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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017






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Nióbio. solução econômica do Brasil é negócio da ‘China’

Projeto de Lei para regularizar a extração está parado na Câmara e, enquanto isso, países Asiáticos adquirem reservas em solo nacional.

Quelen Assis

O metal mais raro no mundo, Nióbio (Nb), possível maior riqueza do Brasil, enriquece alguns brasileiros privilegiados e países Asiáticos.O Brasil detém 98% da reserva mundial.

Hoje, toda tecnologia de ponta possui nióbio, entre elas: aviação, veículos, armas bélicas, bombas atômicas, construções, e etc.; sendo, em sua maioria, nióbio brasileiro. Estima-se que este minério sai do país a preços de banana e o país perde bilhões.

A Deputada Gorete (PR/CE) possui um projeto de lei PL1581/2015, visando regulamentar a extração e comercialização do nióbio e aumentar o retorno financeiro para o Brasil. Este projeto está parado esperando parecer das Comissão de Minas e Energia(CME) e inclusão da PL4978/2013 de Giovani Cherini, para nacionalizar a extração deste minério.

A CBMM em Araxá/MG é a maior exploradora do país, com 80% da produção nacional e 85% da produção mundial, cerca de 150 mil toneladas, controlando o valor. Em 2012, foram vendidos 30% de seus ativos a países Asiáticos, que fez a aquisição para se precaver do chamado “monopólio do nióbio”. Então como isso aconteceu? Sob a sombra de Aécio Neves e Antônio Anastasia, que silenciosamenteautorizaram esta operação bilionária e ilegal, ao consórcio entre Japão, Coreia e China.

Recentemente, em abril de 2016, a empresa Anglo Americana, vendeu por US$ 1,5 bilhão, em dinheiro, as operações de nióbio e fosfato que tem em Goiás para a companhia estatal China Molybdenum Co. (CMOC)

Em 2007 o governo Lula privatizou a Amazônia. Chineses ganharam o direito de explorar a floresta amazônica em Rondônia, local onde encontra-se uma das jazidas de nióbio. Embora a população só tenha tomado conhecimento da existência do nióbio nestas terras recentemente, em 2011, a Funai, em 200, já havia emitido um alerta, e solicitou ao TCU fiscalização nestas terras, pois a “extração do metal estava sendo feita de forma clandestina”. O que mostra que já era sabido destas reservas antes de sua privatização. Outra arbitrariedade.

O Canadá, detém cerca de 1,5% das reservas mundiais. Com a exploração do nióbio, financia benefícios gratuitos na área de saúde e educação para a sua população. No Brasil, com a exploração e comercialização regulamentados, poderia ser feito muito mais.

Com tantas irregularidades que vêm acontecendo no país, se a população brasileira não se posicionar sobre a necessidade da aprovação de lei acerca da extração e comercialização do nióbio, o Brasil pode estar entregando ao mundo a maior riqueza nacional e também mundial.

Fonte: Blasting News

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Cobre segue o petróleo e avança influenciado pelo dólar fraco

Os futuros do cobre operam em alta nesta segunda-feira, em conjunto com outros metais, impulsionado pelo avanço do petróleo e pelo dólar mais fraco. Na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses subia 1,0%, a US$ 4.730 a tonelada, às 7h00 (de Brasília). Às 8h00, o cobre para julho avançava 0,73%, a US$ 2,1285 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

Os preços do cobre, muitas vezes, replicam o movimento do petróleo porque muitos investidores compram e vendem cestas ou índices de commodities. O petróleo geralmente é responsável por uma grande parte dessas cestas, então grandes movimentos no mercado de petróleo podem afetar outras commodities.

Analistas do Citigroup acreditam em uma recuperação do cobre, na esteira do petróleo, podendo passar a barreira dos US$ 5.000 por tonelada no ano que vem. Uma perspectiva mais fraca para o dólar EUA também ajudou o cobre e metais, que são cotados na moeda norte-americana. Apesar de mostrar recuperação nesta manhã, a moeda dos EUA chegou a cair 1,5% na sexta-feira com a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) leve mais tempo para aumentar os juros após a divulgação do relatório de emprego que mostrou criação de apenas 38 mil vagas em maio.

Os outros metais básicos também operavam em alta na LME. O alumínio registrava ganhos de 0,70%, a US$ 1.554 a tonelada, o zinco avançava 1,00%, a US$ 2.017,50 a tonelada, o níquel subia 2,2%, a US$ 8.695 a tonelada, o chumbo operava em alta de 1,2%, a US$ 1.742 a tonelada, e o estanho ganhava 1,5%, a US$ 16.770 a tonelada.

Fonte: Dow Jones Newswires

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Dados decepcionantes de emprego adiam planos do Fed de aumentar juros

A presidente do Fed, Janet Yellen, disse que a redução significativa no ritmo de contratação em abril e maio nos EUA levantaram novas questões sobre a economia.

Kate Davidson e Jon Senrath

A presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, afirmou ontem que o banco central dos Estados Unidos não elevará os juros de curto prazo até que novas incertezas sobre o cenário econômico sejam resolvidas.

