Sindicato Nacional da Indústria de
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Sbado, 18 de Novembro de 2017






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Toyota inaugura fábrica de motores no interior de SP

Novas instalações tiveram investimento da ordem de R$ 580 milhões e empregaram cerca de 320 colaboradores

A Toyota do Brasil inaugurou nesta terça-feira (10), sua nova fábrica de motores na cidade de Porto Feliz, interior de São Paulo (SP). O complexo ocupa um terreno de 872.500 m2, recebeu investimentos da ordem de R$ 580 milhões e emprega, aproximadamente, 320 colaboradores.

A fábrica de Porto Feliz é a primeira planta de motores da Toyota na região. Com capacidade anual de 108 mil unidades, ela produz os modernos propulsores Dual VVT-i 1.3L e 1.5L, de quatro cilindros, flex fuel e gasolina, que equipam o compacto Etios, produzido em Sorocaba e comercializado no mercado brasileiro e exportado para outros países da América do Sul: Argentina, Paraguai e Uruguai.

A planta de Porto Feliz possui a mais avançada e inovadora tecnologia de processos de produção, além de deter elevado grau de automação industrial com máquinas de alta precisão dentro de cada estágio da linha de montagem. Para garantir a qualidade no fim do processo, ela conta com um laboratório avançado para realização dos testes de bancada.

A Toyota do Brasil estuda ainda, conforme anunciado em 2012, a produção de motores em Porto Feliz para equiparem o sedã médio Corolla.

“A Toyota mantém seu compromisso com o crescimento da América Latina. A planta de Porto Feliz demonstra que estamos fazendo nossa parte para estimular a economia de toda a região. Em complemento às nossas operações industriais na Argentina, Brasil e Venezuela, esta nova unidade de motores reafirma a estratégia de longo prazo da Toyota, que enxerga o potencial da América Latina e Caribe para emergir como poder econômico global nas próximas décadas”, disse Steve St. Angelo, CEO da Toyota para a América Latina e Caribe e Chairman da Toyota do Brasil.

A fábrica de motores em Porto Feliz é uma das primeiras da Toyota a deter todos os três processos industriais dentro de um único local (fundição, usinagem e montagem).

Toyota do Brasil

O início da produção da Toyota do Brasil remonta a 1958, como o estabelecimento da unidade brasileira, a primeira operação da fabricante fora do Japão. Desde então, a Toyota tem cumprido seu objetivo na fabricação de veículos que satisfazem os consumidores, que teve início com os mais de 100.000 unidades do Bandeirante produzidos e vendidos entre 1958 e 2001. Em 1998, a Toyota começou a produção do Corolla, continuando com o plano de crescimento em sintonia com o mercado brasileiro. E, em 2012, inaugurou sua moderna fábrica de Sorocaba, onde produz o compacto Etios, nas carrocerias hatch back e sedã.

Fonte: CIMM

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Centro de peças da Chery está também em Jacareí

Mudança para perto da fábrica traz redução de custos e aumenta sinergia

A Chery transferiu de Salto para Jacareí, também no interior de São Paulo, seu centro de distribuição de peças. A nova instalação tem 5 mil metros quadrados e capacidade para armazenar mais de 13 mil códigos diferentes. Por estar a quatro quilômetros da fábrica, o armazém traz redução em custos operacionais e melhora na sinergia com áreas vitais da companhia, como logística e pós-venda.

“A Chery manterá o total de 97% de peças prontamente disponíveis para atender à rede de concessionárias e oficinas credenciadas, além de seguir respeitando os prazos de entrega de até 48 horas úteis após o faturamento para qualquer região do País e de 24 horas após a emissão da nota fiscal para casos urgentes”, afirma o gerente de peças da montadora, Altair Melo.

Fonte: Automotive Business

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Alcoa demite mais 160 metalúrgicos em Itapissuma

Sindicato prevê o fechamento do complexo

Adaíra Sene

Mais 160 metalúrgicos foram demitidos, nesta segunda-feira, da fábrica da Alcoa, em Itapissuma, na Região Metropolitana do Recife. Um dos mais importantes complexos industriais da Alcoa América Latina, a unidade no estado já chegou a ter dois mil funcionários, mas continua a desligar profissionais e aponta para um possível fechamento nos próximos meses.

