Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017






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Anfavea reforça importância das exportações

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, reforçou nesta segunda-feira (13) a necessidade de elevar as exportações como saída para utilizar a capacidade ociosa da indústria local, que hoje está acima de 50%.

“Nosso olhar, hoje, está muito mais focado na exportação, que é a única alternativa no curto prazo para o setor”, disse o dirigente durante seminário Autodata.

Megale acrescentou que, neste ano, as montadoras devem exportar mais de meio milhão de unidades. “Temos que aumentar os esforços para promover acordos bilaterais e não ficarmos restritos a mercados da América do Sul”, destacou.

Na semana passada, a Anfavea revisou as projeções para o ano. Em 2016, as vendas de veículos devem recuar 19% e, a produção, 5,5%.

Fonte: DCI

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Empresa de autopeças pede falência da Volkswagen

Uma dívida não paga, motivou um pedido de falência da Volkswagen no Brasil. De acordo com a fabricante de autopeças Metalzul, a montadora deixou de pagar R$ 6 milhões em produtos fornecidos para as três plantas de fabricação de automóveis da empresa no país.

A Metalzul alega que desde o ano passado os problemas começaram com a montadora, quando a empresa reivindicou reajustes nos preços de peças e componentes fornecidos, mas a Volkswagen teria ficado “irritada” com os pedidos de aumento e iniciou o chamado “phase out”, processo para retirada gradual de um fornecedor.

Então, ficou acordado que a fornecedora manteria as entregas de produtos até março, mas como a Volkswagen não a substituiu no prazo, surgiu um novo acordo. Este previa a manutenção das entregas até junho, somando um total de R$ 4 milhões. A montadora ficaria responsável pelo custo de matéria-prima, embalagem e frete.

Nesse período, a Volks deixou de pagar pelas entregas, sendo que a fornecedora chegou a produzir R$ 1,5 milhão em peças. Diante de nova recusa em pagar, a Metalzul entrou com pedido de falência da montadora junto ao Poder Judiciário de São Paulo. Se o pedido for deferido, a VW será intimada a pagar o que deve.

Caso a montadora não o faça, poderá então ser declarada a falência da VW. A Metalzul ainda alega que a Volks não pagou pelas matérias-primas e que a autopeças está sendo processada. A dívida que chega a R$ 4,8 milhões. Por conta dos prejuízos, a fornecedora demitiu 180 empregados e hoje está em recuperação judicial, tendo ainda dívidas trabalhistas de R$ 8 milhões.

A Metalzul alega também que 90% da produção era dedicada à Volkswagen, uma cliente de 50 anos. Com o fim do fornecimento, todo o material já produzido deverá ser descartado, pois não pode ser utilizado por outro fabricante de veículos.

No auge da produção, a autopeças chegou a ter duas plantas com 500 funcionários e diz que sempre teve briga por reajuste de preços, sendo frequentemente ameaçada de ser retirada do roll de fornecedores se insistisse. A Keiper, fornecedora de bancos, chegou a cortar as entregas para a Volks e também para a Fiat. No caso da VW, o impasse na cobrança de valores está sendo tratado na justiça.

Fonte: Diário do Grande ABC

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Expectativas de múltis para o ano já incorporam pessimismo com Brasil

Diversas companhias estrangeiras com operações no país vinham alertando, desde o fim de 2015, que a retração da demanda local e o câmbio afetariam de forma importante seus negócios. A tendência se confirmou no começo do ano, com marcas evidentes nos balanços financeiros. A boa notícia é que os impactos não mudaram as previsões para 2016. Gigantes de diversos setores sustentam, ao menos por enquanto, as estimativas para o Brasil – o que pode ser visto como positivo pelos investidores em meio a tantos sobressaltos.

No setor de varejo, por exemplo, a produtora de bebidas AB InBev e a Whirlpool, de eletrodomésticos, mantiveram as projeções que já haviam divulgado, a despeito do impacto que a menor demanda no país representou para seus resultados.

No caso da primeira, o presidente da companhia, Carlos Brito, avaliou que a operação brasileira enfrentou no primeiro trimestre um dos momentos mais difíceis da história justamente por causa do cenário macroeconômico, com queda no consumo, alta inflacionária e maior tributação. Mas nem por isso a companhia mudou sua orientação para o ano. Os comentários da administração no balanço dizem que as tendências em cerveja em abril foram “particularmente encorajadoras” e as perspectivas de crescimento entre um dígito médio a alto (de 4% a 9%) neste ano para a receita líquida no Brasil foram mantidas.

Em outros casos, a saída para continuar vislumbrando um cenário de poucas mudanças é por meio da racionalização das atividades, como para a engarrafadora mexicana Coca-Cola Femsa. No começo deste mês, a empresa anunciou, em conjunto com a Coca-Cola, um acordo de US$ 575 milhões para comprar o negócio de bebidas de soja AdeS, da multinacional Unilever, com o objetivo de diversificar a oferta de produtos não carbonados (sem gás).

