Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Tera-feira, 26 de Setembro de 2017






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Ociosidade tem novo recorde nas autopeças

Índice de quase 52% resulta em queda acentuada nos empregos do setor

A capacidade ociosa entre os fabricantes deautopeças chegou a 51,6% em maio, marcando um novo e triste recorde terceiro mês consecutivo. Trata-se da maior ociosidade desde que o atual método de medição foi adotado, em 2010.

A baixa ocupação se reflete nos empregos do setor, que de janeiro a maio recuaram 16,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Os números foram divulgados pelo Sindipeças, entidade que reúne fabricantes da indústria de componentes automotivos.

Nos primeiros cinco meses de 2016, o faturamento do setor recuou 8,7% em relação aos mesmos meses de 2015. Os números negativos resultam da queda de 17,1% das vendas às montadoras, que respondem por cerca de 55% do faturamento total do setor.

As exportações anotaram alta de 5,4% neste mesmo intervalo, mas, quando convertidas em dólar, exibem retração de 17,3%. O mercado de reposição registrou pequeno acréscimo de 1,6% no período. No mês de maio isoladamente, o aftermarket respondeu por mais de 20% do faturamento dos fabricantes. Os negócios intrassetoriais tiveram importante aumento de 6,4% no confronto com o período janeiro-maio de 2015.

Fonte: Automotive Business / Infomet

 

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Volks lucra, mas tem novo impacto com escândalo de emissões

A Volkswagen afirmou nesta quarta-feira que cortes de custos e aumento de vendas de veículos na Europa ajudaram o grupo alemão a ter resultado trimestral acima do esperado, mas a empresa teve de fazer outra provisão de € 2,2 bilhões para cobrir custos relacionados ao escândalo “dieselgate”.

A maior montadora de veículos da Europa está tentando recuperar sua reputação após admitir em setembro passado que incorporou software ilegal para desativar controles deemissão de poluentes em cerca de 11 milhões de veículos a diesel vendidos no mundo.

Alguns analistas disseram que o resultado melhor que o esperado para o primeiro semestre sinaliza que a recuperação da empresa pode estar ocorrendo. As ações da empresa tinham alta de 6% às 14h34 (horário de Brasília).

Mas a empresa afirmou que registrou provisão de € 2,2 bilhões “principalmente relacionada a riscos legais adicionais surgindo predominantemente na América do Norte”. Três Estados dos EUA anunciaram na terça-feira processos civis afirmando que executivos da companhia encobriram evidências de que a montadora fraudou testes de emissões de poluentes durante anos.

A empresa já fez provisões de US$ 18 bilhões para cobrir os custos do escândalo de emissões.

Num informe não esperado com resultados preliminares (o oficial deve ser divulgado em 28 de julho), a Volkswagen afirmou que o lucro operacional do semestre antes de eventos não recorrentes subiu 75, a € 7,5 bilhões.

O analista Arndt Ellinghorst, da Evercore ISI, afirmou que o número indica que o lucro operacional da Volkswagen no segundo trimestre foi cerca de € 1 bilhão acima da média de previsões do mercado.

Incluindo eventos recorrentes, o lucro operacional recuou 22%, para € 5,3 bilhões. (Reuters)

Fonte: Folha de São Paulo

 

Nissan traz novo carro e abre 600 vagas no Rio

Em meio ao caos em que se encontra a indústria automobilística brasileira, com queda nas vendas, demissões e ociosidade, a Nissan anunciou nesta terça-feira, 19, que vai iniciar um segundo turno de trabalho na fábrica de Resende (RJ) e contratará 600 funcionários até o fim do ano. Hoje, a unidade inaugurada há dois anos emprega 2 mil pessoas.

O novo turno e as contratações são para o início da produção do utilitário-esportivo (SUV) Kicks, veículo global da marca que será lançado primeiro no Brasil. O projeto recebeu investimentos de R$ 750 milhões e teve a participação do centro de design no Rio.

As vendas oficiais começam em 5 de agosto, data da abertura dos Jogos Olímpicos no Rio. O Kicks é o carro oficial da Olimpíada e tem sido visto pelas ruas do País desde maio, acompanhando o trajeto da tocha olímpica. “A Olimpíada e a Paralimpíada serão uma alavanca para tornarmos a marca Nissan mais conhecida no Brasil”, diz o vice-presidente de vendas e marketing, Ronaldo Znidarsis.

