Sindicato Nacional da Indústria de
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Tera-feira, 21 de Novembro de 2017






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Reservas internacionais da China têm aumento inesperado em junho

PEQUIM – As reservas internacionais da China tiveram um aumento inesperado em junho, após registrarem queda no mês anterior, absorvendo o impacto da decisão do Reino Unido de votar por sua saída da União Europeia, no último dia 23.

No fim de junho, as reservas da segunda maior economia do mundo totalizavam US$ 3,205 trilhões, indicando acréscimo de US$ 13,43 bilhões ante US$ 3,192 trilhões em maio, mês em que haviam diminuído US$ 27,93 bilhões, segundo dados publicados hoje pelo Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês).

Analistas consultados pelo The Wall Street Journal previam queda de US$ 22 bilhões nas reservas em junho.

O avanço nas reservas veio apesar da tendência de fraqueza do yuan frente ao dólar após a vitória do chamado “Brexit”, que levou a moeda dos EUA a se valorizar ante a maioria das demais divisas, com a notável exceção do iene.

Na esteira do plebiscito britânico, o PBoC declarou ter planos para proteger a economia chinesa das consequências do Brexit e que pretende manter a cotação do yuan estável. Fonte: Dow Jones Newswires.

DCI/Estadão Conteúdo

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Venezuela acentua paralisia do Mercosul

A crise política pela qual atravessa o Mercosul e que levou seus membros a suspenderem a cúpula de presidentes do meio do ano acentuou a paralisia econômica do bloco. Em meio ao debate interno sobre o que fazer com o calendário oficial do Mercosul, pelo qual a presidência pro tempore deveria ser assumida nos próximos dias pela Venezuela, existe uma preocupação com a expressiva queda do comércio entre os sócios. Depois de terem alcançado um auge de US$ 61,4 bilhões em 2011, as exportações entre os países que integram o Mercosul caíram para 38,3 bilhões no ano passado, uma queda de 37%, segundo dados da consultoria argentina Abeceb.

Sem fazer alarde, o governo brasileiro tenta limar a Venezuela do Mercosul por meio de normas fixadas pelos próprios sócios do bloco. Ao propor que a decisão sobre o Uruguai passar ou não a presidência do Mercosul aos venezuelanos ocorra apenas em meados de agosto, a área diplomática espera que, até lá, o país vizinho admita ser inapto a participar como sócio pleno da união aduaneira. Isto porque o prazo coincide com a data em que a Venezuela já terá de ter preenchido as pré-condições exigidas para fazer parte da união aduaneira, incluindo a adaptação à Tarifa Externa Comum (TEC).

— Não tendo cumprido os requisitos, é estranho que a Venezuela presida o Mercosul — disse ao GLOBO uma importante fonte do governo do presidente interino, Michel Temer.

PAÍS NÃO ADERIU A PROTOCOLOS
Não existe, entre as autoridades brasileiras, qualquer tipo de expectativa em relação ao encontro de chanceleres que acontecerá na semana que vem, em Montevidéu.

O bloco está mergulhado em uma discussão interminável sobre como resolver o dilema venezuelano. Enquanto a Venezuela continua sem incorporar protocolos internos do Mercosul, entre eles os que se referem a direitos humanos, defesa da concorrência e vários sobre a política comercial comum, Brasil, Paraguai e Argentina consideram que o Uruguai deve permanecer como presidente pro tempore.

Os questionamentos à falta de divisão de poderes na Venezuela e, sobretudo, à resistência do presidente Nicolás Maduro a aceitar a realização de um referendo sobre sua permanência no poder, são cada vez mais intensos.

Já o governo do presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, está numa verdadeira saia justa: enfrenta pressões de seus sócios no Mercosul contra a Venezuela, enquanto amplos setores da governista Frente Ampla defendem a transferência da presidência aos venezuelanos. Vázquez, pessoalmente, é a favor do cumprimento das normas e preferiria passar a presidência do bloco aos venezuelanos.