“Os volumes da Coca-Cola Femsa caíram no primeiro trimestre no Brasil, mas acreditamos que menos do que o mercado de refrigerantes e de bebidas carbonadas. A economia [brasileira] tem afetado os volumes, mas as empresas têm aumentado preços”, avalia Andrea Teixeira, analista-sênior dos setores de alimentos, bebidas e saúde na América Latina do J.P. Morgan, em nota encaminhada ao Valor.

Especialistas alertam, no entanto, que o comportamento do dólar, importante elemento para os balanços das múltis com atividade no Brasil, ainda pode reservar surpresas ao longo do ano. No primeiro trimestre, a moeda acumulou uma queda 9%; no ano, até ontem, o recuo já é 13,2%.

Mais recentemente, aumentaram as especulações de novas desvalorizações da moeda, em meio a menos apostas na alta do juro nos Estados Unidos, devido aos números fracos do mercado de trabalho americano e declarações da presidente do Federal Reserve (Fed), Janet Yellen. Para mercados emergentes, como o Brasil, o cenário também leva em conta a menor pressão com os sinais de maior estabilidade na economia chinesa. É nesse contexto que, apenas entre os dias 1º e 8 de junho, o dólar já registra desvalorização de 7%.

Um exemplo de como o impacto do dólar se manifesta sobre as operações é o da varejista francesa Carrefour. Desconsiderando a variação do câmbio, as receitas de vendas da empresa no conceito “mesmas lojas” (unidades existentes há mais de um ano) no Brasil cresceram 9,9% em moeda constante no primeiro trimestre, em base anual. Incluindo o impacto cambial, as vendas encolheram 12,5% no intervalo.

O diretor financeiro da companhia, Pierre Jean Sivignon, considerou “favoráveis” os resultados obtidos na América Latina no primeiro trimestre, apesar do ambiente macroeconômico mais desafiador na região neste ano, e ponderou que o câmbio continua representando “impacto significativo” para as operações brasileiras.

Para o Walmart, a conjuntura econômica brasileira seguirá como item relevante para os resultados, assim como a inflação. Ao menos no primeiro trimestre, porém, o forte desempenho das unidades de atacado levou a companhia a um crescimento de vendas, enquanto o fechamento de lojas não rentáveis determinou “um sólido comparativo de vendas”.

No setor de energia, a manutenção das orientações para o ano aparece em exemplos como o da americana AES, que controla a Eletropaulo e a AES Tietê no Brasil. A companhia também destacou o impacto da queda de 5% na demanda por energia no país pelo segundo ano consecutivo e o efeito câmbio no primeiro trimestre, mas reafirmou as expectativas para 2016, 2017 e 2018.

A maior parte das companhias manteve projeções, mas isso não indica necessariamente um cenário positivo para as atividades no Brasil, já que, em certos casos, a perspectiva já era de resultado fraco. A Whirlpool é um exemplo disso: ela reforçou, no balanço, que espera queda de 10% para as entregas do setor no Brasil neste ano.

Última das estrangeiras mais importantes para o Brasil a divulgar seus números do primeiro trimestre, a Volkswagen também manteve previsões pessimistas. A montadora alemã estimou que as receitas de vendas para 2016 caiam até 5% no comparativo anual – na América do Sul, os mercados em que a fabricante atua devem ter volumes em queda em relação ao ano passado, ainda que “sensivelmente menor”.

“O Brasil testemunha tendências macroeconômicas negativas persistentes nos primeiros três meses de 2016. Isso continua a ter um impacto negativo no consumo de novos veículos”, disse a fabricante, que registrou declínio na demanda por veículos comerciais de 15% só no Brasil, nos primeiros três meses do ano.

Ponto fora da curva, houve quem revisasse as previsões para 2016 – não para representar um maior otimismo. No segmento de commodities, o destaque está no balanço da ArcelorMittal. A siderúrgica foi a mais dura em sua avaliação sobre a situação do mercado brasileiro, o que a levou a cortar ainda mais as perspectivas em relação ao consumo aparente de aço para este ano no país, na comparação com 2015: se, no fim do ano passado, a estimativa era de queda entre 6% e 7% em 2016, agora a companhia prevê um recuo de 10% a 12% nesse indicador.

Abinee/Valor Econômico – 13/06/2016

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Metalúrgicos de Piracicaba e ex-trabalhadores do Grupo Dedini recebem apoio de Vereadores

O Sindicato dos Metalúrgicos de Piracicaba juntamente com os ex- trabalhadores do Grupo Dedini estiveram presentes (9/06), às 19 horas, na Câmara dos Vereadores, onde foi realizada uma Moção de Apelo.