“As demissões foram formalizadas hoje e significam o fechamento da área de extrudado, responsável pela fabricação de materiais de construção civil”, explicou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Pernambuco, Henrique Gomes. “A gente sabe que eles estão passando por dificuldades. Há um ano e meio, fecharam a área evaporativa. Também já houve baixa na área de testes, de tampas e de rodas. A produção teve uma grande queda”, esclareceu.

Com os últimos cortes, a Alcoa ficará com cerca de 600 trabalhadores no estado trabalhando nas áreas de refusão, chapas e folhas. O material produzido aqui é exportado para o México e Argentina.

Segundo Henrique Gomes, ao avaliar o custo/benefício, a direção da Alcoa adiantou que não tem condições de manter a unidade como está. Há outras indústrias em Santo André (SP) e Tubarão (SC) e, apesar da capacidade de produção no estado ser bem maior, o pouco que está sendo produzido não compensa. “Para eles, é melhor manter a Alcoa nas outras cidades, mesmo que o custo do trabalhador seja muito mais alto no Sudeste e Sul”, detalhou.

A área de extrudado tem, atualmente, 205 trabalhadores, mas 15 estão segurados pelo INSS e deverão ser relocados para outros setores quando o benefício acabar. Outros 30 também vão ser deslocados para outros departamentos. Os 160 que foram desligados deverão receber, fora a rescisão de contrato trabalhista, mais dois salários de indenização, terão o plano de saúde garantido por mais 60 dias e os que estão pré-aposentados terão os casos analisados.

Alcoa

Através de nota oficial, a Alcoa confirmou o fechamento da unidade, mas informou que a medida não deverá comprometer os cliente. “A Alcoa suspenderá a sua produção de Extrudados na unidade de Itapissuma (PE). A decisão da companhia tem como objetivo adequar sua capacidade produtiva à atual demanda do mercado de construção civil. A companhia tomará todas as ações possíveis para minimizar os impactos para os funcionários. Este reposicionamento não impactará no atendimento aos clientes da região. A empresa continua operando na localidade com os negócios de Laminados e Rodas Forjadas de Alumínio”.

Mais demissões

– Também nesta segunda-feira, os trabalhadores da Kronorte, em Prazeres, Jaboatão, na BR-101, tiveram que voltar para casa. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos, as demissões não foram oficializadas, mas há risco da empresa fechar. Se houver a demissão, serão mais 70 trabalhadores nas ruas.

– Em Escada, na Mata Sul, outros 40 metalúrgicos foram demitidos, oficialmente, da Mercotubos. O sindicato informou que, após os desligamentos, a direção da fábrica falou para os empregados se resolverem com a Justiça.

– O Estaleiro Vard Promar também deverá demitir. “A expectativa é de que sejam mais, aproximadamente, 100 demissões para a redução de custos”, alarmou Henrique Gomes.

Fonte: Diário de Pernambuco

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Setor automotivo prevê queda de 19% nas vendas em 2016 no Brasil

O setor automotivo revisou para baixo as previsões de desempenho para este ano.

A Anfavea, associação das montadoras, que em janeiro deste ano previa recuo de 7,5% nas vendas, recalculou a perspectiva para queda de 19%, chegando a 2,014 milhões veículos em 2016.

Apesar da piora nas estimativas, a queda prevista ainda é melhor do que o desempenho das vendas até agora.

Nos cinco meses de 2016, os licenciamentos recuaram quase 27%, chegando a 811,74 mil no período.

Cálculos da Anfavea indicam que, para chegar ao volume estimado, a média diária de vendas deverá ser de 8.500 veículos –contra 8.000/dia até maio.

“Historicamente o segundo semestre é melhor. À medida que o cenário político se estabiliza, a confiança do consumidor tende a voltar”, diz Antonio Megale, presidente da entidade.

