 26,5 para 22,4 milhões de m³/dia.

Redação On julho - 22 - 2016
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