A Moção de Apelo é de autoria do vereador Adair Doniani (Samaritano), e tem como objetivo mostrar para a sociedade a situação vivida por estes ex-trabalhadores, que estão em uma luta constante para a quitação dos direitos trabalhistas referentes às demissões ocorridas nos últimos anos.Com o plenário da Câmara lotado, os ex-trabalhadores protestaram e estenderam faixas e cartazes pedindo que os direitos trabalhistas sejam pagos.

Para o vereador Adair Doniani, o legislativo tem que apoiar esta luta, pois existem pessoas que se dedicaram mais de 40 anos para o crescimento da empresa e hoje passam por esta injustiça.

Durante a sessão, o vereador José Paiva, apresentou a todos os presentes um resumo dos acontecimentos referentes a estes ex-trabalhadores e tornou de conhecimento de todos os vereadores o total desrespeito apresentado pelo Grupo Dedini.  Citou também as condições vividas pelos trabalhadores que ainda estão na ativa, muitos estão sem férias, sem depósito do FGTS, os funcionários do setor administrativo estão a mais de um ano sem receber o salário integral, dentre tantos outros problemas.

Segundo João Carlos Ribeiro, Jipe, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Piracicaba, “a Dedini é muito além das empresas que estão na recuperação judicial e tem patrimônio suficiente para resolver a situação destes trabalhadores”, comentou.

Os vereadores por unanimidade apoiaram a Moção que solicita o apoio do Governo do Estado, como também para que o prefeito de Piracicaba Gabriel Ferrato atenda a reivindicação de que todo desempregado seja isento do pagamento de taxas (contas de água, luz, transporte coletivo, dentre outros).

Para Alicio Paulo Barrichello, ex-trabalhador do Grupo Dedini, “as dificuldades financeiras são enfrentadas diariamente, pois falta dinheiro e as contas chegam para pagar. Só quero o que é meu por direito”, destacou.

Fonte: FSindical – 13/06/2016

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O empresariado do setor elétrico deve estar louco!

Não importa se a empresa é estatal ou privada, a falta de coerência do empresariado do setor elétrico nas tratativas com o seu quadro de pessoal e com a população (o próprio cliente), é descomunal. Vamos citar aqui alguns exemplos que elucidarão esta afirmativa.

No grupo Eletrobras, para solucionar a sua deficiência de caixa, a empresa propõe a seus trabalhadores um reajuste de 4,64% nos salários e benefícios, o equivalente à metade da inflação no período, medida pelo IPCA. Tal imprudência despertou tanta indignação nos trabalhadores da Eletrobras que, mesmo com o Sindicato dando indicativo para a proposta ser rejeitada e a greve ser suspensa, os Eletricitários de Furnas rejeitaram a proposta, mas fizeram questão de permanecer com a greve de 48h, marcada para os dias 14 e 15 de junho.

Na CPFL, uma das mais importantes empresas de distribuição de energia no Estado de São Paulo, todos estão acompanhando as calamidades que assolam a população de algumas das áreas da sua concessão – como fortes chuvas e ventos que atingiram o interior de São Paulo nos últimos dias. Nesta quinta-feira (9), a empresa se reuniu com diversos sindicatos para discutir o acordo coletivo, propondo a redução abrupta no quadro pessoal, além de um reajuste de 6% em junho (valor abaixo da inflação de 9,32%) e com 1% para ser pago ano que vem. E não para por aí: a CPFL também sugeriu aumentar a rotatividade de seu quadro de funcionários, passando de 2,5% para 10%, diminuindo o know-how. Além disso, a empresa sugeriu a redução do quadro mínimo.

Temos que nos lembrar que, com qualquer chuva ou fenômeno meteorológico que atinja a região, o numero atual de equipes é insuficiente, deixando a população destes locais sem acesso à energia elétrica por horas, e, até mesmo, por dias.

Neste período, estamos em negociações com todas as empresas do setor elétrico. A maior parte delas sinaliza no sentido de precarizar a mão de obra em seu quadro próprio, e, consequentemente, o atendimento à sociedade.

Queremos chamar atenção da imprensa e da população que privatizar não é a solução, pois as empresas já privatizadas aumentaram os preços da energia e pioraram a qualidade de atendimento aos seus clientes. A terceirização também não é um paliativo e nem uma saída para o problema, pois as empresas já criaram subsidiárias dentro de suas holdings para burlar a legislação trabalhista: pagam menos para os trabalhadores que participam de um mesmo grupo econômico e até fazem acordos com empresas que lhe emprestam as suas razões sociais, com o mesmo intuito de burlar as leis trabalhistas.