Os comentários feitos durante o Conselho de Assuntos Mundiais da Filadélfia refletiram as conclusões que os investidores chegaram na sexta-feira depois da divulgação de dados decepcionantes do mercado de trabalho.

Yellen e outras autoridades ainda acreditam que poderão elevar os juros gradualmente porque estimam que a economia vai melhorar. Entretanto, um aumento nos juros na reunião de política monetária do Fed na próxima semana está agora fora de cogitação. Um aumento em julho é possível, mas tornou-se se tornou menos provável, e uma alteração em setembro é possível se os dados econômicos mostrarem que a economia está se recuperando.

Os comentários de Yellen indicam que ela mudou de ideia em menos de duas semanas, quando confidencialmente disse que um fortalecimento significava que o Fed provavelmente elevaria os juros novamente nos “próximos meses”. Ela retirou essa referência de tempo ontem.

Os planos do Fed foram alterados com a divulgação do relatório do Departamento do Trabalho na sexta-feira, que mostrou que apenas 38 mil novas vagas foram criadas em maio. Pode ser uma exceção ou um sinal de uma desaceleração mais importante na contratação e produção. A cautelosa líder do Fed deixou claro que ela não está inclinada em apostar em uma conclusão ainda.

“Novas questões sobre o cenário econômico foram levantadas pelos dados recentes do mercado de trabalho”, disse Yellen ontem. “A redução significativa no ritmo de contratação em abril e maio é um prenúncio de uma desaceleração persistente na economia mais ampla? Ou os ganhos nos salários mensais voltarão ao ritmo sólido registrados em 2015 e no início deste ano?”

Yellen disse que ela e seus colegas estarão “se debatendo” com essas e outras perguntas.

As autoridades do Fed gostam de dizer que não colocam muita ênfase em nenhum dado específico, mas faz algum tempo que os relatórios mensais de emprego do Departamento do Trabalho ganham atenção extra do banco central. É uma das medidas mais completas de atividade econômica produzidas pelo governo — uma pesquisa mensal com 146 mil empresas e agências governamentais e mais de 60 mil domicílios.

O mercado de trabalho também é fundamental para a estrutura de leitura da economia de Yellen. O Fed tem um mandato do Congresso para buscar o “pleno emprego”, o que significa quantos empregos forem possíveis sem acionar a inflação, e preços estáveis. Yellen tornou prioridade o aumento do número de vagas, acreditando que, enquanto isso, a baixa inflação começaria a subir em direção da meta de 2% do Fed.

O Fed elevou os juros de curto prazo em 0,25 ponto percentual, para entre 0,25% e 0,5%, em dezembro. Em abril, as autoridades do banco central estabeleceram três referências para novos aumentos: 1) aceleração do crescimento econômico no segundo trimestre, depois de um primeiro trimestre desapontador; 2) continuidade da melhora do mercado de trabalho; e 3) sinais de que a inflação está aumentando. O relatório de empregos de maio levantou dúvidas sobre se a economia está atingindo os dois primeiros fatores.

Yellen e outras autoridades do Fed têm enfatizado desde a divulgação do relatório de sexta-feira que elas ainda acreditam que os juros subirão gradualmente. Elas só não têm certeza o quão gradual isso será.

“O que é certo é que a política monetária não está em um curso pré-definido”, disse Yellen. “O [Fed] reagirá aos novos dados e reavaliará riscos para melhor atingir nossos objetivos.”

Yellen também disse que um número de incertezas “consideráveis e inevitáveis” poderiam afetar o cenário econômico e a trajetória dos juros, incluindo o crescimento global apático, fracos investimentos corporativos, pequeno avanço na produtividade americana e incertezas sobre o cenário da inflação.

“As incertezas são consideráveis e caminham em direção aos nossos objetivos, consequentemente, as medidas apropriadas de política monetária dependerão de como essas incertezas vão evoluir”, disse ela.

“Na verdade, o caminho da política [monetária] que eu e meus colegas julgamos mais provável para obter e manter o máximo de emprego e a estabilidade de preços mudou e continuará mudando em resposta aos desenvolvimentos que alteram nosso cenário econômico e os riscos associados a esse cenário”, disse ela.

Em uma observação positivam, Yellen disse que ela espera que a expansão econômica continue, ressaltando o progresso geral do mercado de trabalho tem sido “bastante positivo”, a renda familiar está crescendo, o setor imobiliário está forte e a política fiscal agora está impulsionando a economia e deixou de ser um obstáculo.

As autoridades do Fed fornecerão projeções econômicas atualizadas quando se encontrarem na próxima semana. Yellen disse que elas poderão ser diferentes das mais recentes projeções divulgadas em março.

“Falando em meu nome, embora a economia recentemente tenha sido afetada por uma mistura de forças que se compensam, vejo boas razões para esperar que as forças positivas que apoiam o crescimento do emprego e a inflação mais alta continuarão a superar as negativas”, disse ela.

Fonte: The Wall Street Journal Americas

Redação On junho - 7 - 2016
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