Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017






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Província chinesa de Yunnan cortará capacidade de produção de aço

A província chinesa de Yunnan afirmou que planeja cortar mais de 4,53 milhões de toneladas em capacidade siderúrgica até 2018, segundo comunicado do governo regional divulgado nesta terça-feira.

A província no sul da China também informou que vai limitar a produção de aço bruto para um máximo de 25 milhões de toneladas até 2018. Detalhes sobre a atual capacidade de produção da província não foram divulgados.

O governo da China afirmou em fevereiro que vai fechar 100 milhões a 150 milhões de toneladas de capacidade de produção de aço e 500 milhões de toneladas em capacidade de carvão dentro de três a cinco anos.

Fonte: Reuters

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China ameaça ação contra EUA na OMC por tarifas sobre aço

Michael Martina

A China poderá abrir um processo na Organização Mundial do Comércio contra dos Estados Unidos para proteger sua indústria siderúrgica, afirmou o Ministério do Comércio do país nesta terça-feira.

“Sobre os métodos equivocados dos EUA que violam as regras da OMC, a China está e vai continuar tomando todas as medidas, incluindo abertura de processo na OMC, para garantir tratamento justo para as empresas (chinesas) e proteger seus interesses de exportação”, afirmou o ministério em comunicado.

Na sexta-feira, a Comissão Internacional de Comércio dos EUA afirmou que as importações de aço resistente à corrosão produzido na China e em outros quatro países estão prejudicando produtores norte-americanos. A avaliação é o passo final para a imposição de tarifas antidumping e subsídios pelos EUA contra o país asiático.

“Os interesses de exportação da indústria siderúrgica da China vão sofrer sério impacto e a indústria siderúrgica chinesa é fortemente contrária a isso”, afirmou o ministério.

O Departamento de Comércio dos EUA já impôs tarifas de importação de até 450 por cento sobre produtos siderúrgicos da China e tarifas de 3 a 92 por cento sobre aço resistente a corrosão produzido na Itália, Índia, Coreia do Sul e Taiwan.

Fonte: Reuters

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Como o Brexit vai afetar a indústria automobilística britânica

Estudo da consultoria italiana Focus 2 Move avalia que as vendas de automóveis devem cair mais de 10% com a saída do Reino Unido da União Europeia

Com a vitória do Brexit no Reino Unido nesta sexta-feira, 24, um dos grandes prejudicados deve ser o segmento automotivo do país. Um estudo apresentado também nesta sexta-feira pela consultoria italiana Focus 2 Move projeta uma queda de “mais de 10%” nas vendas de automóveis com a decisão dos britânicos de deixar a União Europeia.

Dentre os fatores citados para a retração do mercado, a consultoria aponta que o principal é a desvalorização da libra esterlina em relação ao euro. Algo que é benéfico para a exportação de veículos e teoricamente favorável para a indústria, não fosse a atual dinâmica do mercado local.

No ano passado, 80% da produção total de 1,68 milhão de automóveis do Reino  Unido foi destinada à exportação. No mesmo período, dos 3 milhões de carros comercializados no país, 2,7 milhões eram importados.

Ainda de acordo com o estudo da Focus 2 Move, a Jaguar Land Rover deve ser uma das poucas montadoras com fábricas no Reino Unido a se beneficiar com o Brexit, já que boa parte dos seus modelos vendidos na Europa são produzidos na Grã-Bretanha.

Além da Jaguar Land Rover, outras nove montadoras têm fábricas no país (Ford, General Motors, BMW, Nissan, Honda, Toyota, Volvo, Aston Martin e Volkswagen), mas com produção local limitada a poucos modelos.

Fonte: Comex

Redação On junho - 27 - 2016
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