Sindicato Nacional da Indústria de
Trefilação e Laminação de Metais Ferrosos

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Tera-feira, 19 de Setembro de 2017






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Pastoriza deixa a presidência da Abimaq

A Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos divulgou nota à imprensa na última quinta-feira informando que Carlos Buch Pastoriza deixou a Presidência do Conselho de Administração da Abimaq/Sindimaq, por motivos particulares.

José Velloso, atual presidente executivo, será o porta-voz das entidades. João Carlos Marchesan, 2º vice-presidente, assume interinamente a Presidência do Conselho.

Fonte: Abimaq

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CNI muda regra e Andrade prolonga mandato até 2022

Uma mudança no estatuto da Confederação Nacional da Indústria (CNI) abrirá caminho para conduzir o empresário mineiro Robson Braga de Andrade a um terceiro mandato no comando da maior entidade patronal brasileira. A última etapa do processo deve ocorrer no final deste mês, quando os presidentes das 27 federações estaduais votarão a mudança em segundo turno.

Na primeira votação, em maio, a alteração do estatuto foi aprovada por 24 federações. São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná são contrários à iniciativa. Esse bloco representa 49% de todo o PIB industrial do país, mas o sistema de decisões da CNI ignora o critério de proporcionalidade e dá peso idêntico para todas as entidades.

Eleito pela primeira vez em 2010, Andrade foi reconduzido quatro mais tarde e seu mandato atual expira em 2018. Com a revisão das regras, ele poderá concorrer mais uma vez e terá a chance de permanecer no cargo até 2022. Diante do apoio maciço das federações estaduais, o movimento foi interpretado como aval à continuidade do mineiro à frente da CNI. O novo estatuto, porém, não permitirá reeleições indefinidas.

Outra mudança relevante é a criação de cinco vice-presidências regionais e sem ordem hierárquica. Hoje a entidade tem três vices, que são escalonados. O primeiro da lista é Paulo Skaf, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Ele patrocinou recentemente uma manobra para prolongar sua permanência no edifício da avenida Paulista, onde está desde 2004.

Apesar disso, Skaf faz parte do grupo que se opõe à “re-reeleição” na CNI, ao lado de Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira (Rio) e Edson Campagnolo (Paraná). Vieira acaba de completar duas décadas à frente da Firjan. Eleito em 2011, Campagnolo vem despontando como liderança nacional do setor.

Os críticos da gestão de Andrade reclamam que ele demonstraria dificuldade para “comprar briga” com o governo. Queixam-se ainda de sua demora para aderir à defesa explícita do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. Ele só abandonou o discurso de neutralidade institucional quatro dias antes da votação na Câmara dos Deputados sobre a abertura do processo.

Andrade conta, no entanto, com trunfos entre seus apoiadores. Um deles é não ter pretensões eleitorais e rejeitar o uso político da CNI. Outro diz respeito ao fortalecimento das áreas técnicas da entidade, que têm produzido trabalhos de referência em diversos segmentos, como os de comércio exterior e infraestrutura.

Com forte trânsito na Esplanada dos Ministérios e no Congresso Nacional, Andrade ajudou a emplacar projetos no governo que haviam sido concebidos na CNI, como o Brasil Mais Produtivo – programa lançado em abril que busca aumentar a produtividade no chão da fábrica e foi inspirado em um piloto do Senai.

“Ele tem espaço privilegiado no Executivo e no Legislativo, consegue discernir bem o momento econômico do país”, diz o presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), Beto Studart. “A CNI ganhou uma enorme credibilidade não só junto ao governo, mas ao Estado”, acrescenta Antônio Carlos da Silva, líder da federação de Amazonas.

Outro defensor de Andrade, o presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), Marcos Guerra, lembrou que o atual comandante da CNI também ajudou a fortalecer a entidade ao atrair agremiações de peso para o sistema, como a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

Abinee/Valor Econômico – 06/06/2016

Redação On junho - 6 - 2016
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