O Kicks chega ao mercado para disputar vendas no segmento de compactos, hoje liderado pelo Honda HR-V, que vendeu neste ano 30,8 mil unidades. Na sequência está o Jeep Renegade, com 25,7 mil unidades. O HR-V, fabricado em Sumaré (SP) foi lançado em abril de 2014 e o Renegade, feito em Goiana (PE), um ano depois.

Mercado em alta

Só os dois modelos respondem por quase 40% das vendas totais de SUVs no País, que somam neste primeiro semestre 144 mil unidades, alta de 7,8% em relação a igual período de 2015. O mercado total de automóveis e comerciais leves caiu 25,1% no período, para 952,2 mil unidades.

“O mercado de SUVs é o que mais cresce no Brasil e vimos uma oportunidade de trazer nossa experiência mundial nesse segmento”, afirma Znidarsis. No mundo todo, o segmento representa 27,6% das vendas de veículos, participação que era de 20,1% em 2010.

Novo concorrente esperado para o segmento é o ix25, que deve ser feito pela Hyundai em Piracicaba (SP) nos próximos meses. A General Motors também prepara produto nessa linha, mas só para 2018. A Jeep fará um SUV de médio porte em Pernambuco ainda este ano.

O Kicks custa R$ 89.990 na versão top SL, que vem com itens como navegação integrada, quatro câmaras que permitem visão de 360 graus e detector de objetos.

Uma série especial chamada Rio, em comemoração aos Jogos Olímpicos, custa R$ 93,5 mil e traz detalhes como capô em cor diferente da carroceria. O motor é 1.6, fabricado no Brasil.

Inicialmente, o utilitário será importado do México, onde começou a ser produzido recentemente. No último trimestre, passa a ser fabricado em Resende e deverá ganhar versões mais simples. Até lá, a fábrica estará pronta para iniciar o segundo turno e os 600 contratados estarão treinados. O Kicks será exportado pela Nissan do Brasil para toda a América Latina. O México abastecerá o mercado dos Estados Unidos. O veículo também será produzido em outros países.

Participação

A fábrica de Resende também produz o March e o Versa. A unidade no Paraná, em conjunto com a Renault, produz a picape Frontier.

No primeiro semestre, a Nissan vendeu 24.718 veículos, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), 18,3% a mais do que em igual período de 2015. A marca, contudo, melhorou sua participação no mercado de 2,38% para 2,6%.

“Vamos crescer dois dígitos em participação este ano”, prevê Znidarsis. O grupo prevê vendas de 2,2 milhões de veículos para o mercado total no período de abril a março (ano fiscal da empresa). “Acreditamos que o quarto trimestre deste ano e o primeiro de 2017 serão melhores”, diz. “Com a situação política mais definida, a confiança dos consumidores vai voltar.”

A abertura de novas vagas pela Nissan é um alívio em meio aos cortes que as montadoras vêm realizando. Só neste ano foram 2,1 mil demissões. Em 12 meses, foram 9,2 mil. Ao contrário de outras fabricantes, a marca japonesa não opera, atualmente, com nenhuma medida de redução de produção.

Fonte: Estado de Minas / Infomet

 

