Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Sbado, 23 de Setembro de 2017






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Trabalhadores das indústrias de brinquedos fecham acordo de 9,82%, em São Paulo

Após uma negociação difícil com o setor empresarial, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Brinquedos do Estado de São Paulo, presidido por Maria Auxiliadora dos Santos, conseguiu fechar um acordo para a campanha salarial dos trabalhadores do setor.Os oito mil trabalhadores, representados pelo Sindicato em todo estado, terão um reajuste de 9,82% (o que corresponde 100% da inflação). Além disso, os trabalhadores conseguiram a manutenção de todos os benefícios e de todas as cláusulas sociais conquistadas anteriormente.Auxiliadora ressalta, que os patrões foram intransigentes desde o inicio das negociações e foi complicado chegar a um acordo. “Até chegarmos a este índice precisamos passar por diversas rodas de negociação e a mobilização dos trabalhadores resultou pelo menos oferecer num reajuste mínimo, já que no início das negociações os patrões não queriam sequer dar aumento aos trabalhadores”, lembra a sindicalista.
Instrumentos musicais
O setor de instrumentos musicais continua em negociação e após o Sindicato dos Trabalhadores em Instrumentos  Musicais de São Paulo (Sindbrinq-SP) encaminhar proposta aos patrões, o presidente do Sindicato patronal, Daniel Araújo, encaminhou  uma contraproposta de INPC cheio, porém com a anulação do plano de saúde para os dependentes dos funcionários, aumentar a cesta básica para 3kg e manter as demais cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho. Proposta, que segundo Auxiliadora foi rejeitada pela categoria. “Os trabalhadores não vão aceitar a retirada dos direitos já adquiridos”, afirmou a sindicalista.Além do INPC, os trabalhadores querem a manutenção de todas as cláusulas na convenção coletiva. “Caso a negociação não evolua, a categoria já se encontra em estado de greve, e iremos paralisar as empresas do setor a qualquer momento”, alertou.
Fonte: FSindical – 15/06/2016
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Sindicalistas querem derrubar a terceirização

Os presidentes das principais centrais sindicais devem se reunir nos próximos dias para debater o projeto de terceirização que está no Senado. A ideia é derrubar o texto e apresentar um substitutivo.

Eles acreditam que o Projeto de Lei Complementar atual (30/2015) é prejudicial aos trabalhadores, já que amplia as possibilidades das empresas fazerem contratações por meio da terceirização.

“Um dos temas-bomba que existem atualmente é o texto da terceirização que tramita no Senado. A nossa ideia é que seja recomposta [a terceirização] até a atividade-meio, e não até a atividade-fim, com mais exigência para que não ocorra fraudes”, declarou o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah.

Segundo Patah, o objetivo é apresentar um novo projeto a partir das recomendações de do senador Paulo Paim (PT-RS), que é o relator do texto e contra o atual projeto.

De acordo com Paim, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também é a favor da formulação de um novo texto.

“Ele [Renan] quer regulamentar a situação dos 13 milhões que são terceirizados. Não é para terceirizar a atividade-fim, mas para regulamentar quem já é terceirizado”, afirmou o petista ao DCI.

Paim disse ter conversado com Renan ontem e que formulará uma nova proposta a partir de seu relatório de audiências públicas que fará nas cinco regiões do País.

No ano passado, o senador do PT fez audiências públicas nos 26 estados brasileiros mais a capital federal para debater o tema. Agora, fará novos debates – desta vez o tema incluirá a CLT, o negociado sobre o legislado, a reforma da Previdência e trabalho escravo.

Para o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo, não se pode misturar “o joio com o trigo”. “Faz muito tempo que se discute a terceirização. Não podemos permitir, em nenhuma hipótese, a desregulamentação das leis trabalhistas”, disse.

Nas reuniões com os sindicalistas, Renan se mostrou contra a ampliação da terceirização quando o projeto foi aprovado na Câmara, em abril de 2015. Para ele, a proposta atual “exigiria um novo modelo de desenvolvimento”.

DCI – 16/06/2016

Redação On junho - 16 - 2016
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