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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017






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Magnesita vai transferir sua sede do Brasil para Londres

Atualmente, 75% das receitas da empresa vêm de fora do país Juliana Gontijo

Com o objetivo de reforçar a presença no exterior, a Magnesita, fabricante de materiais refratários usados pela indústria siderúrgica, deve abrir uma holding, a Mag International, com sede em Londres, na Inglaterra, até o fim deste ano. A empresa tem operações industriais nos Estados Unidos, Brasil, Alemanha, França, Bélgica, China, Argentina e Taiwan.

A companhia possui, hoje, em torno de 75% de suas receitas geradas em mercados fora do Brasil. A presença internacional é complementada por escritórios comerciais em 22 países e operações comerciais com mais de cem países.

A Mag International terá seu capital aberto na Bolsa de Londres e lançará um programa de recibos de ações (DRs – Depositary Receipts) na BM&FBovespa, de modo que os investidores poderão optar por ter ações ou BDRs (certificados de depósito de valores mobiliários – Brazilian Depositary Receipts) da Mag International.

O diretor jurídico e de relações institucionais da Magnesita, Luiz Gustavo Rossato, informou que não haverá qualquer alteração de controle nem mudança nos negócios da companhia. A Magnesita Refratários vai manter integralmente suas operações da América do Sul.

Juros menores. Para o sócio da L2 Capital Marcelo López, com a mudança de sede jurídica para Londres, a empresa ganhará maior visibilidade no mercado internacional. Outra vantagem é o menor custo da dívida. “Afinal, lá fora é possível conseguir recursos com juros mais baixos do que no Brasil. Com essa nova dívida, a empresa poderá recomprar sua dívida antiga, de custo maior”, esclarece.

Ele afirma que a redução do custo dessa dívida deve acarretar um maior valor de mercado. “Isso deve influenciar no preço das ações, o que não significa que elas vão disparar rapidamente”, acrescenta ele.

López ressalta que, uma vez em Londres, a empresa será comparada com companhias como Vesuvius e Rhinebeck. “Aqui, a Magnesita é comparada a Usiminas, CSN e Gerdau. Lá fora, terá seus próprios ‘peers’, com um risco de negócio razoavelmente menor e, portanto, valores maiores para as ações”, diz o especialista.

Aprovações. Em nota, a Magnesita informou que a reorganização está condicionada à aprovação dos acionistas, em assembleia ainda a ser convocada pela administração, à aprovação das autoridades regulatórias brasileiras e britânicas, além de autorizações específicas do conselho de administração para algumas etapas da operação e “obtenção de outros consentimentos eventualmente necessários”.

Fonte: O Tempo

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Bradesco desconfia da alta de 100% da Usiminas, mas eleva preço-alvo para R$ 2,20

Por considerar o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebtida, na sigla em inglês) da Usiminas (BOV:USIM5) (BOV:USIM6) (BOV:USIM9) (BOV:USIM12) ainda sob pressão considerável, mesmo após o recente aumento de capital da companhia, a corretora do Bradesco decidiu manter sua recomendação de “manter” para os papéis da siderúrgica, mas reajustou o preço-alvo das ações de R$ 1,50 para R$ 2,20. O papel PN (preferencial, sem voto) série A da siderúrgica era negociado na BM&FBovespa, às 13 horas, a R$ 1,70, em queda de 2,30%.

 Em relatório enviado aos seus clientes antes do feriado, o banco prevê que as vendas domésticas de aço recuarão 14% este ano, acompanhadas pelas exportações, que deverão diminuir 55% no período. No entanto, para 2017 a expectativa é de que haja uma melhora de 15% nas vendas locais.

As justificativas para o aumento do valor justo do papel da empresa, segundo o Bradesco, seriam as reduções das projeções em 30% dos investimentos em 2017 e 2018, além da entrada de R$ 1 bilhão com o reforço de capital e as estimativas de aumento de 3% do Ebtida este ano e no próximo. Para 2016, os investimentos esperados ainda somam R$ 350 milhões.

 Alta sem fundamentos 

A valorização de quase 100% dos papéis da Usiminas desde o início deste ano no mercado é vista pelo analista Aloisio Villeth Lemos “sem motivos fundamentalistas”, a menos que a empresa tenha condições de cobrir todos os seus compromissos financeiros até o fim do ano que vem, de acordo com o texto do Bradesco. Com o aumento de capital, a siderúrgica realmente conseguiu ganhar algum fôlego na perspectiva de pagamento de suas dívidas até 2017, mas as expectativas mais fracas de geração de caixa ameaçam minar esse quadro de equilíbrio, a depender exclusivamente do mercado.

Sobre uma nova tentativa de implementação de um aumento de preços da Usiminas em junho, após elevação de 10% em abril e 12% em maio, Lemos não vê “condições de mercado” ideais para a mudança.

Antes destes reajustes, o Bradesco calculou que a empresa vendia produtos 11% mais baratos do que os importados neste primeiro trimestre. Depois dos aumentos, o analista espera que os produtos voltem à media histórica de preços e fiquem 10% mais caros do que os itens importados.

Fonte: Inda

Redação On maio - 31 - 2016
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