Em relação à produção, a Anfavea prevê uma queda de 5,5% ante uma estimativa anterior de alta de 0,5%. Para a entidade, as montadoras devem fabricar 2,29 milhões de veículos este ano.

MAIS EXPORTAÇÃO

Segundo Megale, as exportações deverão apresentar uma evolução de 21,5%, chegando a 507 mil veículos embarcados. A expectativa anterior era de alta de 8,5%.

“Este ano já verificamos uma melhora no nível dos embarques e, os novos acordos que estão sendo firmados e a renovação com a Argentina, devem estimular ainda mais o comércio exterior.”

Os estoques, porém, permanecem elevados. Em maio, os pátios das fábricas e das concessionárias estavam com 236,4 mil unidades, o que representa 42 dias de vendas. O ideal é que o giro de vendas fique em torno de 30 dias.

SEM LUZ NO TÚNEL

Para o consultor automotivo, Francisco Satkunas, o esforço de vendas das montadoras deverá ser grande para sustentar as previsões.

“O mercado ainda não deu sinais consistentes de melhora. Daqui a três meses, se mantivermos esses patamares, poderemos dizer que, sim, chegamos ao fundo do poço e agora poderemos retomar os níveis satisfatórios de vendas”, disse Satkunas.

No acumulado, a produção de veículos caiu 24,3%, chegando a 834,05 mil unidades. Em maio, a montagem de veículos caiu 18% no comparativo com o mesmo período de 2015, 175,3 mil unidades.

É o pior resultado para o mês de maio desde 2004.

As exportações continuam em alta no acumulado. De acordo com a Anfavea, foram exportadas 183,25 mil unidades, alta de 21,8%. Mas, por mudança do mix, em valores, as vendas externas acumulam queda de 12,6% no período –US$ 3,9 bilhões.

O nível de emprego também permanece baixo. Em maio, 1.300 postos de trabalho foram fechados. Hoje, há 128 mil trabalhadores nas montadoras, sendo que 27 mil funcionários em licença.

Fonte: Folha de São Paulo

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Eleição para CIPA não garante estabilidade provisória a atendente em contrato de experiência

(Ter, 07 Jun 2016 07:07:00)

A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve decisão que não reconheceu o direito à estabilidade provisória a um atendente da Contax – Mobitel S.A que foi eleito membro da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) durante o contrato de experiência, ao fim do qual foi desligado. O entendimento foi o de que o contrato de experiência é uma modalidade de contratação por prazo determinado, ao qual não se aplica a estabilidade provisória prevista na Constituição Federal, leis ou instrumentos normativos.

No curso do prazo do contrato de experiência, fixado em 45 dias, o atendente foi eleito para a CIPA e duas semanas após foi demitido. Sustentando ter direito à estabilidade de um ano após o término do mandato, conferida no artigo 10, inciso II, alínea “a”, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) aos membros da Cipa, o atendente pediu a anulação da demissão e a reintegração ou indenização.

O juízo da 8ª Vara do Trabalho de João Pessoa (PB) julgou o pedido improcedente, por entender que o direito previsto no ADCT se refere aos contratos por prazo indeterminado. O Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (PB) manteve a sentença, reiterando que a estabilidade provisória no emprego é incompatível com o contrato por tempo determinado, e a candidatura a membro da Cipa na sua vigência não altera a natureza da relação contratual, que será extinta na data estipulada.

No recurso ao TST, o trabalhador argumentou que não há incompatibilidade entre o contrato de experiência e a garantia provisória no emprego. O relator, ministro Barros Levenhagen, explicou que o reconhecimento da estabilidade nesse caso estaria “desnaturando o contrato a prazo por fato alheio à sua celebração, dando-lhe ultratividade, incompatível com a lei”. Assinalou ainda que o dispositivo do ADCT não prevê nenhuma estabilidade no emprego, mas mera garantia contra dispensa arbitrária ou sem justa causa.

A decisão foi unânime.

(Lourdes Côrtes/CF)

Processo: RR-130471-22.2015.5.13.0025

O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).

Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial. Permitida à reprodução mediante citação da fonte.
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Redação On junho - 7 - 2016
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