O que precisa ser feito é a responsabilização de tais administradores de concessões públicas, que delapidam o patrimônio público, prejudicam o atendimento à população e precarizam as atividades próprias das empresas com um único objetivo: em crise ou em bonança, garantir o lucro dos acionistas – estes que ninguém conhece, mas que influenciam toda a política das empresas e do país.

Conclamamos a imprensa brasileira a acionar seus radares sobre o setor elétrico. Esta crise instalada hoje no país foi iniciada justamente pelo desequilíbrio do setor energético brasileiro. Ao que tudo indica, querem continuar na mesma lógica que tanto já prejudicou o Brasil e os brasileiros.

Fonte: Fsindical – 13/06/2016

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Trabalhador deve fechar empresa para receber seguro-desemprego

O trabalhador que não recebeu o seguro-desemprego nos últimos meses porque tinha uma empresa em seu nome poderá recorrer ao Ministério do Trabalho para ter o benefício, após fechar a companhia ou deixar a sociedade. Mas entre o agendamento do recurso, o atendimento e a análise, será preciso esperar pelo menos dois meses pelo dinheiro (veja no quadro ao lado o passo a passo para recorrer).

A medida, segundo o ministério, tem o objetivo de evitar fraudes com pagamentos indevidos.

Desde outubro, quando a pasta aumentou a restrição ao benefício, houve uma série de processos administrativos e ações judiciais.

Os questionamentos são feitos por pessoas que estão inscritas no CNPJ (cadastro de pessoa jurídica), mas dizem não ter renda com a empresa. Pela via administrativa, esses trabalhadores tinham o recurso negado.

“A lei do seguro-desemprego fala que o trabalhador demitido sem justa causa não pode ter renda suficiente para se manter, mas não diz que a pessoa não pode ter CNPJ”, questiona o advogado trabalhista Willian César Prestes Machado, de Porto Alegre.

Além de bloquear o benefício, o ministério também passou a exigir a devolução das parcelas já pagas.

“Entendemos que os pagamentos não teriam que ser devolvidos, pois não cabe retroatividade à regra”, afirma o defensor público federal Eduardo Queiroz.

O químico Thiago Soares, 31, de Joinville (SC), entrou na Justiça após ter o benefício bloqueado. Ele teve a quinta parcela do seguro-desemprego suspensa e teria que devolver os valores recebidos anteriormente. Soares tem dois CNPJs em seu nome.

Uma das empresas está inativa desde 2013 e na outra ele admite que havia emitido nota fiscal. “Nesta segunda empresa, não tinha nenhum lucro nem fiz retirada pró-labore (remuneração pelo trabalho)”, diz.

Ele entrou com um mandado de segurança e conta que, por determinação judicial, a quinta parcela foi liberada em 20 dias e a cobrança das anteriores foi anulada.

UM A UM

A Defensoria Pública da União pede que os pedidos de seguro para quem tem CNPJ não sejam negados automaticamente.

“Se houvesse o cruzamento de dados para verificar se a empresa está inativa, não haveria indeferimentos automáticos”, diz Queiroz.

O ministério diz que o cruzamento não é possível, porque todos os CNPJs aparecem como “ativos”. Já a Receita informou que as declarações de CNPJs inativos são prestadas no inicio do ano seguinte ao que a empresa ficou inativa, mas o controle sobre a emissão de notas fiscais é feito pelos fiscos estaduais.

VEJA O QUE FAZER SE O SEU BENEFÍCIO FOR BLOQUEADO

1 Seguro-desemprego negado
Desde outubro do ano passado, trabalhadores demitidos sem justa causa, mas com CNPJ (cadastro de pessoa jurídica), têm benefício negado pelo Ministério do Trabalho. Isso ocorre mesmo com aqueles que não têm renda com a empresa

2 O que fazer
É preciso fechar a empresa ou deixar a sociedade. Depois disso, emita gratuitamente uma certidão de baixa de inscrição no CNPJ, no site da Receita Federal. O trabalhador que alega ter saído do negócio ou que não recebe renda da empresa deverá apresentar certidão emitida pela Junta Comercial ou pelo cartório de registro civil

3 Recurso
Entre com um recurso administrativo junto ao Ministério do Trabalho. Para isso, acesse www.mtps.gov.br e agende o atendimento em um dos postos do órgão

4 Comprove
No dia do atendimento, leve a documentação comprovando que fechou a empresa ou saiu da sociedade

5 Reanálise
O trabalhador que teve recurso indeferido pode solicitar reanálise, desde que cumpra a exigência do ministério

6 Justiça
Caso o trabalhador não concorde com as regras, pode tentar entrar com uma ação na Justiça. Para isso, deve procurar um advogado ou a Defensoria Pública da União .

Fonte: Abinee/Folha S.Paulo

Redação On junho - 13 - 2016
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