— A situação do Uruguai é muito incômoda. Em nosso país, não seguir as regras jurídicas é mal visto — disse o analista Oscar Bottinelli, diretor da Factum.
A novela sobre a presidência do Mercosul ocorre em meio a uma paralisia no bloco.

Nos últimos cinco anos, o fluxo comercial do Brasil com os países do Mercosul, considerando Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela, caiu de R$ 53,086 bilhões em 2011 para 34,052 bilhões em 2015, uma queda de 35,8%, segundo dados do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) do governo. No primeiro semestre de 2016, as exportações brasileiras para o bloco tiveram um decréscimo de 12,55%, enquanto as importações desses mercados diminuíram 21,61%. O Brasil é o principal exportador e importador do bloco.

PARAGUAI: ‘QUESTÃO DE HONRA’
A posição do Brasil, expressada pelo chanceler José Serra em sua visita a Montevidéu, anteontem, tem o respaldo dos argentinos. E o trio se completa com o Paraguai, o primeiro país que expressou, publicamente, seu rechaço a uma eventual presidência venezuelana. Para os paraguaios, disse uma fonte do governo do presidente Horacio Cartes, “é quase uma questão de honra”.

— Hoje o Brasil é o grande aliado estratégico do Paraguai. Os motivos de disputa são vários, uma dívida de US$ 300 milhões do país com a Petróleos da Venezuela (PDVSA) e, principalmente, o rancor pela maneira como o Paraguai foi expulso do Mercosul para que a Venezuela pudesse ser incorporada como membro pleno, em 2012 — explicou a fonte do governo Cartes.

Na época, o Paraguai foi suspenso do bloco pelas irregularidades no impeachment do expresidente Fernando Lugo. Contrariando os pedidos dos paraguaios, os demais sócios aprovaram a entrada da Venezuela.

O Globo – 07/07/2016

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Produção industrial alemã cai 1,3% em maio ante abril

FRANKFURT – A produção industrial da Alemanha caiu 1,3% em maio ante abril, considerando-se ajustes sazonais, segundo dados publicados hoje pela agência de estatísticas do país, a Destatis. O resultado frustrou a expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam estabilidade do indicador.

Na comparação anual, a produção industrial alemã registrou queda de 0,4% em maio.

O inesperado declínio em maio ante abril foi liderado pela produção manufatureira, que caiu 1,8%, graças a um tombo de 3,9% na produção de bens de capital. Ante igual mês de 2015, a produção manufatureira diminuiu 0,4% em maio.

No setor de construção, houve recuo de 0,9% na produção de maio ante o mês anterior. Fonte: Dow Jones Newswires.

DCI/Estadão Conteúdo – 07/07/2016

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Produção industrial do Reino Unido cai menos que o esperado em maio

LONDRES – A produção industrial do Reino Unido diminuiu 0,5% em maio ante abril, segundo dados publicados hoje pelo Escritório para Estatísticas Nacionais (ONS, na sigla em inglês). Apesar de negativo, o resultado superou a expectativa de analistas consultados pela Dow Jones Newswires, que previam queda mais pronunciada, de 1%.

Na comparação anual, a produção industrial britânica subiu 1,4% em maio, bem acima da alta de 0,5% estimada pelo mercado.

Apenas a produção manufatureira do Reino Unido encolheu 0,5% em maio ante o mês anterior, mas registrou alta de 1,7% no confronto anual. Também neste caso, os dados vieram melhores que o esperado, uma vez que as previsões eram de queda mensal de 1,1% e ganho anual de 0,6%.

Os números da produção industrial de abril foram revisados pelo ONS, para acréscimo mensal de 2,1% e aumento anual de 2,2%. Fonte: Dow Jones Newswires.

