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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017






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Indústria: custos sobem menos

Os custos industriais continuaram subindo no primeiro trimestre de 2016, mas em ritmo menor do que no fim do ano passado. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), nos três primeiros meses deste ano, a alta foi de 2,2%, já descontados efeitos sazonais. No quarto trimestre de 2015, o avanço havia sido de 3,2% ante o terceiro trimestre do ano passado. Mesmo com a desaceleração, a CNI aponta que o custo industrial de janeiro a março aumentou 12,3% em relação a igual período de 2015. O resultado prejudica a competitividade brasileira no mercado externo, argumenta a entidade.

Correio Braziliense – 22/06/2016

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Setor industrial e prefeituras querem renegociar dívidas

Um dia após o governo ter chegado a um acordo com os estados sobre a dívida com a União, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e as prefeituras iniciaram uma campanha para receberem o mesmo tratamento.

No caso da CNI, a entidade apresentou ontem, ao Ministério da Fazenda, cinco propostas emergenciais para o setor e uma agenda de outras 119 medidas sem impacto fiscal que os industriais pretendem negociar com o governo federal.

“Assim como houve com os estados, acreditamos que o governo pode dar um prazo para a indústria conseguir organizar seus pagamentos. Muitas empresas estão com dificuldade em tomar crédito porque têm problemas na Receita Federal. Por isso, propomos remodelar o Refis que já existe para que essas firmas possam voltar a ficar adimplentes, disse o presidente da CNI, Robson Andrade.

Em carta, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) reclama da exclusão das prefeituras nas rodadas de negociação e pede agora que o presidente em exercício Michel Temer abra um canal de diálogo. A principal demanda é resolução da dívida previdenciária das cidades, que supera R$ 100 bilhões, estima a CNM.

A entidade argumenta que o cálculo precisa ser revisto, uma vez que inclui dívidas prescritas e que continuam sendo cobradas. Antes, a Lei 8.212 de 1991 previa que débitos previdenciários seriam prescritos em dez anos, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou o prazo inconstitucional em 2008.

DCI – 22/06/2016

Redação On junho - 22 - 2016
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