Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017






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Alcoa conquista contrato plurianual de U$ 470 milhões com Embraer

Líder em metais leves, a Alcoa anuncia hoje (30/06) a assinatura de um contrato com a Embraer – líder na fabricação de jatos comerciais – no valor de aproximado de U$470 milhões. Sob um acordo plurianual, a Alcoa fornecerá chapas e placas de alumínio para os novos E2s da Embraer, a segunda geração de sua família de E-Jets de aeronaves comerciais, jatos de fuselagem estreita de médio alcance. Os E-Jets E2 da Embraer foram lançados no Airshow de Paris em 2013 e estão programados para entrar em operação em 2018.

“Nossa parceria com a Embraer está enraizada na inovação constante e este contrato é mais uma prova desta força”, afirma Mark Vrablec, presidente da Divisão de Aerospace & Produtos Automotivos da Alcoa. “Nossos ligas patenteadas nos permitirão apoiar nosso cliente no sofisticado e inovador programa E2 e estamos orgulhosos que a Alcoa vai voar com a Embraer”.

A Embraer escolheu as ligas proprietárias da Alcoa para o E2 devido à combinação de força, resistência à corrosão e resistência à fadiga que eles oferecem.

“A Alcoa oferece uma boa combinação de experiência técnica, liderança na indústria de materiais e capacidades”, afirma Fernando Queiroz, vice-presidente de Cadeia de Suprimentos da Embraer. “A Embraer projetou as aeronaves comerciais E-Jets E2 para serem as melhores em seu segmento e, para isso, precisávamos o melhor material no negócio e a Alcoa ofereceu a melhor solução.”

De acordo com a Embraer, o segmento de mercado para o qual o novo programa E2 foi desenvolvido é projetado para demandar 6.350 novos aviões nos próximos 20 anos. Além disso, também afirmou que tem mais de 50% de participação de mercado com encomendas do atual E-Jet e espera manter níveis similares com as novas aeronaves E-Jets E2.

O acordo de longo prazo faz Alcoa único fornecedor da Embraer para os wing skins e chapas para fuselagem da linha de jatos E2. Outras placas da Alcoa, usadas em aplicações-chave, tais como reforços das asas, quadros da fuselagem e outras partes estruturais da aeronave, também fazem parte do contrato e serão apresentadas no E2, bem como nas aeronaves de transporte militar da Embraer KC-390 e nos jatos executivos.

Alcoa desenvolveu a maior parte das ligas de alumínio aeroespaciais dos aviões que estão em serviço e cada grande programa de novas aeronaves incorporam os produtos inovadores da empresa. A parceria baseia-se nas capacidades de fabricação aeroespacial do negócio de Produtos Globais Laminados da Alcoa, fornecendo para a Embraer a partir de suas plantas em Davenport, Iowa e Kitts Green (Estados Unidos) e Reino Unido. (Assessoria)

Fonte: SEGS

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Condições de crédito pioram para as indústrias

Pesquisa da CNI mostra que as empresas foram obrigadas a adiar pagamentos porque não obtiveram empréstimo. A crise dificultou o acesso das indústrias às linhas de capital de giro e, segundo a CNI, 53% das empresas renovaram os empréstimos em piores condições e 35% nem conseguiram crédito.

DCI – 30/06/2016

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Autopeças têm déficit comercial de US$ 1,86 bi

Valor no acumulado do ano é 36,3% menor que o de igual período de 2015

Apesar da queda acentuada na produção nacional de veículos (quase 25%) e de máquinas agrícolas (mais de 40%), a balança comercial deautopeças acusa déficit de US$ 1,86 bilhão no acumulado de janeiro a maio. O valor, no entanto, é 36,3% menor que o registrado em igual período de 2015, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) divulgados pelo Sindipeças, entidade que reúne fabricantes do setor.

As exportações recuaram 14,6% e as importações, 25,1%. Os embarques somaram US$ 2,67 bilhões. As compras externas totalizaram US$ 4,29 bilhões. Os Estados Unidos permanecem com o maior fornecedor de componentes para o Brasil, com US$ 582,2 milhões, mas queda de 21,9% na comparação com os mesmos cinco meses de 2015.

O segundo é a Alemanha, que enviou US$ 513,3 milhões e registra vantagem de US$ 72,9 milhões para a China, atual terceira colocada em fornecimento de autopeças ao Brasil. Os chineses perderam este ano o segundo posto que haviam conquistado em 2015.