DCI/Estadão Conteúdo – 07/07/2016

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Investidor externo tem apetite em ampliar exposição ao Brasil nos próximos 3 anos, diz pesquisa

Por Rodrigo Viga Gaier

RIO DE JANEIRO – Uma pesquisa do setor de investimentos de risco divulgada nesta quarta-feira identificou um significativo percentual de investidores estrangeiros interessados em ampliar exposição a ativos brasileiros nos próximos anos, informou a associação que representa a indústria, ABVCAP.

Segundo o levantamento, 88 por cento dos investidores internacionais têm interesse em ampliar nos próximos três anos suas alocações em private equity e venture capital no Brasil ao passo que entre os investidores nacionais esse percentual foi de apenas 21 por cento.

O levantamento, feito entre abril e maio em parceria com a KPMG, reuniu 38 empresas ligadas ao setor, sendo metade nacional e metade estrangeira.

Para o coordenador do comitê de regulamentação da ABVCAP e responsável pela área de investimentos alternativos do BNP Paribas Asset Management, Luiz Eugênio Figueiredo, a diferença entre o apetite dos investidores nacionais e estrangeiros pode ser traduzida pela cultura.

“O investidor internacional já investe nesta classe de ativos há mais longo prazo, de forma mais abrangente e estratégica. Por isso, ele é menos suscetível a eventos políticos e econômicos”, disse Figueiredo à Reuters durante congresso promovido pela entidade.

“Se ele vê que tem fundamentos de longo prazo, não vai quebrar e não vai ser uma Venezuela, você vai ter bons resultados no private equity e um papel muito relevante do desenvolvimento de um país… E eles sabem que os investimentos feitos em momentos de crise têm um melhor retorno”, acrescentou. “Há uma acomodação que não acontece no exterior”, complementou.

Para Figueiredo, os investidores nacionais além de estarem mais impressionados pelo ambiente turbulento do país nos últimos meses, ainda carregam a cultura de olharem mais para os investimentos em renda fixa, que dão mais retorno no curto prazo uma vez que o juro está acima dos 14 por cento.

“A diferença entre os percentuais é muito cultural e o brasileiro aproveita o juro a 14 por cento e vai para renda fixa. No ciclo de queda nos juros no passado houve uma alocação dos fundos de pensão em private e venture, que foi desacelerado com o aumento das taxas de juros”, disse ele.

Figueiredo acredita que a maior parte dos recursos que serão alocados nos próximos três anos no país deverá se concentrar mais em fundos generalistas, onde o gestor vai definir onde será feito o investimento, do que em fundos setoriais que estão em menor número no país.

O presidente da ABVCAP, Fernando Borges, admitiu que no primeiro semestre de 2016 houve poucas operações de fusões e aquisições e que a tendência é que o volume investido neste ano menor. Contudo, em meio a um ambiente de instabilidade global e juros baixos ou até negativos no exterior, o Brasil pode acabar se beneficiando pelo aumento da liquidez internacional.

“O grande desafio do investidor lá fora é que tem muito dinheiro e não tem onde alocar. Não dá para descartar o Brasil”, disse Borges.

AMÉRICA LATINA

Já a presidente da associação latino-americana de private equity e venture capital, Lavca, Cate Ambrose, os mercados latino-americanos podem ser oportunidades de investimentos nos próximos anos visto que os Estados Unidos e a União Européia estão adotando políticas que s tornam mais fechados. Ela citou os recentes resultados das eleições presidenciais de Peru e Argentina como sinônimos de avanço e de potencial atração de recursos para a região.

“Enquanto UE e EUA caminham para governo mais fechados, na América Latina o processo é contrário. O Macri (presidente argentino Mauricio Macri) tem tido sucesso na percepção dos investidores. Tivemos eleição no Peru e o presidente eleito foi um dos primeiros gestores de fundos na América Latina”, disse ela, em referência ao presidente eleito do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, ex-executivo em banco de investimentos e ex-economista do Banco Mundial.

“A América Latina está com governos mais favoráveis a empresas e investimentos”, disse Ambrose.

Reuters – 06/07/2016 – 19h15

Redação On julho - 7 - 2016
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