Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

Filiado a FIESP

Sbado, 18 de Novembro de 2017






Associe-se!
Clique aqui e conheça as vantagens

Indústria e serviços em ritmo semelhante

As atividades do setor terciário da economia – os serviços – ficaram praticamente estagnadas entre abril e maio
As atividades do setor terciário da economia – os serviços – ficaram praticamente estagnadas entre abril e maio, com variação negativa de 0,1%, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador é comparável ao da indústria, com variação zero, enfatizou o responsável pela PMS, Roberto Saldanha. Com o novo resultado, parece adiada a recuperação mais expressiva do setor que estava sendo esperada para este semestre.
O setor de serviços pesa mais de dois terços no Produto Interno Bruto (PIB). Embora abranja centenas de atividades, o levantamento do IBGE não inclui serviços financeiros nem públicos. A comparação com abril indica alguma reativação dos serviços audiovisuais, de edição e agências de notícias, além de serviços técnico-profissionais e de transporte aéreo e aquaviário.
O frio ajudou as atividades turísticas, que cresceram 0,4% no mês, favorecendo, em especial, o Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Mas as comparações entre maio de 2015 e maio de 2016 ainda são muito desfavoráveis. Na média, a queda do volume de serviços foi de 6,1%, puxada pelos transportes (-9,1%), turismo (-8,9%), serviços profissionais, administrativos e complementares (-7,8%) e serviços prestados às famílias (-7%). O item serviços de informação e comunicação está sensivelmente pior em 2016 do que estava em 2015, quando apresentou variações mensais positivas na maior parte do ano, segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).
O setor de serviços não pode ser visto isoladamente, pois depende do comportamento da indústria, do comércio, do agronegócio e das atividades da área pública. É um “setor vulnerável” ao comportamento do conjunto da economia, segundo Saldanha.
Com a queda do nível de emprego e da renda, as famílias demandaram nos últimos 12 meses menos serviços artísticos, esportivos, recreação e lazer, lavanderias, cabeleireiros, clínicas de estética ou higiene e adestramento de animais.
Na visão mais otimista, os dados disponíveis indicam retomada lenta. Como disse o economista Rafael Bacciotti, da Tendências Consultoria ao Broadcast da Agência Estado: “Parece ter ligeira melhora no dado ajustado sazonalmente, mas vem mostrando alguma volatilidade. A tendência para a atividade de serviços ainda é de queda”. Expectativas mais promissoras foram adiadas

 

Fonte: O Estado

Redação On julho - 20 - 2016
  • Central de atendimento
  • Telefone: (11) 3285-3522 / e-mail: sicetel@sicetel.com.br
Associe-se!
        Clique aqui
Cadastre seu e-mail e receba periodicamente notícias do SICETEL.