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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017






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Diretor da OMC elogia ações brasileiras

O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, avaliou que é “positivo” e “faz todo o sentido” que o Brasil esteja discutindo políticas comerciais e avaliando todos os impactos de acordos comerciais.

Tal postura refletiria uma estratégia de inserção internacional brasileira, assim como acontece com diversas outras nações.

“O Brasil precisa buscar acordos comerciais de forma bem pragmática em várias frentes: multilateral, bilateral, na OMC, enfim, onde quer que existam oportunidades interessantes. A experiência internacional mostra que países têm buscado oportunidades nas várias frentes de negociação”, comentou.

A declaração de Azevêdo foi feita via mensagem em vídeo preparada para o 16º Seminário sobre Comércio Internacional, promovido pelo Instituto Brasileiro de Estudos de Concorrência, Consumo e Comércio Internacional (Ibrac), que aconteceu na última sexta-feira com a presença do ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB), como palestrante. No material, Azevêdo ressaltou que “não existe necessariamente uma oposição de negociar na OMC ou de se negociar bilateral ou multilateral”. “Pelo contrário, negociar em várias frentes é a estratégia mais comum”, enfatizou.

Na visita de Serra a Paris, no começo do mês, o ministro questionou a legitimidade da OMC e indicou que o País pode se afastar do organismo, “tomando novos caminhos”. Para ele a instituição enfrenta imobilismo e falhou em derrubar os subsídios e barreiras sanitárias e fitossanitárias e ao apostar na Rodada Doha.

Ainda no vídeo, Azevêdo fez questão de mencionar que, nos últimos dois anos, a OMC realizou conquistas importantes, como o acordo de facilitação do comércio, que foi retificado por 80 países e que entrará em vigor em breve, além de acordos específicos em agricultura e Tecnologia da Informação (TI). “Queremos fazer mais e de maneira mais ágil”, disse, informando que nesse momento alguns diretores da OMC estão discutindo tarifas e bens ambientais de forma mais ampla.

Fonte: Abinee/DCI – 13/06/2016

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FMI alerta para risco de elevada dívida corporativa na China

Em missão na China, o vice-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), David Lipton, alertou para o elevado endividamento corporativo no país asiático, disse que este é um problema sério e defendeu que a questão precisa ser tratada de forma rápida e efetiva, ou corre o risco de se deteriorar. O número dois do Fundo destacou que dificuldades em uma economia como a chinesa podem repercutir em todo o mundo e citou as instabilidades do mercado financeiro chinês em 2015.

— Aprendemos nos últimos 20 anos como rupturas na economia e no mercado de um país podem reverberar mundialmente, como vimos na repentina instabilidade do mercado chinês no ano passado. A questão é que qualquer discussão de desenvolvimento sustentável deve levar em consideração as vulnerabilidades de uma economia sistemicamente importante — apontou Lipton.

Hoje, o endividamento corporativo na China corresponde a 145% do Produto Interno Bruto (PIB), nível que ele considera elevado, seja qual for a medida usada. Estimativas do FMI apontam que as empresas estatais respondem por cerca de 55% desse endividamento, bem mais que os 22% que representam da economia chinesa.

Ele afirmou que, embora reconheça que a China é única em muitos aspectos, não é o primeiro país a enfrentar dívidas. E é possível aprender com experiências do passado.

Entre as lições mais importantes, destacou ele, estão o fato de que o problema da dívida corporativa deve ser tratado de forma rápida e efetiva. As dívidas de empresas de hoje podem se tornar um problema sistêmico de dívida amanhã, que levaria a um crescimento econômico mais lento ou a uma crise bancária, ou ambos.

‘PROBLEMA SÉRIO E CRESCENTE’ Além disso, Lipton defendeu que tanto credores quanto endividados devem fazer parte da solução do problema, ou seja, tanto bancos quanto as companhias. E que é preciso agir também para acabar com os problemas de governança nos setores bancário e corporativo.

— A China enfrenta um conjunto extraordinário de desafios. O crescimento está desacelerando, mas para uma velocidade que seria invejada por qualquer economia avançada. No entanto, dívida corporativa permanece um problema sério e crescente que precisa ser tratado imediatamente e com compromisso com reformas — disse.

Lipton ponderou, no entanto, que a China demonstrou uma enorme capacidade de adaptação e evolução na última geração. Assim, afirmou, “há toda razão para acreditar que pode fazer esta transição e assegurar que o novo normal da economia chinesa é um desenvolvimento sustentável que beneficie tanto a China quanto o mundo”.

Fonte: Abinee/O Globo – 13/06/2016

Redação On junho - 13 - 2016
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