Empresários da indústria em Mato Grosso seguem “pouco” confiantes com a economia

A confiança do empresário industrial em Mato Grosso segue abaixo da linha divisória de 50 pontos. Em julho a confiança ficou em 43,9 pontos, apesar de estar abaixo dos 44,9 pontos de junho, o setor está mais “otimista” no comparativo com o mês em 2015 quando se registrou apenas 34,7 pontos. Levantamento mostra que a confiança nas condições atuais da economia brasileira é de apenas 28,1 pontos apenas.
As informações constam no Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) mato-grossense, divulgado recentemente pela Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), e referem-se ao mês de julho de 2016.
Ao se analisar a confiança do empresário industrial brasileiro verifica-se que a linha encontra-se em 47,3 pontos, pouco acima dos 45,7 pontos de junho e dos 37,2 pontos de confiança constatados em julho de 2015.
O levantamento revela que apesar do decréscimo no comparativo com junho, os empresários da indústria mato-grossense estão mais confiantes que em 2015. Em termos de porte das empresas, nas de pequeno porte a confiança em julho ficou em 40 pontos, abaixo dos 41,7 pontos de junho e acima dos 34 pontos do ano passado. Já entre as de médio e grande porte 45,5 pontos em julho contra 46,2 de junho e superior aos 35 pontos de 2015.
Por atividade, na indústria da construção a confiança em julho é de 35 pontos, enquanto em junho havia sido de 37,3 pontos e julho do ano passado 33,1 pontos. Já entre as indústrias extrativas e de transformação 45,5 pontos no sétimo mês de 2016 contra 46,2 pontos de junho e acima dos 36,2 pontos de julho do ano passado.
Condições da economia
De acordo com o Índice de Confiança do Empresário Industrial em Mato Grosso, no que tange as condições atuais da economia brasileira a confiança é de apenas 28,1 pontos. Em junho havia sido de 28,4 pontos. Porém, ao se comparar com julho do ano passado percebe-se um incremento diante os 17,4 pontos de confiança na época.
Quanto às condições atuais do Estado verifica-se a mesma situação ao se comparar um ano com o outro. Enquanto em julho do ano passado a confiança era de 23,6 pontos, neste ano é de 31,3 pontos. Na empresa o salto foi de 28,9 pontos para 34,5 pontos.
Para os próximos seis meses as expectativas são “positivas”. Segundo o Índice, a confiança na economia brasileira para os próximos seis meses apresenta 42,9 pontos, acima dos 31,2 pontos do ano passado. No Estado de 39,5 pontos para 45,6 pontos e na empresa de 44,6 pontos para 53,2 pontos.

Fonte: Olhar Direto / Abimaq

 

GM eleva perspectiva de lucro após forte resultado do 2º trimestre

Montadora teve lucro líquido de US$ 2,87 bilhões no 2º trimestre.
Mais de 90% do lucro veio da América do Norte.

A General Motors (GM) elevou sua estimativa de lucro anual depois de divulgar resultado recorde para o segundo trimestre que superou com folga previsões de Wall Street.
A montadora norte-americana de veículos teve lucro líquido de US$ 2,87 bilhões no segundo trimestre, ou US$ 1,81 por ação, ante US$ 1,1 bilhão, ou US$ 0,67 dólar por papel, no mesmo período do ano passado.

Com o resultado, a empresa elevou a expectativa de lucro ajustado antes de juros e impostos para entre US$ 5,50 e US$ 6,00 por ação ante estimativa anterior de US$ 5,25 a US$ 5,75 por papel.

Mais de 90% do lucro antes de impostos da empresa veio da América do Norte, onde as margens de lucro subiram para 12,1% ante 10,5% um ano antes.

A GM também divulgou seu primeiro lucro trimestral na Europa em 5 anos, mas alertou que turbulências criadas pela decisão do Reino Unido de sair da União Europeia podem cortar US$ 400 milhões do resultado da companhia no continente no segundo semestre.

Fonte: G1

 

Produção de minério de ferro da Vale cai por decisões estratégicas

Empresa, por exemplo, paralisou fornecimento do produto à Samarco.
Já em relação ao 1º trimestre, produção do último período foi 12% maior.

A mineradora Vale produziu 86,823 milhões de toneladas de minério de ferro no segundo trimestre do ano, um recuo de 2,8% ante o mesmo período de 2015, informou a brasileira nesta quinta-feira (21) em seu relatório de produção.
A queda ocorreu devido à decisão estratégica de reduzir marginalmente a produção de operações com menor margem e a outras ações, como a paralisação de fornecimento da commodity à Samarco, sua joint venture com a anglo-australiana BHP Billiton.
A Vale confirmou ainda, no documento, que a produção da empresa aponta para uma produção anual no limite inferior da faixa das estimativas originais da companhia.

“Baseados no mesmo critério de otimização de margens, a produção no primeiro semestre de 2016 e o plano para o restante de 2016, ajustado para sazonalidade, indicam uma produção anual no limite inferior da faixa do guidance original de 340-350 milhões de toneladas para 2016”, informou a companhia.

Já em relação ao primeiro trimestre do ano, a produção do último período foi 12% maior, devido à sazonalidade e à melhor produtividade no Sistema Norte, disse a Vale.

A produção de Carajás atingiu novo recorde para um segundo trimestre de 36,5 milhões de toneladas no segundo trimestre, alta de 15,5%  ante o mesmo período de 2015.

Fonte: G1

Redação On julho - 21 - 2016
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