Nas exportações, a Argentina permanece como principal destino. De janeiro a maio o Brasil vendeu US$ 744,3 milhões em componentes ao país vizinho. O total, contudo, resulta em queda de 31,1% ante os mesmos cinco meses de 2015. Os Estados Unidos são o segundo principal comprador, com US$ 445,5 milhões e queda menos acentuada, de 11,1%.

Chama a atenção o crescimento dos embarques para os Países Baixos, atual terceiro maior destino das autopeças brasileiras: US$ 265,4 milhões e alta de 44,8% sobre o mesmo período do ano passado.

Fonte: Automotive Business

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Ford unirá linhas de produção para cortar ociosidade

Em razão da alta ociosidade de suas fábricas, a Ford fará uma sinergia na mão de obra das linhas de produção de automóveis e de caminhões em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, que sempre operaram com equipes independentes. Com a junção de atividades, a empresa alega que ficará com 850 trabalhadores excedentes, de um total de 4,5 mil.

Segundo a companhia, com a otimização e sinergia da mão de obra o mesmo grupo de empregados irá trabalhar nas duas linhas em dias alternados.

Para evitar demissões aleatórias, a empresa e o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC acertaram acordo que prevê abertura de um programa de demissão voluntária (PDV) para 400 trabalhadores (300 da produção e 100 do administrativo), voltado principalmente para funcionários já aposentados.

Os outros 450 excedentes terão os contratos suspensos, no chamado lay-off, por período inicial de cinco meses, mas com possibilidade de prorrogação. Nesse programa, parte dos salários é paga pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Outra medida aprovada em assembleia de trabalhadores nesta terça-feira, 28, é a prorrogação, por três meses, do Programa de Proteção ao Emprego para cerca de 3 mil operários. O PPE, adotado em janeiro, venceria amanhã. O programa permite a redução de jornada e salários – cuja parcela também é bancada pelo FAT.

De julho a setembro, os funcionários dos setores de carros (atualmente a fábrica produz apenas o Fiesta) e de caminhões passarão por treinamento para atuar nas duas linhas.

“Foi um processo longo de quase três meses de negociação. Com o acordo conseguimos tirar o fantasma das demissões sumárias que pairava sobre a fábrica”, disse, em nota, o presidente do sindicato, Rafael Marques. Inicialmente, a entidade foi informada de que a fábrica teria 1.110 excedentes.

“O acordo vai dar conta de gerir o excedente nesse cenário de crise econômica, que tem impactado profundamente o setor automotivo, preservando os empregos e abrindo espaço para a discussão do futuro da planta”, afirmou Marques.

A Ford informou, também por meio de nota, que as medidas serão adotadas “em razão da contínua deterioração das condições de negócios e consequente redução dos volumes de vendas e produção”.

Mercado em queda

As vendas totais de caminhões caíram 31,2% de janeiro a maio ante igual período de 2015, para 21,3 mil unidades. As de automóveis e comerciais leves tiveram recuo de 26,4%, para 785,6 mil unidades, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

A Ford é a segunda montadora a anunciar que não vai renovar o PPE, nesse caso a partir de outubro. A Mercedes-Benz, outra fabricante de caminhões no ABC paulista, suspendeu o programa no fim de maio, após nove meses de adesão. Como afirma ter 2 mil funcionários excedentes (20% do seu efetivo), a empresa abriu um PDV e mantém 1,8 mil trabalhadores em licença remunerada.

Segundo a Anfavea, até o fim de maio o setor contabilizava 6 mil funcionários em lay-off e 29,6 mil no PPE, trabalhando um dia a menos por semana.

Chery

Nesta terça-feira, a montadora chinesa Chery e o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos confirmaram acordo anunciado na semana passada de lay-off por cinco meses para 180 dos 400 funcionários da fábrica de Jacareí (SP).

A partir de segunda-feira, dia 4, toda a produção será suspensa até início de dezembro. Permanecerão na fábrica apenas funcionários dos setores de administração e manutenção.

Além de estoques suficientes dos dois modelos fabricados na unidade, o Celer e o QQ, a empresa alega necessidade de preparar a linha de montagem para o início da produção do utilitário-esportivo Tiggo, hoje importado do Uruguai. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Estado de Minas

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Sindicato do ABC vai pedir falência da Karmann Ghia

A Karmann Ghia está no Brasil desde os anos 60. A partir de 2008, quando a família alemã Karmann saiu do negócio, já passou por quatro ou cinco proprietários.

Cleide Silva

O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC vai entrar na Justiça nos próximos dias com pedido de falência da Karmann Ghia, empresa de São Bernardo do Campo que no passado produziu o lendário esportivo Karmann Guia. Hoje produz autopeças para diversas montadoras. A intenção da entidade é garantir que os 380 trabalhadores tenham prioridade em receber dívidas em caso de venda do patrimônio.

