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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017






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Volks altera calendário das férias coletivas

A Volkswagen apresentou ao Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté uma notificação que alterou, mais uma vez, o pedido de Férias Coletivas da empresa, junto à Delegacia Regional do Trabalho. O documento foi entregue na tarde do dia 3 de junho.

A notificação se refere à concessão de férias coletivas a aproximadamente quatro mil funcionários. A maioria dos metalúrgicos fica em casa a partir do dia 20 de junho e retoma as atividades no dia 11 de julho. Um grupo de 780 empregados retoma ao trabalho no dia 19 de julho.

Nos documentos, a empresa alegou ao Ministério do Trabalho a necessidade de adequação do processo da linha produtiva com o mercado.

O Sindicato dos Metalúrgicos tem conhecimento que o motivo, para as alterações no calendário das férias coletivas, é o atraso na entrega de peças por parte das autopeças, como acontece com os bancos.

Desde maio, essa é a terceira alteração no calendário das férias coletivas.

Fonte: Diário de Taubaté

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Construção civil volta a contratar em abril

Anderson Oliveira

O setor da construção civil foi o único que contratou mais do que demitiu em Sorocaba, em abril, de acordo com o último levantamento do Cadastro Geraldo de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo positivo de 170 vagas resultou de 627 admissões e 457 demissões. Ao longo do ano, a construção civil gerou 550 postos de trabalho. Apesar de ter resultado negativo em abril, o setor de serviços contratou 1.349 trabalhadores no ano. A indústria e o comércio, por outro lado, foram os que mais demitiram.

Em abril, Sorocaba teve a redução de 750 postos de trabalho no geral. O maior encolhimento de vagas ocorreu no comércio, que teve o saldo entre admissões e demissões de 352 negativos. Em seguida, a indústria foi o setor que mais demitiu no mês. Foram 326 trabalhadores desligados a mais do que os contratados. Por fim, o setor de serviços também demitiu mais em maio, com saldo negativo de 255 postos de trabalho.

Em meio às demissões, apenas a construção civil registrou saldo positivo no mês. Para Fernando Alonso, coordenador da regional Sindicato da Construção (Sinduscon) Sorocaba, o aumento registrado em abril e nos demais meses de 2016 não refletem uma tendência. “É um crescimento pontual, que não significa um avanço”, afirma. Segundo ele, as muitas demissões do setor em 2015 levaram à necessidade de contratar neste período.

Edvaldo Gomes, diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil em Sorocaba e Região, no entanto, acredita que o setor teve uma pequena retomada. “O setor deu uma aquecida devido ao financiamento, que tem sido liberado aos poucos”, diz ele, citando o Minha Casa, Minha Vida (MCMV) como responsável. Para os dois representantes sindicais, contudo, é necessário que a situação econômica melhore, inclusive com a ampliação do MCMV. Somente assim, as empresas poderão retomar as contratações que ocorriam até dois anos atrás.

 Melhora após julho 

O resultado da construção civil e de serviços, que, ao longo do ano teve saldo positivo de 1.349 postos de trabalho, ainda não representa uma tendência de melhora no mercado de trabalho. A avaliação é do economista João Moura, da Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (Esamc) Sorocaba. “A contratação na construção civil é para a manutenção de projetos e construções que ainda demandam mão de obra”, ressalta.

De acordo com o economista, abril é um mês sem grandes movimentos na economia. Mesmo maio, com o Dia das Mães, não houve melhoras, acrescenta. “Não teve um fato novo que quebrasse esse ciclo ruim”, avalia Moura. Contudo, a perspectiva do economista é de que políticas de estímulo possam melhorar a economia no segundo semestre. “Os dados vão trazer melhora de julho para agosto, quando indústria volta a se reaquecer e quando esperamos que medidas de estímulo como redução de juros voltem a fazer efeito.”

Sem emprego 

Enquanto a economia não reage, está sendo difícil para o desempregado que quer voltar ao mercado. Há mais de um ano, Rogério Roberto, que atua na área de logística, tem procurado uma oportunidade. “Está muito difícil achar, só consegui uma entrevista agora”, conta ele, que obteve o agendamento para o fim de junho em uma empresa de grande porte da cidade.

Mesmo na área da construção civil, que vem contratando, está complicado, comenta Carlos Roberto Ribeiro, que busca uma vaga de ajudante de pedreiro. “Faz três meses que estou procurando já”, diz. Embora procure emprego em construção, ele afirma que aceitaria qualquer oportunidade devido ao tempo que está sem trabalhar.

O desaquecimento da economia, que levou pessoas mais jovens a empregos como auxiliar de limpeza, é o problema para Maria Helena de Souza. A idade mais avançada, segundo ela, é um problema devido à concorrência. “Está difícil, porque antes os mais novos não limpavam chão, mas agora sim”, afirma.
Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

Redação On junho - 6 - 2016
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