Segundo o presidente do sindicato, Rafael Marques da Silva, a empresa está “abandonada” há vários meses. Os salários não são pagos desde dezembro, assim como rescisões de trabalhadores demitidos no ano passado.

Representantes da empresa não foram localizados na terça-feira, 28, para comentar o assunto. Um grupo de trabalhadores está acampado na fábrica há 48 dias. Segundo Marques, a intenção é evitar que equipamentos sejam retirados do local. A Justiça já recebeu outros três pedidos de falência de fornecedores da empresa.

“Estamos certos de que a abertura do processo de falência é a única forma de garantir os direitos dos trabalhadores do ponto de vista legal. O interesse maior é que a empresa continue viva”, disse Marques.

A Karmann Ghia está no Brasil desde os anos 60. A partir de 2008, quando a família alemã Karmann saiu do negócio, já passou por quatro ou cinco proprietários. As atividades estão paradas em razão de briga judicial entre o dono atual e o anterior. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Indústria Hoje

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Analistas preveem desemprego em alta até o início de 2017

Apesar dos sinais positivos sobre o ritmo da atividade econômica, o mercado de trabalho vai piorar mais ao longo deste ano e no início de 2017 antes de ensaiar uma recuperação.

Oito analistas consultados pela Folha preveem a taxa de desemprego entre 10,9% e 13% no último trimestre do ano (sem tratamento sazonal). O país terá de 11 milhões a 12,5 milhões de pessoas em busca de trabalho.

O emprego demora a reagir por alguns fatores. Parte das empresas ainda precisa reduzir o nível do estoque. E, após reduzi-lo, terá ainda de ocupar a ociosidade existente antes de contratar.

“Há custos envolvidos em contratar e demitir. E o empresário não vai contra- tar pessoal sem antes ter certeza da recuperação da economia”, afirma Thaís Zara, economista da Rosenberg Associados.

CENÁRIO

Segundo cálculos do Bradesco, para absorver o crescimento da procura por emprego prevista para os próximos meses, a economia teria de estar crescendo a um ritmo anual de 2%.

“O PIB [Produto Interno Bruto] deve crescer assim só no início do ano que vem. E os efeitos desse crescimento sobre o emprego devem ser vistos só em meados de 2017”, disse Igor Velecico, economista do Bradesco.

Velecico prevê o pico do desemprego em 12,2% em meados de 2017.

Economistas consultados estimam a taxa entre 12,2% e 14%, mas divergem sobre o período do ano em que ela será atingida.

Folha de S.Paulo – 30/06/2016

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Opção para desempregados, trabalho autônomo está se ‘esgotando’, diz IBGE

Uma das válvulas de escape para quem perdeu emprego, o trabalho autônomo —também conhecido como trabalho por conta própria— está se “esgotando”, segundo o coordenador de Trabalho e Renda do IBGE, Cimar Azeredo.

No trimestre encerrado em maio, o número de trabalhadores por conta própria era de 22,97 milhões de pessoas no país, 1,3% a menos do que no três meses anteriores. Isso equivale a 314 mil pessoas. Trata-se da maior queda desde o período de fevereiro a abril de 2014.

O motivo mais óbvio desse encolhimento é que a crise tornou menos favorável empreender. Trabalhadores que abriram o próprio negócio com recursos do seguro-desemprego e o FGTS podem ter simplesmente fechado.

“A questão agora é até que ponto esse canal [do trabalho por conta própria] vai se estreitar. Será preciso esperar e acompanhar”, disse Azeredo.

Os trabalhadores autônomos têm as mais diferentes profissões: pedreiros, camelôs, contadores, dentistas, jornalistas. Eles não têm funcionário ou qualquer auxiliar remunerado, segundo a metodologia do IBGE.

Uma das possíveis consequências da redução dessa válvula de escape é aumento do número de pessoas na fila de emprego.

Frente ao mesmo período de 2015, esse tipo de ocupação ainda cresce 4,3%, absorvendo 952 mil trabalhadores. Permanece um contingente grande, mas insuficiente para ocupar as pessoas que perdem o emprego formal.

“O conta-própria é um canal que absorve as pessoas que perdem o emprego. Quando 1,5 milhão de pessoas perdiam emprego formal, o conta-própria crescia em ritmo igual. Isso não acontece mais. Essa saída está mais complicada”, disse Azeredo.

Folha de S.Paulo – 30/06/2016

Redação On junho - 30 - 2016
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